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Re: BCP INFORMAÇÃO

Iniciado por anonimo111, Novembro 16, 2007, 20:51

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anonimo111

ANONIMO111

BCP....EM BREVE PERTO DOS 4 EUROS.



Mais uma semana de negociações com vista à fusão Há pontos das negociações em que os dois bancos já chegaram a acordo. A questão da integração ser feita no BCP e não no BPI, por exemplo, é um desses pontos, segundo o Semanário Económico. Esta obedece a uma lógica de racionalidade económica: é mais barato integrar a sociedade mais pequena na de maior dimensão, porque há menos património a transferir. Logo o esforço, o custo e os riscos são menores. O facto de a integraçãp ser feita no BCP obriga a que haja depois uma alteração de estatutos de forma a alterar, por exemplo, o limite de votos que cada accionista deve ter. O BCP pretende que esse limite seja de 10% mas sobre o capital social e não sobre o capital presente em Assembleia Geral, como hoje acontece com os estatutos do banco liderado por Filipe Pinhal. Para além de o modelo de governance também ser alterado para o modelo monista. Segundo cita o jornal, há ainda acordo em relação ao modelo a adoptar: Conselho de Administração com Comissão Executiva, Concelho Fiscal e revisor oficial de contas, havendo também uma Comissão de Auditoria e Controlo Interno no seio do Conselho de Administração. O rácio de troca também parece não ser o maior problema. O BCP terá proposto trocar 1,3 acções por cada uma da nova entidade. Este rácio é sustentado pelas análises dos bancos de investimento advisers nas negociações. O BPI tem a assessorá-lo a Goldman Sachs e o seu banco de investimento. Mas o rácio final poderá ficar nas 1,5 acções do BCP por cada uma da nova entidade: um rácio que o administrador financeiro do BCP já admitiu ser o adequado, na conference call com analistas. No entanto mantêm-se fortes divergências em relação à rotatividade da liderança da Comissão Executiva, proposta pelo BCP.


SR PEDRO MIRANDA ESTA NAO SABIA O SR.....

Lexis


Moçambique: Millennium BIM inaugura 79º balcão e consolida liderança

Maputo, 16 / 11 - O Millenium Banco Internacional de Moçambique (Millennium BIM), detido pelo português Millennium BCP, inaugurou o seu 79º balcão, consolidando o estatuto de maior instituição bancária a operar em Moçambique.

O novo balcão foi aberto na Quarta-feira no distrito de Boane, província de Maputo, a mais de 40 quilómetros da capital do país, e é o quinto inaugurado pelo BIM este ano no quadro da estratégia de expansão da rede de balcões para as zonas da periferia urbana e rurais do país.

Nesse âmbito, além do balcão de Boane, o Millennium BIM abriu este ano dependências nos bairros suburbanos de 25 de Junho, Zimpeto e Xiquelene, na cidade de Maputo, bem como na Maragra, distrito da Manhiça, província de Maputo.

Falando da opção do Millennium BIM de estender os seus serviços para zonas distantes dos centros urbanos, o presidente da comissão executiva do BIM, João Figueiredo, disse que a mesma "é um sinal da predisposição do banco de servir o mercado de forma global".

"Vamos olhar com carinho para todos os segmentos do mercado, estamos empenhados na rota da expansão do mercado financeiro, mas sem colocar em causa os princípios da racionalidade que se impõe", frisou Figueiredo.

Além de ser uma actuação delineada pelo próprio banco, o alargamento dos serviços financeiros para os aglomerados mais pobres responde igualmente a um pedido do Banco de Moçambique e do Governo, no sentido de se prestar mais atenção à economia rural.

"A abertura de mais uma agência pelo BIM numa zona peri-urbana é um exemplo da necessidade de colocar a banca perto dos que produzem riqueza, mas se encontram carenciados em termos de serviços bancários", afirmou o Governador do Banco de Moçambique, Ernesto Gove, por ocasião da abertura de mais um balcão do BIM.

Em 2006, o Millennium BIM conseguiu lucros acima de 32 milhões de euros, traduzindo um aumento nos lucros de 237 por cento em relação a 2005, ano em que os resultados foram superiores a 10 milhões de euros.

"A evolução positiva dos resultados foi determinada pela acrescida capacidade de gerar proveitos, consubstanciada na dinâmica comercial e no aproveitamento de oportunidade de negócio", sublinha o mesmo balanço.

FONTE: angolapress

Lexis


BCP em força na Holanda para testar Eureko

O maior accionista do BCP é uma das chaves para que o acordo com o BPI avance.

Jardim Gonçalves deslocou-se, ontem, à Holanda para uma reunião com altos responsáveis da Eureko, o maior accionista do BCP com 9,96% do capital social do banco. Ao que o Diário Económico apurou, o fundador e presidente do conselho geral e de supervisão do maior banco privado português fez-se acompanhar pelo vice-presidente deste órgão social, António Gonçalves, por Filipe Pinhal e de Christopher de Beck, respectivamente, presidente e vice-presidente do conselho de administração do BCP. Segundo uma fonte contactada, o motivo desta reunião foi a eventual a fusão com o BPI e o objectivo terá sido a de medir o pulso à Eureko, que até aqui se tem mantido sempre ao lado de Jardim Gonçalves. Na sua opinião, será natural que os líderes do BCP queiram ouvir a opinião dos principais accionistas, entre os quais, a Eureko. 

