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A crise.E se os Portugueses pedirem aos estrangeiros (FMI) para nos governarem ?

Iniciado por fisher, Abril 04, 2011, 11:15

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fisher

Muito se especula se os estrangeiros do FMI nos vêm ou não governar os portugueses.

Se os Portugueses pedirem aos estrangeiros (FMI) para nos virem governar , é uma vergonha atroz !!!

É irresponsabilidade , incapacidade . é incompetência técnica para gerir as finanças publicas, as contas publicas. É uma vergonha.

É não estar á altura dos nossos antepassados , homens de coragem que se souberam governar lindamente, e se souberam respeitar , obrigando  o mundo a respeitá-los .

É uma ofensa aos nossos avós, que, ao contrário, expulsaram de cá os estrangeiros.

D. Afonso Henriques que expulsou Espanhóis, Árabes , líbios  marroquinos etc.   E obrigou o mundo civilizado a respeitá-lo com um Senhor , um Rei. Refiro-me à Igreja que não queria, mas o jovem Afonso obrigou-a a respeitá-lo como Rei, e a Igreja assim teve de fazer.

É claro que teve que resolver tudo à espadeirada.  Homem de coragem. D. joao IV que expulsou os Espanhóis, em 1640 . Bem como os outros craques que se impuseram ao mundo.

Já no mundo moderno o Marquês de Pombal, excelente economista, que soube tirar o País da miséria e soube promover o seu desenvolvimento e crescimento, organizando a agricultura a industria as pescas, etc.

Desculpem que diga mas chamar os estrangeiros (FMI)para fazerem o favor de nos governar é uma vergonha para não dizermos pior.

Depois de chamarem os estrangeiros, para nos fazerem as contas, e o plano de amortização da divida, não me digam que há Economistas em portugal porque fica provado que não há.

É triste os portugueses não serem capazes de fazer um plano de amortização da divida , coisa tão simples que até uma simples mulher a dias faz.


Em todas as épocas  há sempre visionários e génios, e justiça deve ser feita  . Neste caso, o único homem que há anos chama a atenção para o disparate do aumento da divida que nos leva à ruína  é sem duvida o Professor Medina.


Sem dúvida que ,para evitar este descalabro, deveria haver uma lei para proibir o aumento da divida acima de 15 ou 20%, e que só pudesse ser revista em casos excepcionais e por referendo publico.



Cumprimentos e bons negócios
fisher


fisher

Caros amigos

Como já sabemos os Portugueses resolveram chamar os estrangeiros do FMI para nos governarem .  Deverão chegar dentro de dias , poucos dias, para corrigirem os nossos erros. É um erro ,certamente, como afirmou recentemente  o presidente Lula da Silva , do Brazil de visita recente ao nosso País .

Hoje é um dia triste para os portugueses certamente , por várias razões e também porque o nosso prestigio internacional baixa muito certamente. Seremos vistos como quem não se sabe governar.

Muitos acharão  que é maravilhoso, certamente .  Mas possivelmente não se apercebem que o nosso problema está no excesso de endividamento que nos arruina.

E com a vinda do FMI a divida vai aumentar muito mais  porque eles vão emprestar muito mais dinheiro.

Bom fazendo umas contas , se a nossa divida for actualmente de 150 mil milhões  e se o FMI emprestar mais 70.000 milhões , então a nossa divida subirá para 220 mil milhões  e o juro a pagar e os nossos problemas  crescerão na mesma proporção.  Terá de haver aumento de impostos , abaixamento de salários etc...  redução das reformas de quem já descontou para a velhice e já não pode trabalhar , uma injustiça !!

Bom mas até tudo isto seria compreensível se  estes senhores nos explicassem qual o plano , qual o objectivo , e como pensam obrigar os portugueses a pagar a nova divida e a vellha divida . Qual o plano de amortização da divida ?

Quantos anos precisaremos para pagar parte desta dívida ?

e vamos pagar quanto 20% , 30%, 50% ???

e que custos terá ??.

Pois é importante que se perceba se há algum plano e que objectivos.

Acho que os nossos antepassados não aprovariam este aumento de divida e deverão estar às voltas nas suas  tumbas .

Bom mas isto é uma opinião pessoal .

Agora o melhor é preparar-mo-nos para as próximas dificuldades que virão aí certamente.  

Cumprimentos e bons negócios

fisher

areis1

Boa noite
Acima de tudo, dói. Não apenas na carteira mas também no orgulho.
Dói. Dói muito.
De facto apenas sabemos que não há dinheiro no Porquinho mealheiro. Gastaram tudo, até o dinheiro para o pão e para o leite do próximo pequeno almoço.
Mas gastou-se em quê? Não sei. Mas não deve ser alheio o facto de termos um dos maiores rácios de automóveis topo de gama per capita. Tudo suor próprio, a meu ver.  E vamos ficar mais endividados certamente. Dirão, é o sistema a funcionar: entra mais dinheiro, circula  mais dinheiro, gera mais dinheiro. Pois, já vi essa história mas a fita queimou quando se estava a passar a parte da demonstração da riqueza criada. Não vi essa parte. Vi bem a outra, de pagar a dívida mais os efeitos da mesma. Quem me dera ter comprado uns milhões de dívida portuguesa a 10%. Gostavam, não gostavam? Será por isso que alguns países compraram muita dívida ou será que gostam muito de nós?
Viva o Pinóquio e o resto da Loja do Gepeto.
Viva o Pinóquio.
Façam o favor de ser felizes (falta um novo Raul para brincar com a tristeza, sem magoar).
Façam por ser felizes.
AR

DUARTINI

http://strapon.pt    http://sersexy.net

s.s



Jornal Russo "Pravda.ru" escreve 4 páginas sobre Portugal.



