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Fed & BCE - Bancos Centrais e suas políticas!

Iniciado por Semitela, Agosto 31, 2007, 10:43

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Jesse

bluexip, independentemente do rally, muito provavelmente irá ocorrer um, mas não achas que os indices desceram demasiado ? o spx desceu demasiado, fez novo minimo, mesmo com rally, acho que não ir ser para continuar, nos próximos meses dá a plena sensação que irá descer mais, porque não achas?  :)
(*) Utilizador banido do Clubeinvest

bluexip

#76
acho jesse e por isso mesmo é que acredito que vamos ter surpresas muito em breve.

a sic até já deu há pouco uma noticia mais alargada sobre a bolsa e a crise que aí vem...

temos medo, temos targets, temos volatilidade, temos noticias... está perfeito!

abraço,
bluexip
Ever wonder why fund managers can't beat the S&P 500? 'Cause they're sheep, and sheep get slaughtered.
- Gordon Gekko in Wall Street

bric

boas bluexip... :)


Acreditas que vamos continuar a caír ou poderá haver um rebound de curto prazo para cima... ???
cumprimentos
bric

Semitela

Zona Euro 2008-01-23 10:32

BCE continua focado em travar inflação afastando hipótese de baixar juros
O Presidente do Banco Central Europeu (BCE), Jean-Claude Trichet, afirmou hoje que mantém o seu compromisso de controlar a inflação, mesmo depois do tombo dos mercados accionistas, e da Reserva Federal norte-americana (Fed) ter reduzido as suas taxas de juro para 3,5% para evitar uma recessão.

Cristina Barreto

Segundo a agência Bloomberg, Jean-Claude Trichet disse hoje ao Parlamento Europeu em Bruxelas, que "particularmente numa altura significativa de correcção e turbulências nos mercado, é da responsabilidade do banco central apoiar de forma sólida as expectativas de inflação para evitar uma maior volatilidade".

O BCE irá assegurar "o funcionamento correcto dos mercados financeiros no nível de juros estabelecido de modo a garantir o nível de inflação esperado", acrescenta o Presidente do banco central europeu.

A Fed baixou ontem a sua taxa de juro de referência em três quartos de ponto percentual para os 3,5%, após uma forte desvalorização das bolsas devido aos receios de que a recessão na maior economia do mundo iria afectar o crescimento global.

Ao contrário, os responsáveis de política monetária do BCE manifestaram a sua confiança na previsão de crescimento económico da Europa e reafirmaram que o banco central continua focado em travar a inflação.

"Nós deixamos bastante claro de que iremos cumprir com as nossas responsabilidades para garantir a estabilidade de preços", afirmou ontem à noite Axel Weber, membro do Conselho de Governação do banco central, frisando que não existe necessidade do BCE ajustar as suas estimativas de crescimento da economia para este ano de cerca de 2%.

O BCE manteve as suas taxas de juro inalteradas nos 4% no início deste mês, o que deverá se repetir na reunião dos responsáveis de política monetária agendada próximo dia 7 de Fevereiro.

"Apesar do movimento de emergência da Fed, nós continuamos a achar que é pouco provável que o BCE baixe os juros no curto prazo", defende co-economista-chefe do Morgan Stanley, Joachim Fels. 

Semitela

Nouriel Roubini

EUA já entraram em recessão e Fed não pode fazer mais nada
Tarde demais. Não há nada que a Reserva Federal possa fazer para impedir a recessão económica nos Estados Unidos. As palavras "secas" são de Nouriel Roubini, presidente da Roubini Global Economics. Roubini é um dos participantes do Fórum Económico Mundial de Davos, que está a decorrer desde ontem na Suiça.

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Ana Luísa Marques
[email protected]



Tarde demais. Não há nada que a Reserva Federal possa fazer para impedir a recessão económica nos Estados Unidos. As palavras "secas" são de Nouriel Roubini, presidente da Roubini Global Economics. Roubini é um dos participantes do Fórum Económico Mundial de Davos, que está a decorrer desde ontem na Suiça.

Para Nouriel Roubini a economia norte-americana já entrou em recessão e já não há maneira de evitar uma "aterragem forçada". Nem mesmo as medidas de emergência da Reserva Federal.

