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Brisa - (BRI.LS)

Iniciado por Jesse, Novembro 24, 2007, 14:35

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Jesse

A juntar à JMT e EDP e GALP a brisa é também uma acção que tem estado com uma tendência bem ascendente.

Como julgo que a maioria dos membros investe no mercado nacional, resolvi iniciar um pequeno acompanhamento desta.

No primeiro gráfico, um gráfico de longo prazo, desde 2003, nota-se que tem uma tendência claramente ascendente.

No segundo gráfico, em baixo, embora este ano dê a sensação que tem vindo a lateralizar, saliento a reacção à ruptura do canal a azul e a quando a passagem pela MA50.

A acção está neste momento cotada a 10,03.
A minha opinião, para já, é que em breve teremos novo máximo nesta açcão.
A brisa parece-me ser das melhores apostas do psi20 neste momento. 

Para uma melhor interactividade, e como é sempre bom haver comentários discordantes ou concordantes.. podem sempre o fazer.  ;)
(*) Utilizador banido do Clubeinvest

tiagodandre

Para quem quiser uma viagem mais calminha nestas estradas cheias de altos e baixos...salta uma Brisa!!


Deixo em seguida, um histórico sobre os tópicos de discussão deste título:

Acompanhamento da Brisa (BRI)
/forumbolsa/index.php?topic=20740.0
Brisa...
/forumbolsa/index.php?topic=18943.0


Deverão ser colocadas as principais notícias da actualidade, nos posts seguintes, juntamente com um gráfico.


Cump.


Site da Empresa: http://www.brisa.pt/Brisa/vPT

Link Investidores: http://www.brisa.pt/Brisa/vPT/Investidores/
"Aprenda com os erros alheios. Não viverá o bastante para cometer todos os erros." (Martin Vanbee)

"Investir em conhecimento rende sempre os melhores juros." (Benjamin Franklin)

tiagodandre

BPI escolhe seis top picks para 2008

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Brisa: Preço-alvo de 11,35 euros

A recuperação económica e o aumento do tráfego, as novas concessões, como o aeroporto de Lisboa, a negociação com o Governo sobre o prolongamento das concessões, a introdução de portagens nas SCUTS agendada para fim de 2008 e o ângulo especulativo, devido aos reportados interesses da Abertis e do fundo Babcok são alguns dos destaques positivos. Pela negativa, a atenção vira-se para a evolução dos mercados de crédito e atrasos na negociação com o Governo na implementação das portagens nas SCUTS.

....

2007/12/13 - 10:59
Fonte: Canal de Negócios



Brisa concorre na Austrália a projecto que implica investimento de 1,88 mil milhões

O consórcio formado pela Brisa, Babcock & Brown e Bilfinger Berger Austrália, ING European Infrastructure e Access Capital Partners entregou hoje uma proposta para a concepção, construção, operação e manutenção da auto-estrada australiana Brisbane Airport Link.

Em comunicado enviado à CMVM, a concessionária portuguesa, que detém uma participação de 30% no consórcio, avança ter concretizado a proposta para a aquela auto-estrada de ligação ao aeroporto de Brisbane, em regime de concessão com portagem pelo período de 46 anos. A via terá 6,7 quilómetros, dos quais 5,7 quilómetros em túnel.

O investimento estimado neste projecto é de 1,88 mil milhões de euros, de acordo com a apresentação do grupo português no último Investor Day..

Além do consórcio que integra a Brisa, outros dois agrupamentos, um liderado pela Macquarie e outro que integra a Hochtieff e o ABN Amro, estavam pré-qualificados e deverão ter entregue também hoje propostas a esta concessão. 

A decisão final do vencedor é aguardada para o primeiro trimestre de 2008.

A Brisa identificou na Austrália sete oportunidades para o período 2007-2011, investimentos que totalizam os 4.700 milhões de euros. Como avançou no Investor Day, os principais projectos naquele país são, além da construção da Brisbane Airport Link, a F3-M2 South Connector Road (cerca de 1,8 mil milhões de euros), a Mitcham-Frankston Freeway Project (aproximadamente 1,5 mil milhões de euros) e a North South Bypass Tunnel (cerca de 1.230 milhões de euros). 

