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O futuro dos automóveis na Terra...Algumas sugestões!!! ;)

Iniciado por tiagodandre, Maio 23, 2008, 17:20

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tiagodandre

O filme que destaca o retrocesso na história da humanidade...pois neste momento a nossa dependência do petróleo já poderia ser bastante inferior..... ::)

O que se passou?.... ::) ??? :-X

Espero que sirva para reflexão da nossa comunidade... >:( :-X ;)


Trailer:



Who Killed the Electric Car? (Part 1 of 11)



Who Killed the Electric Car? (Part 2 of 11)



Who Killed the Electric Car? (Part 3 of 11)



Who Killed the Electric Car? (Part 4 of 11)



Who Killed the Electric Car? (Part 5 of 11)



Who Killed the Electric Car? (Part 6 of 11)



Who Killed the Electric Car? (Part 7 of 11)



Who Killed the Electric Car? (Part 8 of 11)



Who Killed the Electric Car? (Part 9 of 11)



Who Killed the Electric Car? (Part 10 of 11)



Who Killed the Electric Car? (Final Part 11 of 11)



Cump.
"Aprenda com os erros alheios. Não viverá o bastante para cometer todos os erros." (Martin Vanbee)

"Investir em conhecimento rende sempre os melhores juros." (Benjamin Franklin)

tiagodandre

#1
Realmente, acho que só assim....parece que um EV é uma coisa do outro mundo?!! Para Americanos...e não só!

Tom Hanks GM EV1, saving the world Dave



Danny DeVito, Who Killed My Car?




O preconceito....carros elétricos são mais lentos.... :D ::) E mais qualquer coisinha...

Dodge Viper 500 hp Vs Tzero Electric Car - See Who Wins



Electric Car races V10 Porsche GT and Ferrari 0-60 in 3 sec.



E muitos mais exemplos existem (o youtube é uma grande ferramenta)....com outras tecnologias...estaremos assim tão dependentes do petróleo, ou são os grandes interesses económicos que nos fazem pensar desse modo?

Existem alternativas, há muito tempo....porque é que não há investimento?


Cump.
"Aprenda com os erros alheios. Não viverá o bastante para cometer todos os erros." (Martin Vanbee)

"Investir em conhecimento rende sempre os melhores juros." (Benjamin Franklin)

.angel.

Olá Tiago...

...é um bom tema, e uma boa pergunta.

Vou fazer um achega ao problema, sem ter visto os vídeos que colocaste, embora já conheça alguns.


Assim de repente, podemos ter a noção que um carro eléctrico não polui... e estamos a baixar a dependência do petróleo. Na realidade, isto não é bem assim.

Não sei de cor a percentagem, mas usaremos a expressão "grande parte"... ora bem, grande parte da energia eléctrica que utilizamos (nos dias que correm) vem da combustão de combustíveis.
Isso faz com que a energia para chegar ao nosso carro, tenha:

  • perdas no processo de transformação da energia calorífica da combustão para energia eléctrica
  • perdas no transporte de energia até nossa casa
  • perdas após o armazenamento nas baterias do veículo e enquanto não é utilizado
  • perdas no processo de transformação da energia eléctrica para energia cinética (colocar o veículo em movimento)

Ora bem... isto são muitas perdas até se chegar ao nível que queremos.
Num carro "normal"... apenas temos de transformar a energia da combustão para a energia cinética.

Ora bem... sendo a proveniência da energia cinética provavelmente a mesma - derivados do petróleo - é tudo uma questão de rendimento... ora se um carro puramente eléctrico tem todas aquelas fontes de perda de energia... o rendimento final dificilmente lhe será favorável em relação a um carro "normal".
Isto não quer dizer que os processos não sejam possíveis de ser melhorados e as perdas sejam cada vez menos... e aí passe a justificar-se um carro puramente eléctrico, mas julgo que ainda estamos algo longe de atingir tal estágio.