Estão mais bem informados que 95 % dos portugueses que continuam a votar sempre nos
mesmos!
22/3/11

Ora leiam até ao fim... Vale a pena ler.

Foram tomadas medidas draconianas esta semana em Portugal pelo Governo
liberal de José Sócrates, um caso de um outro governo de centro-direita
pedindo ao povo português a fazer sacrifícios, um apelo repetido vezes sem
fim a esta nação trabalhadora, sofredora, historicamente deslizando cada
vez mais no atoleiro da miséria.


E não é porque eles serem portugueses.

Vá ao Luxemburgo, que lidera todos os indicadores socioeconómicos e
você vai descobrir que doze por cento da população é português, o povo
que construiu um império que se estendia por quatro continentes e que
controlava o litoral desde Ceuta, na costa atlântica, tornando a costa
africana até ao Cabo da Boa Esperança, a costa oriental da África, no
Oceano Índico, o Mar Arábico, o Golfo da Pérsia, a costa ocidental da
Índia e Sri Lanka. E foi o primeiro povo europeu a chegar ao
Japão... e Austrália.

Esta semana, o Primeiro Ministro José Sócrates lançou uma nova onda
dos seus pacotes de austeridade, corte de salários e aumento do IVA,
mais medidas cosméticas tomadas num clima de política de laboratório
por académicos arrogantes e altivos desprovidos de qualquer contacto
com o mundo real, um esteio na classe política elitista Português no
Partido Social Democrata e Partido Socialista, gangorras de má gestão
política que têm assolado o país desde anos 80.

O objectivo? Para reduzir o défice. Por quê?
Porque a União Europeia assim o diz. Mas é só a UE?
Não, não é. O maravilhoso sistema em que a União Europeia deixou-se a
ser sugado é aquele em que a agências de Ratings, Fitch, Moody's e
Standard and Poor's, baseadas nos estados unidos da América (onde
havia de ser?) virtual fisicamente controlam as políticas fiscais,
económicas e sociais dos Estados-Membros da União Europeia através da
atribuição das notações de crédito.

Com amigos como estes organismos, e Bruxelas, quem precisa de
inimigos? Sejamos honestos. A União Europeia é o resultado de um pacto
forjado por uma França tremente e com medo, apavorada com a Alemanha
depois que suas tropas invadiram seu território três vezes em setenta
anos, tomando Paris com facilidade, não só uma vez mas duas vezes, e
por uma astuta Alemanha ansiosa para se reinventar após os anos de
pesadelo de Hitler. França tem a agricultura, a Alemanha ficou com os
mercados para sua indústria.

E Portugal? Olhem para as marcas de automóveis novos conduzidos por
motoristas particulares para transportar exércitos de "assessores"
(estes parecem ser imunes a cortes de gastos) e adivinhem de qual país
eles vêm? Não, eles não são Peugeot e Citroen ou Renault. Eles são
Mercedes e BMWs. Topo-de-gama, é claro.

Os sucessivos governos formados pelos dois principais partidos, PSD
(Partido Social Democrata, direita) e PS (Socialista, de centro), têm
sistematicamente jogado os interesses de Portugal e dos portugueses
pelo esgoto abaixo, destruindo sua agricultura (agricultores
portugueses são pagos para não produzir) e sua indústria (desapareceu)
e sua pesca (arrastões espanhóis em águas lusas), a troco de quê?
O quê é que as contra-partidas renderam, a não ser a aniquilação total
de qualquer possibilidade de criar emprego e riqueza em uma base
sustentável?

Aníbal Cavaco da Silva, agora presidente, mas primeiro-ministro durante
uma década, entre 1985 e 1995, anos em que estavam despejando biliões
através das suas mãos a partir dos fundos estruturais e do
desenvolvimento da UE, é um excelente exemplo de um dos melhores
políticos de Portugal. Eleito fundamentalmente porque ele é considerado
"sério" e "honesto" (em terra de cegos, quem vê é rei), como se isso
fosse um motivo para eleger um líder (que só em Portugal, é) e como se
a maioria dos restantes políticos (PSD/PS) fossem um bando de
sanguessugas e parasitas inúteis (que são), ele é o pai do défice
público em Portugal e o campeão de gastos públicos.

