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News: O sentimento do mercado - Poço sem fundo ou grande Correcção?

Iniciado por tiagodandre, Janeiro 22, 2008, 14:37

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tiagodandre

Entrevista a Pedro Figueirôa Rego
BNP Paribas diz que nada garante que as acções já bateram no fundo


Os mercados accionistas enfrentam um período conturbado, reflectindo as perspectivas de abrandamento da economia global, em que a volatilidade surge como o inimigo número um dos investidores.

Em entrevista, Pedro Figueirôa Rego, director de "private banking" do BNP Paribas em Portugal, afirma que "há pouca visibilidade", mas, no segundo semestre deste ano, poderá vislumbrar-se uma "luz ao fundo do túnel". Há várias empresas em saldo, mesmo na bolsa nacional, resta saber se esta é a melhor altura para regressar às praças.

"Há pouca visibilidade, neste momento, nos mercados, isso é um dado. Diria que haverá poucos períodos na história recente em que a visibilidade foi tão baixa. Isto significa incerteza, significa volatilidade nos mercados, é o que estamos a assistir neste momento", considera Pedro Figueirôa Rego, justificando esta visão com a multiplicidade de perspectivas, algumas contraditórias, para a economia global.

A perspectiva do responsável do BNP Paribas é de que "vai haver uma inversão, algures em 2008", sendo que "nada pode garantir que o mercado já está no fundo. Quanto mais fundo for o mercado, mais tarde se vai revelar essa 'luz ao fundo do túnel'". Há quem acredite numa recuperação das bolsas e que esteja já a investir para aproveitar esse movimento positivo que poderá surgir em breve, na segunda metade do ano. "Os investidores mais dinâmicos, alguns deles, estão a entrar no mercado, neste momento, com alguns riscos.

Publicado 15 Fevereiro 2008 0:10
"Aprenda com os erros alheios. Não viverá o bastante para cometer todos os erros." (Martin Vanbee)

"Investir em conhecimento rende sempre os melhores juros." (Benjamin Franklin)

goncalonr

GMAC enfrenta "sérias dificuldades" caso o mercado hipotecário não melhore
A GMAC, controlada pela Cerberus Capital Management, poderá enfrentar "sérias dificuldades" caso o mercado do crédito hipotecário não melhore, afirmou Stephen Feinberg, fundador da empresa de "private-equity", citado pela Bloomberg.

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Ana Filipa Rego
[email protected]



A GMAC, controlada pela Cerberus Capital Management, poderá enfrentar "sérias dificuldades" caso o mercado do crédito hipotecário não melhore, afirmou Stephen Feinberg, fundador da empresa de "private-equity", citado pela Bloomberg.

"Nós já efectuámos um plano de contingência num ambiente de contínua degradação", explicou o responsável dia 22 de Janeiro aos investidores.

No entanto, ressalva Stephen, "caso o mercado do crédito hipotecário continue a cair, a GMAC enfrentará sérias dificuldades".

A GMAC, antiga financiadora da General Motors, perdeu 2,3 mil milhões de dólares no ano passado devido ao "subprime" e está em conversações com potencias compradores de parte do seu negócio de crédito hipotecário de risco, que registou um prejuízo de 4,3 mil milhões de dólares.


tiagodandre

Warren Buffett torna-se o maior accionista da Kraft Foods

A Berkshire Hathaway, a empresa de Warren Buffett, tornou-se na maior accionista da Kraft Foods, que detém as marcas Triunfo e Proalimentar, em Portugal.

A Berkshire informou o regulador do mercado que passou a controlar 132,4 milhões de acções da empresa, o que equivale a 8,6% do capital da Kraft, tornando-se o maior accionista da companhia.

Buffett adiantou já detinha 69,6 milhões de títulos no final de Junho e 107,2 milhões em Setembro.

A empresa do segundo homem mais risco do mundo adquiriu ainda uma participação na farmacêutica GlaxoSmithKline e aumentou a posição na Wells Fargo em 3,4% desde o passado mês de Setembro, para as 289,3 milhões de acções.

As acções da Kraft perderam 15% nos últimos doze meses.