As negociações sobre uma fusão amigável ainda decorrem, não existindo, neste momento, nenhuma informação sobre qual poderá ser o desfecho deste processo, a não ser que persistem divergências entre BCP e BPI sobre aspectos-chave, como por exemplo a titularidade da presidências executiva e a relação de forças entre os accionistas dos dois bancos no futuro Millennium BPI. "É natural que, neste momento, o BCP já tenha uma ideia sobre se é possível avançar ou não para a fusão e que, como tal, queira ouvir os principais accionistas do banco", explicou o mesmo responsável. O Diário Económico tentou ontem contactar Filipe Pinhal e Christopher de Beck, que têm estado directamente envolvidos nas negociações com o BPI, mas tal revelou-se impossível até ao fecho da edição. Os dois bancos assumiram com a Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) um compromisso de confidencialidade e o dever de só comunicar ao mercado o desfecho das negociações, independentemente do seu resultado. Como ainda não foi feito qualquer comunicado, presume-se que BCP e BPI ainda não tomaram qualquer decisão final sobre uma eventual fusão. No entanto, considerando que já se passaram duas semanas desde o início formal das negociações, é de prever quem neste momento, os dois bancos já tenham uma ideia sobre qual poderá ser o resultado. "Quando está em causa uma fusão, não é preciso muito tempo para perceber se é possível chegar a um entendimento. Os dois bancos já terão discutido questões fundamentais, que permitirão saber se valerá ou não a pena continuar a falar", defendeu uma das fontes contactadas pelo Diário Económico.

É de admitir que o BCP prossiga, por estes dias, com os contactos com outros dos seus principais accionistas.

Remuneração do conselho limitada a 2% dos lucros
A comissão do governo societário já terminou a avaliação ao modelo de governação do BCP, tendo apresentado as suas conclusões ao conselho geral e de supervisão e ao conselho superior. Ao que o Diário Económico apurou, uma das recomendações aponta para que a remuneração do conselho de administração executivo, na sua componente variável, não exceda os 2% dos lucros do exercício. Neste momento, a fasquia encontra-se nos 10% e tem motivado fortes críticas por parte de alguns accionistas. A redução para 2% dos lucros constava da proposta de alteração estatutária elaborada pela Teixeira Duarte, que terá sido  analisada pela comissão. Consciente de que, neste momento, não existem condições para mudar o modelo societário, a comissão optou por propor várias alterações. Algumas visam apenas adequar os estatutos ao novo Código das Sociedades Comerciais, outras, mais polémicas, pretendem adaptar as relações entre os vários órgãos áquilo que, entende o BCP, é a prática na Europa.

FONTE: Diário Económico - 20-11-2007 - Martim Avillez Figueiredo e Sílvia de Oliveira

Lexis

#3

AGENCIAS - Barcelona - 04/09/2007

El 'holding' de La Caixa invertirá hasta 2.000 millones en el sector financiero

Ricard Fornesa, presidente de Criteria Caixa Corp, ha adelantado que la salida a bolsa será a principios de octubre

Ricard Fornesa, presidente de Criteria Caixa Corp, el nuevo holding de participadas de La Caixa que está a punto de salir a bolsa, ha anunciado hoy que esta sociedad cuenta con entre 500 y 2.000 millones de euros para invertir en banca y en sectores financieros.

"La salida a bolsa será a principios de octubre", concretamente en los primeros diez días, según ha adelantado Fornesa, quien ha señalado que si ahora el 83% de las inversiones de Criteria corresponden al sector industrial y un 17% al financiero "la configuración futura ha de ir evolucionando hacia el 50% en la composición de la cartera".

Fornesa avanzó también que Criteria, que nacerá con activos de 25.000 millones de euros y ocupará el séptimo puesto del Ibex, prevé invertir entre 500 y 2.000 millones de euros en el sector financiero.

El holding de participadas realizará una oferta pública de adquisición (OPS) antes de su salida a bolsa. La caja catalana agrupó sus participaciones en el año 2000 bajo el nombre de CaixaHolding, denominación que cambió por Criteria el pasado mes de julio en preparación de su salida a los parqués.

Criteria Caixa Corp incluye todas las participaciones que el grupo mantiene en sociedades cotizadas de los sectores de infraestructuras y servicios, como Gas Natural (35,5%), Telefónica (5,5%), Repsol (12,5%), Abertis (21%) y Agbar (23,5%), además de los activos no cotizados, entre los que destaca la participación en Port Aventura (97,1%) y la actividad de capital desarrollo que el 'holding' continuará llevando a cabo en el futuro.

En el ámbito de participaciones del sector bancario y financiero, forman parte del 'holding' cotizado las participaciones en BPI (25%) y Boursorama (20,2%).