"São poucas medidas e surgem demasiado tarde", afirmou Roubini referindo-se ao recente corte de juros da Fed, em 75 pontos base, para os 3,5%. "O que quer que seja que a Fed faça não vai evitar a recessão. Erraram e agora decidiram cortar as taxas de juro", criticou o economista.

Roubini criticou ainda o pacote fiscal, no valor de 150 mil milhões de dólares, proposta na passada semana por George W. Bush. "O pacote fiscal representa 'uma gota no oceano'", disse Roubini,

O economista acredita que a actual recessão vai ser mais severa que a de 1991 e 2001, porque os consumidores norte-americanos estão "sobreendividados".


Semitela

February 3 2008: 7:07 AM EST

Famed investor Jim Rogers sees hard times ahead for the United States - and a big opportunity looming in China.
By Brian O'Keefe, senior editor



Jim Rogers says the Fed, and Fed Chairman Ben Bernanke, are out of control.
Video

The central bank's second interest rate cut in a week raises the risk of inflation and bails out the banks.


Legendary investor Jim Rogers made a bundle by anticipating a boom in commodities. Now he's focusing on the People's Republic. (more)More from Fortune


NEW YORK (Fortune) -- You might expect Jim Rogers to be gloating a little bit. After all, the famed investor has been predicting a recession in the U.S. economy for months and shorting the shares of now-tanking Wall Street investment banks for even longer. And with fears of a recession sparking both a worldwide market sell-off and emergency action from Federal Reserve chairman Ben Bernanke, Rogers again looks prescient - just as he has over the past few years as the China-driven commodities boom he predicted almost a decade ago began kicked into high gear. But when I reached him by phone in Singapore the other day there was little hint of celebration in his voice. Instead, he took a serious tone.

"I'm extremely worried," he says. "I have been for a while, but I just see things getting much worse this time around than I expected." To Rogers, a longtime Fed critic, Bernanke's decision to ride to the market's rescue with a 75-basis-point cut in the Fed's benchmark rate only a week before its scheduled meeting (at which time they cut it another 50 basis points) is the latest sign that the central bank isn't willing to provide the fiscal discipline that he thinks the economy desperately needs.

"Conceivably we could have just had recession, hard times, sliding dollar, inflation, etc., but I'm afraid it's going to be much worse," he says. "Bernanke is printing huge amounts of money. He's out of control and the Fed is out of control. We are probably going to have one of the worst recessions we've had since the Second World War. It's not a good scene."

Rogers looks at the Fed's willingness to add liquidity to an already inflationary environment and sees the history of the 1970s repeating itself. Does that mean stagflation? "It is a real danger and, in fact, a probability."

Where the opportunities are
The 1970s, of course, was when Rogers first made his reputation - and a lot of money - as George Soros's original partner in the Quantum Fund. And despite his gloomy outlook for the U.S., he still sees opportunities in today's world. In fact, he sees the recent correction as a potential gift for investors who know where to head in global markets: China.

Rogers has been fascinated with China ever since he rode his motorcycle across the country two decades ago, and he's been a full-fledged China bull for several years. In December he published his latest book, an investor-friendly tome titled "A Bull in China: How to Invest Profitably in the World's Greatest Market." And that same month he sold his beloved Manhattan townhouse for $15.75 million to a daughter of oil tycoon H. L. Hunt and moved his family full-time to Singapore - the better to be closer to the action in Beijing and Shanghai. (He bought the New York mansion 30 years ago for just over $100,000; not a bad return on his investment.)

But in a November interview I conducted with Rogers, he admitted that he was rooting for a serious correction in China to cool off an overheating market and bring back prices to a reasonable level. With the bourses in Shanghai and Hong Kong both some 20% off their recent highs as of late January, Rogers says he's starting to consider new investments.

"I'm delighted to see what's happening in Shanghai and Hong Kong," he says. "As I've said, if things hadn't cooled off, the Chinese market was in danger of turning into a bubble. I find this most encouraging. The government's been doing its best to try and cool things off. Mainly they've been trying to deal with real estate but it's having an effect on stocks, too. I would suspect the correction isn't quite over in China. But I'm gearing up. I didn't put in any orders for tomorrow but I'm starting to prepare my list of things to buy in China. Whether I buy this week or this month or this quarter, who knows. But I'm starting to think about buying new shares in China for the first time in a while. And I'm not thinking about buying in America."