Então, qual é o caminho presente de melhoria deste problema?
Diria que (na minha opinião) há 2:



  • Melhorar o rendimento dos próprios carros.
    Por exemplo, os carros híbridos... a Honda tem um que reutiliza toda a força que é usada nas travagens para carregar baterias, estas baterias depois servem motores próprios para acelerações (o motor eléctrico está mais vocacionado para esta função) e sempre que o carro está embalado, usa mais o motor de combustão (que é nestes casos em que tem melhores performances). Por acaso, não tenho presente se o Toyota Prius tem o mesmo princípio.
    - A VW tem um sistema que acho que não é híbrido, mas que o motor tem a capacidade para ligar e desligar cilindros mediante as necessidades e com isso baixar os consumos.
    -Também os sistemas Turbo, que fizeram os Diesel ganhar tanto terreno aos motor a gasolina... a VW fez um Turbo a gasolina e parece que tem consumos fantásticos.
    -Devem haver mais soluções por aí no sentido de melhorar o rendimento
  • Outra solução... e esta bem mais transversal às nossas vidas é determinar outras fontes de energia.
    O aproveitamento de energia solar tem dado grandes saltos li há uns 3 anos uma empresa que fazia painéis solares que eram transparentes e permitiam fazer janelas... já estão a ver a quantidade de janelas que há por aí!!
    Agora tem-se visto muito o aproveitamento de energia eólica... e também esta tecnologia tem melhorado bastante os redimentos de conversão de energia.
    Quando tirei o curso, um dos meus professores falou que Portugal nunca colocou a hipótese de ter uma central nuclear, porque o consumo do País não justificava tal capacidade de produção... mas nos dias de hoje, julgo que já pode justificar, e há sempre a possibilidade de exportação de energia. E... as tecnologias já são bem mais seguras.
    O aproveitamento de energia das marés parece que tem um potencial imenso.

    A capacidade de produzir ou aproveitar energia de outras fontes que não os combustíveis, poderia permitir o uso de veículos (e outros aparelhos) puramente eléctricos.



Digamos que sou a favor de carros eléctricos... mas não sei se deveria ser para já!
Ainda bem que se fala nestas coisas... acho que embora pelas razões erradas, refiro-me ao preço dos combustíveis, andamos agora à procura de alternativas, que esperemos serem melhores para o ambiente.


Só agora no fim de todo este "discurso" me lembrei de algo que também nos temos esquecido bastante. Transportes públicos... aposta-se pouco nesta área... mas não vamos só apontar o dedo aos políticos por não potenciarem o transportes, mas também aos utilizadores também estes apostam pouco nesta área, a maior parte das pessoas passa a usar estes transportes, não porque esteja preocupada com os escassear dos combustíveis ou as questões ambientais, mas sim por causa do preço dos combustíveis estar a subir.
(mas ajudava mais se a classe política apostasse mais nesta área)



Bom, já me estendi demais no discurso....  ;D
Espero que o que escrevi dê para as pessoas pensarem e que obviamente contraponham com o que não concordam. :)


(devem aparecer pelo meio do texto alguns erros de português... mas não me apetece muito rever o post!) ;D

DUARTINI

Localizavas a poluição nas centrais eléctricas, em vez de ser poluição distribuida por tudo quanto é canto. Não é vantagem suficiente?
http://strapon.pt    http://sersexy.net

.angel.

Citação de: DUARTINI em Maio 26, 2008, 17:44
Localizavas a poluição nas centrais eléctricas, em vez de ser poluição distribuida por tudo quanto é canto. Não é vantagem suficiente?

Eu sabia que isto ia fazer mexer um bocado o tópico! 8)


Essa pode, de facto, ser uma vantagem... e em que podes aproveitar para desenvolver soluções de despoluição próprias e mais eficazes para as centrais eléctricas. :)

Mas se com isso estiveres a gastar mais combustíveis... estás também a esgotar as reservas que tens, com as consequências que conheces.


Repara que não estou contra essa solução... simplesmente, não me parece que seja a mais indicada no imediato... e que é preferível tentar chegar-se a compromissos tanto de rentabilidade, como de preocupação para com o ambiente.

