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BCP - (MBC.LS)

Iniciado por Pedro Miranda, Setembro 03, 2007, 06:06

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jorge_clio

bem eu neste momento estou com algumas duvidas. Eu tenho algumas acçoes do BCP, e quero comprar estas que vão ser colocadas à venda, para isso tenho de exercer o direito de compra, mas como vou poder fazer isso? Eles vão enviar uma carta para casa para o poder fazer certo?
depois tenho um numero limitado de acçoes que vou poder subscrever... e como posso fazer esse calculo? Por cada 3 posso pedir 1? (este valor vem do factor apresentado antes de 0,3).

Se alguem poder esclarecer agradeço.

anonimo111

E quem nao é accionista do BCP, pode comprar direitos para participar no aumento de capital?
Alguem pode informar-me...



Obrigado.

berafo

Citação de: PROHB em Abril 04, 2008, 15:45
Boas Tardes!

Fiz os cálculos do BCP.
Agradeço a confirmação dos mesmos.

Obrg



Meu Caro,

As contas deste segundo post é que estão correctas.

Assim por exemplo, se a cotação hoje fechar a 2,10, na 2ª Feira o preço ajustado passa a ser 1,89€ e por sua vez quem quiser comprar direitos para ir ao AC deveria comprá-los a 0,20 (assim fica com um custo por acção de precisamente 1,89).

É claro que tanto a cotação a partr de segunda como os direitos vão oscilar de acordo com esses valores.

BN a todos

berafo

Vou tentar ajudar

Citação de: jorge_clio em Abril 04, 2008, 16:13
bem eu neste momento estou com algumas duvidas. Eu tenho algumas acçoes do BCP, e quero comprar estas que vão ser colocadas à venda, para isso tenho de exercer o direito de compra, mas como vou poder fazer isso? Eles vão enviar uma carta para casa para o poder fazer certo?
depois tenho um numero limitado de acçoes que vou poder subscrever... e como posso fazer esse calculo? Por cada 3 posso pedir 1? (este valor vem do factor apresentado antes de 0,3).

Se alguem poder esclarecer agradeço.

Você vai receber 1 direito por cada acção que detem, logo, se tiver 1000 acções vai ter direito a 1000 direitos.

Por cada direito é que apenas vai tem 0,29... acções

Assim neste caso tem direito a 300 novas acções a 1,20.

E já agora, deve receber uma carta para poder exercer os direitos, mas é melhor não ficar à espera pelos últimos dias pois se não exercer os direito fica sem eles.

Citação de: anonimo111 em Abril 04, 2008, 16:15
E quem nao é accionista do BCP, pode comprar direitos para participar no aumento de capital?
Alguem pode informar-me...



Obrigado.


Pode comprar, quando os direitos começarem a ser negociados, ai convem ter em atenção o preço dos mesmos e a cotação da acção.


Espero que tenha ajudado,
BN a todos

PROHB

Obrigado Berafo.
As contas do primeiro post são as mesmas do segundo... só tem mais amplitude.

Jorge_clio
o rácio exacto é 3,333728547 direitos para ter a opção de comprar 1 acçao nova por 1.20.


HB

Suicídadabolsa

Bem, na minha humilde opinião, aconselhava a esperar pelos últimos dias de negociação dos direitos, segunda-feira isto vai ajustar, e depois vais ser sempre a cair, até parar nos 1,50/1,60€!!!...no mínimo!

Um preço destes (1,20€) só revela a realidade de um banco que está caro e parece um elefante em bolsa, e agora ainda vai ficar mais caro e passa a ser uma baleia!...primeiro que consigam um lucro de jeito, com este número de acções a emitir!! Enfim, o preço é bonito sim senhora, mas por causa deste desconto, lá vêm mais de 1M€ de novas acções!!!

O BCP não cresce em Portugal, e não vai ser a Polónia e a Grécia que vão compensar isto tudo!!