2007/12/14 - 18:59
Fonte: Canal de Negócios



Concurso na Austrália é potencialmente positivo para a Brisa

A apresentação da proposta para o concurso do Airport Link em Brisbane, na Austrália, pelo consórcio em que a Brisa participa, é "potencialmente positivo" para os títulos da concessionária nacional, de acordo com o CaixaBI. O BPI, por seu lado, afirma que a participação neste concurso já "não é uma novidade para o mercado".

A Brisa revelou, no final da semana passada, que o consórcio em que participa, juntamente com a Babcock & Brown, Bilfinger Berger Austrália, ING e Access Capital Partners apresentou uma proposta ao concurso do Airport Link em Brisbane, na Austrália.

O concurso destina-se à construção e operação da auto-estrada de ligação ao aeroporto de Brisbane, por um período de 46 anos, sendo que a via em questão tem uma extensão de 6,7 km, dos quais 5,7 km são em túnel.

A participação neste concurso tem um "impacto potencialmente positivo", para a Brisa, que tem uma participação de 30% neste consórcio, afirma a analista Helena Barbosa do CaixaBI.

"A Brisa pretende crescer significativamente em termos internacionais, tendo identificado várias oportunidades de investimento no mercado australiano", acrescenta o banco de investimento.

O BPI, por seu lado, afirma que "não é uma novidade para o mercado" o facto da Brisa apresentar esta proposta. O banco acrescenta que o consórcio já tinha sido pré-qualificado no passado mês de Novembro.

A equipa de "research" do BPI salienta que no "Dia do Investidor", a Brisa revelou que investimento estimado neste projecto é de 1,88 mil milhões de euros e que a decisão final do vencedor é aguardada no primeiro trimestre de 2008.

O BPI manteve a sua recomendação de "comprar" e o preço-alvo de 11,35 euros para a Brisa, bem como o CaixaBI que avalia as acções da concessionária em 12,00 euros e recomenda a compra dos títulos. As acções da Brisa [brisa] seguiam em queda de 0,89%, a cotar nos 10,00 euros.

2007/12/17 - 10:32
Fonte: Canal de Negócios



Brisa vende receitas futuras de 400 milhões para refinanciar dívida de curto-prazo

A Brisa anunciou que vai ceder uma carteira de créditos futuros à sociedade de titularização de crédito Tagus, correspondentes a taxas de portagem a cobrar nas auto-estradas de que é concessionária, no valor de 400 milhões de euros. O encaixe será utilizado para refinanciar dévida de curto-prazo.

"As receitas de portagem futuras nos montantes necessários para assegurar a realização pela Tagus dos pagamentos trimestrais de juros e anuais de capital devidos aos obrigacionistas desta emissão e os outros pagamentos devidos aos demais credores desta operação serão alocadas pela Brisa a esta operação ao longo dos exercícios de 2008 a 2012", refere a empresa no comunicado enviado à CMVM.

A Tagus irá "financiar a aquisição da referida carteira através da emissão de obrigações titularizadas denominadas ??400,000,000 Asset Backed Floating Rate Securitisation Notes due 2012?", afirma a Brisa, acrescentando que essas obrigações serão colocadas pelo Deutsche Bank.

A concessionária de auto-estradas liderada por Vasco Mello salienta, no mesmo comunicado, que o encaixe proporcionado pela presente operação, "será utilizado para refinanciar divida de curto prazo".

As acções da Brisa [brisa] seguiam em alta de 0,1%, a cotar nos 10,08 euros.

2007/12/19 - 12:49
Fonte: Canal de Negócios



Venda de receitas futuras com impacto potencialmente positivo na Brisa?