Mas o que disseste também acho que é uma grande vantagem!!! :)

DUARTINI

Possivelmente até compensa investir em 2 ou 3 m2 de painéis fotovoltaicos, metê-los no telhado da casa e aproveitar a energia absorvida durante o dia para carregar a bela da bateria do automóvel eléctrico. Seria necessário investir também num ondulador para converter a corrente eléctrica contínua produzida pelos painéis em corrente alternada. Vou-me informar mais sobre o preço total que seria preciso investir no sistema.
http://strapon.pt    http://sersexy.net

tiagodandre

#6
Primeiro antes demais, obrigado .angel. pela resposta....estava a ver que um tópico destes mesmo numa altura de alta (altíssima) cotação do crude, não iria ter nenhuma resposta...enfim continuando...


Eu por acaso já à bastante tempo que tenho em consideração esta temática, inicialmente por motivos ecológicos, e cada vez mais financeiros... ;)  ::)

Relativamente aos Automóveis híbridos....já conhecia! No entanto, no meu entender a evolução deve ser feita para energia 100% renovável, sem recurso a reservas fósseis...destaquei o carro eléctrico pois ultimamente tem-se falado nas diferentes formas de obter energia eléctrica através do "going green"...

Acho que os híbridos deverão ser apenas um patamar de transição, uma vez que o hidrogénio continua a necessitar de mais uma década para ser sustentável (pelo menos é o que eles referem ainda...no entanto já falavam em 10/15 à 20 anos atrás... ??? ::)

GPL para mim não é solução (apesar de mais económico), pois voltamos quase ao mesmo...

Ou seja, resta: O carro eléctrico... ;) E pelos diferentes estudos que tenho visto, é bastante sustentável  e não se justifica a falta desses carros no mercado, metes um painel solar ou uma torre eólica (se tiveres bom vento) na tua casa e começas a produzir para a casa, carro e se calhar ainda vendes à EDP.... ;) Claro que não é assim tão fácil, pois o investimento inicial é elevado, mas a tecnologia está a ficar cada vez mais barata, e depois desta nova regulamentação, ficou mais acessível a venda de produtos para particulares.


Cump.

Fica um site interessante: http://www.hybridcars.com/


Um vídeo bem antigo...aliás o inventor até já morreu (alguns até defendem que ele foi assassinado)

Water Car Inventor




Mais sobre Stan Meyer:

Run Your Car On Water Today: STAN MEYER KILLED Pt 1



Run Your Car On Water Today: STAN MEYER KILLED Pt 2




E o Anúncio da Quercus .... :D
"Aprenda com os erros alheios. Não viverá o bastante para cometer todos os erros." (Martin Vanbee)

"Investir em conhecimento rende sempre os melhores juros." (Benjamin Franklin)

.angel.

Citação de: DUARTINI em Maio 26, 2008, 18:28
Possivelmente até compensa investir em 2 ou 3 m2 de painéis fotovoltaicos, metê-los no telhado da casa e aproveitar a energia absorvida durante o dia para carregar a bela da bateria do automóvel eléctrico. Seria necessário investir também num ondulador para converter a corrente eléctrica contínua produzida pelos painéis em corrente alternada. Vou-me informar mais sobre o preço total que seria preciso investir no sistema.

Infelizmente, não tenho grande conhecimento de preços... mas era um excelente contribuição para o post (e obvimente, para o fórum)!!
Se depois puderes deixar aqui informação sobre isso era excelente! :)

Citação de: tiagodandre em Maio 26, 2008, 18:37
Relativamente aos Automóveis híbridos....já conhecia! No entanto, no meu entender a evolução deve ser feita para energia 100% renovável, sem recurso a reservas fósseis...destaquei o carro eléctrico pois ultimamente tem-se falado nas diferentes formas de obter energia eléctrica através do "going green"...

Acho que os híbridos deverão ser apenas um patamar de transição, uma vez que o hidrogénio continua a necessitar de mais uma década para ser sustentável (pelo menos é o que eles referem ainda...no entanto já falavam em 10/15 à 20 anos atrás... ??? ::)

Yep... concordo! Aliás, era mais ou menos isso que estava a tentar "vender" no meu extenso discurso lá em cima!  8)
Ou seja... no curto prazo... dadas as condicionantes a aposta ser nas rentabilidades dos processos... e no longo prazo obter energia (normalmente na forma eléctrica) de fontes que não se esgotem e não poluam.