A sua "política de betão" foi bem concebida, mas como sempre, mal
planeada, o resultado de uma inepta, descoordenada e, às vezes
inexistente localização no modelo governativo do departamento do
Ordenamento do Território, vergado, como habitualmente, a interesses
investidos que sugam o país e seu povo.

Uma grande parte dos fundos da UE foram canalizadas para a construção
de pontes e auto-estradas para abrir o país a Lisboa, facilitando o
transporte interno e fomentando a construção de parques industriais
nas cidades do interior para atrair a grande parte da população que
assentava no litoral.

O resultado concreto, foi que as pessoas agora tinham os meios para
fugirem do interior e chegar ao litoral ainda mais rápido. Os parques
industriais nunca ficaram repletos e as indústrias que foram criadas,
em muitos casos já fecharam.

Uma grande percentagem do dinheiro dos contribuintes da UE vaporizou
em empresas e esquemas fantasmas. Foram comprados Ferraris. Foram
encomendados Lamborghini. Maserati. Foram organizadas caçadas de
javali em Espanha. Foram remodeladas casas particulares. O Governo e
Aníbal Silva ficou a observar, no seu primeiro mandato, enquanto o
dinheiro foi desperdiçado. No seu segundo mandato, Aníbal Silva ficou
a observar os membros do seu governo a perderem o controle e a
participarem. Então, ele tentou desesperadamente distanciar-se do seu
próprio partido político. E ele é um dos melhores.

Depois de Aníbal Cavaco da Silva veio o bem-intencionado e humanitário,
António
Guterres (PS), um excelente Alto Comissário para os Refugiados e um
candidato perfeito para Secretário-Geral da ONU, mas um buraco negro
em termos de (má) gestão financeira. Ele foi seguido pelo diplomata
excelente, mas abominável primeiro-ministro José Barroso (PSD) (agora
Presidente da Comissão da EU, "Eu vou ser primeiro-ministro, só que
não sei quando") que criou mais problemas com seu discurso do que ele
resolveu, passou a batata quente para Pedro Lopes (PSD), que não tinha
qualquer hipótese ou capacidade para governar e não viu a armadilha.
Resultando em dois mandatos de José Sócrates; um Ministro do Ambiente
competente, que até formou um bom governo de maioria e tentou
corajosamente corrigir erros anteriores. Mas foi rapidamente asfixiado
por interesses instalados.

Agora, as medidas de austeridade apresentadas por este
primeiro-ministro, são o resultado da sua própria inépcia para
enfrentar esses interesses, no período que antecedeu a última crise
mundial do capitalismo (aquela em que os líderes financeiros do mundo
foram buscar três triliões de dólares de um dia para o outro para
salvar uma mão cheia de banqueiros irresponsáveis, enquanto nada foi
produzido para pagar pensões dignas, programas de saúde ou projectos
de educação).

E, assim como seus antecessores, José Sócrates, agora com minoria,
demonstra falta de inteligência emocional, permitindo que os seus
ministros pratiquem e implementem políticas de laboratório, que
obviamente serão contra-producentes. Pravda.Ru entrevistou 100
funcionários, cujos salários vão ser reduzidos. Aqui estão os
resultados:

Eles vão cortar o meu salário em 5%, por isso vou trabalhar menos
(94%). Eles vão cortar o meu salário em 5%, por isso vou fazer o meu
melhor para me aposentar cedo, mudar de emprego ou abandonar o país
(5%) Concordo com o sacrifício (1%) Um por cento. Quanto ao aumento
dos impostos, a reacção imediata será que a economia encolhe ainda
mais enquanto as pessoas começam a fazer reduções simbólicas, que
multiplicado pela população de Portugal, 10 milhões, afectará a
criação de postos de trabalho, implicando a obrigatoriedade do Estado
a intervir e evidentemente enviará a economia para uma segunda (e no
caso de Portugal, contínua) recessão. Não é preciso ser cientista de
física quântica para perceber isso. O idiota e avançado mental que
sonhou com esses esquemas, tem resultados num pedaço de papel, onde
eles vão ficar. É verdade, as medidas são um sinal claro para as
agências de ratings que o Governo de Portugal está disposto a tomar
medidas fortes, mas à custa, como sempre, do povo português. Quanto ao
futuro, as pesquisas de opinião providenciam uma previsão de um
retorno para o PSD, enquanto os partidos de esquerda (Bloco de
Esquerda e Partido Comunista Português) não conseguem convencer o
eleitorado de suas ideias e propostas.

Só em Portugal, a classe elitista dos políticos PSD/PS seria capaz de
punir o povo por se atrever a ser independente. Essa classe, enviou os
interesses de Portugal no ralo, pediu sacrifícios ao longo de décadas,
não produziu nada e continuou a massacrar o povo com mais castigos.
Esses traidores estão levando cada vez mais portugueses a questionarem
se deveriam ter sido assimilados há séculos, pela Espanha. Que
convidativo, o ditado português "Quem não está bem, que se mude".
Certo, bem longe de Portugal, como todos os que possam, estão fazendo.
Bons estudantes a jorrarem pelas fronteiras fora. Que comentário
lamentável para um país maravilhoso, um povo fantástico, e uma classe
política abominável.

