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Ponto de situação

Iniciado por Paff, Janeiro 29, 2008, 12:18

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berrio

Ao nivel fiscal os nórdicos têm um regime fiscal mais elevado para particulares, mas muito mais baixo para empresas. Cá em portugal 40 a 50% dos lucros antes de imposto vão parar ao fisco, entre IRC, impostos especiais por conta e Seg. Social.

Quanto à inflação, acho que temos que esclarecer um ponto aqui:
Os 3,5% actuais são consequência de 2 factores:
1. Wage inflation num mercado de trabalho rigido europeu, que negocia salários em "concertação social", em vez de deixar o mercado funcionar;
2. Food and energy inflation - e ai meu caro, a culpa é da Fed, as commodities são cotadas em dólares, não em euros, logo sensiveis às taxas de juro deles, não às nossas. Alias, é a politica do euro forte que te está a escudar um pouco... imagina se o BCE tivesse ido atrás da Fed...

Alias, efeitos dos "shadowers" do FED:
Paises exportadores de petroleo com pegs ao dólar: inflação quase a 2 digitos;
Paises asiaticos com pegs ao dólar: inflação quase a 2 digitos;

A vantagem de seres o BC da moeda de reserva, ou seja seres o Bernanke, é que consegues exportar inflação!

Portanto, para efeitos práticos, sim o BCE de Trichet tem sido irrepreensivel nas suas funções e no cumprimento do seu Mandato!
Abraços,
Guilherme Diaz-Bérrio
"Os economistas passam metade do tempo a fazer previsões. A outra metade passam-na a explicar por que se enganaram"
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Paff

#16
CitaçãoOs 3,5% actuais são consequência de 2 factores:
1. Wage inflation num mercado de trabalho rigido europeu, que negocia salários em "concertação social", em vez de deixar o mercado funcionar;

quando anteriormente...

CitaçãoSe à menor emprego, existe mais stock de "possiveis empregados" - aka maior oferta - logo o seu "preço" desce. Não existe "wage inflation". Há medida que a taxa de desemprego desce o stock de "oferta de emprego" vai descendo, os já empregados vão exigindo maiores salarios, e tens "wage inflation".

Em que ficamos? Estamos com desemprego baixo e a wage inflation pesa ou será que não? Parece-me que o desemprego está longe de ser baixo, a procura interna até se recente, e quanto à concertação social, costuma ser válida para o sector público, nem tanto para o privado.

Citação2. Food and energy inflation - e ai meu caro, a culpa é da Fed, as commodities são cotadas em dólares, não em euros, logo sensiveis às taxas de juro deles, não às nossas. Alias, é a politica do euro forte que te está a escudar um pouco... imagina se o BCE tivesse ido atrás da Fed...

É bem verdade, devo concordar, contudo é tão válido cá como lá. A nossa inflação deriva em grande parte dessas duas grandezas, com a triste diferença que enquanto os EUA são relativamente independentes quanto à primeira, nós (UE) somos dependentes em demasia das duas.

Por outro lado, se nós tivessemos "ido atrás da Fed" talvez tivessemos exportações bem mais robustas e não uma economia, em especial a alemã, em estado tão periclitante.

Devo ressalvar, a bem desta sádia discussão, que eu não estou mandatado pela Fed como advogado de defesa e, aliás, admito o óbvio, isto é, eles certamente não estariam a cortar as taxas desalmadamente se tivessem sido mais previdentes no passado. Contudo, não posso considerar irrepreensível o mandato do BCE, que de tão acomodativo, tornou a nossas economias demasiado "protegidas" por uma moeda ultravalorizada.

Um Euro forte, sim. Um Euro sufocante, não, muito obrigado.


bluexip

Citação de: berrio em Fevereiro 07, 2008, 15:25
Algo está muito mal quando um pais se queixa que não sobrevive com taxas de juro de 4%. Os nossos pais e avós viveram com taxas 3 vezes superiores a isso!

não é preciso recuar tanto... na minha infância, década de 80, as txs e juro e inflação andaram a +20%.

mesmo até meados da década de 90 a inflação esteve pelos 6-8% (altura em que ainda rendia ter dinheiro parado no banco).

sim, é caricato falar-se em crises hoje em dia e do sofoco das txs de juro. viva o consumismo desmedido.

cumprimentos,
bluexip
Ever wonder why fund managers can't beat the S&P 500? 'Cause they're sheep, and sheep get slaughtered.
- Gordon Gekko in Wall Street

Paff

Deixo-vos um artigo bastante interessante sobre o momento em que estamos.

Obrigado pela vossa atenção,

Paff.

Recession? Where to put your money now

Gloom in the markets means great opportunities, if you've got courage and patience.
By Shawn Tully, editor at large

(Fortune Magazine) -- Here we go again. Day after day, Americans are being bombarded by a relentless drumbeat of unsettling economic news. The Dow regularly swings by hundreds of points in a single session as it gyrates near bear-market territory. Oil prices keep bubbling toward $100 a barrel. The dollar is crumbling, and a rogue trader in Paris is blamed for triggering a synchronized selloff heard round the world. We're constantly warned that an ugly recession is looming, if not already here. It's all enough to cause a panic attack.