O hidrogénio... não sei ainda muito bem qual será o futuro... parece que até agora, para se produzir células de combustível de hidrogénio, se gasta mais energia do que a que depois se consegue obter delas. Não sei bem qual será o futuro... mas todos nós sabemos que quando a malta se empenha, descobrem soluções engenhosas. :)

Citação de: tiagodandre em Maio 26, 2008, 18:37
GPL para mim não é solução (apesar de mais económico), pois voltamos quase ao mesmo...

Também não acho que seja solução... nos dias de corre, pode ser considerado uma alternativa, mas não propriamente uma solução.
E o mesmo para os combustíveis obtidos de cereais e coisa e tal... andamos nós com meio mundo a morrer à fome e ao mesmo tempo a transformar cereal ou plantas em combustível. Novamente, pode ser encarado como uma alternativa temporária... mas não solução. Mas, nem sei se pode ser considerado como uma grande alternativa.

Citação de: tiagodandre em Maio 26, 2008, 18:37
Ou seja, resta: O carro eléctrico... ;) E pelos diferentes estudos que tenho visto, é bastante sustentável  e não se justifica a falta desses carros no mercado, metes um painel solar ou uma torre eólica (se tiveres bom vento) na tua casa e começas a produzir para a casa, carro e se calhar ainda vendes à EDP.... ;) Claro que não é assim tão fácil, pois o investimento inicial é elevado, mas a tecnologia está a ficar cada vez mais barata, e depois desta nova regulamentação, ficou mais acessível a venda de produtos para particulares.

Para mim... o estágio final é irmos parar a carros eléctricos. Falta ver o caminho que se tem que fazer até lá. :)

Paff

CitaçãoPara mim... o estágio final é irmos parar a carros eléctricos. Falta ver o caminho que se tem que fazer até lá.

Viva,

Talvez passe por aí parte da solução. Contudo, pelo que pude ler e ouvir, a grande ambição passa por veículos movidos a hidrogénio. O hidrogénio é o elemento mais comum no universo. Qualquer país do Mundo tem capacidades teóricas de produção. As suas características de combustão são superiores às da gasolina ou gasóleo, restando apenas 2 factores como principais entraves.

Por um lado, do lado da produção, a tecnologia mais dissemidada passa pela gaseificação do carvão. O gás proveniente do carvão, quando aquecido gera hidrogénio. Contudo, a sua reacção com o vapor liberta CO2, o que em última análise diminui as potencialidades ambientais desta opção. O caminho terá necessáriamente de passar pelo processo de electrólise, derivada de energias renováveis, que necessita contudo de ganhar escala industrial.

A outra questão prende-se com a armazenagem e distribuição. Se do lado da distribuição, o problema poderá ser resolvido com alguma vontade política e com a criação da necessidade de hidrogénio nas populações; do lado da armazenagem é tudo um pouco mais complicado. Evoluções de materiais às escala nanotecnológica certamente propiciarão essa possibilidade, mas estamos ainda em fase evolutiva.

Para mais informações proponho que leiam sobre o notável exemplo Islandês, aquela que já é a maior, e possivelmente única, economia de hidrogénio do Mundo.

Obrigado pelo vosso tempo,

Paff

tiagodandre

#9
Oi...

Actualmente a oferta penso que se mantenha esta:




Mas no entanto certas notícias lançam a esperança em novas ofertas....


Governo chinês prefere carros híbridos aos diesel

As autoridade chinesas aconselharam os construtores automóveis locais a apostar nos motores híbridos e eléctricos, em detrimento dos diesel
Construtores automóveis europeus, como o grupo PSA ou Volskwagen, terão mais dificuldades em comercializar os seus veículos diesel no mercado chinês.

As autoridades políticas locais, através do National Development and Reform Comission (NDRC), decidiram incentivar os construtores chineses a desenvolveram motores híbridos e eléctricos em vez dos diesel.

