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Com uma aparente retoma dos Mercados nos USA e Europa..nos por cá..PSI?

Iniciado por xubi2, Maio 30, 2008, 22:33

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Aos solavancos



A violenta correcção no preço do petróleo, com quedas em torno dos 2% tanto no Brent como no West Texas Intermediate (WTI), animou as bolsas na sessão de ontem. Segundo o "Financial Times", esta descida no preço do "ouro negro" deve-se à incerteza que desperta a crise económica nos Estados Unidos e Europa em termos de procura global. O jornal adianta inclusive que a OPEP (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) poderá ter aumentado a sua produção nas últimas semanas. Por outro lado, o sector financeiro e segurador foi um dos que mais subiu, liderado pela Société Générale, que apresentou resultados melhores do que o esperado pelos analistas. Com o apoio destes dois ingredientes, a bolsa tem uma boa desculpa para tentar uma retoma, com a autorização da Fed e da sua decisão sobre as taxas de juro. Fica claro que os movimentos, em Agosto, serão verticais (fruto da fraca liquidez) e com pouco volume, mas terá que estar muito atento para aproveitar os violentos movimentos do mercado, num mês que tradicionalmente é mau para a renda variável mas que, dadas as importantes descidas, superiores a 25%, que acumulam as bolsas europeias desde o início do ano, poderão registar-se fortes subidas a qualquer momento. Do outro lado do Atlântico, foi anunciado o índice ISM relativo ao sector dos serviços, que ficou acima do previsto, tendo-se fixado nos 49,5 pontos face aos 48,5 pontos previstos (em teoria, este dado é bom, sobretudo tendo em conta que este sector representa entre 60 a 70% do PIB norte-americano). Por outro lado, deve seguir-se de perto a evolução do petróleo, pois se finalmente se confirmar a perda do suporte nos 120 dólares (futuros do WTI) poderemos assistir a uma continuidade das quedas até aos 110 dólares por barril. No que se refere ao aspecto técnico, dá a sensação de que a maior parte das bolsas mundiais poderá estar a tentar construir potenciais formações triangulares, "a priori", de continuidade altista, ainda que apenas seja para continuar com a retoma que se iniciou em meados do passado mês de Julho.

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Bolsa de NY termina o dia em alta com petróleo e Cisco


Por Renato Martins
Agência Estado

O mercado norte-americano de ações fechou em alta pelo segundo dia consecutivo. As ações subiram em reação à nova queda dos preços do petróleo e ao informe de resultados da Cisco Systems no segundo trimestre. As bolsas abriram em queda, reagindo aos informes de resultados da agência de crédito hipotecário Freddie Mac e da rede de supermercados Whole Foods Market, mas passaram a subir depois da divulgação dos dados dos estoques norte-americanos de petróleo e derivados na semana passada, que levaram a uma nova baixa dos preços do produto.


"As ações do setor financeiro recuperaram terreno porque o segundo trimestre não foi tão ruim como se temia. Ainda acho que veremos muita volatilidade no setor. As pessoas vão revisar os resultados do segundo trimestre e ver deterioração nas condições de crédito. Apesar de as diretorias dos bancos e das financeiras estarem dizendo que não vão precisar levantar capital, acho que o mercado de ações ficará cético diante dessa perspectiva, se as perdas continuarem a crescer", comentou Steve Weeple, da Standard Life Investments.


Comentando a queda dos preços do petróleo, Weeple disse que "é claro que estamos vendo a perda de um grande entusiasmo. Eu não me surpreenderia ao ver o petróleo continuar caindo, e talvez essa queda seja exagerada. Ainda acho que o petróleo vai persistir acima dos US$ 100 (por barril). Será que veremos o preço cair para a casa dos US$ 90 no curto prazo? É muito possível. Ele vai cair até US$ 50? Acho que não".


As ações da Freddie Mac caíram 19,28%, em reação a seu informe de resultados; as da Fannie Mae, do mesmo setor, caíram 14,71%. Também no setor financeiro, as ações da seguradora AIG, que divulgaria resultados depois do fechamento, caíram 2,68%; as da seguradora de bônus Ambac, que divulgou resultados, subiram 23,68%. No setor de tecnologia, as ações da Cisco subiram 5,84%, em reação a seu informe de resultados; as da Microsoft avançaram 3,09%, depois de a empresa anunciar um programa de recompra de ações de US$ 20 bilhões. As ações das refinadoras de petróleo também subiram, em reação à baixa dos preços do produto (Tesoro disparou 11,98% e Valero ganhou 7,25%).