Ultimately, Rogers doesn't think that the troubles in the United States will be much of a drag on the prospects for the People's Republic. "Anybody who sells to Sears (SHLD, Fortune 500) or Wal-Mart (WMT, Fortune 500) is going to be affected, without question," he says. "Some parts of the Chinese economy are going to be untouched, however. They won't even know America's in recession. They won't care if America falls off the face of the earth."

"We are probably going to have one of the worst recessions we've had since the Second World War. It's not a good scene."
Jim Rogers
What's on his China buying list? Rogers says it will depend in large part on which stocks come down to the right level, but he's keeping his eye on certain high-growth sectors including tourism, agriculture, power generation and airlines.

The pullback in commodity prices on recession fears hasn't dampened his enthusiasm for resources investments, either. More like a cyclical correction in the middle of a long-term bull market. "Certainly some commodities are going to be affected," says Rogers. "But it's not as if the markets haven't figured this out. Remember the old expression: 'Dr. Copper is the best economist in the world.' Well, Dr. Nickel and Dr. Zinc figured out a few months ago what I thought I had figured out, that we were going to have a recession. Nickel is already down 50%. Other commodities may fall more. But I don't see the economics of agriculture being much affected at all. Maybe there will be a few less cotton shirts bought. Maybe there will be a few less tires bought. But the supply is under more duress than the demand."

Once again Rogers draws on the 1970s in his analysis. "Think about the story of gold in the '70s," he says. "Gold went up 600%, and then it started correcting. It went down nearly every month for two years, nearly 50% from the high point. And everybody said, 'Well, that's the end of the gold market. It was just a fluke. It's over.' It scared everybody out. And then gold turned around and went up 850% from that level. This is what happens in markets. But the fundamentals of the secular bull market in commodities are not over any more now than they were for gold in the '70s."

Where he expects the pain to be most intense is on Wall Street. He says he hasn't covered his short positions on the investment banks or Citigroup (C, Fortune 500) and won't for a while. "Those things are going to go way, way, way down," says Rogers. "The investment banks are down now because of the problems in the credit market. Wait until the effects of the bear market come along. If you just go back and look at other bear markets, investment bank stocks have gone down enormously. We haven't gotten to that stage yet. It's going to bring their balance sheets under duress. This is going to get much worse. But that's where there have been excesses for the past decade or so. And whenever you have a bear market come along the great excesses of the previous period are the ones that get cleaned out the most."

He'll be watching - from Singapore.

Semitela

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Inflação persiste em níveis recorde
(03-03-2008 - 10:23)


A taxa de inflação na Zona Euro manteve-se em Fevereiro em 3,2%. Trata-se de um valor idêntico ao observado no mês anterior, correspondendo ainda ao mais elevado desde que a união monetária europeia foi lançada em 1999.

A primeira estimativa hoje divulgada pelo Eurostat ficou em linha com o esperado pelos analistas, e sugere que alta do petróleo e dos bens alimentares de base (em particular dos cereais) vai continuar a pressionar uma subida generalizada dos preços, reduzindo a margem do Banco Central Europeu para reduzir as taxas de juro.

No encontro agendado para esta quinta-feira, o conselho de governadores deverá manter inalterada a principal taxa de referência, fixada em 4% desde Junho, não obstante os sinais de arrefecimento da actividade económica.


Viva o Ouro  ;D

Semitela

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Ministros das Finanças europeus estão mais preocupados com a valorização do euro
(04-03-2008 - 08:49)


Os Ministros das Finanças europeus disseram que estão "cada vez mais preocupados" com o facto da valorização do euro para níveis recorde face ao dólar conduza a um abrandamento económico.

"Nas actuais circunstâncias, estamos preocupados com os movimentos cambiais", afirmou o ministro das Finanças do Luxemburgo, Jean-Claude Juncker, citado pela Bloomberg.

Os ganhos da moeda única europeia "não é qualquer coisa de encorajadora", disse um outro responsável, citado pela agência noticiosa norte-americano.

O euro já valorizou 16% face ao dólar no ano passado e atingiu o valor mais elevado de sempre ontem, ao atingir os 1,5275 dólares, ameaçando assim as exportações. Esta subida complica aliás a decisão do Banco Central Europeu (BCE) que reúne esta semana para analisar os juros.