Timothy Bancroft-Hinc




Atentamente

Luís Santos

strict

Citação de: s.s em Abril 07, 2011, 03:46


Jornal Russo "Pravda.ru" escreve 4 páginas sobre Portugal.



Estão mais bem informados que 95 % dos portugueses que continuam a votar sempre nos
mesmos!
22/3/11

Ora leiam até ao fim... Vale a pena ler.

Foram tomadas medidas draconianas esta semana em Portugal pelo Governo
liberal de José Sócrates, um caso de um outro governo de centro-direita
pedindo ao povo português a fazer sacrifícios, um apelo repetido vezes sem
fim a esta nação trabalhadora, sofredora, historicamente deslizando cada
vez mais no atoleiro da miséria.


E não é porque eles serem portugueses.

Vá ao Luxemburgo, que lidera todos os indicadores socioeconómicos e
você vai descobrir que doze por cento da população é português, o povo
que construiu um império que se estendia por quatro continentes e que
controlava o litoral desde Ceuta, na costa atlântica, tornando a costa
africana até ao Cabo da Boa Esperança, a costa oriental da África, no
Oceano Índico, o Mar Arábico, o Golfo da Pérsia, a costa ocidental da
Índia e Sri Lanka. E foi o primeiro povo europeu a chegar ao
Japão... e Austrália.

Esta semana, o Primeiro Ministro José Sócrates lançou uma nova onda
dos seus pacotes de austeridade, corte de salários e aumento do IVA,
mais medidas cosméticas tomadas num clima de política de laboratório
por académicos arrogantes e altivos desprovidos de qualquer contacto
com o mundo real, um esteio na classe política elitista Português no
Partido Social Democrata e Partido Socialista, gangorras de má gestão
política que têm assolado o país desde anos 80.

O objectivo? Para reduzir o défice. Por quê?
Porque a União Europeia assim o diz. Mas é só a UE?
Não, não é. O maravilhoso sistema em que a União Europeia deixou-se a
ser sugado é aquele em que a agências de Ratings, Fitch, Moody's e
Standard and Poor's, baseadas nos estados unidos da América (onde
havia de ser?) virtual fisicamente controlam as políticas fiscais,
económicas e sociais dos Estados-Membros da União Europeia através da
atribuição das notações de crédito.

Com amigos como estes organismos, e Bruxelas, quem precisa de
inimigos? Sejamos honestos. A União Europeia é o resultado de um pacto
forjado por uma França tremente e com medo, apavorada com a Alemanha
depois que suas tropas invadiram seu território três vezes em setenta
anos, tomando Paris com facilidade, não só uma vez mas duas vezes, e
por uma astuta Alemanha ansiosa para se reinventar após os anos de
pesadelo de Hitler. França tem a agricultura, a Alemanha ficou com os
mercados para sua indústria.

E Portugal? Olhem para as marcas de automóveis novos conduzidos por
motoristas particulares para transportar exércitos de "assessores"
(estes parecem ser imunes a cortes de gastos) e adivinhem de qual país
eles vêm? Não, eles não são Peugeot e Citroen ou Renault. Eles são
Mercedes e BMWs. Topo-de-gama, é claro.

Os sucessivos governos formados pelos dois principais partidos, PSD
(Partido Social Democrata, direita) e PS (Socialista, de centro), têm
sistematicamente jogado os interesses de Portugal e dos portugueses
pelo esgoto abaixo, destruindo sua agricultura (agricultores
portugueses são pagos para não produzir) e sua indústria (desapareceu)
e sua pesca (arrastões espanhóis em águas lusas), a troco de quê?
O quê é que as contra-partidas renderam, a não ser a aniquilação total
de qualquer possibilidade de criar emprego e riqueza em uma base
sustentável?

Aníbal Cavaco da Silva, agora presidente, mas primeiro-ministro durante
uma década, entre 1985 e 1995, anos em que estavam despejando biliões
através das suas mãos a partir dos fundos estruturais e do
desenvolvimento da UE, é um excelente exemplo de um dos melhores
políticos de Portugal. Eleito fundamentalmente porque ele é considerado
"sério" e "honesto" (em terra de cegos, quem vê é rei), como se isso
fosse um motivo para eleger um líder (que só em Portugal, é) e como se
a maioria dos restantes políticos (PSD/PS) fossem um bando de
sanguessugas e parasitas inúteis (que são), ele é o pai do défice
público em Portugal e o campeão de gastos públicos.

A sua "política de betão" foi bem concebida, mas como sempre, mal
planeada, o resultado de uma inepta, descoordenada e, às vezes
inexistente localização no modelo governativo do departamento do
Ordenamento do Território, vergado, como habitualmente, a interesses
investidos que sugam o país e seu povo.

Uma grande parte dos fundos da UE foram canalizadas para a construção
de pontes e auto-estradas para abrir o país a Lisboa, facilitando o
transporte interno e fomentando a construção de parques industriais
nas cidades do interior para atrair a grande parte da população que
assentava no litoral.