Don't let the doomsday headlines and the careening markets scare you. Take a sip of Chardonnay - or a shot of bourbon - and remember your history. We've been through this kind of wrenching volatility many times before: during the meltdown in October 1987, the S&L crisis of the early 1990s, the Asian Contagion of 1997 and 1998, and most recently, the tech bubble of 2000. These plunges are both predictable - because they're part of the bumpy ride that holding stocks is all about - and unpredictable, because you never know when they'll strike. In fact, stocks offer big returns in the long term precisely because their performance zigzags wildly at times like these. "Investors should be grateful for bear markets, because without them stocks would offer bondlike returns," says Larry Swedroe, a financial advisor with Buckingham Asset Management in St. Louis. So while it's tough to see anything good about this rocky market while watching your 401(k) shrink - the S&P 500 index is off 13% from its high in October, and the Nasdaq has shed 18% - remember that big selloffs present rare and essential buying opportunities, and the current one is no exception.

Still, investors need to temper their courage with caution by picking investments that are genuinely cheap, not just less expensive than they were a year ago. This isn't a shopper's paradise like the early 1980s, when every type of stock seemed to be a screaming buy. But for the first time in years we're seeing lots of genuine bargains, chiefly in beaten-down sectors that have already gone through the equivalent of a steep recession. It's a great time to grab big-dividend-paying bank and pharma stocks, for example. Meanwhile, keep plenty of cash so you can pounce when still-overpriced issues - hint, the tech sector is full of them - spiral downward. It's going to happen: That's why bear markets are a gift to nimble investors.

This story will help you make smart decisions to profit from today's turbulence. We'll guide you through the market noise and Wall Street chatter so that you'll make the right moves at the right times. We'll start by looking at current conditions; then we'll get down to specific stocks, bonds, and funds to buy now.

Wall Street wisdom says that the biggest danger to the markets is the R-word: recession (generally defined as two quarters of falling gross domestic product, but "officially" determined after the fact by the National Bureau of Economic Research). However, the predictions of a deep downturn are highly exaggerated, in part because Washington is rushing to revive the flagging economy. GDP increased 0.6% in the fourth quarter (on first estimate), after a powerful 4.9% surge in the third quarter - so no contraction yet. Exports are booming, growing at an annual rate of 13%, thanks to the weak dollar. The employment picture is surprisingly resilient. Jobless claims, a reliable harbinger of recession, have averaged about 325,000 for the past four weeks, far below the danger point. "We haven't seen the 25% increase in jobless claims we had before the last two recessions," says Michael Darda, chief economist with MKM Partners, an equity trading and research firm. "We're not getting a recession signal."

The forces weighing down the economy are soft consumer spending and plummeting housing prices, along with far more expensive credit that's slowing everything from auto purchases to the creation of new businesses. Those factors are a serious drag on demand. But they pose their gravest threat in the first two quarters of 2008. If we're going to get a recession, it will most likely happen amid this turmoil, in the first half of this year.

But any slump is likely to be short and mild, mainly because Washington is on the case. Since mid-September, Federal Reserve chairman Ben Bernanke has reduced the target for the Fed funds rate by 2.25 percentage points, with the biggest move, a sudden 75-basis-point cut, coming on Jan. 22. On Jan. 30, the Fed cut another half-point, bringing the target to 3%. It usually takes six to nine months for a Fed rate cut to bolster consumer and business spending. By midyear the flood of liquidity will be channeled into new loans for companies and consumers. A resurgence in easy credit - stoking the appetite for everything from big-screen TVs to capital equipment - will be practically irresistible. Consumer spending will get another boost from the roughly $150 billion economic stimulus plan Congress is poised to approve. Checks that could range from $1,000 to well over $2,000 are likely to start going out to families this summer. The easy money doesn't stop there. The Fed has practically promised even more rate cuts. The markets are predicting that the Fed funds rate will be 2% to 2.5% by year-end. With that kind of aggressive stimulus, look for growth to jump back to the 3% to 3.5% range in the second half of the year. Says Brian Wesbury, chief economist at First Trust Advisors: "You simply don't get recessions when the Fed funds rate is at 3% or below, and the Fed is in a strongly expansionary mode."

Those low rates, though, are creating the conditions for a bigger crisis down the road. "The real challenge will be inflation," warns Darda, "not the near-term economic worries that the financial press is harping on." After fretting over surging prices early last year, the Fed is now ignoring them in its all-out campaign to revive the economy. But the threat isn't going away. In 2007 the consumer price index rose 4.1%, the biggest jump in 17 years. The combination of high oil, food, and metals prices, along with low interest rates and growing global demand, is a classic recipe for inflation. "Much higher inflation is practically inevitable," says Carnegie Mellon economist Allan Meltzer. Eventually the market will wake up to the problem, and so will the Fed. "The real danger is in 2009 and 2010," says Meltzer. "The Fed will be forced to raise rates substantially to kill off inflation, possibly causing a recession."

While the economic outlook is highly uncertain, one key fact is not: Stocks are still expensive. Wall Street analysts never tire of telling investors that equities are cheap. They cite the current price/earnings ratios, which indeed appear reasonable. The problem is that corporate earnings are coming off not just a cyclical peak but a historic pinnacle, which makes P/E ratios look artificially low. Until late 2006, average earnings for the stocks in the S&P 500 had jumped by at least 10% over the previous year for 18 consecutive quarters, a feat never before achieved. (Profit margins rose to well above their historical average as well.) Yale economist Robert Shiller has developed a formula that smooths out earnings to remove the cyclical spikes. It shows that stock prices now stand at a lofty 24.5 times earnings - well below the towering 27.5 posted in March but still leagues ahead of the long-term average of around 15.

