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Com uma aparente retoma dos Mercados nos USA e Europa..nos por cá..PSI?

Iniciado por xubi2, Maio 30, 2008, 22:33

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xubi2

Acompanhemos o mercado cambial



De momento, a situação é claramente complicada, sobretudo porque os principais índices de peso não perderam as zonas de suporte, como é o caso do Dax Xetra, do Nikkei e do S&P500. Tudo aponta para que, a qualquer momento, os índices recuperem em força, sobretudo porque a sobrevenda acumulada não pode durar muito mais tempo. Sempre dissemos que nada cai indefinidamente, pois ainda que se trate de uma tendência baixista, acabam sempre por registar-se retomas intermédias que tendem a ser bastante violentas, proporcionais às quedas. Talvez o mercado cambial, que se mantém há muito tempo num amplo intervalo lateral, possa dar-nos uma pista. Em teoria, se o euro superar o nível de resistência dos 1,5820 dólares, isso será mau para os mercados bolsistas, pois poderemos assistir a uma nova escalada da moeda única europeia e do petróleo, já que nos últimos meses temos vindo a observar uma clara correlação entre ambos. 


xubi2

Portugal PSI20 8904 (-1.11%) Portucel 2.030 (-2.52%) Soares da Costa 1.290 (-11.64%)

A recuperação da maioria das bolsas europeias não foi o suficiente para animar o mercado nacional que continou a ser fustigado por ordens, quase ininterruptas de vendas.
Mesmo assim, um grupo reduzido de títulos conseguiu encetar uma subida. Uma dessas acções foi a P.Telecom que beneficiou da valorização do respectivo sector.
A Galp reflectiu a boa performance do DJ Stoxx Oil/Gas. As restantes acções que acompanharam a P.Telecom e a Galp foram algumas small caps como a Portucel.
Pela negativa, alguns dos piores performers do PSI20 deste último mês, como a Altri e a Teixeira Duarte, estiveram novamente pressionados, uma pressão que foi agravada pela falta de liquidez destes títulos.

Europa Ibex 12042 (-0.390%) Dax 6418 (-0.06%) Cac 4435 ( 0.85%)

A maioria dos mercados europeus encerrou em alta ligeira, numa reacção técnica às últimas quedas. Os índices europeus conseguiram superar uma nova subida do petróleo, que se aproximou dos 143 USD/barril. A recuperação foi liderada pelos sectores considerados mais defensivos como o farmacêutico, o de consumos não cíclicos, o de telecomunicações, etc. De referir que o sector das telecomunicações beneficiou da notícia que a France Telecom retirou a
oferta sobre a Telia Sonera, o que abre novos cenários de fusões e aquisições.
A valorização do petróleo aliada aos receios inflacionistas impulsionaram a cotação de alguns metais, como o ouro, o que se reflectiu no sector mineiro.
As dúvidas e as incertezas continuaram a pairar sobre o sector financeiro, que continuou a ser bastante pressionado.
Em termos económicos, foi publicado o Índice de Preços do Consumidor na Zona Euro, que indicou que a inflação atingiu em Junho os 4%, um novo máximo dos últimos 16 anos, o que aumenta a probabilidade de um aumento das taxas de juro na reunião de 5ª feira do BCE.

Wall Street S&P 1284 ( 0.47%) Nasdaq100 1860 ( 0.23%) Dow Jones 11408 ( 0.55%)

Os mercados americanos ainda não apresentavam uma tendência definida, embora se observasse uma volatilidade bastante elevada. O principal indicador do dia, o Índice de Actividade Económica Chicago PMI trouxe uma mensagem animadora, mas que não era suficiente para inspirar uma recuperação sustentada. Em Junho este índice atingiu os 49.6 face aos 48.0 previstos. 

   

amigo

Hoje durante a tarde comentei com um amigo meu que trabalha numa sala de corretagem  em um banco Portugues ,qual a visao que tem da evolução do Psi20, a resposta dele foi
Ele foi muito breve e disse-me, existe muita pressao vendedora de acçoes na bolsa, tudo porque á individuos que fazem contratos com os detentores de carteiras, comprometem-se futuramente entregar-lhe essas acçoes a um peço mais elevado que o actual, pedem  emprestadas as acçoes atraves de contratos futuros, de seguida como nao pagam nada por elas vendem nas ao desbarato no mercado, na intencção de baixar muito o seu valor ( veja-se a familia Sonae ) para depois as  voltarem  a comprar muito baratas.
Funciona assim..Vendem o que nao lhes pertence. compram muito barato e entregam a um valor elevado, cobrando elevadas comissoes.

Perante isto que mais podemos esperar.....

xubi2



Stocks Slide Late; Lehman Battered By Rumors:
A sluggish day ended with a whimper on Wall Street Monday, as a holiday-shortened week started on a soft note.

The battered financial sector was laid low again by rumors of a potential takeover that smacks of Bear Stearns parallels, while the oil trade cruised to record highs early before settling lower.

The Dow made a negligible gain of 4 points to 11,350, while the S&P 500 picked up 2 points, or 0.1%, to 1,280. The Nasdaq was the worst of the bunch, losing 23 points, or 1.0%, to 2,293.

