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EURO

Iniciado por pedrinha, Julho 07, 2011, 12:24

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pedrinha

Euro a caminho da solução Grega

on Quarta, 20 Julho 2011 13:59.

Euro valoriza com a possibilidade, cada vez maior, de acordo para solução concreta de ajuda à Grécia. A prova do otimismo crescente na zona euro está refletida na queda, verificada hoje, nas yields das obrigações italianas e espanholas.

Mas nada está garantido. Com a reunião preparatória a ser alterada de hoje para amanhã de manhã e a reunião do Eurogrupo a ser atrasada para as 12h. Salienta-se a reunião para acertar posições dos dois grandes europeus, França e Alemanha, ainda hoje, pelas 16h. Esta dinâmica está a puxar pelo euro, tendo hoje testado 1.4238 face ao dólar.

Do Japão, mais uma vez as declarações de que a força do yen não reflete os fundamentais da economia japonesa e a correspondente ameaça: "atuaremos se a valorização se tornar excessiva".

Em termos de indicadores económicos, o dia começou com a divulgação dos minutos da ultima reunião do Banco de Inglaterra (BoE), que continua a afastar a possibilidade de aumento da taxa de referência, apesar de atualizar o cenário para subida maior e mais rápida da inflação.

Às 15h, vendas de casas usadas americanas, o mercado espera recuperação para os 492k face aos 481k do mês passado. Simultaneamente sai a confiança do consumidor da zona-euro, com valor esperado a manter-se nos -10 do mês passado.

Alerta para a Earnings season americana, que está a decorrer, sendo a maior divulgação de resultados entre as 12:00 e as 14h e após o fecho da bolsa americana, 21h. São períodos de volatilidade acrescida para os mercados.

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Junkers: é possível default seletivo da Grécia

on Quinta, 21 Julho 2011 10:09.

Euro está a reagir em queda acelerada após comentários do Junkers de que é possível default seletivo da divida grega.

A ajudar à queda, estão os indicadores do PMI que saíram abaixo do esperado, assim como o agravamento do défict da conta-corrente da zona-euro


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Euro - semana 30

A semana europeia estava focada no Conselho Europeu de quinta-feira, a ordem de trabalhos era única: solução definitiva da situação da grega e consequentemente eliminar o efeito contágio que estava a progredir a forte velocidade sobre a Itália e a Espanha. As principais medidas foram:
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http://www.portugalcambial.com/index.php/noticias/330-euro-semana-30

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Moody´s corta rating da Grécia

O euro reagiu em ligeira queda com a Moody´s a cortar o rating da Grécia em 3 níveis (notches), de CAA1 para CA, ficando a um nível de default. Considerando que a gravidade do desafio da Grécia, não é comparável a  mais nenhum país da zona-euro. E que o novo plano de ajuda, aprovado na quinta feira no conselho europeu, implica default temporário, abrindo um mau precedente na zona-euro.

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http://www.portugalcambial.com/index.php/noticias/333-moodys-corta-rating-da-grecia

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Regresso do contágio à divida soberana

Em carta dirigida aos deputados alemães, o ministro das finanças alemão, salienta que as medidas aprovadas na Cimeira Europeia não é uma "carta em branco" para o Fundo Europeu de Estabilidade Financeira (FEEF) intervir no mercado secundário, comprando obrigações soberanas dos países periféricos. Salientando que não é numa cimeira que se resolve todos os problemas de divida da zona euro. O mercado obrigacionista reagiu em queda e as yields dos países periféricos retomaram o seu caminho de subida, provocando queda no euro.

Nos indicadores económicos, a subida da inflação australiana, vai aumentar a pressão sobre o banco central para aumento da taxa de referência. O aussie reagiu em forte alta, atingindo novos máximos de 1.1080, quebrando o máximo de Maio de 1.1010

Na Europa os indicadores foram de queda generalizada, com os preços das importações alemãs a cair -0.6% e o crescimento da massa monetária em circulação na zona euro, o M3 a cair de 2.5% para 2.1%. De salientar que o crescimento dos empréstimos aos privados 2.5% também foi abaixo do esperado 2.8% e do mês anterior 2.7%.