Además, complementan esta línea de actividad otros negocios financieros, como los desarrollados actualmente a través de filiales financieras especializadas (InverCaixa Gestión, Finconsum, CaixaRenting y GestiCaixa) y la totalidad de las sociedades pertenecientes al Grupo CaiFor (VidaCaixa, SegurCaixa y AgenCaixa).

FONTE: EL PAIS

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Criteria Caixa Corp, cuenta atrás

Empieza la cuenta atrás. Con la puesta en marcha de la campaña de publicidad para dar a conocer el hólding empresarial bautizado ya con el nombre de Criteria Caixa Corp, la caja catalana está calentando motores para la colocación de su filial en bolsa.

Su presidente, Ricard Fornesa, dio ayer algunos detalles de lo que será una operación que verá la luz a principios de octubre. Criteria Caixa Corp está valorada en unos 25.000 millones de euros y tiene su mayor peso, un 83%, en participaciones industriales. Las inversiones en el sector financiero apenas suponen un 17%.

Si, como anunció ayer Fornesa, el objetivo es reequilibrar esta estructura y tener un 50% en la industria y otro 50% en bancos y sociedades financieras, La Caixa va a tener que acometer al menos una gran adquisición para dar la vuelta a las cifras. Y, la verdad, ahora mismo no hay muchas posibilidades interesantes de compra en Europa. Ni siquiera en Portugal, donde Criteria Caixa Corp ya está presente con un 25% en BPI y cuyo apoyo ha sido clave para evitar que este banco luso cayera en las redes de su rival, Banco Comercial Portugues (BCP). Así que la tarea de lograr un 50%-50% no va a ser fácil.

Aunque, en todo caso, no es un objetivo inminente, sino a largo plazo. La que sí es inmediata es la salida a bolsa del hólding, y ahí La Caixa tendrá que afinar bien para dejar un buen sabor de boca en los inversores, especialmente ahora que las condiciones son más difíciles y las sensibilidades están a flor de piel por el revuelo que viven los mercados. Eso, una máxima para cualquier salida a bolsa, es todavía más importante cuando una parte de la colocación se lleva a cabo en las oficinas de la propia entidad, como es el caso de Criteria. Sería contraproducente dejar un sabor amargo en unos inversores que, además de inversores, son ya clientes de La Caixa.

FONTE: EXPANSION

Lexis

#4

EL PAÍS - Madrid - 30/10/2007

El BCP pedirá al BPI que pague más por sus acciones

El Banco Comercial Portugués (BCP) podría considerar insuficiente la oferta de fusión presentada por el Banco Portugués de Inversión (BPI) y, según la prensa portuguesa, podría condicionar la aceptación de la OPA a un aumento de la oferta.

El consejo de administración del BCP, que estaba ayer reunido, ha contratado a Citibank y a Merrill Lynch para que lo asesore en la propuesta de fusión para crear el Millenium BPI, del que La Caixa sería el principal accionista con el 8% del capital, a través de un canje de acciones en una proporción de dos acciones del BCP por una del BPI.

En caso de que el consejo de administración del BCP (en cuyo capital participa el Sabadell) acepte la fusión, ésta tendría que ser autorizada también por los accionistas de las dos instituciones en una junta general. El 75% de los accionistas deberían dar su visto bueno para que la operación llegue a buen puerto.

Los principales diarios económicos lusos señalaron ayer que algunos accionistas del BCP están interesados en la fusión para crear el tercer mayor banco ibérico, pero antes de dar un sí pedirán al BPI un precio mejor. Otros accionistas de referencia podrían ir contra la oferta del BPI por cuestiones políticas, ya que se entiende que el banco resultante quedaría controlado por La Caixa, el brasileño Itaú y la aseguradora Allianz. El presidente del BPI, Fernando Ulrich, ya adelantó que si el BCP rechaza la oferta, el siguiente paso no será lanzar una OPA hostil.

Ayer las acciones del BPI en la Bolsa de Lisboa cayeron un 2,77%, 18 céntimos, hasta los 6,32 euros. El BCP se revalorizó un 0,29%, hasta los 3,43 euros, con lo que su capitalización alcanzó los 12.400 millones de euros.

FONTE: EL PAIS

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BCP debe pedir más

Hoy se reúne el consejo de administración del banco portugués BCP con un cometido rutinario: aprobar los resultados del grupo hasta septiembre; y otro realmente relevante: analizar la propuesta de fusión amistosa que le ha hecho llegar su rival BPI, pequeño en tamaño –vale en bolsa la mitad que BCP– pero grande en osadía

BCP y su presidente, Jorge Jardim Gonçalves, que han contratado como asesores a Merrill Lynch y Citibank, son conscientes de que están en una situación de debilidad y que, probablemente, es mejor negociar una buena fusión con un rival amigo y doméstico que ser presa de un grupo extranjero que quizá no tenga las mismas contemplaciones.

Ahora bien, la responsabilidad de todo consejo de administración no es conservar o mejorar sus puestos, sino velar por el interés de los accionistas. Y, desde luego, la oferta propuesta por BPI no es nada generosa desde el punto de vista económico. El canje es de una acción de BPI por cada dos de BCP, lo que, el día en que se anunció la propuesta, suponía sólo una prima del 2%. Si se echa la vista atrás, con la cotización media de tres meses, esa prima es negativa en casi un 4%.