2008/02/15 - 13:34
Fonte: Canal de Negócios


(Enquanto uns estão ansiosos por vender com medo da recessão, outros vão comprando... ;))



Risco de correcção nas bolsas continua elevado

Apesar do sentimento dos investidores ter melhorado ligeiramente nos últimos dias, o risco de correcção nos mercados continua elevado, avança um estudo realizado pelo Barclays Capital.

De acordo com o estudo, os investidores continuam bastante avessos ao risco, com as leituras do banco a apontarem para 84% de probabilidade de haver uma nova queda nas bolsas mundiais. Em Janeiro, o indicador do Barclays Capital situava-se nos 99%, considerando que o risco se situava em níveis de 2000.

Nos últimos dias, os mercados têm respirado de alívio, beneficiando dos cortes de juros da Reserva Federal dos Estados Unidos e da notícia de que o investidor Warren Buffett vai ressegurar 800 mil milhões de dólares (550,5 mil milhões de euros) da dívida municipal assumida pelas seguradoras de emissões obrigacionistas MBIA, Ambac Financial Group e FGIC.

O Barclays Capital adianta que quando o índice de risco superou os 70%, como é o caso, as quedas se fizeram sentir nas praças norte-americanas. O estudo acrescenta ainda que desde o passado mês de Julho que o sentimento entre os investidores é de cautela.

O mercado continua a aguardar que a autoridade monetária norte-americana realize novos cortes de juros nos próximos meses. Desde o início do ano, a Fed reduziu o preço do dinheiro em 1,75%.

2008/02/15 - 12:12
Fonte: Canal de Negócios



Preços dos bens importados aumentam 1,7% nos EUA

Os preços dos bens importados pelos EUA aumentaram 1,7% no mês de Janeiro o que fez com que o aumento dos últimos 12 meses atingisse um recorde, noticiou a Bloomberg.

O aumento de 1,7% das importações norte-americanas, que subiram mais que o esperado, seguiu-se a uma redução de 0,2% do mês anterior como referiu o Departamento do Trabalho em Washington.

Se se excluir as importações de petróleo o valor das importações apresenta um aumento de 0,6%.

O preço dos bens importados, comparado com o ano anterior, subiu 13,7%, o maior aumento desde o inicío dos registos, em 1982.

O crescimento dos custos relativos à importação pode levar a que as empresas norte-americanas sigam os seus concorrentes estrangeiros e subam os preços dos seus produtos, podendo aumentar a taxa de inflação do país.

Mesmo assim, os responsáveis da Reserva Federal Americana (Fed) continuam a manter as suas atenções no crescimento económico norte-americano e deverão cortar novamente as taxas de juro de referência.

"Não existirá medo da inflação resultante dos preços das importações. A Fed precisa de fazer o que tem a fazer para aumentar o crescimento", referiu a analista Lindsey Piegza do FTN Financial, citada pela Bloomberg.

2008/02/15 - 14:34
Fonte: Canal de Negócios
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"Investir em conhecimento rende sempre os melhores juros." (Benjamin Franklin)

tiagodandre

Europa inverte tendência com ganhos do Barclays, HSBC e CNP

As bolsas europeias inverteram a tendência da abertura e seguem agora em alta impulsionadas pelos títulos do sector segurador. Na banca, o Barclays e o HSBS são os dois títulos que mais impulsionam as praças do Velho Continente.

O índice Stoxx 50 [SX5P] avança 0,08% para os 3.239,39 pontos, com 28 dos 50 títulos em alta. As principais bolsas negoceiam em terreno positivo, à excepção da bolsa espanhola [ibex] que recua 0,68%.

O AEX [aex] sobe 0,90%, o DAX [dax] avança 0,53% e o CAC [cac] ganha 0,74%. Em Londres, o FTSE valoriza 0,58%.

O Barclays, terceiro maior banco britânico, apresentou esta manhã os resultados referentes a 2007. Apesar da queda de 3%, devido à crise financeiro, o resultado líquido do banco ficou em linha com as previsões dos analistas. O Barclays anunciou ainda que vai aumentar os dividendos em 10%.

