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Mercados Americanos

Iniciado por Nyk, Março 26, 2010, 14:15

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Nyk

Confiança vai regressando ao sector automóvel nos EUA


A confiança está a regressar a passos largos ao sector automóvel norte-americano. Só em Março as vendas de carros devem ter subido mais de 25%, impulsionadas pelos incentivos ao sector e os programas de descontos que a Chysler considera "pouco saudáveis".

A Toyota, a maior construtora mundial, espera que as suas vendas cresçam 35% este mês, mesmo depois dos problemas técnicos que a levou a emitir uma recolha mundial de oito milhões de automóveis.

A General Motors, que atravessa uma fase de reestruturação da empresa, aguarda, por seu turno, um crescimento nas vendas na ordem dos 39%. Já as vendas da Chryslers no mercado norte-americano deverão derrapar 3,4%.

Contudo, o presidente-executivo da Chrysler, Sergio Marchionne, critica as duas maiores construtoras nos EUA e no Mundo de estarem a realizar descontos "pouco saudáveis" para a indústria. De recordar que desde o início deste mês a Toyota está a realizar uma campanha de ofertas, que passam pelo subsídio dos contratos de leasing aos clientes.

Nyk

Empresas norte-americanas cortam 23 mil postos de trabalho


As empresas norte-americanas cortaram inesperadamente postos de trabalho, em Março. A redução foi de 23 mil empregos.

De acordo com os dados da ADP Employer Services, as empresas cortaram 23 mil trabalhadores no mês em análise.

Os economistas contactados pela Bloomberg antecipavam um ganho de 40 mil postos de trabalho.


Nyk

Redução de postos de trabalho derruba Wall Street


Os principais índices bolsistas norte-americanos encerraram a sessão em queda, depois de ter sido divulgado que as empresas dos EUA cortaram postos de trabalho em Março, quando se previa que o número aumentasse.

O Dow Jones fechou a perder 0,47% para 10.856,63 pontos, o Nasdaq cedeu 0,53% para 2.397,96 pontos e o S&P500 recuou 0,33% para 1.169,43 pontos.

A ADP Employer Services anunciou hoje que as empresas norte-americanas cortaram 23 mil empregos este mês, quando os economistas contactados pela Bloomberg previam um aumento de 40 mil postos de trabalho.

Este dado veio aumentar os receios em relação ao mercado de trabalho e consequentemente à recuperação da economia dos EUA.

"Os números da ADP decepcionaram os investidores", comentou à Bloomberg um gestor da Oakbrook Investments, Peter Jankovskis. "Os empregos são um elemento fundamental para sustentar o consumo das famílias", acrescentou.

No sector das tecnologias, a Cisco recuou 2,33% para 26,03 dólares e a Microsoft cedeu 1,68% para 29,27 dólares.

A Boeing desvalorizou 1,25% para 72,61 dólares, o Citigroup caiu 0,98% para 4,05 dólares e o Goldman Sachs desvalorizou 0,44% para 170,63 dólares.



Nyk

Pedidos de subsídio de desemprego desceram nos EUA na última semana


O número de norte-americanos que pediram subsídio de desemprego na semana passada decresceu e levou a média do número de pedidos a descer para o valor mais baixo desde 2008, à medida que a recuperação económica leva as empresas a reterem pessoal.

O número de norte-americanos que pediram subsídio de desemprego desceu em 6 mil pedidos para 439 mil pessoas na semana que terminou a 27 de Março, em linha com as estimativas dos analistas inquiridos pela Bloomberg. O número de pessoas a receber subsídio de desemprego permaneceu pouco alterado, enquanto as pessoas beneficiarem de um prolongamento dos subsídios subiu.

Os empregadores estão a abrandar o número de despedimentos, naquele que constitui um sinal de confiança de que a economia está a emergir da pior recessão desde 1930. Ganhos sustentados do desemprego são necessários para impulsionar a despesa dos consumidores, que contribui para cerca de 70% da economia dos Estados Unidos.

