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News: O sentimento do mercado - Poço sem fundo ou grande Correcção?

Iniciado por tiagodandre, Janeiro 22, 2008, 14:37

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bric

U.S. Stocks Post First Weekly Gain of 2008 as Volatility Jumps

By Eric Martin

Jan. 26 (Bloomberg) -- U.S. stocks posted the first weekly gain of 2008 after a surprise interest-rate cut and government plan to revive growth improved prospects the economy may skirt a recession, helping shares rebound from their worst yearly start.

The rise, led by the biggest climb in almost five years for financial shares, including Bank of America Corp., JPMorgan Chase & Co. and Citigroup Inc., was limited as the Standard & Poor's 500 Index tumbled again yesterday on concern the Federal Reserve won't lower borrowing costs enough to stimulate an expansion.

The S&P 500 is still down 9.4 percent for the year, while the Dow Jones Industrial Average has dropped 8 percent. Stock market volatility in the U.S. climbed to the highest in five years on Jan. 22, a day after the MSCI World Index had its biggest rout since 2002 on concern global growth is slowing.

``We're in the bottoming process and that's not a quiet, soft or demure thing,'' said Brian Barish, president of Denver- based Cambiar Investors, which manages $8 billion. ``It's violent, nasty and you have wild moves as stocks are under ferocious liquidation pressures.''

The S&P 500 added 0.4 percent to 1,330.61 for the week, boosted by the steepest-ever weekly gain in homebuilding shares. The Dow average climbed 0.9 percent to 12,207.17. The Nasdaq Composite Index posted its fifth straight weekly loss, declining 0.6 percent to 2,326.2 as shares of Apple Inc. lost 19 percent.

Rescue Bond Insurers

From their low, futures on the S&P 500 gained 7.7 percent for the three days starting Jan. 22, boosted by the Fed's 0.75 percent interest rate cut and a plan by New York regulators to arrange the rescue of MBIA Inc. and Ambac Financial Group Inc., the two biggest bond insurers.

The S&P 500 Financials Index increased 7.1 percent, the most since March 2003. Bank of America surged 9.8 percent to $39.48, JPMorgan gained 10 percent to $43.64 and Citigroup added 9 percent to $26.64.

The Fed reduced its overnight lending rate between banks by the most in 23 years, citing ``a weakening of the economic outlook and increasing downside risks to growth.'' Policy makers are scheduled to meet again next week and will probably cut the rate another quarter point to 3.25 percent, according to futures trading and the average economist forecast in a Bloomberg survey.

Lennar Corp., the biggest homebuilder, soared 31 percent to $16.98. The S&P 500 Homebuilding Index advanced 28 percent, the most in the measure's 18-year history.

The accord reached in Washington would temporarily raise the limit on the size of mortgages that federally chartered mortgage- finance companies Fannie Mae and Freddie Mac can buy to $729,750 from $417,000, aiding the housing market.

Economic Stimulus

President George W. Bush and House lawmakers also agreed on a $150 billion economic stimulus consisting of about $100 billion in tax rebates to families and $50 billion for business tax breaks.

``We were in a crisis of confidence, so any way to make people feel a little more comfortable and improve the confidence of investors is a huge positive,'' said Eric Green, who helps manage $5 billion as senior managing partner at Penn Capital Management in Cherry Hill, New Jersey. ``The amount of negativity had reached extreme levels and there were no sellers left.''

Retailers gained, led by Circuit City Stores Inc. Investor Mark Wattles disclosed a 6.5 percent stake and said he plans to hold talks with the management of the money-losing U.S. electronics retailer. Circuit City gained 29 percent to $4.84, its steepest weekly advance since January 2001.

Apple plunged the most in more than six years, falling 19 percent to $130.01, after its forecast missed analysts' estimates, stoking concern that consumers will cut back purchases of Macintosh computers and iPod media players. Technology stocks in the S&P 500 declined for the fifth consecutive week, the longest stretch in almost four years.

Earnings Reports

Nine members of the Dow Jones Industrial Average are scheduled to report earnings next week, including McDonald's Corp., American Express Co. and Exxon Mobil Corp.

The housing slump in the U.S. took a turn for the worse at the end of 2007, bringing the economy to the brink of recession and prompting businesses to curb hiring and spending, economists expect reports this week to show.

Growth slowed to a 1.2 percent annual rate from October to December, a quarter of the previous three months' pace, according to the median estimate of economists surveyed by Bloomberg News. Other reports may show the jobless rate held at a two-year high this month and consumer spending cooled in December.

Small U.S. companies fell. The Russell 2000 Index, whose members have a median market value of $533.2 million, dropped 2.3 percent to 688.60.

VIX Surges

The benchmark for U.S. stock option prices climbed to a five-year high on Jan. 22 as investors speculated the Federal Reserve's surprise interest rate cut may not prevent a global economic slowdown. The Chicago Board Options Exchange Volatility Index, or VIX, surged as much as 38 percent to 37.57, the highest since October 2002. The index, which tends to increase when stock prices fall, has almost tripled over the past year.