Cumprimentos.

tiagodandre

Acções do BCP sofrem ajuste técnico de 10% na segunda-feira

As acções do Banco Comercial Português negociaram hoje pela última vez com direito a participarem no aumento de capital, pelo que na segunda-feira os títulos vão sofrer um ajuste técnico. O preço teórico da próxima sessão é de 1,91 euros, 10% abaixo do fecho de hoje.

Como as acções adquiridas a partir de segunda-feira já não dão direito a participar no aumento de capital, o seu preço será inferior ao do fecho de hoje. O preço teórico, tendo em conta o fecho de hoje e as condições do aumento de capital, é de 1,9077 euros.

Contudo, será o mercado a determinar o preço do BCP na segunda-feira, sendo que a variação no fecho da próxima sessão será contra 1,91 euros e não os 2,12 euros do fecho de hoje.

Os accionistas do BCP vão ver o valor das acções baixar, mas verão creditados nas suas contas um direito por cada acção detida, que tem actualmente um preço teórico de 0,21 euros. Cada direito poderá subscrever 0,299964435 acções do BCP, cada uma com um preço de 1,20 euros.

Devido a esta operação, a Euronext anunciou o novo divisor para o índice PSI-20, que será de 2.796.621,609753100; tendo em conta o preço ajustado do BCP de 1,90771166905039.

Publicado 4 Abril 2008 18:30
"Aprenda com os erros alheios. Não viverá o bastante para cometer todos os erros." (Martin Vanbee)

"Investir em conhecimento rende sempre os melhores juros." (Benjamin Franklin)

tiagodandre

Uma sugestão...se as coisas correrem como habitualmente, quem quiser vender direitos faça logo no início, para comprar compre nos últimos 3 dias...

O mais lógico é o valor dos direitos baixar de preço até à data em que finaliza a negociação dos direitos...poderá não ser assim, mas em princípio será! ;)

Cump.
"Aprenda com os erros alheios. Não viverá o bastante para cometer todos os erros." (Martin Vanbee)

"Investir em conhecimento rende sempre os melhores juros." (Benjamin Franklin)

tiagodandre

Fica a novela do BCP,....


BCP revela resultados da investigação interna
Como o BCP praticou alegadas irregularidades com as "off shores"


O Banco Comercial Português, no prospecto do aumento de capital e no relatório e contas de 2007, revela os resultados da auditoria interna às investigações sobre alegadas irregularidades com a compra de acções próprias através de sociedades "off shore".

No prospecto o BCP refere que deu inicio ao processo de averiguação interno permitiu identificar uma séria de factos, que o Banco relata no Prospecto do aumento de capital e que são transcritos em baixo.


"Entre 1999 e 2002, sociedades sedeadas em centros off-shore, financiadas pelo Banco, adquiriram acções do Banco, que, em Novembro de 2002, ascendiam aproximadamente a 5% do capital social do Banco. Em Novembro de 2002, as referidas sociedades procederam à alienação das acções BCP que detinham a uma instituição financeira, com contrapartida em numerário, tendo também recebido valores mobiliários indexados a acções emitidos por aquela instituição (Equity- Linked Notes). Em 2004, os referidos financiamentos foram objecto de reestruturação e foram assumidos por grupo empresarial cuja actividade consiste em projectos imobiliários (doravante referido por "GI"). No âmbito desta operação, o GI assumiu um passivo líquido para com o

Banco de 450 milhões de euros. Na mesma data o Banco alienou ao GI a sociedade Comercial Imobiliária (doravante referida por "CI") por 26 milhões de euros e um conjunto de outros imóveis no valor de 61 milhões de euros. O Banco readquiriu posteriormente 11,5% do capital social da CI.