O resultado concreto, foi que as pessoas agora tinham os meios para
fugirem do interior e chegar ao litoral ainda mais rápido. Os parques
industriais nunca ficaram repletos e as indústrias que foram criadas,
em muitos casos já fecharam.

Uma grande percentagem do dinheiro dos contribuintes da UE vaporizou
em empresas e esquemas fantasmas. Foram comprados Ferraris. Foram
encomendados Lamborghini. Maserati. Foram organizadas caçadas de
javali em Espanha. Foram remodeladas casas particulares. O Governo e
Aníbal Silva ficou a observar, no seu primeiro mandato, enquanto o
dinheiro foi desperdiçado. No seu segundo mandato, Aníbal Silva ficou
a observar os membros do seu governo a perderem o controle e a
participarem. Então, ele tentou desesperadamente distanciar-se do seu
próprio partido político. E ele é um dos melhores.

Depois de Aníbal Cavaco da Silva veio o bem-intencionado e humanitário,
António
Guterres (PS), um excelente Alto Comissário para os Refugiados e um
candidato perfeito para Secretário-Geral da ONU, mas um buraco negro
em termos de (má) gestão financeira. Ele foi seguido pelo diplomata
excelente, mas abominável primeiro-ministro José Barroso (PSD) (agora
Presidente da Comissão da EU, "Eu vou ser primeiro-ministro, só que
não sei quando") que criou mais problemas com seu discurso do que ele
resolveu, passou a batata quente para Pedro Lopes (PSD), que não tinha
qualquer hipótese ou capacidade para governar e não viu a armadilha.
Resultando em dois mandatos de José Sócrates; um Ministro do Ambiente
competente, que até formou um bom governo de maioria e tentou
corajosamente corrigir erros anteriores. Mas foi rapidamente asfixiado
por interesses instalados.

Agora, as medidas de austeridade apresentadas por este
primeiro-ministro, são o resultado da sua própria inépcia para
enfrentar esses interesses, no período que antecedeu a última crise
mundial do capitalismo (aquela em que os líderes financeiros do mundo
foram buscar três triliões de dólares de um dia para o outro para
salvar uma mão cheia de banqueiros irresponsáveis, enquanto nada foi
produzido para pagar pensões dignas, programas de saúde ou projectos
de educação).

E, assim como seus antecessores, José Sócrates, agora com minoria,
demonstra falta de inteligência emocional, permitindo que os seus
ministros pratiquem e implementem políticas de laboratório, que
obviamente serão contra-producentes. Pravda.Ru entrevistou 100
funcionários, cujos salários vão ser reduzidos. Aqui estão os
resultados:

Eles vão cortar o meu salário em 5%, por isso vou trabalhar menos
(94%). Eles vão cortar o meu salário em 5%, por isso vou fazer o meu
melhor para me aposentar cedo, mudar de emprego ou abandonar o país
(5%) Concordo com o sacrifício (1%) Um por cento. Quanto ao aumento
dos impostos, a reacção imediata será que a economia encolhe ainda
mais enquanto as pessoas começam a fazer reduções simbólicas, que
multiplicado pela população de Portugal, 10 milhões, afectará a
criação de postos de trabalho, implicando a obrigatoriedade do Estado
a intervir e evidentemente enviará a economia para uma segunda (e no
caso de Portugal, contínua) recessão. Não é preciso ser cientista de
física quântica para perceber isso. O idiota e avançado mental que
sonhou com esses esquemas, tem resultados num pedaço de papel, onde
eles vão ficar. É verdade, as medidas são um sinal claro para as
agências de ratings que o Governo de Portugal está disposto a tomar
medidas fortes, mas à custa, como sempre, do povo português. Quanto ao
futuro, as pesquisas de opinião providenciam uma previsão de um
retorno para o PSD, enquanto os partidos de esquerda (Bloco de
Esquerda e Partido Comunista Português) não conseguem convencer o
eleitorado de suas ideias e propostas.

Só em Portugal, a classe elitista dos políticos PSD/PS seria capaz de
punir o povo por se atrever a ser independente. Essa classe, enviou os
interesses de Portugal no ralo, pediu sacrifícios ao longo de décadas,
não produziu nada e continuou a massacrar o povo com mais castigos.
Esses traidores estão levando cada vez mais portugueses a questionarem
se deveriam ter sido assimilados há séculos, pela Espanha. Que
convidativo, o ditado português "Quem não está bem, que se mude".
Certo, bem longe de Portugal, como todos os que possam, estão fazendo.
Bons estudantes a jorrarem pelas fronteiras fora. Que comentário
lamentável para um país maravilhoso, um povo fantástico, e uma classe
política abominável.

Timothy Bancroft-Hinc




Atentamente

Luís Santos

fisher

#6
Vejam este triste espectáculo para aliviar o stress !!!


http://www.youtube.com

fisher

Caro SS

Excelente artigo Russo, sim senhor !!

É impressionante ver que os Russos percebem melhor os problemas dos portugueses que os  próprios portugueses.