A venda de receitas futuras para refinanciar dívida de curto-prazo tem um impacto "potencialmente positivo" na Brisa, consideram os analistas do BPI que prevêm que a operação, anunciada ontem, deverá contribuir para baixar os custos médios.

A Brisa anunciou ontem que vai ceder uma carteira de créditos futuros à sociedade de titularização de crédito Tagus, correspondentes a taxas de portagem a cobrar nas auto-estradas de que é concessionária, no valor de 400 milhões de euros. O encaixe será utilizado para refinanciar dévida de curto-prazo.

Os analistas do BPI consideram que esta operação tem um impacto "potencialmente positivo" na avaliação da concessionária.

"O custo implícito não foi revelado mas deverá melhorar os custos médios e atenuar alguma possível preocupação sobre o refinanciamento da dívida existente", explicam no Iberian Daily de hoje.

Já o CaixaBI considera que o impacto desta operação é "neutro" uma vez que "apesar de permitir aumentar a maturidade da divida da Brisa, o impacto ao nível dos custos financeiros deverá ser limitado".

O BPI e o CaixaBI recomendam "comprar" Brisa com preços-alvo de 11,35 e 12 euros, respectivamente.

2007/12/20 - 10:59
Fonte: Canal de Negócios



42% das taxas de portagem não sofrem aumento em 2008

O aumento médio das taxas de portagem em 2008 será de 2,58%, sendo que a actualização recairá apenas sobre 58% das 573 taxas de portagem de todas as classes. Os restantes 42% não vão sofrer qualquer agravamento.

De acordo com o Ministério das Obras Públicas, a subida dos preços das portagens a partir do 1 de Janeiro do próximo ano será inferior ao aumento do Índice de Preços do Consumidor de Outubro passado (que serve de base de cálculo a esta actualização), o qual subiu 2,59% face a Outubro de 2006.

Na rede Brisa, constituída por 1.020 quilómetros, o aumento médio será de 2,55%, oscilando entre a subida de 2,60% para os veículos da classe 1 e os 2,52% dos que pagam classe 2. Na classe 3 o agravamento será de 2,55% e na classe 4 de 2,56%.

Já nos 149 quilómetros da Auto-Estradas do Atlântico (AEA), o aumento médio é de 2,94%. A actualização para os veículos da classe 1 será a mais elevada, atingindo mesmo neste caso os 5,15%, enquanto os da classe 3 sofrerão o menor aumento, de 2,44%. As portagens para a classe 2 serão actualizadas em 2,91% e para os da classe 4  2,53%.

Na Brisal, que tem 32 quilómetros com portagem, as taxas vão ser actualizadas em 2,33%. A classe 1 é, novamente, a que terá o maior aumento, de 2,94%, enquanto a classe 2 registará uma subida de apenas 1,67%. A classe 3 terá uma actualização de 1,94% e a classe 4 de 2,92%.

Na rede da Aenor, que totaliza 178 quilómetros, a média do agravamento das portagens é de 2,51%. Os veículos da classe 2 pagarão a partir do próximo ano mais 3,15% de portagem, os da classe 1 mais 3,07%, os da classe 3 mais 2,28% e os da classe 4 mais 2,06%.

Na Lusoponte, a concessionária das pontes 25 de Abril e Vasco da Gama, o aumento será em média de 2,68%. As portagens para os veículos da classe 2 aumentarão 3,09% e os da classe 3 2,49%. Os da classe 4 pagarão mais 2,56% e os da classe 1 2,90%.

Por concessão, constata-se ainda que o maior aumento médio será registado na AEA (2,94%) e o menor na Brisal (2,33%).

Por classe de veículos, abaixo dos 2,58% de aumento médio serão as actualizações médias para as classes 3 e 4, nas quais a subida será de 2,49% e 2,50%, respectivamente.

Já a classe 1 vai agravar-se em termos médios em 2,94% e a classe 2 2,63%.