"As empresas que têm precisado de empregados mas se recusaram a contratar vão começar a fazê-lo", disse o presidente da Naroff Economic Advisores, Joel Naroff à Bloomberg. "Mas assim que eles comecem a contratar esses trabalhadores, podem voltar a abrandar o ritmo de contratações. Isso poderia conduzir a ganhos [do emprego] lentos que poderão reaparecer em mais tarde, em 2010"


Nyk

Actividade industrial nos EUA acelera mais que o esperado


O índice do Institute for Supply Management (ISM), que mede a actividade industrial nos Estados Unidos, acelerou mais que esperado em Março.

O índice subiu para 59,6 pontos no mês passado, contra 56,5 pontos no mês anterior. Uma leitura acima dos 50 pontos indica que o sector está em expansão e os economistas consultados pela Bloomberg aguardavam um registo inferior, nos 57 pontos.

Este dado sugere que as empresas industriais norte-americanas estão a recuperar a bom ritmo, depois dos fortes cortes de produção no ano passado devido à redução da procura.

Também na Zona Euro, Reino Unido e China a actividade industrial deu sinais de aceleração em Março, sugerindo que a economia mundial está em recuperação da maior recessão desde a Grande Depressão.


Nyk

Há quase 6 anos que a actividade industrial dos EUA não crescia tanto


A actividade industrial na maior economia do mundo registou a maior expansão em Março desde Julho de 2004.

O índice do Institute for Supply Management (ISM), que mede a actividade industrial norte-americana, subiu para 59,6 pontos no mês passado, face aos 56,5 pontos registados em Fevereiro, naquele que é já o oitavo mês consecutivo de expansão.

Esta evolução ficou acima das previsões dos analistas consultados pela Bloomberg, que apontavam para uma subida mais ligeira, para os 57 pontos.

O sector industrial dos Estados Unidos está desta forma a dar mostras de recuperação dos clientes e das exportações.


Nyk

Gastos na construção dos EUA em mínimos de sete anos e meio


Os gastos na construção nos EUA recuaram em Fevereiro pelo quarto mês consecutivo, atingindo o valor mais baixo em quase sete anos e meio, anunciou esta quinta-feira o Departamento do Comércio norte-americano.
Os gastos na construção caíram 1,3% em Fevereiro, para os 846.230 milhões de dólares anuais.

Em Janeiro, os gastos haviam recuado 1,4%, segundo dados revistos.

A maioria dos analistas esperava uma quebra de 1% em Fevereiro.


Nyk

Vendas da General Motors sobem 20,6% em Março nos EUA


A construtora automóvel General Motors anunciou hoje que as vendas dos seus veículos nos Estados Unidos aumentaram 20,6 por cento em março, em comparação com o mesmo mês do ano anterior.
Março aparece assim como o sexto mês de recuperação de vendas das quatro marcas principais da General Motors (Chevrolet, Buick, GMC e Cadillac), segundo a construtora americana.

"Os nossos veículos novos estão a ser bem recebidos pelos clientes, por razões que têm a ver com a qualidade, segurança, economia e valores de revenda mais elevados", disse Susan Docherty, vice-presidente de marketing da General Motors.

As vendas da empresa - a maior construtora automóvel dos Estados Unidos - passaram de 156.380 veículos em março de 2009 para 188.546 em março de 2010, com as vendas totais no primeiro trimestre do ano a ficarem nos 477.322 veículos, mais 15,6 por cento que no mesmo trimestre de 2009.

Em março, as vendas combinadas das marcas Chevrolet, Buick, GMC and Cadillac aumentaram 43,3 por cento, para 185.406 unidades. No primeiro trimestre do ano, cresceram 35,6 por cento para as 469.353 unidades.

A General Motors anunciou na passada semana planos para expandir a produção, para dar resposta ao aumento da procura, nomeadamente do SUV Chevrolet Equinox.

Diário Digital / Lusa


Nyk

Vendas da GM, Toyota e Ford registam forte recuperação nos EUA


A General Motors, Toyota e a Ford apresentaram um aumento das vendas nos Estados Unidos, no mês de Março, graças aos incentivos da indústria automóvel e ao aumento da confiança dos consumidores.