As acções do banco já estiveram a cair mais de 4%, mas inverteram esta tendência e seguem agora a ganhar 4,08%. As acções do HSBC também já estiveram a perder mais de 1% e seguem, neste momento, a ganhar perto de 2%.

Os ganhos do Barclays, do HSBC e da CNP ajudam a explicar a subida das bolsas europeias. A CNP, maior seguradora francesa, já subiu mais de 10% depois de ter sido noticiado pelo jornal "Les Echos" que os principais accionistas da empresa querem vender as suas participações.

O sector segurador europeu avança 1,82%, impulsionado ainda pelo ING Groep, a Allianz e a AXA.

Ainda no sector da banca, o Credit Suisse está a travar maiores ganhos, depois de ter anunciado que vai rever em baixa as previsões de lucros do primeiro trimestre do ano em mil milhões de dólares.

Esta revisão em baixa ocorre depois do banco suíço ter amortizado activos no valor de 2,85 mil milhões de dólares. As acções do banco já caíram perto de 8%.

2008/02/19 - 13:11
Fonte: Canal de Negócios



Banco de investimento do Barclays atinge lucros recorde

O Barclays Capital (BarCap) anunciou que os seus lucros atingiram valores recorde no ano de 2007, apesar da crise de mercado hipotecário que lhes custou 2,11 mil milhões de euros no segundo semestre do ano passado.

Os lucros antes de impostos do Barclays Capital face a 2006, subiram 5% atingindo cerca de 3 mil milhões de euros. As receitas líquidas do passado ano alcançaram os 8,29 mil milhões de euros.

Os resultados do BarCap foram impulsionados pelo desempenho que o banco teve na Europa Continental, Ásia e Africa.

Porém, a crise dos mercados vivida nos EUA também afectou o banco de investimento na segunda metade de 2007 ao perderem 2,11 mil milhões de euros

"O Grupo Barclays apresentou uma forte performance em 2007, com lucros em linha dos resultados recorde dos anos anteriores. A divisão de banca de investimento registou uma excelente performance apesar das condições de mercado extremamente adversas. A força e diversificação do nosso negócio dá-nos confiança para enfrentar o futuro.", de acordo com John Varley, Presidente do Grupo Barclays, em comunicado.

2008/02/19 - 13:23
Fonte: Canal de Negócios
"Aprenda com os erros alheios. Não viverá o bastante para cometer todos os erros." (Martin Vanbee)

"Investir em conhecimento rende sempre os melhores juros." (Benjamin Franklin)

bric

viva a todos,

Ficando eu a olhar para aqueles -3,25% do nikkei só espero uma queda dos
e.u.a pois isto está para baixo  hoje e eu  entrei curto ontem...os fut.e.u.a
já perdem cerca de 1 % ! já vai dar umas massas!!
cumprimentos
bric

tiagodandre

PORTUGAL:


INE revela
Crescimento económico nacional reflecte "maior dinamismo da procura interna"


A expansão económica observada no quarto trimestre de 2007, altura em que se verificou uma aceleração do ritmo de crescimento, reflectiu "o maior dinamismo da procura interna", essencialmente no que respeita ao investimento na construção e em material de transporte.

Estes dados foram hoje divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), que adianta que a "procura externa acentuou o seu contributo negativo em resultado, sobretudo, do comportamento das exportações".

No quarto trimestre de 2007 observou-se uma aceleração do crescimento económico em Portugal, terminando Dezembro com um crescimento de 2% face ao mesmo período do ano passado, enquanto na Zona Euro a tendência foi oposta, registando-se um abrandamento do crescimento.

O INE revela que, a contribuir para a evolução positiva da expansão económica nacional esteve "o maior dinamismo da procura interna, principalmente do investimento".

O instituto adianta que "na aceleração do investimento, destacou-se o contributo do investimento em construção e o elevado ritmo de crescimento do investimento em material de transporte".

No que respeita ao indicador de actividade económica verificou-se uma recuperação no quarto trimestre, "embora apresentando uma estabilização em Dezembro face ao mês anterior".



PIB cresceu 2,0% no quarto trimestre com dinamismo das exportações

A expansão da economia nacional acelerou nos três últimos meses do ano passado, a reflectir o maior dinamismo das exportações, apesar do crescimento destas ter continuado a abrandar.