Yields on Treasury securities sank for the sixth straight week, reflecting concern the U.S. economy will fall into recession. The benchmark 10-year note's yield fell to 3.43 percent on Jan. 22, the lowest in more than four years, and ended the week at 3.55 percent. In June 2003, 10-year yields touched a 45-year low of 3.11 percent. Two-year yields fell to 2 percent, the lowest since April 2004, on Jan. 22.

cumprimentos
bric

helbar

"Deutsche Bank prevê mais seis meses de crise financeira
O co-responsável da área de "investment banking" do Deutsche Bank, Anshu Jain, afirmou que o actual tumulto financeiro poderá durar mais seis meses, uma vez que os bancos continuam a mostrar relutância na concessão de empréstimos e atendendo a que o crescimento económico está a abrandar.
________________________________________
Jornal de Negócios Online
[email protected]

2007 foi um ano muito duro para a banca, disse em entrevista à Bloomberg aquele responsável do Deutsche Bank, que se encontra no Fórum Económico Mundial, em Davos. "Os próximos três a seis meses vão continuar a testar-nos", acrescentou.
Os maiores bancos e corretoras do mundo apresentaram mais de 133 mil milhões de dólares em amortizações e perdas com créditos desde Junho, com a crise do "subprime" nos Estados Unidos a atingir em cheio os mercados de emissão de dívida.
O índice mundial MSCI já caiu 8,4% este ano devido ao intensificar de receios de uma recessão nos EUA, o que poderá abrandar o crescimento global.
Os principais receios em torno da estabilidade financeira relacionam-se com a crise dos empréstimos hipotecários de elevado risco, tais como a diminuição de liquidez e o futuro das seguradoras de emissões obrigaccionistas. Por outro lado, a queda do mercado imobiliário poderá contagiar o resto da economia, segundo Jain.
"Esta combinação está a provocar uma turbulência que tem de ser enfrentada por todos nós", salientou.
Entretanto, os títulos das financeiras estão a ser negociados em níveis bastante baixos, o que deixa antever "valorizações muito atractivas", disse Jain à Bloomberg. Apesar de advertir que poderão registar-se mais movimentos de queda das acções em geral, Jain afirmou que também existe um certo grau de cepticismo que está a ser descontado nos preços das acções."

tiagodandre

Davos recomenda cooperação internacional para enfrentar recessão nos EUA

Os líderes económicos e políticos presentes em Davos recomendaram uma cooperação global e novas políticas fiscais para fazer frente a situação económica nos Estados Unidos. Os presentes concordam que a maior economia do mundo atravessa um "momento difícil".

Num debate sobre as perspectivas económicas para 2008, os presentes concordaram que a economia norte-americana atravessa um mau momento e que a evolução do resto do mundo vai depender do que os Estados Unidos fizerem agora.

Os líderes apelaram a uma maior cooperação internacional e a novas medidas fiscais que permitam estimular a economia norte-americana.


John Thain, presidente executivo da Merrill Lynch, não tem dúvidas sobre a gravidade da situação economia nos Estados Unidos. E apresentou, em Davos, alguns dados, que no seu entender, são muito preocupantes, como o facto do preço das casas nos Estados Unidos terem caído cerca de 7% em 2007.

Já a ministra da Economia francesa, Christine Lagarde, pediu ao Banco Central Europeu que seja sensível ao crescimento da Zona Euro e que não centre a sua política, exclusivamente, na evolução dos preços. A responsável francesa defendeu ainda que a subida do euro vai prejudicar a competitividade das empresas europeias e reduzir as exportações.

Neste sentido, Lagarde apelou ao BCE para baixar a taxa de juro da Zona Euro ? actualmente nos 4% - de forma a compensar o impacto negativo da subida do euro.

O Comissário Europeu dos Assuntos Económicos, Joaquin Almunia, revelou em Davos que a Comissão Europeia vai rever em baixa as previsões económicas para 2008, devido à turbulência financeira.

Um estudo realizado no Fórum Económico Mundial revela que mais de 18% dos participantes concordam que a maior ameaça ao crescimento global é a falta de "uma resposta coordenada e de liderança".

2008/01/26 - 17:09
Fonte: Canal de Negócios



Corte de juros na Zona Euro pode ser "sinal de pânico"

Alfred Gusenbauer, chanceler da Áustria, defendeu esta manhã, em Davos, que um corte de juros na Zona Euro pode enviar o sinal errado aos investidores e aos consumidores europeus. "O que é certo nos Estados Unidos, pode ser errado na Europa. A situação é muito diferente", defendeu o responsável.

Gusenbauer acredita que um corte de juros na Zona Euro pode enviar um "sinal de pânico" para o mercado. O Banco Central Europeu (BCE) decidiu não seguir os recentes passos da Reserva Federal, do Banco de Inglaterra e do banco central do Canadá, e manteve o valor do dinheiro inalterado nos 4%.

O chanceler austríaco considera que a situação na Europa é muito diferente da dos Estados Unidos, e que a economia do Velho Continente continua "sólida". "A economia da Zona Euro continua sólida nos 2% ou mais", afirmou Gusenbauer.

O responsável admitiu, no entanto, que o abrandamento da economia norte-americana vai ter impacto na Europa.

Europa dividida

As afirmações de Gusenbauer surgem um dia depois da ministra da Economia francesa ter apelado ao Banco Central Europeu (BCE) para baixar a taxa de juro da Zona Euro. Christine Lagarde, pediu ao BCE que seja sensível ao crescimento da Zona Euro e que não centre a sua política, exclusivamente, na evolução dos preços.

A responsável francesa defendeu ainda que a subida do euro vai prejudicar a competitividade das empresas europeias e reduzir as exportações. Neste sentido, Lagarde apelou ao BCE para baixar a taxa de juro da Zona Euro ? actualmente nos 4% - de forma a compensar o impacto negativo da subida do euro.