Declines outnumbered advances on the New York Stock Exchange and Nasdaq, on the final day of a brutal June, and a challenging second quarter.

For the month the Dow lost 10.2%, and the blue-chip index fell 7.4% for the quarter and 14.4% in the first half of the year.

The S&P lost 8.6% in June, 3.3% in the quarter, and 12.8% in the first six months, while the Nasdaq was off 9.1% for the month, eked out a 0.6% gain in the second quarter, and dropped 13.5% for the first half.

Light volume in the energy pits resulted in a volatile session that saw oil prices reach a new record, but finish the day lower.

Crude settled at $140.00 a barrel, down 21 cents, after hitting a fresh high of $143.67 in early trading. The price climbed 9.9% in June, 37.8% in the second quarter, and 45.9% so far in 2008.

Ongoing tension in the Middle East, in particular over Iran's nuclear programs, caused much of the jumpiness, while an expected rate hike from the European Central Bank fueled the early rise, since the move would be likely to further weaken the dollar. (See "Oil Caught In Iran's Bluster.")

United States Oil Fund (amex: USO - news - people), the exchange-traded vehicle that invests in crude and other oil products, was down 0.1% late Monday.

Financial stocks were battered Monday; Merrill Lynch (nyse: MER - news - people) started the day weaker but by the end of trading it was a fellow broker in focus.

Lehman Brothers (nyse: LEH - news - people) shares crumbled in the afternoon, hitting a new 52-week low of $19.64, passing the levels hit in the midst of the Bear Stearns collapse when liquidity concerns hammered a variety of financial firms. (See "What We Learned From Bear.")

Shares of Lehman were down 10.1% heading into the close, on the latest rumors that the firm could be acquired at a steep discount by British bank Barclays (nyse: BCS - news - people).

Investors were also cautious on U.S. automakers heading into Tuesday's June sales report.

Shares of General Motors (nyse: GM - news - people) fell for much of the day before reversing course for a 1.0% gain approaching the close, on what was likely some bargain shopping on an oversold stock. Rival Ford Motor (nyse: F - news - people) lost 1.6%.

Meanwhile, privately-held Chrysler may be about to halt production at a minivan plant in St. Louis, according to TradeTheNews.com.

The Associated Press contributed to this article.



3:20 PM ET, Stocks Ending Miserable Quarter With A Whimper: Wall Street was ending a miserable half year on a mixed note Monday afternoon, with a retreat in oil prices from an early-day record providing only cold comfort.
The Dow Jones industrials were up 35 points, or 0.3%, to 11,382, while the S&P 500 gained 5 points, or 0.4%, to 1,283. The Nasdaq slipped 12 points, or 0.5%, to 2,304.

The modest gains notwithstanding, the U.S. market is winding down what has been a brutal month of June: at current levels the Dow is on pace to lose just under 10.0%.

So far this year, the Dow is down 14.2%, while the S&P has lost 12.6%, and the Nasdaq 13.1%.

Monday's laggards included General Motors (nyse: GM - news - people) and Detroit rival Ford Motor (nyse: F - news - people), which both sank leading into Tuesday's monthly auto sales report.

Shares of GM slipped 40 cents, or 3.5%, to $11.15, while Ford lost 25 cents, or 5.0%, to $4.73.

Privately held Chrysler was also in focus, on reports the automaker will halt production at a minivan plant in St. Louis, according to TradeTheNews.com.

Oil prices pulled off a record high of $143.67 a barrel, after hitting the mark early in the session. Crude had come back to a gain of 68 cents, at $140.89, but oil services companies and oil-related investment vehicles were among the day's leaders.

Dow components Exxon Mobil (nyse: XOM - news - people) and Chevron (nyse: CVX - news - people) were each up 1.2%, while the Energy Select Sector SPDR (amex: XLE - news - people), an exchanged-traded fund that tracks energy, added 93 cents, or 1.1%, to $88.18.



12:55 PM ET, European Markets Slide On Red-Hot Oil Prices: European markets recovered slightly Monday, after trading lower in reaction to Eurostat fresh inflation levels at a euro zone historic high of 4.0%; this was twinned with news of oil reaching a new high of $143.54 a barrel.

Britain's FTSE 100 closed up 1.7%, but France's CAC-40 closed up 0.9%, while Germany's DAX closed down 0.6%. The Dow Jones Euro Stoxx index of 50 leading shares closed up 0.4%, to 3,352.81 points.

Euro zone inflation figures reached a new high of 4.0% year-on-year in June, up from 3.7% in May, following a 3.3% in April, moving each time further away from the ECB's 2.0% target, according to an initial estimate released by Eurostat.

The euro traded at $1.5773, up from $1.5794 late Friday. The British pound traded at $1.9930, up from $1.9877.

Meanwhile, the price of crude oil reached an all-time record high on heightened tensions between Israel and Iran over Tehran's nuclear program. Oil rose $3.33, to $143.54 a barrel, on the New York Mercantile Exchange in early trading and then fell to $140.36.

The oil price took a toll of the auto stocks; the Dow Jones Euro Stoxx auto index declined by 2.2%, to 242.62 points in midday trading but it closed up 0.4%, to 253.49 points late Monday.