Os principais beneficiados serão os construtores nipónicos Toyota e Honda, uma vez que obtêm as condições políticas necessárias para comercializarem as respectivas frotas de veículos híbridos que já possuem em portfólio.

O acelerado crescimento económico da China tem sido sustentado numa indústria altamente poluente. Agora as autoridades chinesas pretendem reduzir a dependência do petróleo.

Vários construtores chineses já desenvolvem veículos híbridos, como a Chang'an e Chery. Outras, como o BYD e Haima, optaram por criar veículos totalmente eléctricos.



Honda quer reduzir preço de carro híbrido
26/05/2008

A Honda Motors anunciou recentemente os planos para lançar um veículo híbrido de baixo custo no Japão, América do Norte e Europa no início de 2009, em mais uma tentativa de se aproximar da Toyota Motors na corrida pelos automóveis verdes, como mostra a "Gazeta Mercantil" desta segunda-feira.

Os veículos híbridos ainda ocupam uma pequena parcela no mercado global de automóveis, parcialmente por causa de seus custos maiores para clientes e montadoras, apesar de os veículos convencionais conviverem com o cenário do aumento do preço do petróleo. Esses automóveis produzem baixas emissões de gases e são eficientes em termos de consumo de combustível.

As duas principais montadoras do Japão lideram a indústria na tecnologia de economia de combustível híbrido, utilizando motores tanto a combustão quanto elétricos, tendo a Toyota dominado as vendas com o modelo Prius. Os veículos híbridos atualmente são cerca de US$ 5 mil mais caros que carros gasolina, valor que o presidente-executivo da Honda, Takeo Fukui, vê diminuir para cerca de US$ 2 mil na próxima geração da tecnologia.

O vice-presidente executivo da Honda, Koichi Kondo, informou que a montadora espera abaixar o preço do veículo para 2 milhões de ienes (US$ 19.290). A Honda vende atualmente um veículo híbrido, versão do sedan Civic, que custa cerca de 2,3 milhões de ienes. A montadora espera vendas anuais de 200 mil unidades do novo modelo.

A maior montadora do mundo, General Motors, também está atenta a nova onda mundial. A GM desenvolveu o Volt, que tem previsão de chegar ao mercado norte-americano em 2010 e conta com dois motores elétricos, com um total de 160 HP e um motor de combustão apenas para recargas emergenciais da bateria. A autonomia é de cerca de 60 Km.

"Aprenda com os erros alheios. Não viverá o bastante para cometer todos os erros." (Martin Vanbee)

"Investir em conhecimento rende sempre os melhores juros." (Benjamin Franklin)

tiagodandre

"Aprenda com os erros alheios. Não viverá o bastante para cometer todos os erros." (Martin Vanbee)

"Investir em conhecimento rende sempre os melhores juros." (Benjamin Franklin)

Broker_Invest

Quando é que saem estas belas maquinas para o mercado Nacional ?  O governo deveria impor por obrigaturidade um membro da familia ter um carro "VERDE" e ao mesmo tempo seja possivel dedusivel no IRS.
Isto sim iria estimular a venda de carros eclógicos e os barrões do Petróleo começavam a "piar fininho", além disso temos que olhar para o nosso planeta AZUL , se não qualquer dia é um mundo de gases tóxicos.

Abraço e bons negócios.

Não há mal que perdure e bem que dure sempre

tiagodandre

#12
Pois....Inevitavelmente terão de ser os governos a dar o exemplo, e a proporcionar vantagens para o "going green"...aliás, não faz sentido que tecnologias puras paguem o mesmo imposto que as poluentes... ::)


Segue mais uma rodada de informação.... :D ...o .angel. deu-me corda e agora não paro...lol


Ambição e visão da Renault...a pensar mais nas "taxas", mas enfim.... ::)

"Os carros eléctricos são o futuro"

Carlos Ghosn, CEO da Renault conseguiu tirar um dia da sua ocupada agenda e veio a Portugal falar com alguns jornalistas.