No entanto, Gusenbauer considera que as empresas europeias estão a lidar bem com a subida da moeda europeia, apesar de esta situação "representar um desafio".

2008/01/27 - 11:20
Fonte: Canal de Negócios



FMI defende políticas orçamentais mais expansionistas para combater crise económica

Davos foi surpreendido pelas declarações do novo director do Fundo Monetário Internacional (FMI). Dominique Strauss-Kahn defendeu políticas orçamentais mais expansionistas para ajudar a resolver a crise económica mundial.

"Alguns países não estão em posição de agravar os seus défices, mas outros têm espaço de manobra para alguma expansão orçamental. Não se pode depender apenas da política monetária para dar resposta ao abrandamento económico", disse Strauss-Kahn.

As declarações do responsável do FMI foram recebidas com grande preocupação, já que é raro o fundo defender este tipo de política.

"Pela primeira vez em 25 anos, o director geral do FMI pediu um aumento dos défices orçamentais, quando tradicionalmente solicita o inverso", comentou Larry Summers, ex-secretário do Tesouro dos Estados Unidos.

Dominique Strauss-Kahn defendeu ainda que os Estados Unidos devem adoptar uma "resposta séria" perante o abrandamento económico. "Qualquer que seja a consequência da recessão, o que está claro é que haverá uma seria desaceleração nos Estados Unidos que necessita de uma resposta séria", defendeu o responsável do FMI.

2008/01/27 - 16:00
Fonte: Canal de Negócios
"Aprenda com os erros alheios. Não viverá o bastante para cometer todos os erros." (Martin Vanbee)

"Investir em conhecimento rende sempre os melhores juros." (Benjamin Franklin)

bric

Jan. 28 (Bloomberg) - A E.U. economia pode já estar em recessão; outros países podem não ser muito para trás.

Japão, a Grã-Bretanha, Espanha e Portugal, que em conjunto representam cerca de 12 por cento da economia mundial, são vulneráveis como consequências de os E.U. piora sua debilidade económica. Mesmo mercados emergentes, incluindo China, são susceptíveis de sofrer enquanto as exportações para os E.U. diminuir.

O resultado: Global do crescimento pode desacelerar perto de 3 por cento o ritmo economistas consideram uma recessão mundial, a partir de uma taxa de 4,7 por cento em 2007. `` Alguns forma''de recessão global `` é inevitável em algum momento,''ex-presidente da Reserva Federal Alan Greenspan disse, num discurso em Vancouver, na semana passada.

O desenvolvimento quebra exerce pressão sobre os banqueiros centrais do Japão, o Reino Unido e os euro região a seguirem o exemplo do Fed presidente Ben S. Bernanke, que na semana passada acelerada das taxas de juro nos cortes os E.U. com uma emergência mover para baixar as taxas de referência Três quartos de ponto percentual. Os decisores políticos podem seguir que, com outro tanto como corte de meio ponto após uma reunião de dois dias que começa amanhã, futures trading indica.

`` As chances são deslocando em direção a uma maior flexibilização monetária global significativo,''diz Richard Berner, co-chefe da economia global para o Morgan Stanley, em Nova York.

Jim O'Neill, economista-chefe no Goldman Sachs Group, em Londres, diz que o crescimento no primeiro semestre de 2008 pode ser o `` mais fraco desde 2002 e até 2001,''durante a última recessão global. `` A economia está a abrandar em todo o lado,'', diz ele.

Nenhum Contração

Uma recessão mundial não requer uma contração global da produção, o que raramente acontece; economistas do Fundo Monetário Internacional em dizer que seria necessário um abrandamento do crescimento global para 3 por cento ou menos. Por essa medida, desde 1985 qualificar três períodos: 1990-1993, 1998 e 2001-2002.

O contágio entre os E.U. que, de acordo com o FMI representa cerca de 21 por cento da economia global, está se espalhando através de múltiplos canais. Menos gastos pelos consumidores americanos e empresas reduz a procura de bens importados. A fusão de os E.U. subprime-mercado hipotecário tem empurrado para cima os custos de crédito em todo o mundo e obrigaram bancos europeus e asiáticos para anotar bilhões de dólares em explorações. Jogados E.U. os preços das ações estão arrastando para baixo mercados noutras regiões.

`` Vamos ver mais danos colaterais,''diz Allen Sinai, economista-chefe na decisão Economics, em Nova York. `` O risco de uma recessão global está a aumentar.''

Essa catástrofe, enquanto cada vez mais possível, ainda não é provável, dizem economistas. Sinai coloca a probabilidade de 20 por cento. Nariman Behravesh, economista-chefe no Global Insight, em Lexington, Massachusetts, calcula que cerca de 30 por cento.

Adiamento da Forecast

As implicações globais de uma recessão E.U. dominado discussões na semana passada, no Fórum Econômico Mundial em Davos, Suíça. Em Washington, o FMI adiou a publicação de suas últimas previsões económicas mundiais, inicialmente devido Jan. 25, a fim de ter em conta as recentes turbulências do mercado.

A economia do Japão é particularmente em risco. Seu mercado imobiliário é depressão como regras mais rigorosas edifício-permitir arrastar casa começa a década de quatro baixos.

A queda na demanda construção levaram Tokyo Steel Manufacturing Co., a maior fabricante do país de aço girders, para diminuir o seu lucro previsão Jan. 22.

