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Elites querem implantação obrigatória de chips em humanos

Iniciado por fornat, Outubro 10, 2010, 16:32

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fornat

As elites pretendem a implantação obrigatória de chips em seres humanos. Estes "chips" servirão como "dinheiro digital" substituindo o dinheiro "vivo" e os cartões electrónicos.

Todas as transações financeiras serão feitas electronicamente e portanto todos os dados pessoais de todas as pessoas serão controlados pelos Estado. Lembram-se do "1984" de Orwell ?

Os chips que as elites pretendem implantar servirão como dinheiro digital e portanto, logicamente, existirão leitores de RFID por todo o lado onde for necessário comprar e vender. Estarão um pouco por todo a parte e por isso o argumento do reduzido alcance do RFID não "pega".

Vejam o resumo da entrevista (legendada) que o documentarista (já falecido) Aaron Russo fez há poucos anos:

Aaron Russo about Nicholas Rockefeller.

Legendado "português".

"The end goal is to get everybody chipped, to control the whole society, to have the bankers and the elite people control the world."




A tecnologia RFID é potencialmente mais perigosa para a privacidade do que à primeira vista pode parecer:

Extracto de um excelente artigo da prestigiada Scientific American sobre os perigos da tecnologia de identificação por radiofrequência (RFID) para a privacidade.

http://www2.uol.com.br/sciam/reportagens/tarjetas_de_identificacao_por_radiofrequencia_10.html

Tarjetas de identificação por radiofreqüência

Minúsculos dispositivos de identificação por radiofreqüência, utilizados para rastrear suprimentos e estoques, estão presentes numa série de produtos. Defensores da privacidade alegam que eles representam novos riscos de segurança para usuários
por Katherine Albrecht

PARA CONHECER MAIS

Spychips: how major corporations and government plan to track your every move with RFID. Katherine Albrecht e Liz McIntyre. Thomas Nelson, 2005.

Radio-frequency Identification (RFID): addressing concerns over information collection and usage. Vídeo de mesa-redonda na faculdade de direito da University of Washington, em 19 de julho de 2007. Disponível no endereço: www.law.washington.edu/lct/Events/rfid

Privacy impact assessment for the use of radio frequency identification (RFID) technology for border crossings. Departamento de Segurança da Regional da Califórnia, 22 de janeiro de 2008.

Política e informações da Comissão Européia sobre RFID: http://ec.europa.eu/information_society/policy/rfid/index_en.htm

Projeto de Ecossistema RFID da University of Washington: http://rfid.cs.washington.edu

  Katherine Albrecht é doutora em educação pela Harvard University e diretora da Caspian, organização com 15 mil membros que defende a privacidade do consumidor contra a vigilância no comércio varejista. Desde 2003 está seriamente empenhada em denunciar e prevenir usos indevidos do RFID em produtos e em objetos de uso pessoal. Ela freqüentemente assessora legisladores e faz palestras sobre RFID e privacidade no Massachusetts Institute of Technology (MIT). É co-autora de dois livros sobre como o uso comercial e oficial do RFID pode ameaçar a privacidade e a segurança pessoal.

Espiões da Vida Alheia

Embora a idéia de que corporações pretendem usar chips RFID para espionar pessoas pareça improvável, ela já é realidade. Vale a pena considerar uma patente da IBM solicitada em 2001 e concedida em 2006. A patente descreve exatamente como os cartões podem ser usados para localizar e descrever perfis pessoais, mesmo que o acesso a bancos de dados seja indisponível ou estritamente limitado. Intitulado "Identificação e localização de pessoas através de tarjetas RFID em ambientes comerciais", fornece detalhes impressionantes sobre o potencial de vigilância dos RFID num mundo onde uma rede de leitoras de RFID – conectados às chamadas "unidades localizadoras de pessoas"– seria instalada em praticamente todos os lugares mais freqüentados pelo público: shopping centers, aeroportos, estações de metro, ônibus, elevadores, aviões, estádios esportivos, bibliotecas, teatros, e museus – para fazer monitoramento contínuo do movimento das pessoas.

De acordo com a patente, numa loja de departamentos o processo funcionaria da seguinte forma: "Um escâner de chips RFID, localizado num determinado ponto varre o chip RFID da pessoa. Enquanto ela se movimenta pela loja, diferentes leitoras de RFID espalhadas pelo ambiente captam sinais de seu chip, cujo movimento é mapeado com base nas direções tomadas. A unidade localizadora de pessoas mantém registros dos diferentes locais visitados, bem como o tempo de permanência em cada local".