Em 2005, o Banco efectuou contribuição em espécie ao Fundo de Pensões do Grupo BCP de um conjunto de activos que incluía papel comercial emitido pela CI, no montante de 200 milhões de euros, conjuntamente com acções emitidas por entidades cotadas. O encaixe da emissão de papel comercial emitido pela CI foi usado para reembolso ao Banco de uma parte dos empréstimos em dívida. Em 2007, o papel comercial foi convertido em capital social da CI, passando o Grupo GI a deter no capital da CI uma participação de 68,34% e o Fundo de Pensões do Grupo BCP uma participação de 28,29% (o qual posteriormente alienou 18,29% ao Banco).

Em Junho de 2006, a CI adquirira uma participação e interesse económico de 54% em projecto de desenvolvimento imobiliário em Luanda, Angola ("Projecto da Baía de Luanda") e o Banco concedeu-lhe suprimentos no montante de 300 milhões de euros, cujo encaixe foi usado para reembolsar uma parte dos empréstimos devidos pelo GI.

Em 2007, o Banco aceitou dação em pagamento de 68,34% do capital social da CI, para reembolso de responsabilidades perante o Banco no montante de 61 milhões de euros. Em resultado das operações acima referidas,

(i) todos os empréstimos concedidos pelo Banco às entidades off-shore (posteriormente assumidos pelo GI) foram reembolsados;

(ii) o Banco passou a ter alocada, a partir de 2005, uma provisão no montante de 85 milhões de euros para o crédito em causa,

(iii) o Banco ficou credor da CI da quantia de 300 milhões de euros de 36 suprimentos, os quais, após o referido ajustamento acima referido, estão contabilizados pelo valor líquido de 23,4 milhões de euros;

(iv) o Banco detém 99,9% do capital social da CI, e, indirectamente, de 54% dos benefícios futuros no Projecto da Baía de Luanda (participação essa que, segundo duas avaliações independentes efectuadas em Setembro de 2007, está avaliada entre 278.8 milhões de euros e 231.6 milhões de euros).

Face às indicações existentes a respeito das investigações das autoridades de supervisão quanto à análise mais completa da substância económica das operações, o Banco decidiu considerar uma interpretação mais prudente, face aos riscos agora identificados, da natureza e da reestruturação das mesmas, pelo que procedeu ao registo de um ajustamento de 300 milhões de euros (220,5 milhões de euros líquidos de impostos) referente ao contrato de suprimento celebrado com a CI, tendo procedido ao seu registo contabilístico pelo valor de investimento (23,4 milhões de euros).

Esta decisão não implica qualquer tipo de reconhecimento pelo Banco da existência de alegadas infracções que lhe venham porventura a ser imputadas.

O ajustamento produz efeitos a 1 de Janeiro de 2006 e as demonstrações financeiras do Banco de 31 de Dezembro de 2007 foram ajustadas por forma a reflectirem os efeitos desta reestruturação a partir de 1 de Janeiro de 2006.O Banco não foi notificado de qualquer acusação nem admitiu qualquer infracção ou responsabilidade relativamente às operações acima descritas, não sendo neste momento possível prever o resultado das averiguações e procedimentos acima mencionados ou se serão, no futuro, instaurados novos processos ou averiguações. Todavia, o Banco corre o risco de ser objecto de sanções de natureza civil, administrativa ou outra, incluindo coimas, dependendo do resultado das averiguações e procedimentos em causa.

O Banco pode ainda ser objecto de averiguações ou procedimentos por parte de outros reguladores ou pode ser alvo de litígios, em Portugal ou qualquer outro lugar, por parte de accionistas ou de terceiros, litígios que, se decididos em desfavor do Banco, podem originar perdas significativas para o Banco e fazer baixar os ratings do mesmo. Quaisquer destes procedimentos regulatórios e litígios podem resultar em publicidade ou percepções negativas relativamente à actividade desenvolvida pelo Banco, podendo originar perda de clientes e aumento do custo de financiamento e, bem assim, desviar a atenção da equipa de gestão da gestão corrente da actividade do Banco.