A General Motors (GM) apresentou um aumento de 21% para 188,546 mil veículos vendidos. A Ford anunciou hoje, que teve um aumento nas vendas de 40% para 183,783, enquanto que a Toyota reportou um aumento de 41% para 186,863, apesar da recolha de 8 milhões de veículos em todo o mundo.

"À medida que o mês decorria, as vendas foram diminuindo e no final do mês o número de vendas foi muito fraco. As vendas foram possíveis graças a promoções", disse o analista do Edmunds.com.

Tanto a Honda como a Nissan também reportaram ganhos durante o mês de Março.

De acordo com as previsões dos analistas consultados pela Bloomberg, a venda de automóveis ligeiros e de camiões deverá ter atingido os 12 milhões.



Nyk

Recuperação económica pode ser travada pelo aumento do desemprego

A Reserva Federal (Fed) dos Estados Unidos disse hoje que apesar dos sinais de recuperação económica, esta pode ser travada pelo aumento do desemprego e da escassez de crédito.

De acordo com as minutas da última reunião da Fed, hoej divulgadas, "embora os recentes dados económicos mostrem que os gastos dos consumidores estejam a aumentar é provável que continuem limitados pelas fracas condições do mercado de trabalho".

Os dados divulgados na sexta-feira pelo Departamento do Trabalho norte-americano mostraram que o número de assalariados aumentou em 162.000 no mês passado, menos do que o previsto, depois de uma queda de 14.000 em Fevereiro, a actividade no sector dos serviços nos Estados Unidos cresceu, em Março, para o nível mais elevado em quatro anos e os contratos de promessa de compra de venda de casas aumentaram, em Fevereiro, inesperadamente, nos EUA.

A Fed anunciou o mês passado que a recuperação "vai ser moderada por um tempo". As baixas taxas do uso de recursos e a inflação controlada "justificam os níveis excepcionalmente baixos dos fundos federais por um período prolongado", segundo a minuta.

A minuta refere ainda que um longo período de taxas baixas "pode durar algum tempo e pode até aumentar se as perspectivas económicas piorarem ou se a tendência para a diminuição da inflação se acentuar".

A expectativa de que a Fed vai manter os juros baixos por mais tempo está a sustentar os ganhos em Wall Street.



Nyk

Os principais índices bolsistas dos EUA encerraram em alta, com excepção do Dow Jones, impulsionados pelo facto de a Reserva Federal ter dado a entender que deverá manter os juros directores em mínimos históricos para salvaguardar a retoma económica.




A banca valorizou, ao contrário do que aconteceu na Europa - penalizada pela Grécia, essencialmente devido a "upgrades" de analistas.

O índice industrial Dow Jones fechou a ceder 0,03%, fixando-se nos 10.970,22 pontos, a corrigir dos fortes ganhos de ontem. O índice chegou a estar em alta depois de divulgadas as minutas da Fed, mas acabou por perder algum terreno. Recorde-se que ontem o Dow Jones fechou no nível mais alto desde Setembro de 2008.

O S&P 500 avançou 0,17% para se estabelecer nos 1.189,45 pontos, a manter-se assim no mais alto patamar dos últimos 18 meses.

Por seu lado, o índice tecnológico Nasdaq valorizou 0,30% para 2.436,81 pontos.

O SunTrust Banks Inc. subiu perto de 4%, depois de o Crédit Suisse ter dito que a entidade financeira poderá ser alvo de uma OPA.

O Regions Financial Corp disparou 5,6%, sustentado pela revisão em alta do seu preço-alvo por parte do Crédit Suisse.

Em contrapartida, a Massey Energy cedeu terreno devido à explosão numa mina de carvão de West Virginia.



PSIFD001

Citação de: Nyk em Abril 06, 2010, 22:20
Os principais índices bolsistas dos EUA encerraram em alta, com excepção do Dow Jones, impulsionados pelo facto de a Reserva Federal ter dado a entender que deverá manter os juros directores em mínimos históricos para salvaguardar a retoma económica.