Perante este cenários e depois de atingir o máximo de um mês nos 1.4534, o euro retrai em reação às declarações do ministro alemão e dos fracos indicadores económicos europeus, estando a cotar nos 1.4480

Na Suíça o importante indicador KOF saiu nos 2.04, abaixo do esperado 2.12, retirando alguma força à pujança demonstrada pela economia helvética.

Às 11:00 é divulgado o resultado do inquérito CBI sobre a tendência das encomendas à indústria inglesa. O mercado espera valor negativo -3%, face ao anterior 1%.

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Default americano à deriva

O adiamento da votação da proposta apresentada pelos republicanos das medidas para contenção orçamental, diminuiu a probabilidade de acordo com os democratas para aumento do limite de endividamento, cujo prazo limite está fixado para 2 de Agosto. Não ficou definido se a nova votação ainda ocorrerá hoje.

Forte subida das vendas a retalho alemãs de 6.3%, face ao esperado 1.6% e ao mês anterior de -2.8%, foi o máximo crescimento registado desde a divulgação deste indicador (1994). Contudo o surpreendente valor, segundo alguns analistas foi influenciado por alterações na metodologia de cálculo. A possível reação foi colmatada pelo anúncio da Moody´s de colocar o rating da Espanha em revisão para possível downgrade, com base nas dificuldades acrescidas que o país terá em recorrer aos mercados para se financiar. O euro reagiu em forte queda, estando atualmente a cotar nos 1.4280 face ao máximo da sessão asiática de 1.4362

Às 9:30 sai as hipotecas aprovadas e os empréstimos individuais no UK. Pelas 10h, a inflação da zona euro. O mercado espera a manutenção dos preços nos 2.7%

Os mercados vão continuar focados no desenrolar das negociações americanas. E na duvida a aversão ao risco empurra os investidores para os principais ativos refúgio, como as obrigações, o ouro, franco suíço e yen.

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Após reconfortantes férias. De volta ao fascinante mundo financeiro.


O mês de Agosto sempre foi considerado perigoso. A diminuição do volume provoca aumento da volatilidade. E esta 1ª quinzena não fugiu à regra. Downgrade da divida americana pela S&P e os indicadores económicos em queda, confirmando forte arrefecimento económico, aumentando assim, as probabilidades de recessão económica. Levaram o pânico aos mercados financeiros, provocando forte reação dos bancos centrais. A tensão só aliviou com o relatório do emprego americano melhor que o esperado.

A perseguição do mercado à divida espanhola e italiana continua, com as yields a 10 anos a ultrapassar os 6%, levando o BCE a intervir no mercado secundário. A dimensão das suas dívidas é tal que um possível resgate é assustador para o mercado.

A Fed na sua reunião mensal, tentou animar os mercados com o prolongamento até 2013 da taxa diretora (0-0.25%). O mercado especula com possibilidade de um novo pacote de QE. Contudo o aumento da inflação para os atuais 3,4%, poderão ser uma barreira a uma intervenção mais efetiva da Fed no mercado.

Neste ambiente de pânico, os investidores refugiaram-se no yen e o franco suíço. E os seus bancos centrais responderam, minorando a forte progressão de valorização das suas moedas.

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Greenspan arrasta euro

Logo pela manhã os PMI´s dos serviços e indústria europeus saíram razoavelmente acima do esperado puxando pelo euro. Apesar de o sentimento económico ZEW ter sofrido forte queda para os -40 face ao esperado -6, o mercado continuou a valorizar a moeda única até perto dos 1.45 face ao dólar. Já junto ao almoço, o ex-presidente da Fed, Greenspan em declarações à bloomberg, falou de um futuro sombrio para o euro. Reagindo em forte queda até aos 1.4370.

Às 15h, ficamos a saber que a venda de casas novas voltou a cair para valores abaixo das 300.000 e que o índice da industria da Fed de Richmond continua em queda, -10 foi o registado, face ao -7 esperado e o -1 do mês anterior. Também foi divulgado a confiança do consumidor europeu, que para não destoar caiu para os -17 face aos -11 esperado e do mês anterior. Perante este negativo cenário macroeconómico os investidores continuam apreensivos, comprando ativos refúgio, como obrigações soberanas, ouro, franco suíço e yen.