On the other hand, miners rose on a Financial Times report that said steel tycoon Lakshmi Mittal is looking at entering the takeover battle for the mining group Rio Tinto (nyse: RTP - news - people).

In other business news, Paris-based France Telecom said it was abandoning its 244 billion Swedish kronor ($41.8 billion) offer for TeliaSonera after the Swedish company rejected the bid on the grounds that it undervalued the company.

France Telecom (nyse: FTE - news - people) shares closed up 7.2%, or 1.3 euros ($2.05), to 18.71 euros ($29.58), on Monday morning in Paris, in reaction to the news. TeliaSonera (other-otc: TLSNF - news - people), on the other hand, fell 13.7%, or 6.80 Swedish kronor ($1.14), to 43.00 Swedish kronor ($7.19), in Stockholm but then recovered slightly rising 0.4%. (See "France Telecom Relieves")

Cable & Wireless, the second-biggest corporate telecoms provider in Britain, made an improved 329 million pound ($656 million) cash offer for rival Thus Group. However, Thus said it was not prepared to recommend the bid to shareholders. Shares in Cable & Wireless (other-otc: CWPUF - news - people) rose 2.3%, or 3.40 pence (7 cents), to 150.80 pence ($30.01), while shares in Thus Group (other-otc: THSGF - news - people) closed up 21.9%, or 31.75 pence ($6.32), to 177.00 pence ($35.23).

Reuters contributed to this article.


12:45 PM ET, Street Has A Pulse, Barely: U.S. stocks were making a sluggish rebound from a week-long slide Monday, as the major averages made a cautious advance by midday as oil eased from its latest record.
The Dow gained 69 points, or 0.6%, to 11,416, while the S&P 500 was up 10 points, or 0.8%, to 1,288, and the Nasdaq added 7 points, or 0.3%, to 2,323.

Oil prices continue to be a focus, after crude leaped to a new high above $143 a barrel in early trading. By midday prices had pulled back though, up just 70 cents at $140.91.

With tensions mounting over possible ramifications from Iran's nuclear program, oil trading is expected to be volatile in the holiday-shortened trading week in the U.S. (See "Oil Caught In Iran's Bluster.")

The hits just keep coming for Merrill Lynch (nyse: MER - news - people), which faltered again Monday after Ladenburg Thalman analyst Dick Bove said it will need to raise additional capital and slashed his 2008 earnings forecast.

Bove is just the latest in a line of analysts that have dropped estimates on Merill recently, and reports have suggested the firm may try to drum up cash by exiting its stake in BlackRock (nyse: BLK - news - people) or Bloomberg, according to TradeTheNews.com.

Shares of Merrill were off 45 cents, or 1.4%, to $32.25, on a challenging day for the financial sector.

U.S. automakers were hurting again, as investors weigh concerns over the soaring cost of oil and major restructuring initiatives at General Motors (nyse: GM - news - people) and Ford Motor (nyse: F - news - people) ahead of Tuesday's release of June sales figures. (See "GM's May Sales Massacre.")

Shares of GM were down 39 cents, or 3.4%, to $11.16, while Ford lost 17 cents, or 3.4%, to $4.81.

The leader on the blue-chip Dow was Verizon Communications (nyse: VZ - news - people), which got a boost from a new music option for its wireless subscribers.

Verizon will offer Rhapsody's new subscription music service for $15 a month.

Shares of Verizon were up 98 cents, or 2.9%, to $35.27.



10:20 AM ET, Sluggish Start For Wall Street: Investors were treading carefully in New York Monday morning, as the final trading session of the second quarter started with narrow gains.
Wall Street began the shortened week higher, but still on the precipice of the 20.0% downturn that would signal the technical definition of a bear market.

The Dow Jones industrial average gained 23 points, or 0.2%, to 11,369, while the Standard & Poor's 500 added 5 points, or 0.4%, to 1,283, and the Nasdaq tacked on 3 points, or 0.1%, to 2,319.

Oil prices hit a new high, as crude was up $2.11 at $142.32 a barrel, after striking a record above $143 earlier.

Merrill Lynch (nyse: MER - news - people) was back on the downside, after several firms cut their earnings estimates for the brokerage last week.

On Monday, investors digested a cut, this time from Keefe, Bruyette & Woods, and reports that Chief Executive John Thain may be mulling an exit from Merrill's stake in investment firm BlackRock (nyse: BLK - news - people), according to TradeTheNews.com.

Shares of Merrill were down 6 cents, or 0.2%, to $32.64. BlackRock was off $3.60, or 2.0%, to $174.00.

H&R Block (nyse: HRB - news - people) was a bright spot in the financial sector, after posting a fourth-quarter profit.

The tax-preparer got a boost from a strong tax season, and also benefited from the sale of its battered mortgage unit, Option One. (See "Wilbur Ross Goes With Option One.")

Shares of H&R Block were up $1.62, or 7.8%, to $22.44.

MBIA (nyse: MBI - news - people) dropped Monday, on reports it will sell municipal bonds to raise cash. Shares of the bond insurer were down 24 cents, or 5.8%, to $3.93.