É impressionante perceberem que já  fomos um grande povo , respeitado   pelo Mundo e agora só fizeram dívidas e puseram-nos de joelhos para vivermos á sombra das dividas. É triste serem os outros a reconhecerem o que não somos capazes de reconhecer.

Infelizmente Os portugueses não percebem que estão na pior porque lhes puseram às costas uma divida que não podem com ela e que os vai matar, uma divida de cerca de 150.000 milhões, com juros que nos levam todos os nossos impostos e trabalho.

E os incompetentes dos nossos irresponsáveis acham que esta divida não é nada e já pediram mais divida que o FMI vai trazer. Segundo consta são mais 80.000 milhões de divida que o FMI vai trazer. Uma incompetência, uma irresponsabilidade que deveria ser considerada criminosa.

Isto porque se o País não pode pagar 150.000 milhões como poderá pagar 230.000 milhões (mais 80.000 milhões trazidos pelo FMI) ?  , Uma estupidez!!

Agora diz a televisão que a Europa vai ajudar os portugueses aumentando-lhes a divida ,a responsabilidade do pagamento dos juro, mas que ajuda para um funeral mais bonito!!!.

Está tudo maluco.

A ser assim vão  ter que lixar o povo retirando-lhe o dinheiro do ordenado , as férias , o subsidio de férias etc. para dar-mos todo este dinheirinho aos europeus para juros , uma vergonha, uma estupidez.

Ainda há uma esperança para nós.

Vi hoje na televisão , que há um País amigo , a Finlândia que se prepara para vetar  o aumento da divida dos portugueses que o FMI nos quer fazer.

Vamos todos rezar para que a Finlândia nos salve desta atrocidade do aumento da divida que nos encava e enterra estupidamente e chumbe o empréstimo do FMI aos portugueses.

Os portugueses deveriam ter coragem de dizer não a mais divida e  obrigarem os  responsáveis pela divida a pagarem-na.

Apreciem a esperteza dos Islandeses que se recusaram a pagar a divida (acho que vão fazer um referendo para não pagarem a divida) . Façamos como eles.

Meus amigos a crise é grande vêm aí grandes dificuldades   digam o que vos parece mais acertado porque tenho a certeza que dirão coisas  muito mais  acertadas que os engravatados de fato escuro que aparecem na televisão que só dizem asneiras.
Prova: A prova é esta crise em que nos meteram a todos com a sua burrice.

Caros amigos só há 3 coisas muito simples a fazer sem as quais será o nosso enterro,
1-   É parar imediatamente de aumentar a divida
2-   A outra é desenvolver imediatamente a economia
3-   Deixar de ajoelhar diante da Europa, e subirmos o tom de voz na europa , ameaçando o abandono se não fizerem o que queremos que façam. É preciso coragem à Portuguesa antiga, à maneira de Afonso Henriques.


Vejam este filme espectacular sobre a Islandia !!

http://www.facebook.com/video/video.php?v=142017772534038&oid=172668309449548&comments

Digam o que vos parece  !!

Cumprimentos e bons negócios
fisher

s.s


Caro Fisher,

depois de ler o seu texto que esta muito claro, preciso e conciso eu acrescentava as suas ideias, (com as quais também me revejo) muitas das medidas que li num blog - http://movimentorenovacao.blogs.sapo.pt/ e com as quais concordo na totalidade.

É por demais evidente o tratamento que eles( classe politica) dão ao povo, pura e simplesmente considerar-nos uma cambada de ignorantes que não podemos ouvir a verdade. Pior ainda, quem se der ao cuidado de ver a repetição do programa depressa vai chegar á conclusão que esta classe de políticos só quer uma coisa, PODER.

Não querem saber se o país vai acabar por cair na bancarrota e ser governado mais tempo por este governo, apenas querem saber qual o melhor momento  para começarem o assalto ao PODER, o interesse do país e dos seus cidadãos vem depois, se chegar a vir, pois isso é o que menos interessa. E são eles que o dizem, eu, apenas estou a constatar.

Será que o povo quer que este estado de coisas continue?

Eu não, e como não basta dizer que queremos mudar, aqui vão algumas ideias que tenho e que gostaria de ver implementadas, porque além de justas, penso que também são moralizadoras, e de certeza que vai haver uma parte dos políticos a "esconder-se"  :

- Redefinição do numero de autarquias.

( Redução das mesmas )

- Reiniciar a regionalização no país

-  Discutir a possibilidade de eliminar a subvenção do estado aos partidos políticos

- Controlar os vencimentos dos gestores públicos

- Acabar com algumas das regalias da classe parlamentar, como seja a de um deputado com doze anos de serviço tenha direito á reforma por inteiro.

- Fortalecer  o sector bancário e coloca-lo, através de regulação apropriada e eficaz ao serviço das empresas e comunidade, visando o desenvolvimento homogéneo do país.

- manter no estado as empresas dos sectores estratégicos, ( agua, luz e transportes públicos ) podendo-se privatizar o resto

- Reestruturar as empresas municipais e eliminar as que porventura nada produzam, pois a maior parte foram criadas para colocar os seus boys.