`` Japão está à beira de uma recessão,''diz Hiroshi Shiraishi, um economista do Lehman Brothers Ltd. Japão em Tóquio. `` As exportações estão a apoiar a economia, mas com os E.U. abrandamento eles são susceptíveis de perder impulso.''

Yen's Toll

O iene's 13 por cento versus subida do dólar nos últimos seis meses também está tendo uma portagem. A moeda japonesa atingiu a 2 1/2-year alta de 104,97 ao dólar negociados na semana passada e 25 de Janeiro em cerca de 107. , Que está próximo do ponto de equilíbrio para o japonês exportadores, que dizem que eles podem permanecer rentável, desde que a moeda é mais fraca do que 106,6, de acordo com um inquérito governo.

Kozo Yamamoto, chefe do Partido Democrático Liberal decisão política monetária do painel, instou o Banco do Japão a reduzir a sua taxa de juro de referência, já as mais baixas do mundo industrializado em 0,5 por cento.

`` As preocupações sobre uma recessão estão a surgir, não só em os E.U., mas no Japão, como''Yamamoto disse em uma entrevista Jan. 23. `` O BOJ deve cortar taxas de volta imediatamente a zero.''

Cingapura pode já estar em uma recessão. Sua economia contratado pela primeira vez em 4 1 / 2 anos no quarto trimestre como fábrica de saída abrandou e eletrônica exportações caíram. O arrefecimento do mercado imobiliário local agravou o abrandamento dos serviços financeiros para as empresas.

Credit Crunch

Habitação também é depressão no Reino Unido, onde empréstimos para comprar casa caiu para um período de dois anos baixa no mês passado. `` O crédito fulcral mudaram-se para o seu quarto mês de dezembro,''Michael Coogan, diretor-geral do Conselho da Hipoteca mutuantes, em Londres, disse Jan. 21. `` Lending volumes são susceptíveis de permanecer fraca para os próximos meses.''

As vendas a retalho desceram em Dezembro pela maioria em 11 meses. ScS Estofados Plc, proprietária de 96 sofá lojas no Reino Unido, afirmou que a 14 de Janeiro ganhos vão sofrer depois de `` decepcionante''Dezembro e Janeiro negócio.

O Reino Unido da maior boate proprietário, Luminar Group Holdings Plc, disse que a 18 de Janeiro de vendas crescimento abrandou como britânicos gastaram menos em noites fora.

`` É um sombrio para o consumidor,''diz James Knightley, um economista do ING Financial Markets, em Londres. `` A perspectiva de recessão está a tornar-se mais realista.''

BOE Previsão

Varejistas Tesco Plc ea Marks & Spencer Plc este mês chamado de cortes das taxas de juro para ajudar os consumidores, que têm 1,4 trilhões libras ($ 2,76 trilhão) da dívida. Os economistas pesquisados pela Bloomberg prevêem o Banco de Inglaterra vai abaixar sua principal taxa de um quarto ponto percentual, para 5,25 por cento, em fevereiro 7.

Espanha também está a braços com uma caixa boom ido busto. Banco Bilbao Vizcaya Argentaria SA, da Espanha No. 2 emprestador, prediz propriedade preços vão cair este ano e permite edifício cairá 25 por cento.

Com mais de 18 por cento do produto interno bruto proveniente de construção, a economia da Espanha é particularmente suscetível a fraqueza no setor imobiliário.

`` O problema principal reside na construção, mas já espalhou para outros sectores,''diz Gilles Moec, economista sênior no Bank of America, em Londres.

Com outros países europeus, incluindo a Alemanha, a dar sinais de abrandamento, o Presidente do Banco Central Europeu Jean-Claude Trichet enfrenta pressão para abandonar a sua postura dura anti-inflação e cortar as taxas de juro. `` Vamos ver taxa cortes na União Europeia e no Reino Unido neste ano,''Barclays Plc Presidente disse Bob Diamond Jan. 24, em Davos.

Espera deslocada

Espera que China's crescimento rápido e pode levar até o afrouxamento de um EUA-levaram abrandamento parecem despropositadas.

`` Se existe fraqueza da economia mundial, o impacto sobre a economia chinesa será muito grave,''diz Yu Yongding, diretor da Academia Chinesa de Ciências Sociais e de um ex-conselheiro do banco central.

China's crescimento abrandou para um ano-over-year ritmo de 11,2 por cento no quarto trimestre, de 11,5 por cento e 11,9 por cento no terceiro e segundo trimestres, respectivamente.

Em Davos, Klaus Kleinfeld, chefe de operações funcionário da Alcoa Inc., o mundo do terceiro maior produtor de alumínio, disse que `` prevê um ano difícil. Não me parece que o mundo pode dissociar-se do que está acontecendo em os E.U.''
cumprimentos
bric

aleixon

Bric, nem acredito que traduzio na integra a notícia! excelente, mas...

bric

Vendas de casas novas caem para mínimo de 12 anos em Dezembro
(28-01-2008 - 15:13)


As vendas de casas novas nos Estados Unidos caíram para o nível mais baixo dos últimos 12 anos, em Dezembro, divulgou o Departamento do Comércio norte-americano.

As vendas desceram 4,7%, para uma média anual de 604 mil, o nível mais baixo desde Fevereiro de 1995. O preço médio de venda das casas novas caiu 10%, face a Dezembro de 2006, registando a maior queda de 12 meses, em 37 anos.