Pedro Duarte

Segundo a primeira estimativa hoje divulgada pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), este crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) representa uma aceleração de 0,3 pontos percentuais relativamente ao trimestre anterior.

"Esta evolução reflectiu o maior dinamismo da procura interna, principalmente do investimento, enquanto que a procura externa acentuou o seu contributo negativo em resultado, sobretudo, do comportamento das exportações. Na aceleração do investimento, destacou-se o contributo do investimento em construção e o elevado ritmo de crescimento do investimento em material de transporte", diz o INE.

A mesma fonte acrescenta que o indicador de actividade económica recuperou no período em análise, embora apresentando uma estabilização em Dezembro face ao mês anterior.

"Os índices de volume de negócios e os índices de produção revelaram variações homólogas mais elevadas no trimestre e no mês de Dezembro. No entanto, o indicador de clima económico diminuiu ligeiramente no quarto trimestre e em Janeiro de 2008, atingindo neste mês o valor mais baixo dos últimos dez meses", adianta o INE.

Em termos de emprego, este registou um crescimento homólogo de 0,9% no quarto trimestre de 2007, mais 0,7 pontos percentuais  do que no trimestre precedente. A taxa de desemprego foi de 7,8%, menos 0,4 pontos percentuais do que no trimestre homólogo d  2006.

O documento adianta que, em termos da Inflação, esta acelerou em termos homólogos, passando de 2,7% em Dezembro para 2,9% em Janeiro, devido à evolução do índice de preços nos serviços.

O INE chama a atenção para o facto da informação disponível sobre o enquadramento económico externo "continuar a apresentar sinais negativos".

"O crescimento do PIB na Zona Euro, de acordo com a estimativa rápida do Eurostat, abrandou no quarto trimestre, passando de 2,7% para 2,3%, tendo o mesmo acontecido com o Reino Unido, os EUA e o Japão. Em Janeiro de 2008, os indicadores de sentimento económico e de confiança dos consumidores na Zona Euro diminuíram pelo sexto mês consecutivo", conclui o documento.

INE 2008-02-20 11:01
"Aprenda com os erros alheios. Não viverá o bastante para cometer todos os erros." (Martin Vanbee)

"Investir em conhecimento rende sempre os melhores juros." (Benjamin Franklin)

bric

 | Notícias |

Construção de casas novas nos EUA permanece no nível mais baixo desde 1991
(20-02-2008 - 14:12)


A construção de casas novas, nos EUA, subiu 0,8%, em Janeiro, mas permanece próxima do nível mais baixo desde 1991, um sinal de que o pior abrandamento em um quarto de século no sector vai continuar a pesar na economia este ano, anunciou o Departamento do Comércio do país.

Este indicador avançou 0,8% face a Dezembro para 1.012 milhões de casas. Já as licenças de construção, um indicador da actividade futura, desceu 3% para 1.048 milhões.

Ambos os dados saíram em linha com as estimativas dos analistas consultados pela Bloomberg.

Estes números, juntamente com outros conhecidos recentemente, parecem demonstrar que a crise no sector imobiliário vai continuar a afectar o crescimento económico, o que irá exigir novas reduções das taxas de juro.



  | Notícias |

Inflação nos EUA supera estimativas em Janeiro
(20-02-2008 - 14:23)


Os preços do consumo, nos EUA, subiram mais do que o esperado no mês de Janeiro o que indica que a inflação pode continuar a representar uma ameaça para a economia norte-americana.

A inflação aumentou 0,4%, o mesmo valor que em Dezembro, superando as expectativas dos analistas contactados pela Bloomberg que antecimpavam um crescimento dos preços de 0,3%, divulgou o Departamento do trabalho em Washington, de acordo com a Bloomberg.

A inflação subjacente, que exclui a alimentação e a energia, aumentou 0,3%, depois de ter crescido 0,2% em Dezembro, o que corresponde à maior subida desde Junho de 2006.

Os responsáveis pela politica monetária norte-americana cortaram a taxa de juro para os 3% mas poderão adoptar um novo corte para evitar a recessão económica. No entando, a Fed já disse que é necessário ter em conta a ameaça da inflação.