- Rever a educação e consequente avaliação dos docentes.

( vamos acabar com a fantochada de ter colegas a avaliar-se entre si )

- Rever o sistema de pagamento de propinas no ensino superior.

Rever os conteúdos do secundário e perceber porque os manuais mudam todos os anos, e pior, os manuais não são iguais em todas as escolas. NÃO SE CONSIGUE  PERCEBER.

-  Acabar com a lei que permite acumular varias reformas, Porquê?

É que me custa a compreender como é que foi feita uma lei que permite que alguns iluminados, legalmente, conseguem numa vida de trabalho, igual a de muitos cidadãos, terem duas reformas, e as vezes nem descontos ou anos de trabalho tem para uma. Será que terão 60 anos de serviço e descontos para a segurança social?

Já pensaram quem fez e votou a lei?

Tenho uma certeza, não foi o povo.



-  Redução do número de deputados  e seu salário.

- Abolição de quaisquer ajudas de custo, subvenções, subsídios ou quaisquer outros custos adicionais ao salário

- Redução do salário de autarcas e vereadores para metade do actual

- Abolição de quaisquer ajudas de custo, subvenções, subsídios ou quaisquer outros custos adicionais ao salário

- Redução do salário de PR para metade do actual (o EXEMPLO PARTE DE CIMA)

- Abolição de quaisquer ajudas de custo, subvenções, subsídios ou quaisquer outros custos adicionais ao salário

- Redução do salário de ministro

- Abolição de quaisquer ajudas de custo, subvenções, subsídios ou quaisquer outros - - custos adicionais ao salário

- Redução do salário da restante hierarquia da estrutura governativa nacional e/ou regional

- Abolição de quaisquer ajudas de custo, subvenções, subsídios ou quaisquer outros custos adicionais ao salário

- Aplicação da legislação geral para idade de reforma em todos os cargos da função pública (com efeitos retroactivos)

- Redução da frota automóvel do estado para metade da actual com progressiva redução para 1/3

- Identificação visível e inequívoca das viaturas do estado




Convém acrescentar que não me revejo em nenhum partido do nosso espectro politico.


Atentamente

Luís Santos





fisher

Meus amigos

vejam a inteligência de um pequeno povo de menos de meio milhão de pessoas que em referendo proibiu o governo de pagar as dividas que os bancos e o próprio governo fizeram .

É isto que é o povo a defender o povo.

Vamos a ver se os portugueses conseguem fazer o mesmo e conseguem dizer aos Europeus para irem receber os seus milhões a quem os emprestaram ao Governo , que vão receber aos homens do  Governo que fizeram a divida, não ao povo português que não pediu nada emprestado.  

O governo que pague as dividas que fez por incompetecia e...., não o povo que  já sofreu por ser mal governado.

Façamos meus amigos como os Islandeses.

Quem fez a divida que a pague, o povo português não ,  e que o FMI que vá para casa.

Quanto muito o que precisamos é de um referendo perguntando ao povo se quer que o FMI venha governal Portugal, e dar porrada aos portugueses, ou não ?? e perguntar aos portugueses se querem continuar a aumentar a divida ou não ??

Os caloteiros que fizeram a divida que a paguem , nós que não fizemos nenhuma divida não temos nada que pagar o que os caloteiros fizeram.

vejam as noticias sobre a Islândia


Mundo

Holandeses e britânicos desiludidos com o "Não" islandês
Os governos do Reino Unido e da Holanda já confessaram desapontamento pela rejeição dos islandeses do novo plano de pagamento aos investidores holandeses e britânicos prejudicados durante a bancarrota da Islândia, em 2008.

Holanda e Reino Unido estão agora a analisar as possibilidades de recorrer aos tribunais para resolver o problema desta dívida.

Os islandeses voltaram a dizer "Não", em referendo, a um plano de pagamento de 4 mil milhões de euros perdidos por investidores britânicos e holandeses em bancos da Islândia.

Foi a segunda vez que a questão foi referendada ... e pela segunda vez que os islandeses recusaram o plano de pagamentos proposto. Pormenores com a jornalista Soraia Ramos.

http://tv2.rtp.pt/noticias/?t=Holandeses-e-britanicos-desiludidos-com-o-Nao-islandes.rtp&headline=46&visual=9&article=432334&tm=7


O mundo é dos corajosos !!

camafeu

Citação de: fisher em Abril 10, 2011, 15:48
Meus amigos

vejam a inteligência de um pequeno povo de menos de meio milhão de pessoas que em referendo proibiu o governo de pagar as dividas que os bancos e o próprio governo fizeram .

É isto que é o povo a defender o povo.

Vamos a ver se os portugueses conseguem fazer o mesmo e conseguem dizer aos Europeus para irem receber os seus milhões a quem os emprestaram ao Governo , que vão receber aos homens do  Governo que fizeram a divida, não ao povo português que não pediu nada emprestado.  

O governo que pague as dividas que fez por incompetecia e...., não o povo que  já sofreu por ser mal governado.