Al cierre de ayer, BCP cotizaba un 7,8% por debajo del precio de la oferta (3,16 euros), lo que refleja las dudas de los inversores sobre esta operación. Que BPI tiene margen para subir el precio no hay duda. Ayer mismo, Lehman Brothers decía que BPI podría pagar hasta 3,5-3,6 euros sin que la operación sea dilutiva o destruya valor. Y el hecho de que el banco luso cuente con el apoyo de La Caixa (25% del capital) hace pensar que, al menos, financiación no le faltará si la necesita.

FONTE: EXPANSION

Lexis


MADRID (31-10-2007)

La Caixa aspira a ser el mayor accionista de la fusión de BCP y BPI

La Caixa quiere jugar un papel protagonista en la consolidación del sector bancario portugués. La caja se muestra dispuesta a tomar el control de la entidad que resultará de la fusión de Millennium BCP con BPI y llegar a una participación del 20%. Tan sólo impone como condición que la oferta que salga adelante sea amistosa.

Decía un banquero que cuando una entidad financiera carga un arma suele ser para dispararla. Esta sentencia tiene visos de cumplirse pronto en el caso de La Caixa y Criteria, su recién creado holding de participaciones industriales.

La mayor caja de ahorros española ha fijado como una de las prioridades de su nuevo brazo inversor -que tiene una capitalización de 17.000 millones de euros- la compra de entidades financieras de tamaño medio. La consolidación del sector bancario portugués puede convertirse en una oportunidad de oro.

El presidente de BPI, Fernando Ulrich, declaraba ayer a una televisión portuguesa que La Caixa (máximo accionista de la entidad con un 25% de su capital) podría estar interesada en elevar su participación en el nuevo banco hasta el 20%, en lugar de dejar que se diluyera al 9% tras la fusión.

Fuentes de la caja de ahorros, lejos de desmentir las declaraciones de Ulrich, recogían ayer el guante al asegurar que 'no se descarta elevar la participación en el banco fusionado, en un porcentaje que podría ser del 20% de la nueva entidad'. La única condición que se han impuesto para escalar en el accionariado del nuevo campeón nacional luso es que, de prosperar una oferta, ésta sea amistosa.

Ayer mismo, el consejo de administración de BCP Millennium, rechazó la oferta lanzada la semana pasada por su rival BPI, pero dejó la puerta abierta para iniciar un diálogo 'sin condiciones previas'.

Actualmente, el primer accionista de BCP -el mayor banco privado portugués-, es la sociedad de inversión holandesa Eureko, con un 7,07% del total. El segundo, con un 6,82%, es la empresa lusa de maquinaria Metalgest. Banco Sabadell controla un 2,5%.

Todas estas cuotas se diluirían en caso de prosperar la fusión de BPI. Así pues, si La Caixa llegara al 20% de la nueva entidad podría controlarla. Sin embargo, la caja se encontraría por el camino con la negativa de algunos accionistas de BCP reacios a que la entidad fusionada pasase a manos españolas.

El presidente de Banco Privado Portugués, João Rendeiro, recalcó ayer que estaría dispuesto a respaldar la fusión (controlan un 2,5% de BCP) siempre que el aumento de participación de La Caixa no ponga en peligro que el centro de decisión del banco siga Portugal.

Doble motivación

El interés de la caja catalana por escalar en el capital de la nueva entidad es doble. Por un lado, si se hiciese con una cuota del 20% podría consolidar esta posición en sus resultados. Por otra parte, los responsables de Criteria han decidido que el brazo financiero de La Caixa apueste por el sector bancario y apoye la expansión internacional de la entidad.

Actualmente, el peso de compañías financieras en la cartera industrial es del 17%. El objetivo quede entre el 40% y el 60%, lo que supone invertir entre 4.000 y 7.000 millones de euros para comprar bancos medianos, así como toma de participaciones.

Teniendo en cuenta que La Caixa controla ya un 25% de BPI y un 1% de BCP, llegar al 20% de la entidad resultante de la fusión supondría un desembolso de entre 1.000 y 1.200 millones de euros.

Fuentes de la caja reconocen que las posición del presidente de La Caixa, Isidoro Fainé, y del consejero delegado, Juan María Nin es muy proclive a la fusión y a contar con una posición relevante en la nueva entidad.

La entidad abre oficina en Rumanía

Los tentáculos de La Caixa se extienden. Ayer, el director general de la entidad, Juan María Nin, inauguraba una oficina en Rumanía, después de que en el mes de julio lo hiciera en Polonia. La entidad catalana cuenta con más de 64.000 clientes rumanos que realizan al mes una media de 2.500 envíos de remesas a través del servicio CaixaGiros. Se avanza así en la expansión iniciada en 2005 en Oporto y Bruselas.