O presidente do BCE, Jean Claude Trichet, que incialmente recusou comentar na reunião de ontem, acabou por dizer aos repórteres que a política governamental norte-americana de um "dólar forte" está nos interesses dos EUA.

"Nas actuais circunstâncias, considero muito importante o que foi afirmado pelas autoridades norte-americanas, nomeadamente pelo secretário do Tesouro e pelo presidente dos EUA, de que a política de um dólar forte está nos interesses dos EUA".





tiagodandre

Trichet sugere que os juros vão permanecer nos 4%
"Só temos uma agulha no nosso compasso e essa é a estabilidade de preços"


O presidente do Banco Central Europeu (BCE), Jean-Claude Trichet, reiterou hoje que a prioridade máxima da autoridade monetária é a estabilidade dos preços e referiu que o conselho de governadores acredita que a actual política está a contribuir para esse objectivo. O responsável sugeriu que nos próximos meses não deverá haver alteração de juros na Zona Euro.

Trichet afirmou mesmo que "só temos uma agulha no nosso compasso. E essa é a estabilidade de preços", adiantando que, às vezes, os observadores podem fazer parecer que o BCE está preocupado com a inflação e com o crescimento económico, mas "nós não temos duas agulhas", reforçou apontando para a estabilidade de preços.

"As palavras que usei falam por si próprias. Fomos unânimes em decidir deixar as taxas de juro inalteradas", nos 4%, nível a que se mantêm desde Junho de 2007 – mês que marcou a última subida do preço do dinheiro para a Zona Euro.

"Reiteramos que a manutenção da estabilidade de preços, no médio prazo, é o nosso objectivo prioritário. Ancorar, de forma firme, as expectativas inflacionárias é a principal prioridade para o conselho de governadores. Isso permite dar estabilidade aos preços no médio prazo".

O presidente da autoridade sublinhou que os governadores acreditam que "a nossa actual política vai contribuir para atingir esse objectivo" de estabilidade de preços.

"As últimas informações confirmaram a existência de pressões de subida na inflação e que há riscos para a estabilidade de preços no médio prazo", ao mesmo tempo que "os fundamentais da economia estão saudáveis".

Ainda assim, Trichet admitiu que "a incerteza resultante da instabilidade dos mercados permanece elevada" e que o conselho de governadores vai "continuar a monitorizar todos os desenvolvimentos nas próximas semanas".

"Na óptica do conselho de governadores, os riscos para a inflação no médio prazo são de subida".

Trichet referiu que os riscos para a inflação "incluem a possibilidade de aumentos salariais sejam mais elevados do que o esperado actualmente" devido às condições actuais do mercado laboral.

Publicado 6 Março 2008 14:46


Este homem tem nervos de aço....pelo menos já se viu que não se deixa influenciar por discursos de campanha...  ;)



FMI considera "apropriada" política do BCE

O vice-director geral do Fundo Monetário Internacional (FMI) considera a política adoptada pelo Banco Central Europeu (BCE) "apropriada".

"Nas actuais circunstâncias, consideramos a política do BCE apropriada", afirmou John Lipsky em Paris após a decisão da autoridade monetária sobre os juros.

Segundo o mesmo responsável, o FMI antecipa que o BCE "deseja reagir de forma apropriada de acordo com o desenvolvimento da economia".

Euro não está tão forte quando comparado com uma série de moedas

"Não consideramos que o euro esteja demasiado elevado quando comparamos com uma série de outras moedas".

O euro atingiu novo recorde, nos 1,5347 dólares, depois do presidente do Banco Central Europeu (BCE), Jean-Claude Trichet, afirmar que acredita na politica monetária adoptada o que afasta a hipótese de cortes da taxa de juro. A inflação continua a ser a principal prioridade da autoridade monetária europeia

Publicado 6 Março 2008 15:05


Pois...a questão é mesmo essa, e toda a gente já percebeu isso há muito tempo (ou pelo menos devia)...o $ é que tá fraquinho, fraquinho,...e porque será? ::)
"Aprenda com os erros alheios. Não viverá o bastante para cometer todos os erros." (Martin Vanbee)