(Sara Piteira Mota)

O Diário Económico foi dos poucos jornais portugueses que puderam estar nessa mesa redonda, numa conversa que incidiu sobre o futuro, os desafios de produzir um carro eléctrico e os entraves na implementação de uma nova tecnologia, num mercado dominado pelo diesel.

Já se fizeram carros eléctricos, mas nunca foram bem sucedidos. O que é preciso fazer para mudar este cenário?
Um carro eléctrico tem uma bateria que precisa de ser carregada de energia, tal como um depósito precisa de ser abastecido com combustível. Para que estes carros sejam um sucesso, é preciso haver economia, ou seja, abastecer uma bateria tem que sair mais barato do que encher o depósito de gasolina.

Como é que se vai encontrar essa economia?
É preciso estudar cada um dos mercados/países em particular. É necessário comparar o custo da gasolina por quilómetro e da energia por quilómetro. Mas estou confiante, pois na Europa existe muita energia eléctrica e várias formas diferentes de a obter (eólica, hidráulica, solar, nuclear, etc).

Quem compra o carro eléctrico tem que comprar várias baterias?
Não. O cliente é dono do carro, mas não da bateria. O sistema irá funcionar da seguinte maneira: o cliente paga uma taxa mensal que lhe permite "atestar" a bateria 20 vezes, nos diversos postos de abastecimento. Caso precise urgentemente de uma bateria, pode também chegar a um posto e trocá-la por outra. É inevitável que os sistema de vendas mudem.

Quando vamos ter à venda carros eléctricos?
A tendência é para que as vendas arranquem para os clientes empresariais e só depois aos particulares. Em 2012 vamos ter vários modelos de carros eléctricos, com um design 'sexy' e tecnologia Nissan nos países que tiverem feito acordo connosco. O primeiro acordo já está assinado com Israel, que começa a receber os carros em 2010.

A Nissan vai produzir somente os carros?
Não vamos limitar-nos a produzir apenas o carro e a bateria, pois queremos estar envolvidos também na rede de distribuição e nos postos de recarregamento das baterias. Se for preciso fazemos uma 'joint-venture' em cada país.

E há outros fabricantes a apostas nestes carros?
Estamos na linha da frente na produção de carros eléctricos em termos de inovação, contratos assinados e produtos. Garanto que em 2010 vamos ter carros a energia eléctrica em Israel, onde as infra-estruturas se estão a adaptar aos carros da Nissan. Somos a única empresa no mundo que já se comprometeu a fazê-lo oficialmente. Em relação aos outros fabricantes, não sei o que estão a fazer. Mas nos países onde já tivermos o sistema Nissan implementado, quem chegar depois vai ter que se adaptar.

Os carros a hidrogénio não interessam?
Vamos continuar a desenvolver a tecnologia, mas a distribuição e comercialização de carros a hidrogénio vai ser muito mais complicada do que carros movidos a energia.


Perfil: Carlos Ghosn
Nasceu em 9 de Março de 1954, em Porto Velho, no Brasil, mas é de ascendência libanesa. Quando exercia o cargo de presidente da Renault em 1999, recebeu a missão de recuperar a Nissan. Actualmente, Ghosn divide o tempo entre Paris e Tóquio, mantendo casa nas duas cidades. Desloca-se de jacto particular,

http://diarioeconomico.sapo.pt/edicion/diarioeconomico/edicion_impresa/empresas/pt/desarrollo/1119826.html



Dinamarca recebe automóveis eléctricos Renault-Nissan
[ 2008/03/28 | 19:18 ]

A Renault-Nissan e a Project Better Place anunciaram a segunda fase de desenvolvimento na sua estratégia de automóveis de zero emissões, na Dinamarca.

Em 2011, a Renault irá fornecer aos Dinamarqueses automóveis 100% eléctricos, com zero emissões e performances semelhantes às de um motor a gasolina. A Nissan, através de uma filial comum com a NEC, concebeu uma bateria de ião de lítio que responde às necessidades de um veículo eléctrico e assegurará a sua produção em grande escala.