Os australianos já começaram a subir os juros. E não estam muito preocupados com os problemas da retoma económica.

Nyk

Economia dos EUA é a que mais vai crescer este semestre

O PIB deverá crescer nos Estados Unidos mais rapidamente no primeiro semestre deste ano do que no Japão, Alemanha, França e na Itália, mas manter-se-á débil na generalidade do mundo desenvolvido, revela hoje a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE).

A OCDE prevê que o Produto Interno Bruto (PIB) dos Estados Unidos cresça 2,4 e 2,3% nos dois primeiros trimestres deste ano, respectivamente, enquanto que o PIB conjunto das três maiores economias da Zona Euro (Alemanha, França e Itália) deverá crescer 1,9% no segundo trimestre, depois de ter crescido 0,9% nos três primeiros meses deste ano.

Para o Japão, a OCDE prevê que o PIB cresça 2,3% no segundo trimestre do ano, contra 1,1% no primeiro trimestre deste ano. 

Nyk

Greenspan defende papel proteccionista da Fed antes da crise




O antigo presidente da Reserva Federal dos EUA, Alan Greenspan, defendeu hoje o papel proteccionista da Fed antes da crise e afirmou também que os reguladores podem reduzir as possibilidades de mais uma turbulência através de uma maior exigência de capital aos bancos.

"A Reserva Federal, muitas vezes em parceria com outras agências bancárias federais, foi bastante activa no papel de proteccionismo dos consumidores nos créditos hipotecários", sublinhou Greenspan em Washington, citado pela Bloomberg, acrescentando que os "regulamentos e as directrizes requerem, contudo, execução, e a estrutura da Fed durante o meu mandato foi muito mais focada na regulação e supervisão do que em execuções".

O Congresso está a considerar as alterações mais profundas à regulação financeira em décadas, nomeadamente uma proposta da administração Obama de limitar a dimensão e operações de "trading" dos bancos com fundos próprios.

Greenspan sugeriu que os padrões de exigência de capital mais elevados poderão ser mais efectivos do que as novas regras.

Na sua intervenção, Greenspan, que esteve à frente da Fed entre 1987 e 2006, sublinhou as regras e directrizes criadas pelo banco central durante o seu mandato. isto numa altura em que são cada vez mais os que defendem que, devido à política de juros baixos, a Fed foi uma das principais responsáveis pela crise no crédito.




Nyk

Desemprego e execução de hipotecas entre os grandes desafios da economia nos EUA


O presidente da Reserva Federal dos EUA, Ben Bernanke, afirmou hoje que a taxa de desemprego, a execução de hipotecas e a redução de empréstimos às pequenas empresas representam grandes desafios à economia norte-americana, à medida que esta recupera da pior recessão desde a II Guerra Mundial.

"Estamos longe de estar fora" de perigo, explicou Bernanke num discurso em Dallas, citado pela Bloomberg.

Ao mesmo tempo que a crise diminuiu e em que o crescimento económico deverá reduzir o desemprego no próximo ano, os EUA enfrentam obstáculos como a falta de uma recuperação sustentada no mercado habitacional, um sector imobiliário "atribulado", um ritmo de contratações "muito fraco", alertou o presidente da Fed.

Estas declarações reflectem as preocupações dos responsáveis da Fed expressas na reunião do mês passado com o mercado laboral e com condições difíceis na concessão de crédito, que poderão levar a um retraimento nos gastos dos consumidores.

Nessa reunião, Bernanke e os colegas reiteraram que as taxas de juro vão permanecer muito baixas por "um período extenso", embora não o tenha repetido no discurso de hoje, sublinhando, isso sim, que taxas "estimulantes" vão ajudar o crescimento.

"A economia estabilizou e está a crescer novamente, embora não possamos estar totalmente satisfeitos quando um em cada 10 trabalhadores norte-americanos está desempregado e as finanças das famílias permanecem sob grande stress".