"Investir em conhecimento rende sempre os melhores juros." (Benjamin Franklin)

egas

a politica do juro baixo da nisto........ as economias cresceram a custa disso e as pessoas comecaram a edividarem-se ate aos cabelos e agora estamos presos nisto...... a custa disso o consumo subiu, os precos tambem mas os ordenados nao acompanharam essas subidas........ como diz o titulo os BANCOS CENTRAIS tem que tirar ilaccoes deste tipo de politica porque assim que os juros sobem as pessoas deixam de pagar os creditos e assim se deu esta crise do credito......... imaginem por exemplo se os juros chegassem aos 10%!!!!!!!!!!! era a falencia total do sistema financeiro e se nao mudarem de politica mais tarde ou mais cedo isto vai mesmo acontecer!!!!!!!!!!!

Semitela

Sector financeiro dispara mais de 4%

Bolsas disparam com actuação conjunta dos bancos centrais no mercado monetário

As bolsas europeias e os futuros das praças norte-americanas estão a disparar, depois da Reserva Federal ter anunciado a injecção de 200 mil milhões de dólares (130 mil milhões de euros) no mercado, para responder às necessidades de maior liquidez das instituições financeiras.

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Patrícia Abreu
[email protected]



As bolsas europeias e os futuros das praças norte-americanas estão a disparar, depois da Reserva Federal ter anunciado a injecção de 200 mil milhões de dólares (130 mil milhões de euros) no mercado, para responder às necessidades de maior liquidez das instituições financeiras.

O índice pan-europeu Stoxx 50 disparou e está a ganhar 2,40%, com as restantes praças europeias a negociarem com valorizações superiores a 2%, animadas pela decisão de Ben Bernanke.

Os futuros do Nasdaq e do índice da S&P 500 seguiam a ganhar 1,74% e 2,23%, respectivamente.

"O facto da Fed continuar a trabalhar no sentido de tentar diferentes caminhos para para a crise do crédito pode ser visto como positivo", disse um analista, citado pela Bloomberg.

O Ibex era o índice que mais subia, ao ganhar mais de 3,50%, seguido pelo índice inglês, que somava 2,55%, e pelo AEX de Amesterdão, que avançava 2,36%. O CAC negociava em Paris a crescer 2,34%, enquanto o DAX acumulava ganhos de 2,03%.

O sector financeiro foi o que reagiu com mais intensidades ao anúncio da Fed. O índice Dow Jones para a banca europeia valorizava mais de 4%.

O Banco Popular valorizava 6,11% para 10,76 euros enquanto o Santander avançava 4,37% para 11,71 euros.

Em Paris, a seguradora Axa subia 5,21% para 21,22 euros e o BNP Paribas ganhva 5,33% para 59,05 euros.

A actuação da Fed tem sido crucial na negociação das bolsas mundiais. Para a próxima semana, o mercado espera que a autoridade monetária norte-americana volte a cortar os juros.



A china apresentou hoje uma taxa de Inflação de 8.7% - Nos EUA não tardará estará a valores bem acima dos actuais , na Europa embora o Efeito Euro ajude não conseguirá impedir o aumento dos preços nos proximos 6 meses .

Não nos iludamos : Alguém vai ter que pagar este aumento de + de 20$ no Crude .

Agarrem-se à aquilo que podem  ;), pois a Inflação não voltará aos niveís actuais tão depressa . :o

jpp


Semitela

Zona Euro regista a maior inflação dos últimos dez anos

A inflação marcou um novo recorde em Fevereiro, atingindo 3,3 por cento, o valor mais alto dos últimos dez anos, segundo uma estimativa do Eurostat divulgada esta sexta-feira. Portugal regista uma inflação de 2,9 por cento 

( 11:41 / 14 de Março 08 )

 


A inflação marcou um novo recorde em Fevereiro na zona euro, atingindo 3,3 por cento, o valor mais elevado dos últimos dez anos, de acordo com uma estimativa publicada pelo Gabinete de Estatísticas da União Europeia esta sexta-feira.

O valor apontado pelo Eurostat encontra-se muito acima do limite desejado pelo Banco Central Europeu, cujo objectivo a médio prazo é uma inflação na zona euro que ronde os 2,2 por cento.