No mesmo âmbito, a Dinamarca está a reunir as condições necessárias à comercialização em larga escala de automóveis eléctricos. O governo Dinamarquês apoiará os clientes através de incitações fiscais, a Renault fornecerá os automóveis eléctricos e a Better Place Denmark construirá uma rede de recarga das baterias em todo o território nacional.

Este anúncio vem na sequência da assinatura a 21 de Janeiro de 2008 em Jerusalém, de um "memorandum of understanding" entre a Renault e a Project Better Place para a primeira comercialização em larga escala de automóveis eléctricos.



Dinamarca quer que carros elétricos sejam maioria até 2015

A Dinamarca quer transformar a maior parte de sua frota de automóveis para veículos elétricos. O Ministério do Transporte e Energia do país escandinavo está estudando alternativas para implementar a mudança até 2015.
O governo dinamarquês está trabalhando em conjunto com uma empresa israelense de investimentos na implantação da frota de veículos elétricos. O plano é promover o uso de veículos elétricos capazes de rodar até 150 quilômetros por carga.

Os carros serão abastecidos por uma rede de até 500 estações de recarga espalhadas pelo país, que funcionarão de forma semelhante aos postos de gasolina. A idéia é que os usuários não sintam uma diferença considerável no funcionamento do sistema.

A Dinamarca tem apenas 5,5 milhões de habitantes e cobra os impostos mais altos do mundo para a aquisição de automóveis, acima de 70%. Para ajudar a convencer os cidadãos, o governo estuda promover incentivos fiscais, tanto para o público como para as empresa envolvidas.


Cump.
"Aprenda com os erros alheios. Não viverá o bastante para cometer todos os erros." (Martin Vanbee)

"Investir em conhecimento rende sempre os melhores juros." (Benjamin Franklin)

portela

11 RAZÕES EM PROL DO GPL

Por agora o futuro passa sem dúvida pelo GPL.

1- Posso comprar um bom carro a gasolina recente, embora em segunda mão, por um preço muito bom...ex BMW, AUDI, FORD, RENAULT.
2- A instalação GPL ronda os 1000,00€ .
3- O veículo mantém a funcionalidade a gasolina caso seja necessário.
4- O número de postos de abastecimento está a aumentar.
5- O preço do GPL é METADE do preço do gasóleo.
6- Com cerca de 35,00€ de GPL faço 800 km num veículo de 1.600 c.c..
7- Não se notam falhas de rendimento num veículo a GPL. Caso queira abusar numa tarde de verão...posso sempre passar para gasolina com um  simples clique num botão e nem noto a mudança de combustível no acelerador.
8- As emissões gasosas são menos prejudiciais ao meio ambiente.
9- As revisões do veículo são menos dispendiosas do que num sistema Diesel.
10- O único senão, penso ser o baixo valor comercial do veículo no acto de troca.
11- O gasóleo vai chegar em Dezembro aos 1,50 € por litro e o Gpl nao passará dos 0,8€ o litro.

Eu vou entrar neste título!  Duvidam?

Cumprimentos e bons negócios (tb fora da bolsa...)


DUARTINI

Publicado dia 5 Fevereiro 2007 pelo Diário Económico (O que é certo é que o Sócrates agora é que podia vir falar sobre isto)


"Carros chineses chegam a Portugal em 2008
As intenções de Hipólito Pires estão dependentes da homologação dos carros para o mercado europeu. Seguem-se automóveis comerciais e híbridos de passageiros.

Hermínia Saraiva, em Xangai

Ao fim de dois anos de negociação, Hipólito Pires chegou a acordo com os chineses da BYD para importar para Portugal, Angola e Cabo Verde os carros da marca chinesa. O contrato foi assinado na sexta-feira num evento que contou com a presença do primeiro-ministro e pressupõe a comercialização de veículos ligeiros de passageiros. Por cumprir ficou a assinatura de um segundo contrato que pressupõe a importação de veículos comerciais.