O fato de as informações pessoais não serem armazenadas no chip não é problema, explica a IBM, porque "as informações pessoais serão descarregadas na próxima vez que a pessoa usar seu cartão de crédito, cartão do banco, cartão da loja ou algum outro cartão". O link entre o número único do chip RFID e a identidade da pessoa só precisa ser feito uma vez, para que o chip passe a servir como uma porta aberta para extrair informações sobre aquela pessoa. Apesar de a IBM pretender localizar pessoas por meio de minúsculos chips localizados em produtos de consumo, com os cartões de fronteira RFID atuais, não é preciso esperar que os chips de produtos individuais se espalhem. A nova carteira de habilitação com chip do estado de Washington seria facilmente localizada em lojas, pois ela pode ser lida por leitoras de estoque Gen 2, hoje usadas em grandes lojas de departamento.

Essa infra-estrutura de localização se tornará cada vez mais rendosa para o mercado, quando mais pessoas carregarem ou até vestirem itens com chips RFID. Atualmente estão em circulação dezenas de milhões de cartões de crédito digitais e de cartões ATM contendo chips RFID, juntamente com milhares de crachás de funcionários. Cartões de transporte urbano com RFID, muito usados na Europa e no Japão, estão chegando às cidades americanas. O sistema de rastreamento pessoal da IBM está em processo de patenteamento, mas um parque de diversões inglês chamado Alton Towers fornece uma ilustração real do potencial rastreador do RFID. Ao entrar no parque cada visitante recebe uma pulseira com um código de identificação RFID exclusivo. Conforme a pessoa se diverte nas atrações, uma rede de leitoras de RFID estrategicamente espalhadas pelo parque detecta todas as pulseiras numa certa área e aciona câmaras de vídeo próximas. Gravações dos percursos realizados espontaneamente pelas pessoas são armazenadas em um arquivo identificado com o número da pulseira. No final do dia o cliente poderá comprar um DVD de seu passeio para recordação.

Protegendo o Público

Se tarjetas RFID permitem que vídeos personalizados detalhados de milhares de pessoas por dia sejam gravados num parque de diversões, imagine o que um governo poderia fazer – sem mencionar comerciantes e criminosos. É por isso que meus colegas da comunidade da privacidade e eu nos opusemos firmemente ao uso de RFID em documentos de identidade emitidos pelo governo, ou em itens comerciais. Já em 2003, minha organização, a Consumidores
Contra Invasão de Privacidade em Supermercados (Caspian) – em conjunto com a Privacy Rights Clearinghouse, a Electronic Privacy Information Center, a Electronic Frontier Foundation, a Associação Americana de Liberdade Civil e 40 outros defensores e organizações líderes em privacidade e liberdade civil – reconhecemos essa ameaça e emitimos um parecer condenando o rastreamento de pessoas por meio de RFIDs.

Em resposta a essas preocupações alguns estados americanos apresentaram projetos de lei de proteção ao consumidor contra o RFID, – que foram rejeitados ou receberam emendas, por forte oposição de lobistas da indústria de RFID. Quando senadores de New Hampshire votaram um projeto de lei impondo rigorosa regulamentação sobre o RFID, em 2006, uma emenda de última hora o substituiu por um estudo de dois anos. Fui nomeada pelo governador para atuar na comissão de resultados. Naquele mesmo ano um projeto de lei da Califórnia, que proibiria o uso de RFID em documentos emitidos pelo governo, foi aprovado no Congresso e no Senado, mas acabou vetado pelo governador Arnold Schwarzenegger. No âmbito federal nenhum projeto de lei de proteção ao consumidor relativo ao RFID foi aprovado. Ao contrário, em 2005, a Força Tarefa de Alta-Tecnologia de Membros Republicanos do Senado americano elogiou as aplicações do RFID considerando-as "novas tecnologias empolgantes, altamente promissoras para nossa economia" e prometeu proteger o RFID contra regulamentações e leis.

Na União Européia órgãos reguladores estão examinando a situação. A Comissão Européia – o braço executivo da União Européia – reconheceu o potencial dos sérios problemas de privacidade que cercam os RFID e deram início a uma discussão pública no início deste ano. Em julho último, quando esse assunto chegou à mídia, esperava-se uma inflamada repercussão por parte do público, mas há poucas expectativas sobre uma regulamentação a favor da privacidade do consumidor. Num discurso, em março de 2007, Viviane Reding, membro da comissão de mídia e informação para a sociedade da União Européia, anunciou que, em lugar de legislar sobre a questão das RFID, a comissão deixaria "a cargo das empresas a regulamentação sobre identificadores de radiofreqüência". "Minha posição é que não devemos interferir no desenvolvimento do setor" conclui ela.