In the tech sector, Apple (nasdaq: AAPL - news - people) is about to have its status as the king of online music stores challenged. Rhapsody, the music service of RealNetworks (nasdaq: RNWK - news - people), announced the opening of its own online shop, intended to compete with Apple's iTunes.

Shares of Apple were up $1.61, or 1.0%, to $171.70 early Monday; RealNetworks added 6 cents, or 0.9%, to $6.63.



8:54 AM ET, Red-Hot Oil Prices Burn European Markets: European markets lost momentum quickly Monday, as new figures by Eurostat showed inflation levels at a euro zone historic high of 4.0%; this was twinned with news of oil reaching a new high of $143.54 a barrel.

Britain's FTSE 100 rose 0.5%, but France's CAC-40 fell 0.5%, and Germany's DAX fell 1.9%. The Dow Jones Euro Stoxx index of 50 leading shares fell 1.1%, to 3,302.39 points.

Euro zone inflation figures reached a new high of 4.0% year-on-year in June, up from 3.7% in May, following a 3.3% in April, moving each time further away from the ECB's 2.0% target, according to an initial estimate released by Eurostat.

The euro traded at $1.5805, up from $1.5794 late Friday. The British pound traded at $1.9930, up from $1.9877.

Meanwhile, the price of crude oil reached an all-time record high on heightened tensions between Israel and Iran over Tehran's nuclear program. Oil rose $3.33, to $143.54 a barrel, on the New York Mercantile Exchange.

The oil price took a toll of the auto stocks; the Dow Jones Euro Stoxx auto index declined by 2.2%, to 242.62 points.

On the other hand, miners rose on a Financial Times report that said steel tycoon Lakshmi Mittal is looking at entering the takeover battle for the mining group Rio Tinto (nyse: RTP - news - people).

In other business news, Paris-based France Telecom said it was abandoning its 244 billion Swedish kronor ($41.8 billion) offer for TeliaSonera after the Swedish company rejected the bid on the grounds that it undervalued the company.

France Telecom (nyse: FTE - news - people) shares rose 5.1%, or 91 euro cents ($1.44), to 18.72 euros ($29.59), on Monday morning in Paris, in reaction to the news. TeliaSonera (other-otc: TLSNF - news - people), on the other hand, fell 13.7%, or 6.80 Swedish kronor ($1.14), to 43.00 Swedish kronor ($7.19), in Stockholm. (See "France Telecom Relieves")

Cable & Wireless, the second-biggest corporate telecoms provider in Britain, made an improved 329 million pound ($656 million) cash offer for rival Thus Group. However, Thus said it was not prepared to recommend the bid to shareholders. Shares in Cable & Wireless (other-otc: CWPUF - news - people) rose 2.1%, or 3.10 pence (6 cents), to 150.50 pence ($29.96), while shares in Thus Group (other-otc: THSGF - news - people) rose 20.3%, or 29.50 pence ($5.87), to 174.75 pence ($34.79).

--Reuters contributed to this article.



8:00 AM ET, Asian Markets Conclude First Half On Low Note: Asian equity markets were moving mostly to the down side Monday, with the temptation to bargain-hunt following last week's slide cancelled out by investor caution, after oil prices rose to a fresh record near $143 a barrel on Friday.
Oil prices retreated from record levels but were still trading above $142 a barrel in Asian trading, bolstered by a weak dollar and continuing tension between Israel and Iran over Tehran's nuclear program. Meanwhile, the U.S. dollar weakened against the yen, to 105.86 yen per dollar, down from as much as 106.25 yen in the morning.

The Nikkei 225 reversed earlier gains, ending 0.5% down, at 13,481.38, in early afternoon trading. The broader Topix also made a small U-turn, to close 0.04% lower, at 1320.10.

Trading house Mitsubishi Corp. (other-otc: MSBHY - news - people) rose 3.25%, to 3,500 yen ($33.06); major oil refiner Nippon Oil (other-otc: NPOIF - news - people) gained 7.4%, to 713 yen ($6.74); while oil and gas field developer Inpex Holdings advanced 4.7%, to 1.34 million yen ($12,735.22).

Investors also snapped up defensive stocks like Tokyo Electric Power (other-otc: TKECF - news - people), which added 3.8%, to 2,730 yen ($25.95), and Japan Tobacco (other-otc: JAPAF - news - people), which gained 2.3%, to 453,000 yen ($4,306.29), but some exporters lost ground on profit taking as the yen firmed against the dollar.

Australia's S&P/ASX 200 index also suffered a reversal of earlier gains, finishing the session 0.4% down, at 5,215.30, while the All Ordinaries index edged down as well, by 0.3%, to 5,332.90.

Shares of mining firm Macarthur Coal (other-otc: MACDF - news - people) fell 6.3%, to 16.87 Australian dollars ($16.28), after two steel makers bought major lots of shares in the company, reducing the chances that it will be taken over by another miner. South Korea's Posco revealed Monday that it had agreed to buy a 10% stake in Macarthur Coal from its founder, Ken Talbot. ArcelorMittal (nyse: MT - news - people) also said it had raised its stake in the company to 19.9%, from 14.9%. (See: "Steelmakers Go Vertical")

Rio Tinto (nyse: RTP - news - people) gained 2.6%, to 135.50 Australian dollars ($130.29), after the Financial Times reported that ArcelorMittal Chief Executive Lakshmi Mittal was considering taking a stake in the mining giant, which is being pursued by rival BHP Billiton (nyse: BBL - news - people).