Façamos meus amigos como os Islandeses.

Quem fez a divida que a pague, o povo português não ,  e que o FMI que vá para casa.

Quanto muito o que precisamos é de um referendo perguntando ao povo se quer que o FMI venha governal Portugal, e dar porrada aos portugueses, ou não ?? e perguntar aos portugueses se querem continuar a aumentar a divida ou não ??

Os caloteiros que fizeram a divida que a paguem , nós que não fizemos nenhuma divida não temos nada que pagar o que os caloteiros fizeram.

vejam as noticias sobre a Islândia


Mundo

Holandeses e britânicos desiludidos com o "Não" islandês
Os governos do Reino Unido e da Holanda já confessaram desapontamento pela rejeição dos islandeses do novo plano de pagamento aos investidores holandeses e britânicos prejudicados durante a bancarrota da Islândia, em 2008.

Holanda e Reino Unido estão agora a analisar as possibilidades de recorrer aos tribunais para resolver o problema desta dívida.

Os islandeses voltaram a dizer "Não", em referendo, a um plano de pagamento de 4 mil milhões de euros perdidos por investidores britânicos e holandeses em bancos da Islândia.

Foi a segunda vez que a questão foi referendada ... e pela segunda vez que os islandeses recusaram o plano de pagamentos proposto. Pormenores com a jornalista Soraia Ramos.

http://tv2.rtp.pt/noticias/?t=Holandeses-e-britanicos-desiludidos-com-o-Nao-islandes.rtp&headline=46&visual=9&article=432334&tm=7


O mundo é dos corajosos !!

Talvez seja a diferença entre uma Democracia e uma Partidocracia.

s.s



A única coisa a lamentar não é a vinda do FMI. É saber que, um dia, o FMI vai embora.

Com esta classe politica composta por sanguessuga que nunca fizeram nada na vida e o primeiro emprego que tiveram foi através do aparelho partidário que militam desde as juventudes partidárias respectivas ,os Portugueses estão a espera de que?

Milagres? 

Vejam o curriculum vitae da maioria dos deputados abaixo dos 40 anos!
São uma "Cambada" de inúteis, quer sejam do PS, PSD, CDS, ou sectários do PCP ou os trotequistas de meia tigela do Bloco de Esquerda!

Recebem dez ordenados mínimos por mês, dão faltas e mais faltas, muitos passam uma legislatura inteira sem abrir a boca e outros quando a abrem já sabem o que sei para fora!

Deixo uma texto do João Pereira Coutinho que acaba com uma frase brilhante, e realista infelizmente.

Por:João Pereira Coutinho, colunista

A sério, sábios? E onde estavam Vossas Excelências há cinco meses, nas vésperas do Orçamento, quando teria sido possível apanhar a boleia irlandesa e poupar o país a mais vexames? Estavam, no Parlamento e nos media, a pedir "união nacional" (curioso nome) para que os mercados acreditassem em nós. O raciocínio era exemplar: um governo comprovadamente mendaz e inapto seria o mesmo a operar o milagre do rigor e da execução fiscais.

Não foi. Nem podia. E se é verdade que o FMI nada resolve a médio prazo (sem reestruturar a dívida, a economia estará liquidada para as próximas gerações), um resgate a tempo e horas teria impedido, pelo menos, que o eng. Sócrates continuasse à solta, a contrair empréstimos a juros ruinosos. Tudo com o patriótico fim de salvar a sua triste pele. Com estas 'elites', que toleraram e alimentaram Sócrates, a única coisa a lamentar não é a vinda do FMI. É saber que, um dia, o FMI vai embora.




Atentamente
 
  Luís Santos

 

fernando.listas

No FMI não há mamões, nem aldrabões.
É tudo boa gente.
Aliás eles já salvaram uma data de países, eu é que agora não me lembro de nenhum.
E dos países onde entraram, já saíram de alguns que eu agora não me recordo.

s.s


Eu gostava que o FMI amanhã não "aterrasse" na Portela mas quando temos uma classe politica da qualidade medíocre da nossa não podíamos esperar outra coisa...

Estes incompetentes, mentirosos, corruptos, falsos moralistas e saqueadores do erário público da esquerda a direita tem que ser todos corridos.

Atentamente

Luís Santos 

ppferraz

"No FMI não há mamões, nem aldrabões.
É tudo boa gente.
Aliás eles já salvaram uma data de países, eu é que agora não me lembro de nenhum.
E dos países onde entraram, já saíram de alguns que eu agora não me recordo."

Caro Fernando Listas,

Dos outros também não me interessa, o que eu sei é que eles (FMI) já cá estiveram e que eu saiba é unanime (ainda nao ouvi nada em contrário), na altura foi quem nos safou, pena foi terem ido embora e deixar isto entregue novamente aos nossos reles politicos de carreira que numca fizeram nada na vida e cresceram na sombra das jotas (ex: pinóquio ).
Espero que se mantenham cá muitos anos.....................

Abraço,

PP
"Mais vale ser rico e saudável que pobre e doente"