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Bancos centrais em ação

Depois da forte subida, de ontem nas bolsas mundiais, hoje estão a corrigir após os maus indicadores nipónicos e australianos. O mercado deverá lateralizar na expectativa das decisões dos bancos centrais, BoE e ECB, e dos aguardados discursos  do Trichet do ECB e do Bernanke da Fed, que poderão ajudar a desvendar o futuro da economia mundial.

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Indicadores chineses vieram acalmar os agitados mercados

Depois de o Trichet traçar um cenário europeu negativo de crescimento económico e de queda da inflação e o Bernanke remeter qualquer tipo de acção para a reunião da FOMC a 21 do corrente. Com o Obama e a China vieram boas noticias. Do lado americano, um plano de estímulos para reavivar a economia, que inclui corte nos impostos e aumento do prazo do subsídio de desemprego. Do lado chinês razoáveis indicadores económicos, salientando-se a queda na inflação para os 6.2% face ao 6.5% anterior.

O euro recuperou ligeiramente dos 1.3870 até aos 1.3935, mas voltou novamente a fazer novos mínimos na abertura europeia testandos os 1.3960

Na agenda económica salienta-se o inicio do encontro do G7. Às 9:30 a inflação no produtor inglês; da parte da tarde, os dados do emprego e novas casas do Canadá 

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Aumenta a pressão sobre o Euro

A China deu o mote, ao timidamente anunciar possível compra de obrigações italianas. Os BRIC, também comunicaram que vão analisar provável ação de ajuda à zona euro. Do outro lado do atlântico, veio a sugestão do secretário de estado Geithner, para que a Alemanha não se oponha ao aumento do fundo de estabilidade, EFSF.

Em pouco tempo, a europa que no mundo ocidental, era a única que aumentava as suas taxas de juro, passou para situação de sobrevivência. A necessitar de ajuda dos outros países para que a sua moeda não desapareça.

Contudo o comportamento da moeda, não é indiciador de possível desaparecimento. Está a cotar nos 1.37 face ao dólar, não muito longe do máximos deste ano 1.4925. O que faz questionar: Estará o mercado a contar, que o aumento da pressão sobre a Itália e Espanha, tornará inevitável a emissão de divida conjunta, as faladas Eurobonds?  Parece que sim. O isolamento da Alemanha, é cada vez mais comprometedor, tornando-se cada vez mais irrealista e politicamente isolada a sua atitude de renúncia, perante as evidentes necessidades da zona euro.

Por outro lado a Merkel, que tem perdido apoio político interno, poderá lançar a ultima carta, a do isolamento. E assim com o obrigatório apoio político caseiro, desbloquear quer o aumento do fundo de estabilidade e/ou emissão das Eurobonds.

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Aumenta aversão ao risco

A aversão ao risco voltou a aumentar na sessão asiática, com a actualização em baixa das expectativas de crescimento económico, continuação agravamento na zona euro da situação da divida e as declarações pouco construtivas de alguns líderes.

Da China vieram sugestões e não acções, com o 1º ministro a declarar que os países europeus em dificuldade deveriam era cortar défice e fomentar o crescimento económico do que estar à espera que a ajuda da China seja a salvadora do mundo. Um responsável pelo banco central chinês aproveitou a deixa, para informar que não devem comprar grandes quantidades de divida europeia.

A Moody´s fez downgrade de dois bancos franceses. Socgen por dificuldades em financiamento e o Credit Agricole por exposição à divida grega.

O Banco de Desenvolvimento Asiático baixou as expectativas de crescimento económico para Asia excluindo o Japão e o governo australiano actualizou em baixa a inflação do 1º semestre, acelerando a reação em queda dos mercados e do aussie.