Ben Bernanke explicou, dia 14 de Fevereiro, que a instituição previa uma moderação da inflação nos próximos trimestres, mas salientou que será preciso continuar a monitorizar atentamente a evolução do índice de preços no consumidor.



cumprimentos
bric

tiagodandre

PORTUGAL 2007


Crédito continua a aumentar em Portugal

Os montantes totais dos empréstimos concedidos em Portugal continuam a aumentar, ainda que no segmento de habitação o ritmo de crescimento tenha abrandado, em 2007. O crédito malparado diminuiu, em Dezembro face ao mês anterior.

O total dos empréstimos para aquisição de habitação diminuiu em 341 milhões de euros entre Novembro e Dezembro. Mas quando se compara o final de 2007 com o ano anterior, a evolução foi distinta. Em 12 meses, verificou-se um aumento de 9,8% nos empréstimos à habitação, ou 8,99 mil milhões de euros, de acordo com os dados divulgados hoje pelo Banco de Portugal, no Boletim Estatística de Fevereiro.

O crédito malparado situou-se nos 1,26 mil milhões de euros, o que corresponde a 1,25% do total dos empréstimos. Face a Novembro este valor diminuiu em 1,55%, ou 20 milhões de euros. Quando comparado com Dezembro de 2006, verificou-se um aumento de 10,97%, ou 125 milhões de euros.

No segmento do consumo registou-se um aumento quer homólogo quer mensal dos montantes concedidos. Em Dezembro de 2006 o saldo dos créditos neste segmento era de 11,37 mil milhões de euros e no mesmo mês de 2007 situou-se nos 13,79 mil milhões de euros, o que representa um aumento de 21,18%.

Os empréstimos com destino a "outros fins" também aumentaram em 1,58% face a Novembro e em 7,49% quando comparado com Dezembro de 2006, o que equivale a mais 201 milhões de euros e 899 milhões de euros, respectivamente.

No que respeita ao crédito malparado a evolução foi distinta. Em Dezembro de 2007 registou-se uma queda de 19,34%, ou 106 milhões de euros, face a Novembro e de 9,79%, ou 48 milhões de euros, quando comparado com o mesmo mês do ano anterior.

No total, o saldo dos empréstimos ascendeu a 127,28 mil milhões de euros em Dezembro de 2007, o que corresponde a um crescimento de inferior a 0,1% face a Novembro e de 10,7% quando a Dezembro de 2006.

O crédito malparado total situou-se nos 2,2 mil milhões de euros, menos 6,59% do que em Novembro, mas mais 10,66% do que em igual período do ano anterior.

Publicado 21 Fevereiro 2008 12:26



Empresas pedem mais dinheiro à banca

Os empréstimos concedidos pelas instituições financeiras às empresas aumentaram mais de 1% entre Novembro de Dezembro de 2007, enquanto o crédito malparado diminuiu quase 13% em igual período.

O saldo dos créditos concedidos à empresas situou-se nos 101,88 mil milhões de euros, em Dezembro, o que corresponde a um acréscimo de 1,22 mil milhões de euros face a Novembro e de 10,03 mil milhões de euros quando comparado com o mesmo período do ano anterior, de acordo com os dados hoje divulgados pelo Banco de Portugal no Boletim Estatístico de Fevereiro.

Já o crédito malparado diminuiu em 12,95%, ou 223 milhões de euros, entre Novembro e Dezembro, enquanto quando comparado com o final de 2006 registou-se um acréscimo de 5,94%, ou 84 milhões de euros.

Publicado 21 Fevereiro 2008 12:36



Famílias portuguesas aumentam depósitos nos bancos

Os depósitos efectuados pelas famílias portuguesas nas instituições bancárias aumentaram 12,97% em 2007, o que significa que entre Dezembro de 2006 e o mesmo mês do ano passado os depósitos aumentaram em 8,18 mil milhões de euros.

O Boletim Estatístico de Fevereiro, do Banco de Portugal, revelou hoje que os depósitos dos particulares estão a aumentar. Entre Dezembro de 2006 e o mesmo mês de 2007, os depósitos cresceram 12,97%, ou 8,18 mil milhões de euros para os 71,21 mil milhões de euros.