In Hong Kong, the Hang Seng index managed a tentative advance, by 0.3%, to 22,102.01. Pure upstream oil play CNOOC (nyse: CEO - news - people) rose 2.4%, to 13.42 Hong Kong dollars ($1.72), while airlines and oil refiners were mixed amid high oil prices.

The Shanghai Composite index turned down by 0.45%, to close at 2,736.10, but a number of Shanghai-based companies moved sharply higher on a report in a Hong Kong newspaper that the city government had won approval from Beijing to build a Disney theme park. The Walt Disney Co. (nyse: DIS - news - people) denied the report.

Taiwan's Taiex weighted index narrowed its losses, slipping 0.3%, to end at 7,523.54, after the government encouraged state-controlled funds to buy Taiwanese shares.

South Korea's KOSPI index retreated by 0.6%, to 1,674.92. But Posco (nyse: PKX - news - people) did well following the Macarthur Coal news, rising 2.1%, to 544,000 won ($521.40).

Elsewhere, Singapore's Straits Times index shed 0.3%, to 2,947.54, while the Bombay Stock Exchange's Sensex index rolled back another 2.5%, finishing at 13,461.60.

--Thomson Financial contributed to this article.



1:30 AM ET, Oil Puts A Damper On Asian Stocks: Asian equity markets were mixed Monday, with bargain hunting following last week's slide cancelled out by investor caution after oil prices rose to a fresh record near $143 a barrel on Friday.
Oil prices retreated from record levels but were still trading above $141 a barrel in Asian trading, bolstered by a weak dollar and continuing tension between Israel and Iran over Tehran's nuclear program.

The Nikkei 225 was off 0.1% higher at 13,530 in early afternoon trading, but the broader Topix was up 0.2% to 1,324. Trading house Mitsubishi Corp. (other-otc: MSBHY - news - people) rose 3.2% to 3,500 yen ($33.01), major oil refiner Nippon Oil gained 6.6% to 708 yen ($6.68), while oil and gas field developer Inpex Holdings advanced 3.9% to 1.33 million yen ($12,549).

Investors also snapped up defensive stocks like Tokyo Electric Power and Japan Tobacco, but some exporters lost ground on profit taking as the yen firmed against the dollar.

Australia's All Ordinaries index was up 0.1% at 5,243, off a high of 5,416.1, while the S&P/ASX index was up 0.5% at 5,262.2.

Shares of miner Macarthur Coal fell 4.8% to 17.13 Australian dollars ($16.48) after two steelmakers bought major chunks of shares in the company, reducing the chances that it could be taken over by another miner. South Korea's Posco (nyse: PKX - news - people) revealed Monday it agreed to buy a 10% stake in Macarthur from its founder, Ken Talbot. ArcelorMittal also said it had raised its stake in the company to 19.9% from 14.9%.

Rio Tinto (nyse: RTP - news - people) gained 2.9% to 135.80 Australian dollars ($130.67) after the Financial Times reported that ArcelorMittal chief Lakshmi Mittal was considering taking a stake in the mining giant, which is being pursued by rival BHP Billiton (nyse: BBL - news - people).

In Hong Kong, the Hang Seng edged down 0.1% to 22,032. Pure upstream oil play CNOOC (nyse: CEO - news - people) rose 2.3%, while airlines and oil refiners were mixed amid high oil prices.

The Shanghai Composite Index was down 1.7% at 2,701, but a number of Shanghai-based companies moved sharply higher on a report in a Hong Kong newspaper that the city government had won approval from Beijing to build a Disney (nyse: DIS - news - people) theme park.

The Taiwan weighted index fell 0.9% to 7,485 after the government encouraged state-controlled funds to buy Taiwanese shares.

South Korea's Kospi index was down 0.4% at 1,678.


xubi2

Portugal PSI20 8722 ( 2.77%) J.Martins 4.695 ( 10.21%) BPI 2.395 (-3.62%)

O PSI20 fechou com ganhos consideráveis, realizando uma recuperação técnica após as fortes perdas dos últimos dias. Como foi referido no Diário de Bolsa, desde 2005, o PSI20 sofreu 4 quedas diárias superiores a 3%. No dia seguinte a estas quedas, o índice nacional recuperou em média 1.76%, em 3 das 4 vezes. Na única vez que não conseguiu valorizar-se, o PSI20 caiu 0.08%.
A subida foi liderada por algumas das acções mais penalizadas e pela Galp, que beneficiou de duas recomendações positivas. A Lehman Brothers elevou a recomendação do título, de underweight para equal weight, mantendo um preço alvo de EUR. 17. Por seu lado, o banco de investimento Merrill Lynch adicionou a Galp à sua lista de acções favoritas na Europa.
As subidas das acções dos bancos portugueses foram inferiores à dos seus pares europeus. O BPI foi a maior excepção, tendo sido o único título do PSI10 a recuar.
Apesar da forte recuperação nacional, alguns títulos apresentaram uma valorização modesta, à luz das recentes quedas: Mota Engil (0%), Sonaecom (0.72%), Sonae SGPS (0.74%).