Lamentavelmente a auto-regulação do setor industrial surte pouco efeito na proteção do público sobre riscos do RFID. A EPCglobal, órgão que atualmente estabelece os padrões técnicos para as tarjetas RFID, criou um conjunto de regras para seu uso no varejo. As recomendações do órgão impõem, por exemplo, que os consumidores sejam informados da existência da tarjeta RFID no produto – na forma de um símbolo RFID de identificação. No entanto, quando a Checkpoint Systems, empresa membro da EPCglobal, desenvolveu tarjetas RFID para serem camufladas em solas de sapato – numa clara violação do estabelecido pela própria organização –, Mike Meranda, então presidente da EPCglobal, confessou-me que, como as diretrizes eram voluntárias, nem ele nem a organização poderiam interferir.

O departamento de licenciamento do estado americano de Washington assegura aos cidadãos que seus dados pessoais serão resguardados, pois a tarjeta RFID da carteira de habilitação "não tem fonte de energia" e "não contém qualquer identificação pessoal" muito embora esses fatos não impeçam que as carteiras sejam usadas para rastreamento. Para alguns, uma falsa noção de garantia para tentar tranqüilizar o público pode ser perigosa. A Rede Nacional para o Fim da Violência Doméstica, grupo americano que tem se manifestado contra o uso de RFID em documentos de identificação e produtos ao consumidor, está apresentando ao Congresso exemplos práticos de como infratores poderiam se aproveitar da tecnologia para perseguir e monitorar suas vítimas.

Enquanto isso, a onda do RFID está ganhando força. Gigi Zenk, porta-voz de uma agência de licenciamento do estado de Washington, recentemente confirmou que atualmente há 10 mil licenças RFID concedidas a usuários comuns que andam normalmente com elas. Um enorme potencial para uso indevido, que só tende a aumentar. É verdade que o estado de Washington há pouco tempo esboçou uma resposta parcial, aprovando uma lei que declara a leitura não autorizada de tarjetas "com finalidade de fraude, furto de identidade ou qualquer outro propósito ilegal" como infração grave, sujeita a cinco anos de prisão e multa de US$ 10 mil. No entanto, em nenhum momento a lei estabelece que a leitura feita com outras intenções, como estratégias de vendas e promoção de produtos, ou para "controlar a população" seja criminosa. E nós somos coniventes com isso.

camafeu

Os cães já têm um chip implantado, agora são as matrículas ...

Arranjam sempre uma desculpa esfarrapada para avançarem com essa agenda, ou por causa da "segurança", ou porque é mais rápido e prático ...


Noam Chomsky e Michel Foucault são dois autores essenciais para quem procura entender as actuais sociedades de controlo que se autodenominam de "democráticas".

http://pt.wikipedia.org/wiki/Vigiar_e_punir

"Propaganda," says Noam Chomsky, "is to a democracy what the bludgeon is to a totalitarian state"--in other words, the means by which leaders keep the masses in line. In this slim pamphlet, he looks at American propaganda efforts, from the warmongering of Woodrow Wilson to the creation of popular support for the 1991 military intervention in Kuwait, and reveals how falsification of history, suppression of information, and the promotion of vapid, empty concepts have become standard operating procedure for the leaders of the United States--both Democrats and Republicans--in their efforts to prevent citizens from raising awkward questions about U.S. policy. --This text refers to an out of print or unavailable edition of this title.

http://www.amazon.com/Media-Control-Second-Spectacular-Achievements/dp/1583225366

http://www.amazon.com/Discipline-Punish-Prison-Michel-Foucault/dp/0679752552]


Este documentário da BBC também é muito bom.

"The story of the relationship between Sigmund Freud and his American nephew, Edward Bernays. Bernays invented the public relations profession in the 1920s and was the first person to take Freud's ideas to manipulate the masses. He showed American corporations how they could make people want things they didn't need by systematically linking mass-produced goods to their unconscious desires.

Bernays was one of the main architects of the modern techniques of mass-consumer persuasion, using every trick in the book, from celebrity endorsement and outrageous PR stunts, to eroticising the motorcar.

His most notorious coup was breaking the taboo on women smoking by persuading them that cigarettes were a symbol of independence and freedom.

But Bernays was convinced that this was more than just a way of selling consumer goods. It was a new political idea of how to control the masses. By satisfying the inner irrational desires that his uncle had identified, people could be made happy and thus docile.