Consequentemente, o decurso das averiguações regulatórias, quaisquer processos regulatórios subsequentes e responsabilidades apuradas, e qualquer litígio emergente das, ou relacionado com, as operações acima descritas, se decididos em desfavor do Banco, poderão ter um efeito negativo relevante na sua actividade, resultados das operações ou condição financeira."


Fica as tabelas que interessam:


Cump e BFS!  :)
"Aprenda com os erros alheios. Não viverá o bastante para cometer todos os erros." (Martin Vanbee)

"Investir em conhecimento rende sempre os melhores juros." (Benjamin Franklin)

skygod

Deixo aqui uma noticia bastante relevante em relaçao ao BCP:


BCP previne o mercado dos riscos que corre em consequência das investigações em curso


Lisboa, 05 Abr (Lusa) - O BCP advertiu o mercado dos riscos que corre, com efeitos negativos na actividade, resultados das operações e situação financeira, se houver decisões contra a instituição resultantes das investigações em curso sobre operações que fez com sociedades off-shore.

"O banco corre o risco de ser objecto de sanções de natureza civil, administrativa ou outra, incluindo coimas, dependendo do resultado das averiguações e procedimentos em causa", previne o Banco Comercial Português no prospecto do aumento de capital cujo período de subscrição começa na próxima quinta-feira.

Além das consequências das investigações por parte das autoridades portuguesas, acresce ainda que "pode ser objecto de averiguações ou procedimentos por parte de outros reguladores", ou ser alvo de "litígios, em Portugal ou qualquer outro lugar, por parte de accionistas ou de terceiros".

Estes litígios, "se decididos em desfavor do banco, podem originar perdas significativas para o banco e fazer baixar os ratings" [avaliação que influencia as taxas a que a instituição se financia no mercado].

Todas estas acções, se resultarem em decisões em "desfavor do banco poderão ter um efeito negativo relevante na sua actividade, resultados das operações ou condição financeira".

Outra consequência que o banco não descarta, pelas infracções que porventura lhe venham a ser imputadas, é ter que vir a fazer novos ajustamentos à situação líquida, a somar à operação já feita este ano, com o abatimento de 300 milhões de euros.

"Não pode ser garantido que não sejam exigidos ao banco novos ajustamentos", lê-se na informação constante num capítulo sobre "factores de risco" integrado na documentação sobre o aumento de capital.

O BCP revela também pela primeira vez os resultados da auditoria interna que fez sobre as actividades das off-shores financiadas pelo banco que estão a ser investigadas.

Em síntese, revela que, entre 1999 e 2002, sociedades sedeadas em centros off-shore adquiriram acções do banco, financiadas por este, que ascendiam em Novembro de 2002, a cerca de 5 por cento do capital social.

Descreve que as acções foram vendidas depois a um grupo empresarial, com actividade no imobiliário, e este assumiu "um passivo líquido para com o Banco de 450 milhões de euros", explica as posteriores transacções com a sociedade Comercial Imobiliária e a ligação desta empresa ao Projecto da Baía de Luanda.

Finaliza informando que "o Banco detém 99,9 por cento do capital social da CI, e, indirectamente, de 54 por cento dos benefícios futuros no Projecto da Baía de Luanda, (participação essa que, segundo duas avaliações independentes efectuadas em Setembro de 2007, está avaliada entre 278.8 milhões de euros e 231.6 milhões de euros)".

in LUSA
Nunca discutas com um idiota, ele arrasta-te ate' ao nivel dele e ganha-te em experiencia.

joao5bento

Dp de um desconto tão grande no aumento de capital, agora explicam... Ui, ui! O que virá aí?  :o
Cumprimentos

"Quer pouco, terás tudo. Quer nada, serás livre."

skygod

"A época de saldos no Banco Comercial Português (BCP) está a atrair os principais accionistas que admitem mesmo reforçar as suas participações no âmbito do aumento de capital no valor de 1,3 mil milhões de euros que arranca já na quinta-feira. É que depois da angolana Sonagol, que detém 5,15%, ter admitido ir até aos 10% e de Stanley Ho manifestar o interesse em controlar 5% do banco (tem hoje 3%), agora é a vez do empresário madeirense Joe Berardo e do Banco Privado Português assumirem que ponderam também aumentar as respectivas participações. Em causa está o megadesconto de 45% para quem já é accionista.