O índice Dow Jones fechou em alta de 0,35%, em 11.656,07 pontos. O Nasdaq encerrou com ganho de 1,21%, em 2.378,37 pontos. O S&P-500 subiu 0,34%, para 1.289,19 pontos. O NYSE Composite avançou 0,35%, para 8.501,44 pontos. As informações são da Dow Jones.


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Muitas dúvidas



A sessão de quinta-feira acabou por ser muito complexa, já que depois de uma abertura negativa, em questão de poucos minutos, todos os índices europeus inverteram para terreno positivo, até que começou a reunião do Banco Central Europeu (BCE). Esta reunião não trouxe grandes novidades, já que a taxa de juro de referência não foi alterada e, além disso, Trichet não afirmou nada que não tivesse já dito em reuniões anteriores, sublinhando que o seu principal objectivo é a estabilidade dos preços, pelo que pretende controlar ao máximo a inflação. Do outro lado do Atlântico, a maior retalhista do mundo, Wall Mart, decepcionou o mercado com as suas previsões de vendas para o presente mês que não foram bem recebidas pelas bolsas que "deslizaram" após conhecer a notícia. A empresa advertiu para um crescimento das ventas entre 1 a 2%. Por outro lado, anunciou também que as vendas, em Julho, foram 3% superiores quando se previa um ganho de 3,3%. Tecnicamente, poder-se-ia dizer que os mercados estão à espera de ver se, finalmente, o Dow Jones é capaz de fechar acima dos 11.700 pontos para voltar a dar um sinal interessante de compra para os mercados, ainda que seja apenas como continuidade da retoma em curso.

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Geórgia
Geórgia e Rússia em guerra aberta



Segundo os últimos relatos, o conflito na Geórgia fez já mais de 2000 mortos civis, na capital da Ossétia do Sul, Tskhinvali. A Geórgia declarou o estado de guerra.

A aviação russa bombardeou hoje Gori, uma localidade georgiana situada perto da Ossétia do Sul. A maioria dos ataques aéreos visou alvos militares, mas uma bomba atingiu um bloco de apartamentos e fez pelo menos cinco mortos.

O Kremlin anunciou que expulsou as tropas georgianas da capital da Ossétia do Sul, depois de Tbilissi ter lançado uma ofensiva para retomar o enclave separatista pró-russo.



Rússia
Putin na Ossétia do Norte para ajudar refugiados



O primeiro-ministro da Rússia, Vladimir Putin, já está na Ossétia do Norte. O antigo homem-forte do Kremlin, agora chefe do governo, quis certificar-se pessoalmente da forma como estava a ser feito o repatriamento dos refugiados e defendeu a acção do exército russo na província vizinha da Ossétia do Sul.

O conflito entre a Rússia e a Geórgia está a causar uma autêntica onda de refugiados. Mais de 30 mil pessoas deixaram já a Ossétia do Sul, em direcção à Rússia.

Em Tskhinvali, a captial da província, há ainda muitos à espera de partir ou que preferem ficar em casa. Muitos não sabem da família.

Por causa dos bombardeamentos, as coisas mais básicas começam a faltar. "Estamos sem água, o gás vinha da Rússia e foi-nos cortado", diz um homem.

À Ossétia do Norte, em território russo, chegaram já várias centenas de autocarros vindos de Tskhinvali. As pessoas tentam fugir para a Rússia ou para regiões da Geórgia não afectadas pela guerra.

No aeroporto da capital georgiana, Tbilisi, são também muitos os que tentam entrar num avião que os leve para longe da guerra.

Diz uma mulher: "Tenho muita pena do povo georgiano. O meu marido fica cá. Tenho também muito receio pela Rússia, tenho lá a minha mãe. Não posso falar mais, porque vou começar a chorar. Só peço que acabem esta guerra, que não interessa a ninguém".

O medo atinge os habitantes de Tbilissi desde que uma base militar nos arredores da capital foi bombardeada pela aviação russa. A escalada da guerra pode causar uma verdadeira catástrofe humanitária.

A cidade de Tskhinvali parece agora controlada pelo exército russo e plas milícias independentistas da Ossétia do Sul. A capital tem sido alvo de bombardeamentos intensivos por parte das forças russas. O exército de Moscovo entrou também com tanques para expulsar as tropas georgianas que tentaram controlar a região.

O embaixador russo na NATO já disse que não há conversações enquanto a Geórgia não retirar completamente da Osséia do sul.


USA
Bush reclama fim dos bombardeamentos na Geórgia



O presidente norte-americano reclama o fim imeadiato dos bombardeamentos russos na Geórgia.