2007/12/28 - 15:35
Fonte: Canal de Negócios



Brisa investe 203 milhões de euros em auto-estradas em 2008

Os principais investimentos em auto-estradas programados pela Brisa para 2008 ascendem a 203 milhões de euros, para alargamentos e grandes reparações, divulgou a empresa em comunicado.

Os principais investimentos programados pela Brisa, no sector das auto-estradas, em 2008, irão fixar-se nos 203 milhões de euros, distribuídos por alargamentos e grandes reparações.

Na concessão principal, a Brisa prevê investir 130 milhões de euros, na Auto-estradas do Atlântico a estimativa aponta para 17 milhões de euros, na Brisa o investimento deve atingir os 50 milhões de euros e na concessão do Douro Litoral serão aplicados 6 milhões de euros.

A conclusão do troço da A17 ? Auto-estrada do Litoral Centro, entre Louriçal e Mira, constituirá uma das obras mais marcantes da actividade da Brisa em 2008.

"Esta obra, com uma extensão de 32,3 km estará concluída no final do primeiro semestre de 2008 e envolve um investimento de 353 milhões de euros", acrescenta o comunicado.

2007/12/31 - 16:14
Fonte: Canal de Negócios



Standard & Poor´s baixa "rating" da Brisa para "BBB+"

A Standard & Poor´s (S&P) baixou o "rating" da Brisa de "A-" para "BBB+" de forma a reflectir "a deterioração do indicador de sustentabilidade da dívida" da concessionária portuguesa.

A S&P retirou a Brisa do CreditWatch, onde estava desde 4 de Junho de 2007 com implicações negativas, e reforçou que as previsões para a concessionária são "negativas". Ou seja, caso a agência de notação financeira volte a alterar o "rating" da empresa será para realizar um novo corte.

A revisão em baixa do "rating" da Brisa "reflecte a deterioração do indicador de sustentabilidade da dívida". "O aumentou da dívida está associado aos investimentos de 350 milhões e mil milhões de euros, respectivamente, numa auto-estrada nos EUA e em concessões no Douro Litoral", refere o analista Jos Ramn da S&P.

"A revisão também reflecte as nossas preocupações relativamente a adopção de uma estratégia financeira mais agressiva por parte da Brisa", acrescenta Ramn.

A S&P considera que "a expansão internacional vai beneficiar o forte perfil de negócio da Brisa no longo prazo, ao mesmo tempo, que a base de receitas da empresa e reduz a sua exposição ao fraco crescimento do mercado interno".

Mas sublinha que as matrizes de crédito se "deterioraram e não deverão recuperar tão cedo, numa altura em que os novos investimentos da empresa são capital intensivos deverão ter um retorno limitado no curto e médio prazo".

"Dado o tamanho limitado da Brisa, investimentos adicionais, se forem financiados com dívida, vão ter um forte impacto nos indicadores de qualidade do crédito", refere ainda o analista da S&P.

2008/01/10 - 18:28
Fonte: Canal de Negócios



Caixa BI escolhe seis top picks para 2008

O Caixa BI já escolheu os seis títulos "preferidos" para 2008: a Altri, a Brisa, a Cimpor, a Jerónimo Martins, a PT Multimédia e a Sonaecom. Numa nota de "research", a casa de investimento destaca os títulos que elege para o ano que ainda agora começou.

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Estabilidade favorece Brisa

"Em tempos de forte volatilidade, a história da Brisa pode atrair a atenção dos investidores considerando o seu perfil conservador e com um muito estável "cash-flow"", referem os analistas do Caixa BI. Os mesmos responsáveis acrescentam que os níveis de tráfego têm recuperado nos últimos trimestres.

Por outro lado, a empresa está bem posicionada quanto a novas oportunidades de investimento, e beneficia de um ângulo especulativo depois do recente reforço da Abertis. Para a concessionária de auto-estradas, o Caixa BI apresenta uma recomendação de "comprar" e um preço-alvo de 11,80 euros, que representa um potencial de subida de 17%.