FONTE: Cinco Dias

Lexis

#6

Madrid - 31/10/2007

La Caixa quiere comprar hasta el 20% del nuevo BCP-BPI

A la primera caja española no le asusta el ambiente de rechazo que existe en Portugal. La entidad, afirmó ayer, "estudia llegar al 20% del capital de la entidad resultante de la fusión BCP-BPI". La Caixa tendría ahora alrededor del 9% de la entidad resultante por lo que este paso supone más que doblar su participación actual. Con esta inversión la entidad catalana se convertiría en el accionista de referencia del banco fusionado, muy por delante de Allianz e Itaú, que también participan en BPI.

La caja condiciona este paso a que la OPA de Banco Portugués de Inversión (BPI) sobre Banco Comercial Portugués (BCP) sea amistosa y llegue a buen puerto. El presidente del BPI, Fernando Ulrich, declaró ayer que fue esa misma razón la que impulsó a La Caixa a aumentar su participación en el BPI del 16% al 20% el pasado año. Ulrich dijo que el objetivo de este movimiento es poder consolidar en las cuentas la participación bancaria.

BCP rechaza el precio
Por otro lado, el consejo de administración del mayor banco privado portugués, el BCP, rechazó la oferta del BPI, para la fusión de las dos entidades. Sin embargo, expresó su disposición a conversar "sin condiciones previas" sobre la operación. Según el consejo, la oferta de fusión del BPI fue formulada en "términos inadecuados e inaceptables". También dijeron que "no aporta valor adicional" a esa entidad financiera pero ratificó que su banco está "abierto" a nuevas propuestas y no rechaza la hipótesis de la eventual fusión entre los dos bancos.

En el mercado se entiende que el BCP está pidiendo que el BPI eleve el precio ya que la oferta inicial no ofrece ninguna prima de control.

FONTE: EL PAIS


Lexis


MADRID (12-11-2007)

Sabadell ralentiza su plan de apertura de oficinas en España

Sabadell ha optado en su nuevo plan estratégico por sacrificar crecimiento por eficiencia. Pese a ello, uno de sus retos es impulsar la banca minorista, a la que no le había prestado demasiada atención. Quiere duplicar la captación de clientes particulares en dos años. El banco ha enterrado su proyecto de abrir 600 oficinas a medio plazo, aunque seguirá inaugurando sucursales.

Sabadell ha querido ser muy conservador en sus objetivos de crecimiento para los dos próximos años. Cree que las previsiones macroeconómicas, unido a las actuales turbulencias de los mercados aconsejan ser prudentes. De ahí que haya reducido a dos ejercicios, frente a los tres previstos, su plan estratégico en el que ha puesto el foco en la eficiencia. El anterior se centraba en el crecimiento.

El banco va a potenciar, sin embargo, una vía de ingresos hasta ahora poco explotada por Sabadell, aunque no para el resto de sus rivales. El segmento de banca minorista. El grupo que preside José Oliu está especializado en banca de pymes y empresas y en la de particulares de clase media-alta. 'Queremos hacer más banca masiva. Enfocada en los jóvenes', declara Jaume Puig, responsable de la división comercial del Sabadell. Su unidad aporta el 42,9% del beneficio.

'Los clientes agrupados en banca personal y privada representan ahora el 21% de la red de la entidad, mientras que aportan el 79% del margen financiero dentro de la división que dirijo', explica. 'Pero ahora pretendemos extender nuestra actividad a los mercados masivos, donde hemos comprobado que tenemos mucho recorrido. Contamos con suficientes puntos de venta, 1.200 oficinas, que nos sirven de motor para nuestro objetivo', recalca Puig. Sabadell tiene 1,8 millones de clientes de banca comercial, de los que 1,7 millones son particulares y 150.000 pymes.

Durante 2006 y este año el grupo ha captado 120.000 clientes netos. Su nuevo plan estratégico prevé más que duplicar este número. Llegar a los 260.000 clientes netos. De ellos, pretende que el 19% corresponda al perfil de banca personal y privada (a partir de 100.000 euros), el 10% a comercios y autónomos, que un 7% sean pymes y el 64% restante, la gran mayoría, que sean nuevos clientes de lo que denomina banca masiva o minorista.

El banco ha subdividido aún más el perfil de los clientes a captar. Del grupo de banca minorista quiere que el 15% correspondan a mayores de 55 años, el 30% a adultos y el 19% a jóvenes -hasta 30 años-, un porcentaje alto si se tiene compara con otros años. Pese a querer llegar a todo tipo de clientela, Sabadell ha decidido olvidarse de su anunciado ya hace más de un año objetivo de abrir 600 oficinas a medio plazo, para llegar a las 1.800. 'Este es el número idóneo para tener una presencia homogénea en toda España. Pero vamos a seguir una línea más prudente. En 2007 terminaremos con 50 oficinas más, el próximo año con 40, y en 2009 el número estará en función de la evolución de los mercados', asegura Puig.

Oliu asegura a los inversores que el grupo entrará en Portugal el próximo año

'No nos asusta crecer en hipotecas en el segmento de jóvenes (de 18 a 30 años)', asegura Jaume Puig. Sabadell cuenta con una hipoteca para este segmento al euríbor más cero el primer año, y el resto al 0,25% TAE. Para su contratación, el cliente debe suscribir un seguro del hogar y otro combinado de vida y de protección de pago, en caso de que el joven se quede en paro. 'No nos hemos planteado modificar las condiciones', afirma Puig. Hay que tener en cuenta que este el segmento de clientes que quiere potenciar en estos momentos.