O relatório indica que o mercado imobiliário norte-americano ainda está longe de sair da crise, contribuindo assim para o aumento das preocupações relativamente aos efeitos que a desvalorização das casas e o aumento da rigidez na concessão de crédito podem ter sobre o consumo nos Estados Unidos.
cumprimentos
bric

Paff

Boas tardes,

Na sequência do meu artigo sobre a Diana Shipping Inc., deixo-vos um artigo do Floyd Norris que foi publicado no passado dia 17 no New York Times, . Este, retrata um índice, prácticamente desconhecido para todos nós, mas que pode ter uma capacidade previsiva bem mais fulcral do que aquilo que se pensa.

January 17, 2008,  12:49 pm
World Recession?
There is a bubble bursting far from America's housing market, shown by an index you've probably never heard of.
The index is the Baltic Dry Index, and it measured shipping rates of a bunch of bulk dry commodities, lik grains, coal and iron ore. Since it peaked in November, it is down an astonishing 37 percent, with most of that decline coming since the start of 2008.
This is an index that had gone absolutely bonkers on the upside, as it appeared that there was no ceiling to the prices people would pay for raw commodities. It leaped 83 percent in 2006 and then rose another 151 percent last year, before it hit the peak.
This is producing worry for shippers. The Bloomberg Dry Ships Index, composed of the shares of 13 shipping companies around the world, is down 30 percent this year, with every company in it is off at least 18 percent. Those stocks had soared along with freight rates.
Julian Jessop, an economist at Capital Economics in London, calls the plunge in the Baltic index "a warning sign that the commodity boom could be about to come to an abrupt end." He says it is possible that "the upward pressure on food prices in particular may soon ease."


Pessoalmente, como aliás referi anteriormente, não me parece que este índice ainda vá descontar muito mais ao nível da diminuição da procura. Aliás, mesmo que esta díminua em consequência de uma recessão (que honestamente não vejo como global), o preço de referência destas matérias continuará a ser, na sua globalidade, o mais elevado de sempre.

Deixo-vos de seguida o referido indíce.

Obrigado pela vossa atenção,

Paff.




tiagodandre

Bolsas europeias animadas com expectativa de corte nos juros dos EUA

As bolsas europeias regressaram aos ganhos e encerram a sessão a subir mais de 1%, animadas pela expectativa de que a Reserva Federal dos EUA venha a cortar a taxa de juro do país, na reunião mensal de amanhã, para estimular a economia americana, num dia em que a JP Morgan recomendou a compra de acções da região.

Todos os 18 mercados accionistas europeus fecharam em alta e o índice Dow Jones Stoxx 600, que já desceu 11,6%, desde o início do ano e caminha para o pior mês de Janeiro pelo menos desde 1987, subiu 1,8%, depois de ontem ter recuado 1,1%.

A liderar os ganhos estiveram os títulos do sector industrial e mineiro, nomeadamente as acções da Siemens, da MAN e da Anglo American, que beneficiou das subidas nos preços dos metais. Também em destaque esteve a Société Générale que disparou com a especulação de que poderia ser alvo de uma OPA.

Também a suportar os ganhos estiveram os números relativos aos bens duradouros nos EUA, que subiram, em Dezembro, e ultrapassaram as estimativas dos analistas, dando a indicação de que as empresas americanas não estão a ser tão penalizadas pela crise como se temia. A travar maiores ganhos esteve a especulação de que a JP Morgan poderá registar novas perdas relacionadas no valor de 4,2 mil milhões de dólares. O porta-voz do banco recusou comentar esta informação.


Amanhã, as atenções dos investidores estarão concentradas na reunião mensal da Reserva Federal.

O espanhol IBEX [IBEX] ganhou 1,69% fixando-se em 13.246,60 pontos. A Telefónica e o BBVA foram os títulos que mais contribuíram para a tendência positiva.


O DAX [DAX] valorizou 1,09% estabelecendo-se em 6.892,96 pontos, numa sessão em que a Siemens e a BASF foram as empresas que mais favoreceram os ganhos do índice da Bolsa de Frankfurt, ao contrário do que aconteceu na sessão de ontem em que pressionaram o índice.

Na praça londrina, o Footsie [UKX] encerrou a subir 1,66%, estabelecendo-se em 5.885,20 pontos. Os títulos que mais influenciaram a tendência foram a Anglo American e o Royal Bank of Scotland.

Em Paris, o CAC-40 [CAC] fechou em 4.941,45 pontos, um subida de 1,92% face à sessão anterior. A Société Générale e o BNP Paribas foram os títulos que mais pesaram neste movimento de valorização do índice.

O AEX [AEX] voltou a fechar em terreno positivo, fixando-se em 446,08 pontos com um ganho de 1,54%. A Fortis e aArcelorMittal foram as acções que mais influenciaram esta "performance" do índice de Amesterdão.

2008/01/29 - 19:05
Fonte: Canal de Negócios



"Nenhum país vai escapar ao abrandamento económico"

Simon Johnson, economista-chefe do Fundo Monetário Internacional (FMI), afirmou esta tarde, em Washington, que nenhum país vai escapar ao abrandamento económico. O fundo anunciou hoje que reviu em baixa as previsões de crescimento mundial para 2008. 

"Nenhum país vai escapar ao abrandamento económico", disse Johnson. As novas previsões do FMI indicam que a economia mundial vai crescer 4,1% este ano, o nível mais baixo desde 2003, o que compara com os 4,9% registados em 2007 e com os 4,4% previstos pelo fundo em Outubro passado.