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2008/01/11 - 00:15
Fonte: Canal de Negócios



"Aprenda com os erros alheios. Não viverá o bastante para cometer todos os erros." (Martin Vanbee)

"Investir em conhecimento rende sempre os melhores juros." (Benjamin Franklin)

tiagodandre

Participada da Brisa compra 40% da Renovias

A CCR- Companhia de Concessões Rodoviária, na qual a Brisa detém uma participação de 18%, acordou a compra de 40% do capital da Renovias, concessionária que administra cinco estradas, no total de 345,6 quilómetros, na região entre Campinas e o Sul do Estado de Minas Gerais.

António Nunes de Sousa, presidente da Brisa Participações e Empreendimentos, avançou que o negócio foi fechado por 265 milhões de reais (cerca de 101 milhões de euros).

Para o responsável, esta aquisição "insere-se na estratégia de crescimento e consolidação da CCR no mercado doméstico brasileiro".

A CCR adquiriu 10% da Renovias à Encalso Construções e os restantes 30% à Senpar. A Encalso mantém-se com 60% do capital da concessionária brasileira.

2008/01/30 - 11:25
Fonte: Canal de Negócios



cá vai o boneco também...
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tiagodandre

Abertis "pode reactivar o seu interesse e virar as atenções para a Brisa"

O falhanço da compra da Atlantia por parte da Abertis, anunciado na semana passada, pode dar origem a um novo foco de interesse da espanhola pela Brisa com o objectivo de cumprir o plano de crescimento, de acordo com uma nota de análise divulgada hoje pela Lisbon Brokers.

A analista Sara Amaral salienta que o sector de concessão de auto-estradas na Europa e noutros Continentes deverá passar por alterações importantes nos próximos anos " e algumas poderão acontecer em Portugal, depois da Abertis ter abandonado a oferta de aquisição da Atlantia".

"A Abertis, liderada por Salvador Alemany, pode ?reactivar? o seu interesse e virar as suas atenções para a Brisa como forma de cumprir os planos de crescimento estratégico", afirma a analista.

A nota de análise refere que a Abertis tem negado a intenção de lançar uma oferta de compra sobre a Brisa, mas a analista realça que a concessionária espanhola reiterou, por diversas vezes que a participação que detém na Brisa "é de natureza não financeira e que a solução mais viável seria uma fusão amigável a médio prazo".

As relações entre as duas empresas tremeram, em Outubro, depois da Abertis ter reforçado a posição no capital da Brisa para os 15% sem ter informado a administração da empresa portuguesa e a imprensa tem noticiado que a Abertis terá já uma posição próxima de 20% do capital, de acordo com a Lisbon Brokers.

A analista Sara Amaral diz que "este aumento de participação na concessionária de auto-estradas portuguesa pode ser um sinal de que uma aquisição está próxima, mas também pode ser lida como um movimento estratégico da concessionária de auto-estradas espanhola para evitar ataques internacionais contra a Brisa".

A casa de investimento enaltece que o negócio de concessões está a registar ritmos de crescimento bastante acelerados por todo o mundo, com "muitas oportunidades de investimento e crescimento a surgirem", o que "poderá levar a uma corrida a fusões e aquisições".

A casa de investimento reitera a recomendação de "comprar" e o preço-alvo de 11 euros para as acções da Brisa [brisa]. Os títulos seguiam a subir 0,4% para 10,14 euros, o que significa que , considerando o "target" da Lisbon Brokers, a Brisa tem um potencial de subida superior a 8%.

2008/02/04 - 14:51
Fonte: Canal de Negócios
"Aprenda com os erros alheios. Não viverá o bastante para cometer todos os erros." (Martin Vanbee)

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zefontelo


Bem acho que nem é preciso boas noticias, a AT indica bem a tendência da brisa, só aqueles 10,20 é que pode ser uma grande barreira, já esteve lá hoje nos 10,19, não queria que passa-se hoje, amanha poderá haver correcção para liquidez, mas com esta noticia não se haverá, apesar de estar dentro preferia que fecha-se hoje em máximos ou perto dele, e amanha então passava essa barreira dos 10,20, que acham???

tiagodandre

Esta....só valoriza com uma OPA, ou com o piorar da situação económica (acção de refúgio),...logo, se existe tantas acções que perderam 30%-40% do seu valor nos últimos tempos (e com os EUA bem comportados!), a malta anda toda entretida com essas e deixa esta um pouco de lado!...