"Consideramos uma grande oportunidade de se poder fazer mais--valias", confessou o empresário ao DN, recusando-se, no entanto, a traçar objectivos quanto ao eventual reforço accionista. Neste momento, Berardo está ainda a analisar o prospecto de aumento de capital. "Tenho quatro pessoas a trabalhar nisso", diz. Este accionista classifica a operação como "o pagamento de um dividendo". E explica: "Como não nos vão pagar dividendos, arranjaram esta forma." Berardo refere-se ao desconto aplicado sobre a cotação actual do título [45%]. O aumento de capital será feito a 1,2 euros por acção, numa emissão de 1083 milhões de novas acções, cuja subscrição vai realizar-se entre 10 e 24 de Abril.

"Considero que é um bom desconto, ninguém tem nada a apontar", refere ainda Joe Berardo, que gostaria que o preço "fosse mais alto". Mas, acrescenta que compreende o preço encontrado, com vista a atrair os actuais accionistas e a não prejudicar os dois bancos internacionais que tomaram firme a operação, a Merrill Lynch e a Morgan Stanley.

Também João Rendeiro, presidente do conselho de administração do Banco Privado Português (BPP), diz que "o preço é bom" e que por isso está a ponderar um eventual reforço no BCP. O banqueiro assume, no entanto, que o reforço dependerá das condições do mercado. Para já, o BPP tem autorização do Banco de Portugal para adquirir uma participação superior a 5% (neste momento detém 2,5%).

O preço convidativo, segundo operadores do mercado contactados pelo DN, deve-se em grande parte à depressão financeira causada pelo subprime, em que o sector bancário se assume como o epicentro. As boas condições deverão por isso levar a que accionistas como a Eureko, BPI, Teixeira Duarte, Sabadell, EDP, CGD, JP Morgan ou UBS também acompanhem o aumento de capital.

Prospecto faz alertas

Apesar do preço atractivo, o BCP advertiu o mercado dos riscos que corre, com efeitos negativos na actividade, resultado das operações e situação financeira, se houver decisões contra a instituição resultantes das investigações em curso sobre operações que fez com sociedades offshores. "O banco corre o risco de ser objecto de sanções de natureza civil, administrativa ou outra, incluindo coimas, dependendo do resultado das averiguações e procedimentos em causa", previne o BCP no prospecto do aumento de capital. Além das consequências das investigações por parte das autoridades portuguesas, acresce ainda que "pode ser objecto de averiguações ou procedimentos por parte de outros reguladores", ou ser alvo de "litígios, em Portugal ou qualquer outro lugar, por parte de accionistas". Estes litígios, "se decididos em desfavor do banco, podem originar perdas significativas para o banco e fazer baixar os ratings" [avaliação que influencia as taxas a que a instituição se financia no mercado]. Outra consequência que o banco não descarta é ter de vir a fazer novos ajustamentos à situação líquida, a somar à operação já feita este ano, com o abatimento de 300 milhões de euros."

in DN Online
Nunca discutas com um idiota, ele arrasta-te ate' ao nivel dele e ganha-te em experiencia.

favieira

Mas qual desconto, se o preço das antigas acções será ajustado a 1.910!!! dos 2.12 de sexta-feira!

vcobra

boas
retirar algumas duvidas.
Perguntas e respostas sobre o aumento de capital do BCP
O que é um aumento de capital?

É uma operação que permite ao banco financiar a sua actividade, pedindo mais dinheiro aos seus accionistas, através da emissão de novas acções. A emissão é habitualmente reservada aos accionistas, e as acções vendidas a desconto face à cotação no mercado.