Segundo o FMI, a volatilidade dos mercados financeiros pode implicar maiores cortes no consumo privado. Este é, segundo o fundo, um dos maiores riscos das economias mais desenvolvidas.

De acordo com o relatório do FMI, a turbulência dos mercado financeiros entrou numa nova fase: "as preocupações com o crédito já ultrapassaram o sector de crédito de alto risco (?subprime?)".

2008/01/29 - 16:51
Fonte: Canal de Negócios



Euro cai face ao dólar após bons dados da economia americana

A divisa da Zona Euro seguia a perder terreno face ao dólar que beneficia da divulgação do relatório sobre os bens duradouros dos EUA que subiram em Dezembro, o que pode indicar que as empresas americanas não estão a ser tão penalizadas pela crise como se temia.

O euro [EUR] perdia 0,12% para os 1,4764 dólares, ganhava 0,05% face ao ien e descia 0,18% em relação à libra.

As encomendas de bens duradouros nos Estados Unidos aumentaram em Dezembro a um ritmo superior ao previsto pelos economistas, anunciou hoje o Departamento do Comércio.

As encomendas de bens duradouros aumentaram 5,2% em Dezembro, o que representa o maior aumento desde Julho. Excluindo equipamentos de transporte, as encomendas cresceram 2,6%.

Os economistas esperavam um crescimento de apenas 1,9% nas encomendas de bens duradouros e um crescimento de 0,1% excluindo equipamentos de transporte.

Estes números demonstram que a procura internacional por produtos americanos poderá evitar que a industria americana entre em recessão.

Este relatório está a fornecer "algum suporte ao dólar", referiu Richard Franulovich, estratega cambial na Westpac Banking, citado pela agência Bloomberg, frisando que "isto foi um balde de água fria para o argumento que os EUA estão a entrar em recessão. A Reserva Federal pode não actuar tão agressivamente (como se espera)".

Também a animar a moeda americana está a especulação de que a Reserva Federal poderá não cortar os juros em 50 pontos-base como se espera.

2008/01/29 - 17:25
Fonte: Canal de Negócios

"Aprenda com os erros alheios. Não viverá o bastante para cometer todos os erros." (Martin Vanbee)

"Investir em conhecimento rende sempre os melhores juros." (Benjamin Franklin)

tiagodandre

De olhos postos na Fed à espera de novo corte dos juros

As atenções estão todas viradas para a Reserva Federal norte-americana. Hoje é dia de decisões e os "Fed futures" estão a antecipar um corte implícito de 50 pontos-base. Tudo pode acontecer em Washington, mas não parecem existir dúvidas quanto a uma redução dos juros, que será a quinta desde Setembro de 2007.

O corte de 75 pontos-base na terça-feira da semana passada, que colocou a taxa directora nos 3,5%, é prova de que a Reserva Federal ainda pode surpreender. Mas a decisão de hoje é um "pau de dois bicos". Por um lado, a Fed mostra desejo de continuar a descer as taxas, de forma a estimular a economia, evitando que entre em recessão. Por outro lado, ao fazê-lo, arrisca-se a criar uma maior pressão inflacionista.

A opinião de muitos dos economistas sondados pela Bloomberg é a de que a Reserva Federal está menos preocupada, neste momento, com a inflação. "A Fed parece estar a sugerir que, apesar de alguma pressão inflacionista, a sua preocupação está centrada no sistema financeiro", afirmou à Bloomberg um analista de "commodities" da Archer Financial Services, Stephen Platt.

A próxima reunião está marcada para 18 de Março e há que fazer algo no imediato. Até porque esta é a primeira vez, desde 1974, que se observa um declínio simultâneo no valor dos bens imobiliários das famílias, das acções e nos rendimentos reais nos EUA.

Acontece que uma descida dos juros fará subir as bolsas, bem como as matérias-primas - com o petróleo e o ouro a liderarem a lista de beneficiados. Em queda reagirá o dólar, com a consequente fuga de capitais que se pode seguir. Aliás, o célebre investidor George Soros afirmou, no final da semana passada, que o resto do mundo não deseja actualmente acumular dólares e que pode estar perto o fim da moeda como reserva mundial. Assim, apesar dos cortes nas taxas de juro e do plano de estímulo à economia anunciado por Bush - que se prevê ascender a 150 mil milhões de dólares - terem por objectivo evitar a recessão, a descida do preço dinheiro diminui a atractividade do dólar para os investidores.

Ainda assim, Ben Bernanke, presidente da Reserva Federal, poderá anunciar um corte da taxa de juro de referência em meio ponto percentual, segundo a tendência apontada pelo mercado de futuros de Chicago, que indica uma probabilidade de 86% de isso acontecer. Esse mesmo mercado aponta para que o banco central norte-americano possa baixar as taxas para 2,25% no primeiro semestre do ano.

A ameaça de uma queda ainda mais vertiginosa das bolsas e do preço das casas, bem como a fragilidade do mercado laboral, são fortes motivos para Bernanke anunciar uma descida dos juros em meio ponto percentual, segundo os operadores e economistas sondados pela Bloomberg e os observadores de Wall Street contactados pela Reuters, ainda que os dados económicos norte-americanos ontem divulgados tenham reduzido as apostas sobre um corte tão agressivo.