De cualquier forma, según el plan estratégico anunciado la semana pasada por el banco frena considerablemente el crecimiento del crédito. En el área de banca comercial sólo esperan crecer en hipotecas el 5% en los dos próximos ejercicios. El recorte en este negocio ya empezó hace dos años, recuerda Puig. Hasta septiembre el crecimiento en hipotecas era del 7,67%. El banco quiere que cada cliente llegue a los 7 productos del banco, frente a los 5,8 que posee de media en la actualidad.

Sabadell también quiere poner un pie en Portugal. Hasta ahora su acuerdo con el luso BCP, con el que posee un cruce accionarial del 3% aproximadamente, le impedía entrar en este mercado.

Su presidente, José Oliu, anunció en el Día del Inversor del grupo celebrado la semana pasada, que Sabadell entrará en 2008 en el país vecino. Su intención es abrir inicialmente oficinas destinadas al segmento de empresas. Pero los presentes en este acto aseguran que el banco no se quedará en este escalón. De hecho, se especula con que, si prospera la fusión propuesta por BPI sobre BCP, Sabadell sería uno de los que podrían pujar por las oficinas sobrantes de esta operación.

FONTE: Cinco Dias

Lexis

#8

BPI sobe 3%
La Caixa com 7,1 a 12,6 mil milhões para compras na banca

O Criteria, a "holding" que agrega as participações financeiras do La Caixa tem uma folga financeira de 7,1 a 12,6 mil milhões para aquisições no sector bancário. As contas são da UBS que diz que os espanhóis poderão ter um papel-chave na consolidação da banca em Portugal. A casa avalia cada acção do BPI em 7,50 euros e mostra-se favorável aos termos iniciais da proposta da fusão.

Num estudo publicado hoje a iniciar a cobertura das acções da Criteria Caixa Corp, a UBS calcula que a "holding" poderá conseguir uma verba entre 7,137  e 12,634 milhões de euros para financiar compras no sector da banca.

Este dinheiro poderá ser conseguido através de um maior endividamento, através de pagamentos feitos pelo La Caixa (que poderá diluir a sua participação), através de desinvestimentos na actual carteira de activos ou, eventualmente, através de um reforço de capitais próprios.

No estudo, os analistas Ignacio Sanz e Pedro Baptista dizem que a Criteria poderá "desempenhar um papel-chave na consolidação" em vários sectores, como as "utilities", as energéticas e a banca. Neste último segmento, "através do BPI no mercado português".

A UBS recorda o papel "activo" que o La Caixa teve na rejeição da oferta pública de aquisição (OPA) lançada pelo BCP [Cot]. Sobre a proposta de fusão apresentada a 25 de Outubro "vemos um potencial de criação de valor caso a oferta seja feita com um rácio de 0,5".

Este rácio (0,5 acções do BPI por uma do BPC) foi a proposta original do BPI que, entretanto, foi rejeitada pela administração do BCP. As conversações continuam.

O banco suíço avalia cada acção do BPI em 7,50 euros, o que tem implícito um potencial de valorização de 39% face à cotação de fecho de ontem.

BPI em contra ciclo chega a subir mais de 3%

As acções do Banco BPI estão a contrariar a tendência das restantes cotadas do mercado nacional.

O BPI seguia a apreciar 2,6% para 5,53 euros, tendo avançado um máximo de 3,15% durante a negociação. Ontem, os títulos do banco liderado por Fernando Ulrich chegaram a descer mais de 2% e fixaram um novo mínimo de Março de 2006 (desde a OPA do BCP) ao tocarem nos 5,34 euros.

A movimentação descendente das acções do BPI surge após a apresentação da proposta de fusão com o BCP, anunciada em 25 de Outubro. Neste período, e até hoje, os títulos perderam mais de 15%, o que se traduziu numa perda de 744 milhões de euros de valor de mercado.

Desde a proposta, o BCP também tem perdido valor (686 milhões de euros). As acções do maior banco privado nacional recuam hoje 0,66% para 3,02 euros, tendo já quebrado a fasquia dos 3 euros. No acumulado, desde o dia 25 de Outubro, o BCP já caiu mais de 5%.

A descida dos títulos do banco liderado por Filipe Pinhal poderá estar relacionada com o facto do preço das acções do BCP estar correlacionado com o do BPI, em virtude da oferta apresentada, que prevê a atribuição de uma acção da nova instituição (Millennium BPI) por cada dois títulos do BPI.

À cotação actual das acções do BPI, a proposta de fusão avalia o BCP em 2,77 euros, o que compara com o preço actual de 3,02 euros das acções do banco liderado por Filipe Pinhal, ou seja, o BCP está a transaccionar 15,37% acima do preço implícito na proposta.

Com base na preço actual dos títulos do BPI, o rácio de troca é de 1,83 acções do BCP por cada título do BPI.