Para hoje, o realce vai para a conferência telefónica entre Merkel, Sarkozy e o PM Grego Papandreou. Nos indicadores económicos, às 9:30, é divulgado os dados os pedidos de subsidio de desemprego para o UK, 34.8k esperado face 37.1k do mês anterior. A taxa de desemprego deverá manter-se nos 7.9% e o crescimento para 2.7% nos ganhos médios dos últimos 3 meses anualizados, face ao 2.6% anterior. Às 10h é esperada melhoria para 1.5% da produção industrial da zona euro face à queda de -0.7% anterior.

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Euro - semana 38


O mundo volta a incidir as atenções sobre a Grécia. A esperada solução para a zona euro não aconteceu, o Ecofin com a participação americana, resumiu-se ao aumento da pressão sobre o cumprimento das metas acordadas com a Grécia.

Exemplo concreto: Até 2015 a Grécia tinha de baixar em 80.000, o número de funcionários públicos, mas em consonância com a troica, nos últimos 2 anos aumentou em 25.000. Do Ecofin, saiu a obrigação de anular estas últimas contratações e redução efectiva de 100.000 funcionários públicos até 2015.

Das medidas anunciadas no fim-de-semana passado, novo imposto sobre o património e corte de 1 vencimento nos altos funcionários públicos e políticos, o Ecofin determinou a aplicação de medidas mais efectivas no curto prazo para o cumprimento das metas orçamentais estabelecidas. O 1º ministro grego adiou a agenda política internacional, para se concentrar na criação de novas medidas de austeridade, como o despedimento efectivo de funcionários públicos e encerramento de organismos e estruturas públicas, para que o défice de 2011 seja atingido. A decisão da nova tranche de 11 mil milhões ficou adiada para Outubro e dependente do efectivo cumprimento das metas estabelecidas.

A ajudar na necessidade de atitude intransigente, esteve Portugal com a descoberta de buraco de 1.6 mil milhões na ilha de Madeira de despesas ocultadas e não contabilizadas durante os últimos anos. Esta grave surpresa deita por terra, todo o esforço de descolagem à Grécia que o executivo luso vinha apostando.

Com os rumores de alguns grandes bancos franceses sentirem dificuldades de acesso aos dólares no mercado interbancário, o ECB; Fed; BoJ; SNB e o BoE, surpreenderam o mercado com ação conjunta e coordenada de aumento de liquidez em dólares. O mercado reagiu positivamente tendo euro atingido o valor mais alto da semana de 1.3936 face ao dólar.

Principais indicadores/eventos da semana 38:

    20/9 – Sentimento económico Zew
    22/9 – PMI indústria e serviços; novas ordens da indústria
    23/9 – Reunião FMI; discurso Trichet

A ausência de novidades da reunião do Ecofin vai reflectir-se no mercado, colocando em causa a recuperação dos mercados iniciada na semana passada.

Nos indicadores, o sentimento económico, medido pelo ZEW, deverá continuar a reflectir uma degradação da confiança dos analistas e investidores, tanto no momento actual como nos próximos seis meses. Quanto ao valor dos  PMI´s indústria e serviços da zona euro, o mercado também continua a apostar na evolução negativa deste índice.

Os investidores estarão atentos à capacidade do executivo grego aplicar novas medidas de austeridade, num clima político, económico e social pouco confiante do seu sucesso.

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Mercados em alta
Intervenção mais ativa e reforçada dos bancos centrais, ECB e BoE, melhora sentimento de mercado, puxando pelas moedas com maiores yields, em detrimento da moeda refúgio, o dólar americano.
A reação dos mercados está limitada, pela divulgação às 13:30 do famoso indicador americano do Nonfarm Payrolls, a folha de pagamentos americanos excluindo sector agrícola. O mercado espera aumento em 72.000 novos empregos; a manutenção da taxa de desemprego nos 9.1% e um aumento de 0.2% nos ganhos hora. Já na quarta-feira foi divulgado o indicador do emprego da ADP melhor que o esperado e no dia anterior, o presidente da Fed afirmou perante o congresso, que fará o necessário para estimular o crescimento económico, abrindo a porta à mais que esperada intervenção no mercado através de novo programa de Quantative Easing, suportando a reação em alta dos mercados.
Pelas 11h sai a produção industrial alemã, esperada queda de -1.5% face ao surpreendente aumento de 4.0% no mês anterior. O que confirmará que se o crescimento anterior foi a exceção que confirma a regra do forte arrefecimento da economia mundial.
No Canadá, às 12h é divulgado os dados do emprego, esperado crescimento de 19.600 empregos e manutenção da taxa de desemprego nos  7.3%.
O mercado tenderá a corrigir dos fortes  movimentos de ontem aguardando os dados americanos, em que valores surpreendentes podem originar fortíssima volatilidade nos mercados.