Now we're ready to get down to business. As an investor, you face two challenges in today's tumultuous market: First, you have to choose bargain stocks while recognizing that the overall averages are still extremely pricey and have plenty of room to fall. Second, you must assemble a portfolio that will protect you from the claws of inflation, while keeping plenty of funds in cash so you can grab the beaten-down buys when they appear. We offer our advice with a big proviso: If you already have a sound, highly diversified portfolio spread across a wide variety of U.S. and foreign large-cap, value, and small-company stocks, you're already positioned to withstand and even profit from market shocks. In that case, we recommend that you do nothing. Simply stay with your plan. But if you're about to start building a portfolio, or if you've just received a big bonus or inheritance, or if you're stuck in high-cost funds guaranteed to sap a huge part of your future gains, even if you're regularly adding to your 401(k), Fortune can guide you to both profit and protection of your money in turbulent times.

Watch those fees
One thing is true in good markets and bad: Investors who pay big fees will fare far worse than those who exclusively buy ultra-cheap funds. Vanguard founder John Bogle, the leading apostle of low-cost investing, estimates that the average actively managed mutual fund absorbs an astounding 2.5 percentage points in expenses (the total of sales charges, management fees, and trading costs) - vs. one- or two-tenths of a point for most index funds and exchange-traded funds. Research shows that index funds perform just as well as actively managed mutual funds before fees, and that after fees, it's no contest. "All the studies show that expenses are the most powerful indicator of a fund's performance," says Russell Kinnell, director of research at Morningstar.

Index funds and ETFs come in all varieties, covering large and small stocks, growth and value styles, foreign and domestic, and everything in between. The most popular are those that cover the whole range of large-cap U.S. stocks, including Vanguard 500 Index (VFINX) and Fidelity Spartan 500 (FSMKX). ETFs are similar to index funds, except that they trade on exchanges like stocks. The Rydex Russell Top 50 (XLG) is a Morningstar favorite that holds the 50 largest U.S. stocks. It's a bit pricier, with annual expenses of 0.2%, but still a bargain.

Dividends can cushion the blow
The big selloff is creating a rare opportunity: a chance to buy big-dividend-paying companies at yields we haven't seen in years. Dividend stocks offer fatter yields when their prices fall - and that's precisely what has happened in sectors as diverse as financial services, pharmaceuticals, and tobacco.

There are lots of reasons to love dividends. They're taxed at only 15% at the federal level, at least until 2010. Unlike the fixed interest payments on bonds, they generally grow with earnings. So yield stocks are a great hedge in America's jittery new world of sharply rising prices, and the ability to pay a consistent dividend signals that the company is healthy. "It shows that management believes the prospects are good," says Lowell Miller of Miller/Howard Investments, a money management firm. (Of course, an unusually high yield can be a warning sign: Citigroup's yield jumped into double digits shortly before the beleaguered bank cut its payout.) For investors, the crucial task is to find solid players that are unloved but boast strong, predictable earnings. Those companies will keep dispensing - and increasing - dividends. If you want growing income for life, now is the time to pounce.

Where do you go hunting for yield? One place to start is pharma. Today Bristol-Myers Squibb (BMY, Fortune 500) and Pfizer (PFE, Fortune 500) yield over 5%, and GlaxoSmithKline (GSK) isn't far behind at 4.5%. A second category is utilities. Here, prices are far stronger, but yields remain attractive: Consolidated Edison (ED, Fortune 500) for example, pays over 5%, and its earnings are solid as granite. A number of big utilities that specialize in energy distribution offer attractive yields, and they're protected from the bumpy economy by regulated rates of returns. Pepco Holdings (POM, Fortune 500), AGL Resources (ATG), and WGL Holdings (WGL) are all paying around 4.3%. A smart strategy is diversifying via ETFs and index funds. Vanguard's SPDR S&P Dividend ETF (SDY) spreads the risk among 52 stocks that have increased their payouts steadily. Current yield: 3.5%.

Buy battered shares, if you dare
If you have a strong stomach for risk, read on. In this section we'll talk about the two most reviled, bloodied sectors in the current carnage - banks and homebuilders. The argument for buying them selectively is compelling, for this reason: They pass the test of being genuinely cheap. When it comes to banks and homebuilders, the market's expectations are extremely low, hence easy to beat. Let's look first at banks. The best buys aren't the Wall Street giants, which depend heavily on highly erratic profits from trading, but the big, diversified players that sell lots of retail products, from credit cards to checking accounts. They've suffered from write-downs too, but the worst is behind them, and the Fed's rate cuts will boost their profit margins on loans. Four excellent picks are Bank of America (BAC, Fortune 500), Wachovia (WB, Fortune 500), Wells Fargo (WFC, Fortune 500), and US Bancorp (USB, Fortune 500). BofA and Wachovia earnings have been dented by bad subprime debt but are still extremely strong. Both stocks are trading at less than 12 times the past 12 months' earnings and boast dividend yields of better than 6%. Wells and US Bancorp skirted most credit problems, yet Wells pays a dividend of almost 4%, and US Bancorp yields over 5%.

True daredevils may want to consider the homebuilders. Keep in mind, stocks usually rebound not when news in a stricken sector gets better, but well before. So it's a good time to start building stakes in the battered builders, a bit at a time, via dollar-cost averaging. Despite all the chaos in real estate, Americans aren't going to stop buying homes in the future, and the future is what counts. We recommend two. The first is Toll Brothers (TOL, Fortune 500) which has lost 60% of its value since 2005. Toll specializes in high-end homes, so it stands to reap excellent margins when markets recover. Our second pick: NVR (NVR, Fortune 500), which is known for innovative, mass-production building techniques and carries relatively little debt.

Look abroad
Want to improve your returns without increasing your risk? One answer is tilting your portfolio heavily toward international stocks. As always with a sound portfolio, the benefits will materialize over a number of years. But the time to start is now. In the past two years foreign stocks have wildly outperformed U.S. equities. European stocks soared at a 23% annual rate in 2006 and 2007, while emerging markets jumped 35% a year. In 2008, however, both markets have suffered sharp corrections, as have equities worldwide. The EAFE index of big-cap stocks worldwide now looks like a bargain: Its P/E stands at under 14, far below multiples in the U.S.