Quando comparado com Novembro, a evolução foi semelhante. Entre Novembro e Dezembro de 2007, os depósitos cresceram 2%, ou 1,4 mil milhões de euros.

Publicado 21 Fevereiro 2008 12:50
"Aprenda com os erros alheios. Não viverá o bastante para cometer todos os erros." (Martin Vanbee)

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tiagodandre

 
Exportações de serviços atingem máximo e crescem 32% em dois anos

No ano passado os serviços de construção vendidos ao exterior cresceram 37% face a 2006. Os serviços financeiros e os de comunicações aumentaram 25% cada e as prestações de serviços de informática cresceram quase 30%.

Estes números, ontem divulgados pelo Banco de Portugal (BdP) no seu Boletim Estatístico, são exemplos de taxas de crescimento em sectores que nos últimos anos se têm vindo a afirmar como importantes fontes de receita para Portugal e que dão um contributo significativo para o peso crescente do sector dos serviços no comércio externo português.

2008/02/22 - 00:25
Fonte: Canal de Negócios



Serviços na Europa crescem mais do que o esperado em Fevereiro

A industria dos serviços na Europa aumentou mais que o esperado no mês de Fevereiro, acalmando assim a pressão sobre o BCE para cortar a sua taxa de juro de referência. O euro seguia a valorizar face ao dólar após a divulgação do relatório.

O Royal bank of Scottland Group apresentou uma estimativa preliminar para o índice de crescimento de 52,3 pontos do mês de Fevereiro comparado com os 50,6 pontos conseguidos em Janeiro deste ano.

O valor do índice de crescimento da industria dos serviços europeus superou as estimativas dos economistas contactados pela Bloomberg, que previam que este atingisse um valor de 51.

Estes valores poderão acalmar as pressões sobre o Banco Central Europeu (BCE) para cortar as taxas de juro, seguindo a tendência da Reserva Federal Americana (Fed) e do Banco de Inglaterra.

O BCE decidiu manter as taxas de referência na Zona Euro depois da inflação ter atingido um máximo de 14 anos no mês passado.

Em Janeiro a Fed baixou as taxas de juro em 1,25 pontos percentuais e o Banco de Inglaterra cortou-as em 0,25 pontos percentuais.

Por outro lado a Comissão Europeia ontem reviu em baixa o crescimento da Zona Euro para 1,8%, o valor mais baixo desde 2005, e previu um aumento da inflação.

O euro cotava nos 1,4830 dólares ao valorizar 0,11% depois da divulgação dos resultados do índice de crescimento dos serviços na Europa.

Publicado 22 Fevereiro 2008 10:30



Ministro da Economia da Eslovénia não prevê mais revisões em baixa do crescimento da Zona Euro

O ministro da Economia da Eslovénia, que assume actualmente a presidência da União Europeia, Andrej Vizjak, disse hoje que não antecipa mais revisões em baixa do crescimento da economia da Zona Euro em 2008, reagindo assim às estimativas económicas avançadas ontem por Bruxelas.

Em declarações à Reuters, o responsável esloveno disse que o crescimento económico "vai manter-se estável".

A Comissão Europeia (CE) divulgou ontem as suas estimativas relativas ao crescimento económico para 2008, que foram revistas em baixa face às previsões divulgadas anteriormente. De acordo com as previsões actuais o PIB nos 15 países que usam o euro deverá crescer 1,8% e m 2007, o que compara com 2,2% estimado anteriormente. 

Se em relação ao crescimento económico a CE está agora menos optimista, tal também é verdade em relação ao crescimento dos preços, pois existe a ideia de que a inflação deverá manter-se claramente acima do objectivo de 2% fixado pelo Banco Central Europeu (BCE).

"A inflação não irá ser um problema permanente. Podemos esperar no futuro alguns aumentos dos preços do petróleo, mas não tão elevados como os que aconteceram na última metade do ano passado e que causou muita inflação", garantiu Andrej Vizjak.