Europa Ibex 11856 ( 0.73%) Dax 6305 (-0.17%) Cac 4296 (-1.03%)

A maioria dos índices europeus conseguiu alcançar alguns ganhos, impulsionados pela recuperação das acções financeiras. Contudo, na parte da tarde, com os mercados americanos a acusarem algumas dificuldades em prolongar a subida de ontem, as acções do Velho Continente perderam parte do momentum positivo. A impulsionar este sector esteve o anúncio do Deutsche Bank que informou que irá alcançar um lucro no 2º trimestre e que não irá realizar um aumento do capital, desmentindo os rumores mais pessimistas.
Todavia, a valorização do DJ Stoxx Banks não conseguiu inspirar o resto do sector financeiro. Os ganhos teriam sido mais expressivos se não fosse a queda do sector mineiro, que após um início prometedor, sofreu uma correcção severa que se deveu ao recuo das cotações de diversos metais.
A incapacidade do petróleo em quebrar de forma definitiva a resistência a 143 USD reflectiu-se sobre o sector petrolífero, que foi outro sector a condicionar negativamente os mercados europeus.

Wall Street S&P 1287 ( 0.17%) Nasdaq100 1855 (-0.37%) Dow Jones 11396 ( 0.10%)

Os mercados americanos negociavam em alta ligeira, embora fosse de salientar a queda do Nasdaq em virtude do recuo de algumas das principais acções como a Microsoft, a Cisco e a Intel. Em termos económicos, as encomendas de bens duradouros cresceram 0.60% em Junho, enquanto que os economistas não previam qualquer incremento. O relatório relativo às reservas de combustíveis nos EUA foi inconclusivo: as reservas de petróleo caíram cerca de 1.9 mn barris, enquanto que as de gasolina aumentaram 2.4 mn barris. 

   

xubi2

Portugal PSI20 8694 (-0.31%) Teixeira Duarte 0.830 ( 3.75%) Sonae SGPS 0.650 (-3.62%)

O PSI20 fechou com algumas perdas, mas conservando parte das valorizações alcançadas ontem. O índice nacional abriu pressionado (chegou a sofrer uma desvalorização de 2%), mas tal como os restantes mercados europeus, conseguiu encurtar as perdas devido às declarações do BCE e aos dados económicos positivos nos EUA.
Pela positiva destacaram-se a Cimpor, a EDP Renováveis e a Altri (que hoje não acompanhou a queda de outras small caps).
Apesar da subida do petróleo, a fraqueza do DJ Stoxx Oil/Gas reflectiu-se nas acções da Galp.
No que se refere a notas de analistas, a Merrill Lynch retirou a Portugal Telecom da sua lista de acções menos preferidas no sector de telecomunicações europeias para o mês de Julho. De relembrar que este sector tem apresentado quedas inferiores aos dos principais índices devido ao seu perfil mais defensivo. O BPI voltou a negociar em contra ciclo com o resto do mercado, sendo ainda de salientar a fraqueza da Zon Multimédia, do BCP e da Sonae SGPS.

Europa Ibex 11980 ( 1.04%) Dax 6354 ( 0.77%) Cac 4344 ( 1.11%)

Os mercados europeus fecharam em alta, numa sessão volátil, que iniciou de forma bastante apreensiva, com os principais índices a recuarem mais de 1.50%. As razões para a recuperação das bolsas do Velho Continente foram os dados económicos americanos (ver Wall Street) e o comunicado da reunião do BCE.
Tal como esperado, o BCE aumentou as taxas directoras 0.25% para os 4.25%. Contudo, o comunicado que seguiu a decisão foi bastante mais brando do que se esperava, dadas as recentes e severas declarações de alguns membros desta instituição. Após ter explicado as razões para a subida das taxas de juro, Jean Claude Trichet reconheceu que esta medida contribuiu para se alcançar a estabilidade e acrescentou que após a subida de hoje não existe uma propensão definida para reduzir ou incrementar as taxas de referência.
A interpretação destas palavras é que muito provavelmente a subida das taxas de juro de hoje não será repetida nas próximas reuniões, a não ser que se testemunhe uma alteração significativa do cenário macroeconómico. Não obstante este comentário, a Euribor a 6 meses encerrou em alta nos 5.16%.
A nível sectorial, a subida foi liderada pelos títulos financeiros e por outras acções de empresas sensíveis às taxas de juro.
O sector mineiro continuou a ser penalizado pela queda de alguns metais (que se encontram a negociar longe dos máximos do ano) e por constantes rumores que as autoridades nos EUA e na Europa restrinjam o investimento das instituições financeiras nesses mercados.
O sector tecnológico europeu foi condicionado negativamente pela fraqueza inicial do Nasdaq.