Not all foreign stocks deliver diversification. Players like Sony (SNE) or Unilever (UL) are fully global - they simply mimic the performance of other international colossi like Coca-Cola and IBM. "To get diversification, you need to go to the less liquid part of the market, to small-cap stocks," says Dan Wheeler of Dimensional Fund Advisors, a pioneer in index funds. Why do small caps work best? Because far more of their sales are concentrated in local markets. And since those markets offer very different dynamics from the U.S., they often thrive when America is swooning. The benefits? According to a study by Rex Sinquefield, DFA's co-founder, investing heavily in stocks that track local markets and in value shares yields investors an extra two points of return, without increasing volatility.

With that in mind, we suggest devoting 35% of your equity stake to foreign shares, with about two-thirds going into small-cap and value stocks, via funds like Vanguard International Explorer (VINEX). Divide the rest of your stake between a broad large-cap ETF like iShares' MSCI EAFE Index (EFA) and an emerging-markets entry like iShares MSCI Emerging Markets (EEM). DFA offers a variety of strong choices, available through financial advisors.

Beware of bonds
The problem with most bonds is that they're not paying enough to compensate investors for today's inflation, let alone the surging prices that haunt our future. Right now ten-year Treasuries are yielding just 3.6%, because in these rocky times, many investors are willing to sacrifice returns for short-term safety. As Wharton economist Jeremy Siegel puts it, "There is no value for investors in most bonds."

Indeed, for your fixed-income portfolio, only two choices make sense: municipal bonds and Treasury Inflation-Protected securities, widely known as TIPs. Now is an ideal time to buy munis. Bonds issued by state and local authorities in New York and California pay around 3.3% and are exempt from federal taxes (and local levies if you live in those states). That's the equivalent of a pretax return of almost 5%, far above the yield on Treasuries. For a diversified blend of munis, an excellent choice is Vanguard Intermediate-Term Tax-Exempt (VWITX), which boasts a yield of 3.4% and fees of just 15 basis points.

With increased inflation almost a sure thing, TIPs are an essential. They are the only investment guaranteed to keep pace with inflation. The face value of each TIP is adjusted every six months to reflect the change in the CPI. You can buy TIPs online the same way you buy Treasuries, with no fees. Simply log in to treasurydirect.gov. And Fidelity, T. Rowe Price, and Vanguard, among others, offer TIPs funds.

Finally, let's deal with cash. The best place to park it is in CDs. Even though the Fed is chipping away at short-term rates, the yields on CDs are holding up amazingly well. The reason is that banks are competing ferociously for funds, especially now that longer-term lending rates are rising. The key is to stay in maturities of six months or less - and shop around. Corus of Chicago, for example, is paying 4.1% on a six-month CD. That term is just about right. If rates rise, you can quickly move your cash into CDs or bonds that yield more.

Winning in these treacherous times is as much about psychology as following the rules. It takes guts to be daring when markets are melting down. But that's the quality that makes great investors. As Warren Buffett says, "Be fearful when others are greedy and greedy when others are fearful." Now's a time when greed, Buffett-style, is good. Just make sure your greed is highly selective.


tiagodandre

O artigo é interessante Paff, tanto que eu já o tinha colocado neste tópico:


/forumbolsa/index.php?topic=28412.msg67947#msg67947

Citação de: tiagodandre em Fevereiro 06, 2008, 23:15
E com estas notícias encerro a minha participação diária em media clipping...fica à disposição dos restantes membros para colocarem notícias relacionadas com os mercados... ;) (vou deixar de ter tanto tempo, por isso passo o testemunho!)


INVESTOR'S SPECIAL: THE ECONOMY
Look who's buying now


http://money.cnn.com/galleries/2008/fortune/0802/gallery.wise_men.fortune/index.html



Crisis Counsel
Will the subprime lending meltdown and credit crunch send us into a financial free fall? We asked the sharpest minds in business to share their reactions to the downturn, and their insights on the road ahead.

http://money.cnn.com/galleries/2007/fortune/0708/gallery.crisiscounsel.fortune/index.html



Recession? Where to put your money now

http://money.cnn.com/2008/02/05/news/economy/recession_invest.fortune/index.htm?postversion=2008020603


cump.
"Aprenda com os erros alheios. Não viverá o bastante para cometer todos os erros." (Martin Vanbee)

"Investir em conhecimento rende sempre os melhores juros." (Benjamin Franklin)

Paff

CitaçãoO artigo é interessante Paff, tanto que eu já o tinha colocado neste tópico:

Devo-te um pedido de desculpas. Com toda a honestidade não me tinha apercebido, se assim quiseres eu retiro-o.

Uma vez mais, as minhas devidas desculpas.

Paff.

bric

Aqui deixo o artigo anterior traduzido  ;)

Recessão? Onde colocar o seu dinheiro agora

Sombras nos mercados significa grandes oportunidades, se você tiver coragem e paciência.
Por Shawn Tully, editor em geral

(Revista Fortune) - Lá vamos nós de novo. Dia após dia, os americanos estão a ser bombardeados por uma implacável drumbeat de inquietante económica notícias. O Dow regularmente oscilando por centenas de pontos em uma única sessão, uma vez que gyrates perto urso-mercado território. Os preços do petróleo para manter a borbulhar $ 100 o barril. O dólar é ruir, malfeitores e um comerciante em Paris é acusada de provocar uma sincronizados selloff ouvida por todo o mundo. Estamos constantemente advertiu que uma recessão é feio ameaçadora, se não já aqui. Tudo isso é o suficiente para provocar um ataque de pânico.