Zona Euro 2008-02-22 11:25

"Aprenda com os erros alheios. Não viverá o bastante para cometer todos os erros." (Martin Vanbee)

"Investir em conhecimento rende sempre os melhores juros." (Benjamin Franklin)

tiagodandre

Ah poixxx......


Ambac Soars After CNBC Reports Bailout May Happen Next Week
http://www.bloomberg.com/apps/news?pid=20601087&sid=aNcF9beAHucY&refer=home


U.S. Stocks Gain, Erasing Decline, on Report of Ambac Bailout
http://www.bloomberg.com/apps/news?pid=20601087&sid=a.5HddpaWusg&refer=home


Fisher Says U.S. to Avoid `Prolonged' Slump in Growth (Update3)
http://www.bloomberg.com/apps/news?pid=20601087&sid=abtTLM4bMqGg&refer=home


US STOCKS-Dow, S&P 500 turn up on report on Ambac
http://www.reuters.com/article/usMktRpt/idUSN2261529920080222


Cump.
"Aprenda com os erros alheios. Não viverá o bastante para cometer todos os erros." (Martin Vanbee)

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tiagodandre

Recapitalização da Ambac coloca bolsas dos EUA em terreno positivo

As principais praças norte-americanas terminaram em alta, anulando as perdas ocorridas durante a sessão, impulsionadas por indicações de que a Ambac Financial poderá ser ajudada na próxima semana.

O Dow Jones [indu] fechou a ganhar 0,89%, fixando-se nos 12.393,64 pontos. O S&P 500 [spx] encerrou a subir 0,86%, ao cotar-se nos 1.354,13 pontos. O índice compósito Nasdaq [ccmp] terminou a marcar 2.303,35 pontos, com uma valorização de 0,16%.

A Ambac, segunda maior garante de obrigações dos EUA, liderou a retoma dos títulos financeiros depois de a CNBC anunciar que a banca tem estado a negociar um acordo que teve progressos "significativos" e que se destina a recuperar as finanças da empresa.

"Se a Ambac for ajudada, isso implicará que o mercado não vai cair no zero e que o mundo não está próximo do fim", comentou à Bloomberg um operador da T. Rowe Price, Andy Brooks.

A Ambac ganhou 18%, para 10,85 dólares, depois de a CNBC ter dito que a recapitalização da empresa poderá ser anunciada na segunda ou terça-feira.

As bolsas americanas tinham estado a perder terreno, essencialmente penalizadas pelos títulos financeiros, depois de a Sanford C. Bernstein ter revisto em baixa de mais de 40% as previsões para os lucros da Goldman Sachs e da Bear Stearns.

O facto de a Merrill Lynch ter aconselhado os seus clientes a venderem as acções da Fannie Mae e da Freddie Mac também esteve a contribuir para as perdas de grande parte da sessão.

2008/02/22 - 21:29
Fonte: Canal de Negócios
"Aprenda com os erros alheios. Não viverá o bastante para cometer todos os erros." (Martin Vanbee)

"Investir em conhecimento rende sempre os melhores juros." (Benjamin Franklin)

nupy

Sentimento de Mercado

A notícia acima transcrita sobre a ambac.....ilustra bem....quer nós queiramos .....quer não.... que os EU são "grandes".....e serão sempre o motor económico do mundo.....por mtos q digam o contrário....!!!

São "grandes"......n por serem grandes em dimensão.....mas sim pq são arrojados.....e corajosos......arranjando sempre uma forma de se levantarem....qdo os outros se encolhem qdo os vêem a cair.....!!!

Sou daqueles q acredita q ainda n será desta q eles vão ao tapete.....para bem de todos.....!!!!!

Os gurus da economia já profetizam 3 ou 4 crashs nos próximos 12 anos.....o próximo ao q se já fala....será o resultante do excesso de endividamento global.....!!!!.....esse sim será a meu ver o grande próximo crash......!!!! Veremos se nessa altura eles conseguem tirar mais algum coelho da cartola.....!!!!

Qdo a próxima subida se iniciar....e os máximos começarem a surgir no horizonte ao virar da década......há que estar atento......pq aí a correcção será "gigante" comparada com a "bébé" de agora....!!!!