It was the start of the all-consuming self which has come to dominate today's world."




http://en.wikipedia.org/wiki/The_Century_Of_The_Self

Episode 1: "Happiness Machines"
Episode 2: "The Engineering of Consent"
Episode 3: "There is a Policeman Inside All Our Heads: He Must Be Destroyed"
Episode 4: "Eight People Sipping Wine in Kettering"

"This series is about how those in power have used Freud's theories to try and control the dangerous crowd in an age of mass democracy." - Adam Curtis

Sigmund Freud, the founder of psychoanalysis, changed the perception of the human mind and its workings profoundly. His influence on the 20th century is widely regarded as massive. The documentary describes the impact of Freud's theories on the perception of the human mind, and the ways public relations agencies and politicians have used this during the last 100 years for their "engineering of consent".

Among the main characters are Freud himself and his nephew Edward Bernays, who was the first to use psychological techniques in advertising. He is often seen as the "father of the public relations industry". Freud's daughter Anna Freud, a pioneer of child psychology, is mentioned in the second part, as well as Wilhelm Reich, one of the main opponents of Freud's theories.

Along these general themes, The Century of the Self asks deeper questions about the roots and methods of modern consumerism, representative democracy and its implications. It also questions the modern way we see ourselves, the attitude to fashion and superficiality.

The business and, increasingly, the political world uses PR to read and fulfill our desires, to make their products or speeches as pleasing as possible to us. Curtis raises the question of the intentions and roots of this fact. Where once the political process was about engaging people's rational, conscious minds, as well as facilitating their needs as a society, the documentary shows how by employing the tactics of psychoanalysis, politicians appeal to irrational, primitive impulses that have little apparent bearing on issues outside of the narrow self-interest of a consumer population. He cites a Wall Street banker as saying "We must shift America from a needs- to a desires-culture. People must be trained to desire, to want new things, even before the old have been entirely consumed. [...] Man's desires must overshadow his needs."

Two: The Engineering of Consent

The programme explores how those in power in post-war America used Freud's ideas about the unconscious mind to try and control the masses.

Politicians and planners came to believe Freud's underlying premise - that deep within all human beings were dangerous and irrational desires and fears. They were convinced that it was the unleashing of these instincts that had led to the barbarism of Nazi Germany. To stop it ever happening again they set out to find ways to control this hidden enemy within the human mind.

Sigmund Freud's daughter, Anna, and his nephew, Edward Bernays, provided the centrepiece philosophy. The US government, big business, and the CIA used their ideas to develop techniques to manage and control the minds of the American people. But this was not a cynical exercise in manipulation. Those in power believed that the only way to make democracy work and create a stable society was to repress the savage barbarism that lurked just under the surface of normal American life.




Three: There is a Policeman Inside All Our Heads: He Must Be Destroyed

In the 1960s, a radical group of psychotherapists challenged the influence of Freudian ideas in America. They were inspired by the ideas of Wilhelm Reich, a pupil of Freud's, who had turned against him and was hated by the Freud family. He believed that the inner self did not need to be repressed and controlled. It should be encouraged to express itself.

Out of this came a political movement that sought to create new beings free of the psychological conformity that had been implanted in people's minds by business and politics.

This programme shows how this rapidly developed in America through self-help movements like Werber Erhard's Erhard Seminar Training - into the irresistible rise of the expressive self: the Me Generation.

But the American corporations soon realised that this new self was not a threat but their greatest opportunity. It was in their interest to encourage people to feel they were unique individuals and then sell them ways to express that individuality. To do this they turned to techniques developed by Freudian psychoanalysts to read the inner desires of the new self.




Four: Eight People Sipping Wine in Kettering

This episode explains how politicians on the left, in both Britain and America, turned to the techniques developed by business to read and fulfil the inner desires of the self.

Both New Labour, under Tony Blair, and the Democrats, led by Bill Clinton, used the focus group, which had been invented by psychoanalysts, in order to regain power. They set out to mould their policies to people's inner desires and feelings, just as capitalism had learnt to do with products.

Out of this grew a new culture of public relations and marketing in politics, business and journalism. One of its stars in Britain was Matthew Freud who followed in the footsteps of his relation, Edward Bernays, the inventor of public relations in the 1920s.

The politicians believed they were creating a new and better form of democracy, one that truly responded to the inner feelings of individual. But what they didn't realise was that the aim of those who had originally created these techniques had not been to liberate the people but to develop a new way of controlling them.



http://www.politicallyincorrectfacts.com/