Pois o potencial de valorização desta é bem mais reduzido...já para não falar que existe diversos investidores que não gostam de comprar acções acima dos 10€...

Eu pessoalmente, até acho que esta já anda um pouco cara...mas enfim, é o monopólio!

cump.

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zefontelo

Sim mas repara na diferença entre minimos e maximos, esta nao anda 2 centimos anda aos 20centimos...

Homem do Protocolo

Esta é a fonte desses novos rumores:




E aqui está a nota de research completa com 32 páginas para quem quiser ver:
Homem do Protocolo
I have a very strict gun control policy: if there's a gun around, I want to be in control of it.

Homem do Protocolo

#9
Último Research da JPMorgan para a Brisa:

Homem do Protocolo
I have a very strict gun control policy: if there's a gun around, I want to be in control of it.

@Barros@

Citação de: Homem do Protocolo em Fevereiro 18, 2008, 18:50
Último Research da JPMorgan para a Brisa:



Obrigado pela partilha, onde encontras esses documentos? é em algum site gratuito? obrigado

Homem do Protocolo

Não é gratuito, tenho acesso através de vários serviços de research que subscrevo, embora possas receber todas essas notas de research se fores cliente das casas de investimento que as publicam.
Homem do Protocolo
I have a very strict gun control policy: if there's a gun around, I want to be in control of it.

catomas


Será que podias divulgar que serviços de casas de investimento subscreves?
(ajudava mesmo o endereço dos sites)

Tenho alguma facilidade em arranjar sites com serviço de research para os Estados Unidos (pagos ou não), mas para a Europa (e em particular para Portugal) por nabice minha (ou não) ainda não consegui arranjar algo de jeito!

Qualquer informação é bem-vinda.

Obrigado.

berafo

#13
No site do BCP, na parte da Banca de investimento, consegues ter acesso a algumas noticias interessantes.

www.bcpinvestimento.pt/main

Na CGD idem

http://www.caixabi.pt/research/profile.asp

No Santander

http://www.santandertotta.pt/pagina/indice/0,,725_1_1,00.htm

No BPI

http://www.bpiinvestimentos.pt/Research/Research.asp?opc=7


Estes são só alguns, podes sempre procurar outros no google.


BN a todos

tiagodandre

Caixa BI prevê que lucros da Brisa tenham crescido mais de 63% em 2007

Os resultados da Brisa deverão ter crescido 63,2% para os 272,8 milhões de euros em 2007, suportados pela recuperação do tráfico, adianta o Caixa BI numa nota de "research" hoje divulgada.

O banco de investimento considera que a empresa deverá divulgar bons resultados operacionais e que a concessionária continua a ser uma boa aposta no mercado e deverá continuar a ter um bom desempenho este ano.

De acordo com as previsões da Caixa BI, apesar dos custos da empresa terem aumentado em 2007, devido às propostas de novas concessões, as receitas da Brisa deverão ter avançado 10,2% no ano passado face a 2006, chegando aos 645,6 milhões de euros.

O EBITDA deverá ter avançado 10% para os 459,5 milhões de euros em 2007, face ao ano anterior.

O Caixa BI mantém uma recomendação de "comprar" para a empresa, com um preço-alvo de 11,80 euros, o que atribui um potencial de crescimento de 17,65%, face aos 10,03 euros a que negociavam as acções da Brisa.

2008/02/25 - 12:44
Fonte: Canal de Negócios
"Aprenda com os erros alheios. Não viverá o bastante para cometer todos os erros." (Martin Vanbee)

"Investir em conhecimento rende sempre os melhores juros." (Benjamin Franklin)