Bons negócios a todos...!!!!


Jeab

Não culpe o mercado pelas suas perdas

tiagodandre

Vendas de casas em segunda-mão caem para mínimo de 9 anos

As vendas de casas em segunda-mão caíram para o valor mais baixo em 9 anos, em Janeiro, nos Estados Unidos, divulgou a Associação Nacional de Imobiliárias. Ainda assim, a queda foi inferior ao esperado pelos economistas.

As vendas de casas em segunda-mão caíram 0,4%, em Janeiro, para uma taxa anual de 4,89 milhões, o nível mais baixo em pelo menos nove anos, indicando que a crise no sector imobiliário continua a acentuar-se. Este indicador começou a ser registado em 1999.

Os economistas contactados pela Bloomberg previam que as vendas de casas em segunda-mão caíssem 1,8% para uma taxa anual de 4,8 milhões.

O número de casas para venda no final de Janeiro aumentou 5,5% para 4,2 milhões.

2008/02/25 - 15:10
Fonte: Canal de Negócios



DJ EUA: Vendas de Casas Usadas Recuam em 0,4% em Jan

WASHINGTON (DJ Bolsa)- A Associação Nacional dos Corretores de Imóveis (NAR) dos EUA, anunciou esta segunda-feira que as vendas de casas em segunda mão caíram 0,4% em Janeiro para os 4,89 milhões de unidades. Esta foi a sexta queda consecutiva deste dado. Os analistas previam recuo das vendas para os 4,81 milhões.

Já o dado de Dezembro foi revisto em alta para uma queda de 2,2% para os 4,91 milhões, face ao inicialmente divulgado que apontava para os 4,89 milhões.

Produzido para a Dow Jones Newswires pela Webtexto (+351 21 319 18 78)

February 25, 2008 10:34 ET (15:34 GMT)


"Aprenda com os erros alheios. Não viverá o bastante para cometer todos os erros." (Martin Vanbee)

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tiagodandre

Director do FMI afirma que euro está sobreavaliado

O director do Fundo Monetário Internacional, Dominique Strauss-Kahn, afirmou que o euro está sobreavaliado enquanto que as moedas chinesa e japonesa estão subavaliadas. Strauss-Kahn acrescenta que o dólar se apresenta numa situação intermédia relativamente às outras moedas.

"O problema do euro é que o Banco Central Europeu (BCE), que está a fazer o seu trabalho a controlar a inflação, é incrivelmente poderoso" afirmou o director do FMI citado pelo jornal francês "Le Monde", de acordo com a Bloomberg.

Strauss-Kahn acrescentou que, para contrariar o abrandamento económico mundial, os países com orçamentos saudáveis, como a China, a Índia e os produtores de petróleo poderiam estimular a economia aumentando as despesas.

2008/03/03 - 11:45
Fonte: Canal de Negócios



Barclays Capital prevê subida das bolsas em Março

O Barclays Capital (BarCap), banco de investimento do Grupo Barclays, aponta para uma subida das bolsas no mês de Março, estimando ainda que a maioria das matérias-primas deverá continuar a valorizar nos mercados internacionais.

Mafalda Aguilar

Numa nota de análise hoje emitida, os responsáveis de análise técnica do BarCap calculam que, entre as 15 praças mundiais analisadas, apenas duas bolsas deverão ter tendência negativa em Março. As restantes têm fortes hipóteses de fechar o mês em valores mais elevados do que o começaram. O índice chinês Shanghai Composite e francês Cac 40 deverão liderar os ganhos com 77% e 70% de hipóteses de valorizar. O norte-americano S&P 500 aparece em terceiro, com 67% de hipóteses de subida.

Quanto às matérias-primas, à excepção do alumínio, o Barclays Capital estima que a maioria das 'commodities' deverá continuar a bater máximos históricos durante este mês. O petróleo e o gás são as matérias-primas com maior hipótese de valorização, acrescenta.

Mercados 2008-03-03 11:18



U.S. ISM Factory Index Fell to 48.3 in February (Update1)
http://www.bloomberg.com/apps/news?pid=20601087&sid=ai5Haok03DiQ&refer=home


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