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Semana 42

O clima de optimismo voltou ao mercado. Com os indicadores americanos a afastar, pelo menos temporariamente, o cenário de recessão e também pelos desenvolvimentos positivos da resolução da crise europeia, contagiando os mercados financeiros. Todos os olhos estão concentrados no próximo conselho europeu de 23.10.2011
Com o yen e o franco suíço condicionados pelos respetivos bancos centrais, resta o dólar como moeda refúgio. Mas apesar do cenário pessimista que reina sobre o euro, que inclui a possibilidade de desaparecimento da moeda, o fato é que o euro valoriza com notícias positivas, como se pode constatar nestas duas últimas semanas. Atingindo mínimos de 8 meses, 1.3145 e máximos de 1.3913 face ao dólar.
O lado americano também é responsável por este comportamento e pelo incremento da volatilidade, com a persistência dos seus responsáveis no enfraquecimento da sua moeda, como forma de dinamização do crescimento económico e combate ao desemprego. Ameaçando constantemente o mercado com a possibilidade de mais Quantative Easing, tornando o dólar menos atrativo como ativo de refúgio.
A alimentar a elevada volatilidade sobre os mercados, esteve:
•   A aprovação do novo EFSF pelos 17 países membros do euro.
•   A aproximação do eixo franco-alemão na resolução dos problemas da zona euro
•   Parecer favorável da troica para desbloquear a 6ª tranche de ajuda à Grécia.
•   Melhoria significativa dos indicadores económicos como a produção industrial europeia e as vendas a retalho americanas, apesar da persistência de pressão inflacionista na europa.
•   A mensagem do G20, insistindo que a zona euro deve estimular o crescimento económico, restaurar a confiança e estabilizar os mercados financeiros. Para tal, o G20 pretende reforçar a ação do FMI na intervenção e resolução dos problemas da zona euro.
Principais eventos agendados para a semana 42:
•   Terça, 18: Pib chinês; inflação Uk; Sentimento económico alemão/europeu da ZEW ; TIC americano; Discurso do Bernanke
•   Quarta, 19: Conta corrente europeia; Inflação, licenças e novas casas americanas.
•   Quinta, 20: Inflação no produtor alemão; Votação no parlamento grego das medidas de austeridade aprovadas com a troica;  Vendas a retalho Uk; Desemprego, vendas de casas usadas e índice da indústria americana.
•   Sexta, 21: Discurso Trichet; Clima de negócios alemão do IFO; Inflação Canadá.
•   Domingo, 23: Conselho europeu da zona euro, com a participação do ECB e do FMI.
•   Durante a semana decorre a divulgação dos resultados do 3º trim das empresas americanas
Prevê-se semana intensa ao nível dos indicadores económicos, mas o foco irá incidir na preparação e desenvolvimento da agenda do conselho europeu. A valorização do euro tem sido alimentada, desde à duas semanas, pela expetativa de que a zona euro será capaz de tomar as medidas necessárias para resolver as suas várias frentes de combate, como a capitalização do sistema bancário; a resolução definitiva do haircut a assumir pelo mercado da divida soberana grega e o desbloqueio da 6ª tranche; dinamização do EFSF ou emissão de Eurobonds de forma a evitar o contágio à Itália e Espanha do problema da divida soberana.
Hoje segunda feira, o mercado já desconta as declarações dos responsáveis alemães, que baixam as expetativas de grandes medidas no conselho europeu de domingo, conforme o mercado vinha assumindo. O euro segue a corrigir para 1.3750, do máximo do dia e das últimas semanas de 1.3913 face ao dólar. 
Boa semana e Bons trades
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