Não deixe que a doomsday manchetes e os mercados careening assustar você. Dê uma saborear de Chardonnay - ou um tiro de bourbon - e lembrar de sua história. Nós estivemos através deste tipo de wrenching volatilidade muitas vezes antes: durante a fusão, em Outubro de 1987, a S & L crise do início de 1990, o contágio da Ásia de 1997 e 1998 e, mais recentemente, a bolha de tecnologia de 2000. Estes são os dois mergulha previsível - porque eles são parte da acidentada ride stocks holding que tem tudo a ver com - e imprevisíveis, pois nunca se sabe quando eles greve. De fato, os estoques oferecem grandes retornos, a longo prazo, justamente porque seu desempenho zigzags wildly em momentos como estes. "Os investidores devem estar gratos para suportar mercados, porque sem eles stocks iria oferecer bondlike volta", diz Larry Swedroe, um conselheiro financeiro com Buckingham Asset Management, em St. Louis. Então, enquanto ela é difícil de ver alguma coisa boa sobre este rochosos mercado enquanto assistindo seu 401 (k) encolher - o índice S & P 500 está fora de sua alta de 13% em outubro, eo Nasdaq tenha perdido 18% - lembre-se que grande selloffs presentes e raros Essencial compra de oportunidades, bem como o actual, não é uma exceção.

Ainda assim, os investidores precisam de moderar sua coragem com cautela ao escolherem os investimentos que são verdadeiramente barato, não só menos onerosas do que eram há um ano atrás. Este não é um paraíso de compras como o início de 1980, quando todos os tipos de ações parecia ser uma gritando comprar. Mas pela primeira vez em anos que estamos vendo lotes de verdadeiras pechinchas, principalmente nos sectores espancado-down que já passámos o equivalente a uma forte recessão. É um grande momento para agarrar big-dividendo-banco pagador e farmacêuticas stocks, por exemplo. Entretanto, manter a abundância de dinheiro para que você possa pounce quando ainda-overpriced questões - dica, o tech sector está cheio delas - espiral descendente. It's vai acontecer: É por isso que os mercados são suportar um dom para nimble investidores.

Esta história irá ajudá-lo a fazer decisões inteligentes para tirar proveito de hoje turbulência. Você será guiado através do mercado ruído e Wall Street avisa para que você faça o direito jogadas na altura certa. Nós vamos começar por olhar para as condições actuais e, então nós vamos começar a populações específicas, obrigações, e os fundos para comprar agora.

Wall Street sabedoria diz que o maior perigo para os mercados é a palavra-R: recessão (geralmente definida como dois trimestres de queda do produto interno bruto, mas "oficialmente" depois do fato determinado pelo National Bureau of Economic Research). No entanto, as previsões de uma profunda recessão são muito exagerados, em parte porque Washington está apressando a reactivação da economia sinalização. PIB aumentou 0,6% no quarto trimestre (em primeira estimativa), após um forte aumento em 4,9% no terceiro trimestre - por isso não contração ainda. As exportações são franca expansão, crescendo a uma taxa anual de 13%, graças ao dólar fraco. O emprego foto é surpreendentemente resistente. Desocupados reivindicações, um prenúncio de recessão fiáveis, têm média de 325000 para as últimas quatro semanas, muito abaixo do ponto perigo. "Não temos visto o aumento de 25% no desemprego alega que tínhamos antes das duas últimas recessões", diz Michael Darda, economista-chefe do MKM Partners, uma empresa de investigação e equidade comercial. "Não estamos recebendo uma recessão sinal".

As forças pesagem para baixo a economia são suaves consumo e habitação plummeting preços, juntamente com muito mais caro que o crédito da desaceleração tudo, de auto compras para a criação de novas empresas. Estes factores são um grave arrastar sob demanda. Mas eles colocam suas piores ameaça nos dois primeiros trimestres de 2008. Se vamos para obter uma recessão, que provavelmente irão acontecer no meio deste tumulto, no primeiro semestre deste ano.

Mas qualquer quebra é provável que seja pequeno e leve, principalmente porque Washington é sobre o caso. Desde meados de Setembro, Ben Bernanke presidente da Reserva Federal reduziu o objectivo para a taxa Fed fundos por 2,25 pontos percentuais, com o maior movimento, uma súbita 75-base-ponto cortado, em 22 de Janeiro próximos. Em 30 de janeiro, o Fed cortar outra meia-ponto, trazendo a meta de 3%. Geralmente, leva seis a nove meses para uma taxa Fed corte para reforçar a consumidores e empresas gastos. Por midyear o fluxo de liquidez será canalizado para novos empréstimos para as empresas e os consumidores. Um ressurgimento do crédito fácil - stoking o apetite para tudo, desde grandes televisores de tela de capital equipamentos - será praticamente irresistível. Consumidor despesa irá receber outro impulso a partir de aproximadamente US $ 150 bilhões de estímulos económicos plano Congresso está pronta para aprovar. Verifica que pode variar de US $ 1000 para mais de US $ 2000 são susceptíveis de começar a sair às famílias este verão. O dinheiro fácil não pára por aí. O Fed tem praticamente prometeu ainda mais taxa cortes. Os mercados estão prevendo que o Fed fundos taxa será 2% para 2,5% até final do exercício. Com esse tipo de estímulo agressivo, olhar para o crescimento de volta para a 3% para 3,5% no intervalo do segundo semestre do ano. Diz Brian Wesbury, economista-chefe na Primeira Trust Consultores: "Você simplesmente não obtiver recessões quando o Fed fundos taxa é de 3% ou menos, e do Fed está em um modo fortemente expansionista".