A redução surpresa da semana passada foi a maior desde que a Fed começou a usar a taxa de referência como principal instrumento de intervenção, em 1990, e seguiu-se à queda das bolsas asiáticas e europeias, que ameaçava perdas superiores a 5% nas bolsas americanas naquela sessão.

Num cenário da taxa directora nos 3%, chegaremos aos níveis de 2005, que foi a última vez que a Fed colocou as taxas em patamares tão baixos - exactamente a meio da bolha de três anos que se registou no mercado imobiliário, quando os consumidores contraíram empréstimos à habitação no valor de 2,9 biliões de dólares.

2008/01/30 - 00:25
Fonte: Canal de Negócios
"Aprenda com os erros alheios. Não viverá o bastante para cometer todos os erros." (Martin Vanbee)

"Investir em conhecimento rende sempre os melhores juros." (Benjamin Franklin)

tiagodandre

Bolsas dos EUA caem pressionadas pelos dados do PIB

Os principais índices norte-americanos mantinham a tendência de queda registada no início da sessão, pressionados pelo abrandamento acentuado do crescimento económico dos EUA no último trimestre de 2007. Os receios de recessão económica acentuaram-se, o que está a penalizar os mercados financeiros.

O Dow Jones [indu] descia 0,34% para 12.438,28 pontos e o Nasdaq [ccmp] recuava 0,27% para 2.351,61 pontos.

A economia norte-americana abrandou para um ritmo anual de 0,6% no quarto trimestre, depois de no trimestre anterior a economia ter expandido a um ritmo anual de 4,9%, anunciou hoje o Departamento do Comércio.

Os economistas consultados pela Bloomberg estimavam que a economia abrandasse o seu ritmo de crescimento para uma taxa de 1,2%.

O dia de hoje será ainda marcado pela reunião da Reserva Federal (Fed) dos EUA, onde os governadores vão decidir sobre a evolução da taxa de juro naquele país. As estimativas apontam para que a autoridade monetária para os EUA corte em 50 pontos a taxa de juro dos actuais 3,5% para os 3%.

A decisão será conhecida às 19h15, hora de Lisboa, e também deverá influenciar o comportamento bolsista.


O sector bancário surge, mais uma vez, como um dos mais pressionados, depois de hoje o UBS ter registado prejuízos recorde. As acções do Citigroup caíam 1,04% para os 27,62 dólares.

A farmacêutica Merck descia 3,37% para os 46,39 dólares, depois de ter anunciado prejuízos de 1,6 mil milhões de dólares no quarto trimestre.

A Yahoo perdia 8,84% para os 18,97 dólares, no dia em que anunciou que vai cortar mil postos de trabalho e em que reviu em baixa as receitas para 2008, devido ao abrandamento da economia e à queda do investimento em publicidade "online".

2008/01/30 - 15:25
Fonte: Canal de Negócios
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tiagodandre

Enquanto não chega o anúncio, muita coisa para ver...depois então, iremos ser bombardeados por inúmeras teorias da conspiração!!..  ;)


Fed's Outlook May Matter More Than Any Rate Cut
http://www.cnbc.com/id/22914430


Another Rate Cut Could Energize Housing Market
http://www.cnbc.com/id/22914447


The Fed's stagflation fear
http://money.cnn.com/2008/01/30/markets/morningbuzz/index.htm?postversion=2008013011


Bernanke taking charge?
Fed policy panel begins second day of talks; decision set for around 2:15 pm

http://www.marketwatch.com/news/story/bernanke-asserts-himself-seen-likely/story.aspx?guid=%7BA95D4CFC%2D241D%2D49C6%2D9DF1%2DD64B3CE5E158%7D

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tiagodandre

CNBC Survey:  Wall Street Thinks Fed Got It Right -- Again
By CNBC.com | 30 Jan 2008 | 04:14 PM ET

A new CNBC survey of Wall Street professionals Wednesday shows overwheming approval of the Federal Reserve half-point interest rate cut earlier today.

Of the almost 50 money managers, investment strategists and professional economists responding to CNBC's "Trillion Dollar Snap Survey" today, 78 percent say the Fed did the right thing when it lowered its fed funds target to 3.0% from 3.5%.  On the other hand, 18 percent think Chairman Ben Bernanke and his fellow policy-makers should have only cut by one-quarter point.

Just after the Fed's surprise three-quarter of a point rate cut on January 22, 74 percent told us the Fed made the right move.

The latest CNBC survey also shows fewer respondents see a U.S. recession in 2008 than a week ago.  The survey puts the probability of an economic contraction at 47.25%, down from 54.50% in the January 22 poll.

© 2008 CNBC.com

http://www.cnbc.com/id/22919125

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tiagodandre

Analistas ainda acreditam num ano positivo para as acções nacionais

Diz a estatística que o desempenho dos mercados no primeiro mês é um bom indicador da tendência do ano. É o chamado "Barómetro Janeiro". A queda de 13% do PSI-20 até ontem não parece bom presságio, sobretudo para quem é supersticioso. ( :D)

Mas 2008 pode bem revelar-se um exemplo de que este indicador não passa de estatística, e nem sempre se confirma. Os analistas continuam confiantes que os mercados accionistas vão dar a volta por cima e terminar o ano com ganhos. Um optimismo que se estende à bolsa de Lisboa.

"Olhando para o panorama geral, as empresas portuguesas encontram-se atractivas sob ponto de vista fundamental, com avaliações atractivas e expectativas favoráveis nos próximos anos", afirma o "research" do Barclays.