No conjunto dos vários países em análise, a Holanda foi o país que apresentou a taxa mais reduzida, de dois por cento, enquanto a Letónia registou a maior inflação, 16,5 por cento, logo seguida pela Estónia e Bulgária.

Portugal, à semelhança da Alemanha e da Suécia, registou uma taxa de inflação de 2, 9 por cento, de acordo com os dados do Eurostat.

Os preços registados no combustíveis, leite, queijo e ovos, bem como no pão e nos cereais, tiveram um forte impacto no aumento da taxa global da inflação, explicou a Eurostat em comunicado.



Semitela


Opinião do ex-governador do banco central dos EUA

Alan Greenspan: crise financeira actual é a mais grave desde a Segunda Guerra Mundial

17.03.2008 - 10h55 Lusa

A crise financeira actual poderá ser considerada como a mais grave desde a Segunda Guerra Mundial, afirma o ex-governador do banco central norte-americano (a Reserva Federal, conhecida por Fed) num artigo publicado hoje no "Financial Times".

"A actual crise financeira nos Estados Unidos vai ser verdadeiramente considerada como a mais grave desde o fim da Segunda Guerra Mundial", considera Alan Greenspan, que presidiu à Reserva Federal de 1987 a 2006.

"Ela chegará ao fim quando o preço dos bens imobiliários estabilizar e, por inerência, os preços dos produtos financeiros ligados aos empréstimos hipotecários", estima.

Segundo Greenspan, "esta crise fará numerosas vítimas, e o sistema de avaliação de riscos actualmente no terreno será particularmente afectado".

"Mas espero que uma das vítimas não seja o sistema de supervisão mútua (através dos actores e intervenientes do sector financeiro) e a auto-regulação financeira como mecanismo fundamental de equilíbrio para o sector financeiro mundial", disse também.

O ex-governador da Fed – que já foi acusado de estar na origem da bolha imobiliária devido à sua política de taxa monetária muito baixa, seguida pela Fed entre 2001 e 2004 – estima igualmente que nunca haverá um sistema perfeito para avaliação de riscos.

"A gestão de risco nunca atingirá a perfeição e chegará sempre o momento onde fracassará e uma verdade incomodativa será posta a nú, provocando uma resposta inesperada e brutal", escreve Greenspan.


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Citação de: Semitela em Março 17, 2008, 12:19

Opinião do ex-governador do banco central dos EUA

Alan Greenspan: crise financeira actual é a mais grave desde a Segunda Guerra Mundial

17.03.2008 - 10h55 Lusa

A crise financeira actual poderá ser considerada como a mais grave desde a Segunda Guerra Mundial, afirma o ex-governador do banco central norte-americano (a Reserva Federal, conhecida por Fed) num artigo publicado hoje no "Financial Times".

"A actual crise financeira nos Estados Unidos vai ser verdadeiramente considerada como a mais grave desde o fim da Segunda Guerra Mundial", considera Alan Greenspan, que presidiu à Reserva Federal de 1987 a 2006.

"Ela chegará ao fim quando o preço dos bens imobiliários estabilizar e, por inerência, os preços dos produtos financeiros ligados aos empréstimos hipotecários", estima.

Segundo Greenspan, "esta crise fará numerosas vítimas, e o sistema de avaliação de riscos actualmente no terreno será particularmente afectado".

"Mas espero que uma das vítimas não seja o sistema de supervisão mútua (através dos actores e intervenientes do sector financeiro) e a auto-regulação financeira como mecanismo fundamental de equilíbrio para o sector financeiro mundial", disse também.

O ex-governador da Fed – que já foi acusado de estar na origem da bolha imobiliária devido à sua política de taxa monetária muito baixa, seguida pela Fed entre 2001 e 2004 – estima igualmente que nunca haverá um sistema perfeito para avaliação de riscos.

"A gestão de risco nunca atingirá a perfeição e chegará sempre o momento onde fracassará e uma verdade incomodativa será posta a nú, provocando uma resposta inesperada e brutal", escreve Greenspan.



Este gajo já não se reformou? ele devia era estar caldinho porque foi ele que proporcionou isto tudo, e agora está de fora as favas quem pagam são os outros, este Sr. quando abre a boca só sai asneira e da grossa. >:(
Não há mal que perdure e bem que dure sempre