Essas taxas baixas, no entanto, está criando as condições para uma maior crise no caminho. "O verdadeiro desafio será a inflação", adverte Darda ", não a curto prazo da política económica que preocupa a imprensa financeira é harping sobre". Após o surgimento fretting sobre os preços no início do ano passado, o Fed já está ignorando-las na sua totalidade-out campanha para relançar a economia. Mas a ameaça não está indo embora. Em 2007, o índice dos preços consumidor subiu 4,1%, o maior salto em 17 anos. A combinação de alta do petróleo, alimentos, e dos preços dos metais, juntamente com baixas taxas de juro e à crescente demanda mundial, é um clássico receita para a inflação. "Muito mais elevada inflação é praticamente inevitável", diz economista Carnegie Mellon Allan Meltzer. Finalmente, o mercado irá despertar para o problema, e por aí vai o Fed. "O perigo é real, em 2009 e 2010", diz Meltzer. "O Fed será forçado a elevar taxas substancialmente para matar a inflação, possivelmente causando uma recessão".

Embora as perspectivas económicas é altamente incerto, não é um fato fundamental: Ações ainda são caros. Wall Street analistas nunca cansa de dizer que os investidores acções são baratas. Eles citar o actual preço / lucro rácios, que na verdade parecem razoáveis. O problema é que os lucros são provenientes off não apenas um pico cíclico, mas um histórico topo, o que torna P / E ratios olhar artificialmente baixos. Até finais de 2006, o salário médio de stocks no S & P 500 tinha saltou de pelo menos 10% em relação ao ano anterior, para 18 trimestres consecutivos, um feito nunca antes alcançado. (Lucro margens subiram bem acima de sua média histórica também.) Yale economista Robert Shiller desenvolveu uma fórmula que suaviza os ganhos para remover os picos cíclicos. Ela mostra que os preços das ações já em um stand eminente 24,5 vezes ganhos - bem abaixo da towering 27,5 postado em Março, mas ainda ligas à frente da média de longo prazo de cerca de 15.

Agora estamos prontos para começar a empresa. Como um investidor, você enfrenta dois desafios no mercado de hoje tumultuosa: Primeiro, você tem que escolher pechincha stocks embora reconhecendo que a média global ainda são extremamente caros e têm muito espaço para cair. Em segundo lugar, você deve montar uma carteira que irá protegê-lo das garras da inflação, mantendo-se a abundância de fundos em dinheiro para que você possa pegar o espancados-down compra quando aparecem. Nós oferecemos os nossos conselhos com um grande aviso: Se você já tem um som, muito diversificado portfolio espalhados por uma grande variedade de E.U. e estrangeiras de grande tampa, o valor, e de pequena empresa existências, que já está posicionada para resistir e mesmo lucro Choques de mercado. Nesse caso, recomendamos que você faça nada. Basta ficar com seu plano. Mas, se você estiver prestes a iniciar a construção de uma carteira, ou se você tiver apenas recebeu um grande bônus ou herança, ou se você estiver preso no alto custo fundos garantida a seiva uma grande parte de seus ganhos futuros, mesmo se você 'Re regularmente acrescentando à sua 401 (k), Fortune pode guiá-lo para tanto lucro e protecção de seu dinheiro em tempos turbulentos.

Assistir os honorários
Uma coisa é verdade em mercados boas e más: Os investidores que pagam taxas big tarifa será muito pior do que aqueles que comprarem exclusivamente ultra-baratos fundos. Vanguard fundador John Bogle, o líder apóstolo de baixo custo investindo, estima que a média activamente geridas fundo mútuo absorve uma espantosa 2,5 pontos percentuais em despesas (as vendas totais de encargos, taxas de gestão, e os custos comerciais) - vs um-ou De dois décimos de um ponto para o índice mais fundos e troca de fundos negociados. As pesquisas mostram que o índice fundos executar tão bem como activamente geridas fundos mútuos antes de taxas, e que, após honorários, não é concurso. "Todos os estudos mostram que as despesas são os mais poderosos de um indicador de desempenho do fundo", diz Russell Kinnell, diretor de pesquisa no Morningstar.

Índice fundos e ETFs vêm em todas as variedades, abrangendo pequenas e grandes populações, o crescimento eo valor estilos, externa e interna, e todo o resto. Os mais populares são os que abrangem todo o leque de grandes-cap E.U. stocks, incluindo Vanguard 500 Index (VFINX) e Fidelity Spartan 500 (FSMKX). ETFs são semelhantes ao índice fundos, com exceção de que em intercâmbios comerciais como existências. O Rydex Russell Top 50 (XLG) é um Morningstar favorita que abriga os 50 maiores E.U. stocks. It's a bit pricier, com despesas anuais de 0,2%, mas ainda uma pechincha.

Dividendos pode atenuar o golpe
A grande selloff é criar uma oportunidade rara: a oportunidade de comprar grandes dividendos a pagar-empresas em rendimentos não vimos em anos. Dividendo stocks fatter oferecer os seus rendimentos quando os preços baixam - e esse é precisamente o que aconteceu em sectores tão diversos como os serviços financeiros, produtos farmacêuticos, eo tabaco.