Wall Street S&P 1269 ( 0.65%) Nasdaq100 1828 ( 0.65%) Dow Jones 11320 ( 0.92%)

Nas primeiras horas de negociação, os mercados americanos apresentavam subidas modestas. Contudo, era visível algum cepticismo já que todas as tentativas de recuperação colidiam com ordens maciças de venda.
O relatório do emprego indicou que a economia americana perdeu 62 mil empregos em Junho, tendo a taxa de desemprego igualado a de Maio (5.50%). Os salários cresceram, no mesmo período, 0.30%. Estes números enquadraram-se com estimativas dos economistas. A ausência de desvios negativos face às previsões, estava a convencer muitos investidores a aumentarem a sua exposição ao mercado accionista.
Os ganhos poderiam ser mais expressivos se não fosse a queda inesperado do índice de actividade dos serviços ISM, que em Junho recuou para os 48.2.
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Será a ansiada retoma?



O BCE acabou por subir a taxa de juro em 25 pontos-base, tal como esperava a maioria dos analistas. Por outro lado, o dado mais importante da sessão, o relatório do emprego da economia norte-americana, trouxe uma leitura ligeiramente pior do que o previsto, visto que o mercado descontava uma diminuição de 60 mil postos de trabalho, quando na realidade foram 62 mil postos. A taxa de desemprego permaneceu estável nos 5,5% (previa-se que descesse para 5,4%). Ainda é cedo para se poder confirmar que estamos perante o início da retoma que há tanto tempo esperamos mas, em teoria, não deverá estar muito longe porque os níveis actuais de sobrevenda, de par com as fortes divergencias altistas em muitos dos principais títulos, não são sustentáveis no curto prazo. Além disso, a última sessão da semana será bastante peculiar, dado que os mercados do outro lado do Atlântico encontrar-se-ão encerrados devido às comemorações do Dia da Indepedência. A nível sectorial convém seguir de perto as telecomunicações, visto que muitas das empresas de grande peso nos seus índices de referência, como a Deustche Telekom, France Télécom, Telefónica e Portugal Telecom, parecem ter formado um fundo de certa importância, o que poderá servir para dar estabilidade às bolsas no mais curto prazo.

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NASDAQ 100: Movimentos muito irregulares


O índice tecnológico está a voltar a mostrar-se muito irregular nos seus movimentos, já que, se na sessão de terça-feira desenhou uma envolvente altista, na de quarta-feira desenhou uma envolvente baixista e a verdade é que é difícil tentar adivinhar o movimento seguinte. Por um lado, a extrema sobrevenda faz-nos pensar que, em condições normais, estamos às portas de uma fortíssima retoma a nível global e com mais força no caso do índice tecnológico, visto que actualmente continua a ser o que mais força demonstra. Ainda assim, e dado que o índice está exactamente no nível de suporte que lhe confere o nível máximo de correcção proporcional de Fibonacci, o de 61,8%, há que ter em conta os importantes níveis de suporte que apresenta um pouco mais abaixo, nos 1.801 e nos 1.781 pontos, já que ambas as referências correspondem a dois "gaps" ascendentes que actualmente não se preencheram. Quanto muito, e ainda confiando que a retoma há-de chegar, a margem máxima que deixamos para manter posições altistas são os 1.781 pontos. Ou seja, se perfurar em baixa esse nível, fecharemos qualquer posição longa e abriremos posições curtas/baixistas no índice com objectivo nos mínimos do passado mês de Março, nos 1.700 pontos.

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Deixo aqui um documento relativo ao mês com a retrospectiva económica!

cumprimentos!

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Nem sendo feriado nos Estados Unidos



A última sessão da semana prometia algo de bom, já que a decisão de subida da taxa de juro por parte do Banco Central Europeu (BCE) e a leitura do relatório de emprego da economia norte-americana não pareceram desgostar os mercados, ou assim o demonstraram na sessão de quinta-feira. No entanto, precisamente quando se esperava uma sessão monótona e aborrecida, foi divulgada uma nota de investimento da Goldman Sachs sobre o sector financeiro espanhol, que revia em baixa a recomendação para todos os títulos do sector, sem excepção. Por outro lado, o mercado cambial continua sem nos dar uma pista fiável, pois precisamente quando na quinta-feira existia a sensação de que assistiríamos a uma forte retoma por parte do euro face ao dólar, depois de superar e se confirmar acima dos 1,5830 dólares, acabou por inverter em baixa, perdendo o suporte (antes resistência) que tanto lhe custou a superar. Em princípio, a referida "falha de ruptura" por parte da divisa deverá provocar o movimento contrário, isto é, um forte movimento baixista para o euro e altista para o dólar e, em teoria, isso deverá contribuir, pelo menos, para uma certa estabilidade dos mercados nas próximas sessões. Apesar de o mercado, de momento, ser totalmente imprevisível. 