FONTE: Jornal de Negócios - 20-11-2007

Lexis

Accionistas do BCP esperam novidades sobre negociação com BPI esta semana

Joe Berardo não exclui acordo para fusão caso haja "melhor entendimento"


Os accionistas do BCP esperam novidades sobre as negociações com o BPI para uma eventual fusão dos dois bancos durante esta semana. No mínimo, admite-se que os grupos liderados por Filipe Pinhal e Fernando Ulrich façam um ponto de situação oficial ao mercado, por exemplo, através de um comunicado a publicar no site da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários.

"Estamos todos à espera de notícias esta semana. Isto não pode continuar a arrastar-se", admitiu Joe Berardo, que tem 6,82% do BCP, ao Jornal de Negócios. O sentimento é partilhado por outros investidores do banco que defendem a necessidade de o processo negocial ter um desfecho rápido para, em caso de fracasso, poderem avançar com uma alternativa para o banco. Esta solução, que terá o apoio de Berardo, Moniz da Maia (2,7%) e Manuel Fino (2%), entre outros, pode passar por uma antecipação da assembleia destinada a eleger o novo conselho de administração do grupo.

Apesar de defender um desenlace rápido para as negociações, Joe Berardo não exclui a possibilidade de as administrações do BCP e do BPI se entenderem quanto a uma proposta de fusão, que criaria o maior banco português e o terceiro maior da Península Ibérica. Um cenário que o empresário madeirense só admite como viável "se houver um melhor entendimento" do que aquele que teria havido se o BCP tivesse aceite a proposta inicial de fusão apresentada pelo BPI - em que a cada acção do banco de Ulrich correspondiam duas do seu interlocutor, que teria direito a nomear o "chairman" do novo banco, enquanto o BPI escolheria a gestão executiva.

Berardo, Moniz da Maia e Fino à espera de dados sobre salários

Em paralelo, Berardo, Moniz da Maia e Fino aguardam também até ao final desta semana que a administração do BCP lhes envie informação sobre os salários individuais dos seus administradores. Há cerca de um mês, os três accionistas solicitaram acesso às actas das reuniões da gestão em que terão sido aprovados gastos feitos pelos administradores do banco e que não constarão dos montantes globais que são divulgados publicamente.

"Ainda não me deram a informação que pedi", lamentou ontem Berardo. Há duas semanas, o empresário madeirense tinha revelado ao Jornal de Negócios que na primeira resposta àquele pedido, o próprio conselho de administração tinha admitido desconhecer algumas da situações sobre as quais foi questionado.

Berardo mantém ainda a pressão sobre Jardim Gonçalves, tendo apresentado uma queixa contra o banqueiro junto do supervisor norte-americano, a Securities and Exchange Commission (SEC), por causa dos créditos do BCP ao filho do fundador, como noticiou o "Expresso".

FONTE: Jornal de Negócios - 20-11-2007.

Lexis


Artur Santos Silva confirma que negociações estão em curso

BCP/BPI: Filipe Pinhal e Fernando Ulrich juntaram-se ontem para discutir fusão

Os contactos entre o Banco Comercial Português (BCP) e o Banco Português de Investimento (BPI), com vista a uma eventual concentração, decorreram ontem ao mais alto nível, com os presidentes executivos, Filipe Pinhal e Fernando Ulrich, a reunirem-se para debater a operação.

As conversações protagonizadas pelos dois presidentes executivos constituem um sinal importante de que o processo negocial está a fazer o seu caminho. Em simultâneo, os dois grupos têm estado a ouvir os grandes accionistas [Jardim Gonçalves, Pinhal, Cristopher de Beck e o accionista António Gonçalves estiveram na Holanda na segunda-feira para falar com o maior investidor do BCP, a Eureko] sobre as matérias que estão a ser debatidas pelas equipas negociadoras, de modo a construir (ou não) um entendimento que sirva de base a um projecto de fusão.

Tudo indica que as administrações do BCP e do BPI se possam pronunciar ainda nos próximos dias sobre se aceitam avançar para uma integração amigável, que daria origem a um banco de dimensão média à escala europeia. Qualquer que seja a conclusão desta primeira ronda de contactos, ela terá de ser anunciada ao mercado. Caso haja consenso, terão depois de se juntar para elaborar uma proposta de concentração conjunta que terá de ser autorizada por dois terços dos accionistas presentes em assembleia geral.

Também ontem, o presidente não executivo do BPI, Artur Santos Silva, sublinhou que as negociações com vista a um eventual acordo de fusão dos bancos continuam ao nível das equipas executivas, escusando-se a avançar qualquer pormenor sobre o tema. "Só confirmo que decorrem negociações entre executivos" para "estudarem as consequências da proposta que fizemos ao BCP", referiu citado pela agência Lusa.

No dia em que se completam duas semanas sobre a data em que os dois bancos decidiram iniciar conversações, Santos Silva disse que estão definidas regras claras e que por isso não ia revelar como estão a decorrer as negociações. As acções dos dois bancos registam ontem fortes subidas. Os títulos do BCP subiram 1,64 por cento, para 3,09 euros e os do BPI 2,41 por cento, para 5,52 euros.