Há muitas razões para amar dividendos. Eles são tributados em apenas 15% a nível federal, pelo menos até 2010. Ao contrário dos pagamentos de juros sobre títulos fixos, que geralmente crescem com ganhos. Portanto rendimento stocks são uma grande cobertura na America's jittery novo mundo do acentuada subida dos preços, assim como a capacidade de pagamento de um dividendo sinais consistentes de que a empresa está saudável. "Ela mostra que a administração considera as perspectivas são boas", diz Miller Lowell de Miller / Howard Investments, uma empresa de gestão dinheiro. (Claro, um invulgarmente elevado rendimento pode ser uma advertência sinal: Citigroup's rendimento saltou em dois algarismos pouco antes da sitiadas banco retira o seu pagamento.) Para os investidores, a tarefa é crucial para encontrar jogadores que são sólidos rejeitados, mas apresentam forte, previsíveis ganhos . Essas empresas vão manter a dispensação - e aumentando - dividendos. Se você quiser crescer renda para toda a vida, agora é a hora de pounce.

Onde você ir caçar para produzir? Um lugar para começar é farmacêuticas. Hoje Bristol-Myers Squibb (BMY, Fortune 500) e Pfizer (FPE, Fortune 500) rendimento superior a 5%, ea GlaxoSmithKline (GSK), não é muito aquém de 4,5%. A segunda categoria é utilitários. Aqui, os preços são muito mais fortes, mas retorna permaneçam atraentes: Consolidado Edison (ED, Fortune 500), por exemplo, paga mais de 5%, e os seus ganhos são sólidas como granito. Um grande número de utilitários que especializar-se em energia distribuição de oferecer atraentes rendimentos, e eles estão protegidos da acidentada economia regulamentada por taxas de volta. Pepco Holdings (POM, Fortune 500), AGL Recursos (ATG), e WGL Holdings (WGL) são todos pagam cerca de 4,3%. Um smart estratégia é diversificar via ETFs e índice fundos. Vanguard's S & P Dividendo SPDR ETF (SDY) espalha o risco entre os 52 reservas que têm aumentado de forma constante os seus pagamentos. Atual rendimento: 3,5%.

Comprar maltratadas ações, se é que se atreve
Se você tem uma forte estômago para o risco, leia sobre. Nesta seção nós vamos falar sobre os dois mais reviled, sangrar sectores na actual carnificina - bancos e homebuilders. O argumento para comprá-los selectivamente é atraente, por este motivo: Eles passar o teste de ser genuinamente barata. Quando se trata de bancos e homebuilders, as expectativas do mercado são muito baixas, por conseguinte, fáceis de vencer. Vamos ver primeiro em bancos. A melhor compra da Wall Street não são gigantes, que dependem fortemente do altamente irregular lucros do comércio, mas os grandes, muitas jogadores que vendem lotes de produtos a retalho, a partir de cartões de crédito para verificar contas. Eles sofreram de write-downs muito, mas o pior está por detrás deles, e do Fed da taxa cortes irá reforçar as suas margens de lucro sobre os empréstimos. Quatro excelentes escolhas estão Bank of America (BAC, Fortune 500), Wachovia (WB, Fortune 500), Wells Fargo (WFC, Fortune 500), e E.U. Bancorp (USB, Fortune 500). BofA e Wachovia ganhos têm sido afectada pelo mau subprime dívida, mas ainda estão muito fortes. Ambas as unidades populacionais estão em negociação com menos de 12 vezes nos últimos 12 meses de salários e rendimentos de dividendos boast melhor do que 6%. Wells e E.U. Bancorp skirted crédito mais problemas, ainda Wells paga um dividendo de quase 4%, e E.U. Bancorp rendimentos acima dos 5%.

True daredevils podem querer considerar a homebuilders. Lembre-se, normalmente existências rebote quando não notícia num sector atingidas fica melhor, mas muito antes. Por isso, é uma boa hora para começar a construir participações no maltratadas construtores, um pouco de cada vez, por meio de dólar-custo médio. Apesar de todo o caos no setor imobiliário, os americanos não vão parar de comprar casas no futuro, eo futuro é o que conta. Recomendamos dois. A primeira é Toll Brothers (TOL, Fortune 500), que perdeu 60% do seu valor desde 2005. Toll especializada em high-end casas, de forma que ele possa colher excelente margens quando recuperar mercados. A nossa segunda escolha: NVR (NVR, Fortune 500), que é conhecido pela inovador, de produção em massa edifício técnicas e exerce relativamente pouca dívida.

Olhe no estrangeiro
Quer melhorar a sua volta, sem aumentar o risco? Uma das respostas está empurrando sua carteira fortemente em direção internacional stocks. Como sempre com uma boa carteira, os benefícios vão materializar ao longo de vários anos. Mas o tempo está a começar agora. Nos últimos dois anos ações estrangeiras têm wildly superaram E.U. acções. Stocks europeus subiram a uma taxa anual de 23% em 2006 e 2007, enquanto os mercados emergentes saltou 35% ao ano. Em 2008, no entanto, ambos os mercados sofreram correções afiados, como têm ações em todo o mundo. O índice de EAFE big-cap stocks mundial agora parece uma barganha: Seu P / E fica a menos de 14, muito abaixo em múltiplos os E.U.

Nem todas as ações estrangeiras entregar diversificação. Jogadores como a Sony (PND) e Unilever (UL) são totalmente globais - eles simplesmente imitar o desempenho de outras internacional colossi como Coca-Cola e IBM. "Para obter a diversificação, o que você precisa para ir ao menos parte da liquidez do mercado, a pequena tampa estoques", diz Dan Wheeler de dimensões Fundo Advisors, um pioneiro no índice fundos. Porque é que os pequenos caps trabalhar melhor? Porque muito mais das suas vendas estão concentradas nos mercados locais. E uma vez que os mercados oferecem muito diferentes dinâmicas de os E.U., elas muitas vezes prosperar quando a América é swooning. Os benefícios? De acordo com um estudo realizado por Rex Sinquefield, DFA's co-fundador, investindo pesadamente em ações que acompanhar os mercados locais e no valor partes rendimentos investidores extra dois pontos de retorno, sem aumento da volatilidade.