Quantas novas acções vão ser emitidas?

Serão emitidas 1.083.270.433 acções, com um valor nominal de 1 euro. Uma vez completa a operação, o capital do BCP passará a ser representado por um total de 4.694.600.000 acções.

A que preço serão vendidas as novas acções?

As acções serão vendidas com um prémio de 20% sobre o valor nominal, ou seja, a 1,20 euros cada uma. O BCP vai encaixar 1.300 milhões de euros com a operação.

O que acontece às acções do BCP?

A partir de hoje, as acções deixam de negociar com direito aos novos títulos do aumento de capital, pelo que a cotação será ajustada para um valor teórico de 1,91 euros. Este preço corresponde à soma da actual capitalização bolsista com o valor do aumento de capital, a dividir pelo número total de acções após a operação.

E se eu tiver acções do BCP?

O valor das suas acções no mercado é também ajustado de 2,12 (cotação de fecho na sexta-feira) para 1,91 euros. Em contrapartida recebe direitos de subscrição, cujo valor teórico actual é a diferença entre os 1,91 e os 1,20 euros, multiplicado pelo factor 0,299964435, ou seja 21 cêntimos.

Como posso subscrever o aumento de capital?

Para subscrever o aumento de capital terá de dar ordem ao seu intermediário financeiro. Pode fazê-lo entre as 8h30 do dia 10 de Abril e as 19h00 do dia 24 de Abril. Para saber o custo das ordens consulte o seu banco.

A quantas acções vou ter direito?

O BCP vai aumentar o capital em cerca de um terço. O factor de atribuição é de 0,299964435. Para calcular com quantas acções vai ficar basta multiplicar o número de acções que detém pelo factor referido. O arredondamento é por defeito, ou seja, para baixo. Se exercer os direitos, por cada 100 acções que detenha vai receber 29.

E se eu não quiser subscrever o aumento de capital?

Não se pode esquecer de dar ordem ao seu intermediário financeiro para a venda dos seus direitos de subscrição em bolsa. Os direitos poderão ser transaccionados entre os dias 10 e 18 de Abril. O valor teórico face ao preço de fecho de sexta-feira é de 0,21 euros, mas o preço irá variar em função da cotação do BCP e da procura que existir pelos direitos.

Não tenho acções do BCP. Como posso ir ao aumento de capital?

Comprando direitos de subscrição em bolsa e dando ordem de subscrição ao seu intermediário financeiro. Além do preço que paga pelos direitos terá de pagar 1,20 euros por cada acção.

A ordem de subscrição é irrevogável?

Não. Pode dizer ao seu intermediário financeiro que quer cancelar a ordem de subscrição. Mas só pode fazê-lo até dia 20 de Abril.

Quando tem de estar o dinheiro na conta para comprar as acções?

Na data de liquidação das acções no Banco de Portugal, no dia 29 de Abril.

Quando vou poder transaccionar as novas acções?

As acções são admitidas à Euronext Lisbon no dia 6 de Maio. A partir desta data pode negociar as acções adquiridas no aumento de capital.

bons negocios para todos. ate

skygod

"Saiba quantas acções vai receber"

Calculadora para o aumento de capital do BCP

O período de subscrição de acções no aumento de capital do Banco Comercial Português arranca na quinta-feira e no mesmo dia inicia a negociação em bolsa dos direitos. O Jornal de Negócios elaborou uma calculadora "online" para saber quantas acções vai poder subscrever, qual o investimento que tem que fazer e para saber se a operação está a positiva ou negativa para a sua carteira.

---> http://www.negocios.pt/upload/CN/PDFs/calculadora_bcp_2008.xls


Assim acabam-se as dúvidas acerca desta matéria.

PS. nao estou a tentar tirar o lugar ao tiago, apenas antecipei-me  ;D

Saudaçoes e bons negocios.
Nunca discutas com um idiota, ele arrasta-te ate' ao nivel dele e ganha-te em experiencia.