A viagem de José Sócrates ficou marcada pela assinatura de cerca de três dezenas de acordos comerciais entre empresas portuguesas e chinesas durante cerimónias públicas que contaram com a presença da ampla comitiva que acompanhou o primeiro-ministro. Hipólito Pires, presidente da Hipogest, foi a excepção neste programa. Na sexta-feira, após uma prova de vinhos que ocorreu num hotel de Xangai, o empresário assinou, na presença do PM e dos membros do Governo que o acompanharam, enquanto a restante comitiva aguardava nos carros a partida para o aeroporto, o contrato de importador exclusivo da marca chinesa de automóveis BYD.

"Estamos em negociações há dois anos e o que assinamos foi um contrato e não um simples acordo, existem obrigações de parte a parte", explicou Hipólito Pires ao Diário Económico para justificar a cerimónia reservada. De acordo com o empresário, a comercialização deverá ter início em 2008 - uma vez cumpridas as exigências necessárias à homologação dos veículos –, a partir de uma rede de cerca de 30 concessionários. "O contrato pressupõe que ajudaremos a BYD a homologar os carros na Europa, o que espero que aconteça em dois ou três meses", afirmou Hipólito Pires.

Para já, Portugal é o único país europeu abrangido pelo contrato assinado entre as duas empresas, existindo, no entanto, a possibilidade de vir a entrar num segundo mercado. Em Angola e Cabo Verde as vendas terão início de imediato.

Hipólito Pires não esclarece sobre os valores de comercialização dos carros, apenas dizendo que a marca tem um 'portfolio' que vai desde veículos do segmento B, do tipo Toyota Yaris segundo o empresário, até ao segundo D (Audi A4). "Os carros são à partida mais baratos, mas em Portugal existe uma componente de imposto muito forte que aproxima os preços", afirma.

Nos planos da Hipogest está igualmente a importação de veículos eléctricos ou híbridos, também estes fabricados pela BYD, e a comercialização de automóveis comerciais. De acordo com Hipólito Pires o contrato de representação deveria ter sido assinado na quinta-feira, também em Xangai, mas a necessidade de introduzir alterações contratuais levou ao adiamento da celebração do acordo.

Esta não é a primeira vez que o empresário avança com a possibilidade de comercializar em Portugal carros fabricados na República Popular da China. Há pouco mais de um ano anunciou que estava em negociações com a marca Geely, mas ainda não foi possível chegar a acordo.


Das baterias aos automóveis
Criada em 1995, a BYD chegou à liderança do mercado mundial de baterias em 2003. No mesmo ano a empresa adquiriu a Tsinchuan Automobile Company, dando os primeiros passos na indústria automóvel. Com uma forte componente de investigação e desenvolvimento, a empresa gere o BYD Auto Institute, que congrega mais de  três mil investigadores, responsáveis pela criação de oito novos modelos. O construtor chinês produz actualmente carros tradicionais, mas também veículos eléctricos e híbridos.
Tendo começado a trabalhar com uma equipa de 30 pessoas, a BYD emprega actualmente mais de 40 mil em todo o mundo – tem fábricas na China, Japão e Espanha – e apresenta uma capitalização bolsista (está listada na bolsa de Hong Kong) de mais de 148 milhões de euros (15 mil milhões de dólares de Hong Kong).


Produzir em Portugal
Ao trazer os carros da BYD para Portugal, Hipólito Pires está apenas a abrir a porta para a companhia chinesa, cujas intenções de investimento vão muito para além dos automóveis. A BYD – que é actualmente a maior fabricante mundial de baterias para telemóveis – poderá vir a instalar uma fábrica em Portugal. A intenção de abrir uma unidade de produção na Europa foi avançada
ao Diário Económico pelo parceiro para o mercado português, Hipólito Pires, que terá sido consultado pela empresa no sentido de prestar assessoria neste investimento. "A BYD é líder mundial neste segmento, e é pelo desenvolvimento da tecnologia que chegam aos híbridos e carros eléctricos", explica Hipólito Pires, que terá como função facilitar os contactos da empresa chinesa com os responsáveis portugueses. Nem Basílio Horta, presidente da API, nem o ministro da Economia Manuel Pinho, conhecem as intenções de investimento da BYD."

http://www.byd.com/
http://strapon.pt    http://sersexy.net