Com isso em mente, sugerimos que dedicar 35% do seu capital próprio jogo para estrangeiros ações, com cerca de dois terços vou entrar em pequena tampa e valor das existências, através de fundos como Vanguard International Explorer (VINEX). Divida o restante de seu jogo entre um amplo grande-cap ETF como iShares' Índice MSCI EAFE (EFA) e uma entrada mercados emergentes-como iShares MSCI Mercados Emergentes (EEM). DFA oferece uma grande variedade de opções, disponíveis através de assessores financeiros.

Cuidado com títulos
O problema com a maioria dos títulos é que eles não estão pagando o suficiente para compensar os investidores de hoje, a inflação, deixando só o surgimento preços que assombrar o nosso futuro. No momento de dez anos do Tesouro estão produzindo apenas 3,6%, uma vez que nestes tempos rochosos, muitos investidores estão dispostos a sacrificar a volta de curto prazo da segurança. Como economista Wharton Jeremy Siegel colocá-lo, "Não existe um valor para os investidores, na maioria dos títulos."

Na verdade, para a sua carteira de renda fixa, apenas duas escolhas fazem sentido: municipal e obrigações do Tesouro Inflação-Protegido títulos, amplamente conhecida como TIPs. Agora é um momento ideal para comprar munis. Obrigações emitidas pelo Estado e as autoridades locais, em Nova York e Califórnia pagar cerca de 3,3% e estão isentos de impostos federais (local e quotizações se vive naqueles estados). Isso é o equivalente a um pretax retorno de quase 5%, muito acima do rendimento relativo do Tesouro. Para uma mistura de muitas munis, uma excelente escolha é Vanguard Intermediate-Term Tax-Isento (VWITX), que possui um rendimento de 3,4% e taxas de apenas 15 pontos base.

Com o aumento da inflação quase uma certeza coisa, TIPs são um elemento essencial. Eles são o único investimento garantido para acompanhar o ritmo da inflação. O valor nominal de cada TIP é ajustada a cada seis meses para refletir as mudanças no IPC. Você pode comprar online TIPs da mesma forma que você comprar do Tesouro, sem taxas. Basta efetuar login na treasurydirect.gov. E Fidelity, T. Rowe Price e Vanguard, entre outros, proporcionam TIPs fundos.

Finalmente, vamos lidar com o dinheiro. O melhor lugar para estacionar-se em CDs. Mesmo que o Fed está longe estilhaçamento em taxas de curto prazo, o rendimento sobre os CDs estão segurando surpreendentemente bem. A razão é que os bancos estão competindo ferociously para os fundos, especialmente agora que a mais longo prazo, taxas de empréstimo estão subindo. A chave é a estadia em prazos de seis meses ou menos - e loja. Corus de Chicago, por exemplo, está pagando 4,1% em um período de seis meses CD. Esse prazo é apenas cerca de direita. Se taxas de crescimento, você pode mover rapidamente o seu dinheiro em CDs ou títulos que mais rendimento.

Ganhar nestes tempos traiçoeiros é tanto da psicologia como seguir as regras. Ela toma coragem para ser ousada quando os mercados são melting down. Mas essa é a qualidade que faz grandes investidores. Como Warren Buffett diz, "Seja temeroso quando outros estão ávidos e gananciosos quando outros têm medo." Agora é um momento em ganância, Buffett de estilo, é bom. Basta certificar-se de que a sua cobiça é altamente selectiva.
cumprimentos
bric

tiagodandre

Paff....tem calma que eu não disse para tirares nada! Nem é preciso pedires desculpa...acho que deves colocar toda a informação interessante no forum!  ;)

Estava só a mencionar o tópico onde já tinha colocado essa notícia bem como outras!...pois poderias achar conveniente dar uma vista de olhos!

cump.

"Aprenda com os erros alheios. Não viverá o bastante para cometer todos os erros." (Martin Vanbee)

"Investir em conhecimento rende sempre os melhores juros." (Benjamin Franklin)

Paff

Boa tarde,

Acho que todos sabemos o que isto significa!

Warren Buffett Offers to Reinsure $800B in Municipal Bonds
Posted By:Alex Crippen

Warren Buffett tells CNBC this morning that he has a plan to help the troubled bond insurance situation, but so far it's not getting a very warm reception.

In a live telephone call to Squawk Box just a few minutes ago, Buffett offered to reinsure $800 billion in municipal bonds now insured by Ambac, MBIA and FGIC, effectively giving them a AAA credit rating.  Those insurers are in danger of losing their AAA credit ratings due to problems with subprime mortgages and other loans.


Warren Buffet
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Buffett tells us he sent that offer to the bond insurers last week, and that he's giving them 30 days to find a better deal.

Buffett says one bond insurer turned him down, and he hasn't yet heard from the other two.  Buffett wouldn't say which company turned him down.  He said he didn't think regulators could do much to force the bond insurers to accept his offer, unless they took over the companies themselves.

The billionaire says this is an offer designed to make Berkshire Hathaway money, not to just do a good deed.

Why go public?  It seems to me that Buffett is trying to put some pressure on those insurers to take the deal by talking about how the financial world would be reassured should all those bonds get Buffett's AAA backing.  Buffett also answered questions on a number of other topics, including a plan from 6 financial lenders to reduce foreclosures, the Presidential election, and his U.S. dollar "worth less" comment last week in Toronto.

I'm preparing a transcript of the entire conversation which will be posted a little later here on Warren Buffett Watch.

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Paff.