Ver mais análises de mercado

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Nasdaq 100: Os suportes continuam a aguentar


Apesar dos movimentos tão irregulares do índice tecnológico, poder-se-á dizer que no pior dos casos a sua tendência é de absoluta lateralidade. Tecnicamente, o índice ainda poderá reestruturar-se em alta a partir dos níveis actuais, visto que, actualmente, continua a cotar-se acima do nível de máxima correcção de Fibonacci, o de 61,8%. Além disso, na sessão de quinta-feira chegou a preencher um interessante "gap" ascendente que deixou no dia 16 de Abril nos 1.801 pontos. Por este motivo, a estratégia actual acabará por ser muito interessante, pois se se confirmar um preço de fecho abaixo dos 1.800 pontos será de se desfazer de qualquer posição longa no índice, ao passo que se isso não acontecer continuaremos a apostar numa retoma até níveis próximos dos 1.950 pontos. A perda do nível dos 1.800 pontos abrirá portas a uma intensificação da queda, com um primeiro nível de suporte nos 1.775 pontos e inclusive nos 1.670 pontos, origem do último impulso.

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À espera do discurso de Bernanke



Os mercados retomam novamente a normalidade do dia-a-dia depois de um fim-de- semana prolongado do outro lado do Atlântico. Em princípio, dá a sensação que estes mercados reagiram bem ao início da semana depois de uma ligeira correcção por parte do sector energético, bem como de "fortes" retrocessos do euro face ao dólar nas últimas sessões. Do ponto de vista da análise técnica, esta retoma, que poderá durar algumas sessões/semanas (com as consequentes correcções pelo meio), tem como explicação a fortíssima sobrevenda alcançada em todos os prazos e as fortes divergências altistas que apresentam muitos dos índices. De qualquer forma, não podemos deixar de lado que esta terça-feira o presidente da Reserva Federal dos EUA realizará uma intervenção pública e, mesmo quando não se tomam quaisquer decisões, os mercados permanecerão, como sempre, muito atentos a qualquer palavra que possa dar uma "pista" sobre a actual situação da economia. Por outro lado, destacamos a força que o sector eléctrico está a demonstrar face ao resto do mercado em toda a Europa.

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Nem com a ajuda do petróleo




A queda registada no último mês pelos mercados teve como causa principal a subida do preço do barril de petróleo, que bateu novos máximos históricos dia após dia. Contudo, e agora que vivemos duas sessões claramente negativas para o "ouro negro", os índices continuam com uma tendência baixista. Pelo menos poder-se-á dizer que apesar dos fortes retrocessos dos índices asiáticos e europeus na sessão de terça-feira, no conjunto, não marcaram um mínimo decrescente e esse facto, numa altura como esta, já é algo positivo. Por outro lado, chama a atenção o nível no qual se encontra tanto o Dow Jones como o tecnológico Nasdaq 100. O primeiro encontra-se na parte inferior de um canal descendente de longo prazo e, por definição, na zona de suporte. Por outro lado, o índice tecnológico (que no último ano tem vindo a funcionar como indicador adiantado) retomou desde o nível de suporte dos 1.800 pontos e parece que poderá iniciar um percurso altista considerável a qualquer momento. Assim, esperamos que estes índices retomem em breve. 

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Começa a retoma?



O encerramento positivo dos índices norte-americanos na sessão da passada terça-feira contribuiu, sem dúvida, para uma forte retoma por parte dos índices europeus. Tecnicamente dissemos que muitos dos índices se encontravam em zonas de suporte relevantes, enquanto se registava uma fortíssima sobrevenda e fortes divergências altistas na maioria dos valores directores de todos os mercados. O primeiro a dar o sinal, como vem acontecendo no último ano, foi o tecnológico Nasdaq 100 que conseguiu retomar desde o suporte nos 1.800 pontos e fez pressagiar uma forte reacção em alta. Se ao facto de que todos os índices reagiram desde os suportes somarmos que o petróleo parece querer corrigir parte dos últimos excessos, poder-se-á dizer que, talvez, tenhamos agora a "desculpa perfeita" para provocar uma forte retoma depois de cerca de um mês e meio de contínuas quedas. Por outro lado, deve-se mencionar que a gigante norte-americana Alcoa apresentou na terça-feira, depois do fecho do mercado, as suas contas e estas foram melhores do que o previsto, o que deverá ser, em princípio, bem recebido pelos mercados no mais curto-prazo. 



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Nasdaq 100: Retomou no suporte chave

Se se recordam em análises anteriores propusemos uma estratégia altista sobre o índice tecnológico, tendo em conta que a correcção do último mês o levou, por um lado, a encontrar suporte no nível máximo de correcção proporcional de Fibonacci, o de 61,8%, ao mesmo tempo que retomava também desde a zona dos 1.800 pontos, nível onde deixou um "gap" ascendente em meados do passado mês de Abril e que demonstrou funcionar como suporte. Em princípio, tudo aponta para que no mais curto-prazo se dirija à zona de resistência mais imediata, a dos 1.915 pontos ("gap" descendente) e inclusive nos 1.950 pontos. De qualquer forma, e depois da forte subida da sessão da passada terça-feira, não será nada estranho que tentasse corrigir parte das últimas subidas e tente procurar apoio, antes de continuar a avançar, nos 1.850 pontos. Em qualquer caso, o "stop" continua a ser o mesmo (nos 1.800 pontos) independentemente de que o índice continue a subir, o que significa que enquanto não feche abaixo não haverá nenhum problema em manter as posições longas/altistas.