As acções nacionais apresentam-se ainda "apelativas relativamente a temas de investimento globais (mercados emergentes, energias renováveis, etc) e a actividade corporativa, quer no que diz respeito a movimentos de consolidação, quer no que diz respeito a reestruturações de negócios ou entradas de novas empresas no mercado".

O Barclays tem um "target" de 14.700 pontos para o PSI-20, que representa um potencial de valorização de 13,37% face ao fecho de Dezembro. Para o banco o potencial para as acções "poderá ser despoletado à medida que os níveis de confiança se restabeleçam nos mercados internacionais, trazendo consigo de volta um enfoque nos fundamentais e maior disponibilidade para investir em classes de activos accionistas, ou seja maior liquidez".

As acções favoritas do Barclays para este ano são a Portugal Telecom, a EDP, a Galp Energia, o BES e a Jerónimo Martins.


BCP espera ganho de dois dígitos

Também o Millennium bcp investimento acredita que o valor das acções oferece potencial para ganhos.

"Desde há cerca de duas a três semanas que temos vindo a aconselhar o aumento da exposição em acções (índices generalistas dos EUA e Zona Euro), principalmente porque de uma forma geral os mercados se encontram extremamente subvalorizados quer em termos de indicadores mais simples como o PER (preço a dividir pelos resultados) quer com indicadores mais sofisticados que incluem na análise as taxas de juro, como seja os prémios de risco que estão a ser exigidos, os quais são historicamente muito elevados", afirma António Seladas.

Para o responsável pelo "research" do BCP, "a segurança de investir em acções desde há muito anos que não estava tão elevada". Por isso o "research" do BCP admite retornos de dois dígitos para os principais mercados de acções até final do ano.  (:o)

Um dos factores que, segundo os analistas, pode "ajudar" as acções é a intervenção da Reserva Federal. Ontem a autoridade monetária cortou em 50 pontos base a taxa de referência, levando as bolsas americanas a encerrar com ganhos.

2008/01/31 - 00:12
Fonte: Canal de Negócios
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tiagodandre

Reino Unido, Espanha e Itália são economias mais expostas a um abrandamento "severo"

O elevado endividamento por parte das famílias e das empresas, bem como os problemas ao nível da competitividade colocam as economias do Reino Unido, Espanha e Itália entre as mais expostas a um abrandamento severo, considera a Standard & Poor?s num relatório publicado hoje.

A agência de notação financeira, que baseia a sua análise em parâmetros de endividamento e competitividade, realça que os receios de recessão nos Estados Unidos e o abrandamento económico mundial poderão ter maior influência em países com maiores problemas competitivos.

Também as economias mais afectadas pelos elevados níveis de endividamento poderão assistir mais rapidamente a um enfraquecimento da sua actividade económica.

A S&P destaca ainda que, do ponto de vista da dívida, os países podem dividir-se em dois grupos. Os primeiros, onde se encontra o Reino Unido, a Espanha e a Irlanda, que se caracterizam pela elevada taxa de crédito bancário.

Ainda assim, os juros no Reino Unido e na Irlanda são baixos, enquanto na Espanha são relativamente altos, apesar de terem vindo a diminuir. Num cenário de crise do crédito hipotecário, maiores dificuldades de acesso ao crédito vão afectar mais estes países.

Num segundo grupo, surge a França e a Itália, onde os níveis de dívida são menos elevados. Neste sentido, as restrições no acesso ao crédito vão afectar menos estes países. Além disso, o facto de haver maiores taxas de poupança na França e na Alemanha indica que os consumidores deste países vão ser menos pressionados num cenário de abrandamento económico.

Em termos competitivos, o estudo sugere que a competitividade da Espanha e da Itália tem vindo a diminuir nos últimos anos. De acordo com dados do Fundo Monetário Internacional (FMI), a Itália decresceu 16%, enquanto a Espanha recuou 40% desde 2000. A França viu a sua competitividade deteriorar-se cerca de 5% entre 2004 e 2005, mas recuperou nos últimos dois anos, enquanto a Alemanha registou melhorias de 3% desde 2000.

Quanto ao Reino Unido, a S&P considera que a economia se depara com um duplo risco de, por um lado, assistir a um abrandamento do consumo e, por outro, ter menos exportações. Esta análise levou a casa de investimento a rever as previsões de crescimento para 2008 da economia britânica de 2% para 1,5% e de 3,8% para 2,3% para a Espanha.

Quanto à Itália, a S&P mantém uma estimativa de crescimento para este ano próxima da esperada pelo Banco de Itália, de 1,3%.

2008/01/31 - 12:33
Fonte: Canal de Negócios



Pedidos de subsídio de desemprego aumentam mais do que o previsto

Os pedidos de subsídio de desemprego aumentaram mais do que o previsto na semana passada e para máximos de 27 meses, assinalando que o mercado laboral está a enfraquecer.

Os pedidos avançaram em 69 mil para 375 mil na semana que terminou dia 26 de Janeiro, anunciou hoje o Departamento do Trabalho.

O aumento foi o maior desde o furacão Katrina em Setembro de 2005.

Os economistas consultados pela Bloomberg esperavam uma subida para os 319 mil pedidos.

2008/01/31 - 13:42
Fonte: Canal de Negócios

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domingos

Viva Tiago...

Ve lá se o indice Dow Jones vem abaixo para fechar perto de 12 400.... ;)

Um abraço... Excelente trabalho continua..... ;)