21.11.2007 - Cristina Ferreira, PÚBLICO

FONTE: Jornal Público

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BCP já tem acordo de princípio com Sonangol caso a fusão falhe

O BCP e a Sonangol terão já chegado a um acordo de princípio sobre a parceria entre as duas instituições, apurou o Jornal de Negócios. Este entendimento, que prevê que os angolanos comprem 49% do Millennium Angola, será concretizado caso as negociações entre o banco liderado por Filipe Pinhal e o BPI, para uma eventual fusão, fracassem.

Se a integração dos dois grupos avançar, a parceria deverá ser revista. O entendimento entre o BCP e a petrolífera angolana terá sido acertado nas últimas semanas, já depois de o presidente da Sonangol, Manuel Vicente, ter sido cooptado membro do conselho superior do banco português

21-11-2007

FONTE: Jornal de Negócios

Lexis


Filipe Pinhal:
"A qualquer momento pode surgir um acordo"


Filipe Pinhal, presidente executivo do Banco Comercial Português, disse esta tarde que "a qualquer momento pode surgir um acordo" com o BPI, com vista à fusão entre os dois bancos.

Filipe Pinhal, presidente executivo do Banco Comercial Português, disse esta tarde que as negociações com o BPI estão a "correr muito bem" e que "a qualquer momento pode surgir um acordo" com vista à fusão entre os dois bancos.

À entrada de uma conferência sobre microcrédito, que está hoje a decorrer na Gulbenkian, o CEO do BCP adiantou que os dois bancos estão em negociações e que "no primeiro dia estávamos mais longe [de chegar a um acordo] do que estamos neste momento".

Acerca dos contactos com accionistas, Pinhal adiantou que "é dever dos administradores ouvirem os accionistas. Naturalmente que o Conselho de Administração do Millennium BCP tem os seus próprios meios de o fazer".

Adiantou que "até agora as negociações estão a correr muito bem, num clima óptimo de abertura e grande seriedade negocial".

Filipe Pinhal recordou que "é obrigação da gestão do BCP defender os interesses da sociedade, dos accionistas e dos restantes 'stakeholders'. Penso que será essa também a prioridade do Conselho de Administração do BPI".

"Se não considerssemos exequível [o acordo] não estaríamos a negociar", adiantou.

21-11-2007

Fonte: Jornal de Negócios

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#13

BPI/BCP: Pinhal afirma que acordo pode surgir

O presidente executivo do BCP afirmou hoje que a qualquer momento pode surgir um acordo no âmbito das negociações para a fusão com o BPI, adiantando ainda que estas estão a correr bem.

«A qualquer momento pode surgir um acordo», declarou Filipe Pinhal, sublinhando que se o BCP «não considerasse um acordo exequível não estaria a negociar».

As negociações «estão a correr muito bem, num clima óptimo de grande abertura e de vontade negocial», garantiu o presidente executivo do BCP em declarações aos jornalistas, à margem da conferência sobre microcrédito, a decorrer em Lisboa.

O BCP tem estado a ouvir os accionistas, disse Filipe Pinhal respondendo à pergunta se confirmava um encontro recente com a Eureko, o maior accionista (com 7,07%) do BCP a seguir a BPI (8,87%).

«É dever dos administradores» faze-lo, sublinhou, e «naturalmente, que o Conselho de Administração do Millennium BCP tem os seus próprios meios de o fazer».

«Uma negociação depende de duas partes», mas «se não considerássemos exequível não estávamos a negociar», retorquiu Filipe Pinhal quando questionado se nesta altura considerava exequível chegar a um acordo.

Escusando-se a adiantar que temas ou aspectos estão ainda a ser negociados, Pinhal disse apenas que «é obrigação da gestão do BCP defender os interesses da sociedade, dos accionistas e dos restantes stakeholders».

«Penso que será essa também a prioridade do Conselho de Administração do BPI», referiu Filipe Pinhal.

As administrações do BCP e do BPI iniciaram dia 06 de Novembro negociações com vista a um eventual acordo de fusão dos dois bancos.

Quanto a calendários ou timing para anunciar resultados desta negociações, Filipe Pinhal não adiantou qualquer informação mas, as expectativas de algumas fontes do mercado e de alguns accionistas é que esta não se prolonguem além desta semana ou, no máximo, o final de Novembro.

21-11-2007 - Diário Digital / Lusa

FONTE: Diário Digital

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Millennium BPI
Acordo de fusão está iminente

O BCP e o BPI estão próximos de um acordo. A fusão entre os dois bancos ficará assim dependente da aprovação dos accionistas em assembleia-geral e das entidades reguladoras.

A SIC sabe que o acordo está iminente. Filipe Pinhal deverá assumir a presidência executiva do banco, enquanto Artur Santos Silva ficará como presidente do conselho de Administração. Fernando Ulrich deverá assumir a vice-presidência.

O rácio de troca será, ao que tudo indica, de 1,8 acções do BCP por cada uma do BPI. Ou seja, a 18 acções do BCP correspondem 10 do BPI.

Vários accionistas já foram contactados pelas respectivas administrações dos dois bancos, que terão já garantido um núcleo de apoio.

21-11-2007

FONTE: SIC