Uma delegação conjunta da União Europeia, dos Estados Unidos e da NATO deverá chegar esta noite ao território georgiano.

George W. Bush, que esteve ontem reunido com o homólogo russo Dimitri Medvedev, voltou hoje a pedir a colaboração de Moscovo:

"A Geórgia é uma nação soberana. A sua integridade territorial deve ser respeitada. Apelámos ao fim imediato da violência. Os Estados Unidos estão a trabalhar com os parceiros europeus para lançar um processo de mediação internacional para restaurar o diálogo. A Rússia tem de apoiar estes esforços para que a paz seja restaurada o mais rapidamente possível".



Geórgia
Tbilissi nega ter perdido controlo da capital da Ossétia do Sul


Tbilissi nega ter perdido o controlo da capital da Ossétia do Sul. A artilharia georgiana voltou hoje a abrir fogo em Tskhinvali, de acordo com a agência russa Interfax.

O chefe de Estado da Geórgia anunciou que o país está em "estado de guerra".

Sakashvili declarou que "a Geórgia está a ser agredida pela Rússia por via aérea, pelo mar e por terra e que a agressão não tem nada a ver com a situação na Ossétia do Sul".

O presidente georgiano anunciou ainda que se prepara para declarar o estado de emergência.

Por seu lado, Moscovo afirma que a operação russa tem como objectivo obrigar os georgianos a aceitarem a paz.

A Rússia acusa os países ocidentais de contribuirem para o conflito ao fornecerem armas à Geórgia, que aspira a uma integração na NATO.

Após um encontro com o ministro da defesa e o chefe das forças armadas, Dimitri Medvedev considerou que quem está por trás da "catástrofe humanitária deve ser responsabilizado, de acordo com as leis internacionais".



http://www.euronews.net/pt/news/world/


cumprimentos
S.Costa

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Sales Probably Dropped, Prices Climbed: U.S. Economy Preview

By Bob Willis

Aug. 10 (Bloomberg) -- Sales at U.S. retailers probably dropped in July for the first time in five months as record gasoline prices siphoned the cash from tax rebates out of consumers' pockets, economists said before reports this week.

Purchases fell 0.1 percent after a 0.1 percent gain in June, according to the median estimate in a Bloomberg News survey before the Commerce Department's report on Aug. 13. Other reports may show food and fuel prices pushed up the cost of living, while manufacturing stagnated.

Consumer spending, which accounts for more than two-thirds of the economy, is likely to keep fading after growing at the slowest pace in 17 years. Americans will still be faced with rising unemployment, falling property values and elevated fuel costs after the rebate checks have gone out.

``The consumer is being squeezed on a lot of fronts,'' said John Ryding, chief economist at RDQ Economics LLC in New York. ``I don't see at this point the catalyst to a near-term recovery.''

Retail sales excluding auto dealers increased 0.5 percent following a 0.8 percent gain in June, according to the survey median. Spending at service stations, reflecting the cost of fuel, probably boosted the figure, economists said.

Regular unleaded gasoline averaged $4.06 a gallon in July, a monthly record, according to AAA. The cost of food has also surged, prompting shoppers to frequent discount stores in search of bargains.

Wal-Mart Forecast

Wal-Mart Stores Inc. last week said same-store sales will probably slow this month after rising 3 percent in July because most shoppers have already received their tax rebates.

Customers bought groceries, flat-panel televisions and video games, while sales of apparel and home goods were ``slightly negative,'' the company said. Consumers are spending ``more cautiously'' as stimulus checks end, Eduardo Castro- Wright, the Bentonville, Arkansas-based retailer's head of U.S. stores, said in a statement.

Consumers aren't buying expensive items like automobiles, reflecting slumping confidence and weakening household finances. Cars and light trucks sold at a 12.5 million annual pace in July, the fewest since 1993, according to industry data compiled by Bloomberg News.

Spending may rise at a 0.2 percent annual rate in the fourth quarter, the smallest gain since 1991, after an estimated 1.5 percent gain in the July-to-September period, according to economists surveyed by Bloomberg in the first week of July. Advance estimates on gross domestic product released July 31 also put that gain in spending at 1.5 percent for the second quarter.

Rebates Out

Almost all the estimated $110 billion in rebate checks had gone out through July.

Record gasoline prices and costlier food propelled consumer prices up 0.4 percent last month after a 1.1 percent June increase, according to the median forecast ahead of the Labor Department's Aug. 14 report. The cost of living was probably up 5.2 percent from July 2007, the biggest 12-month gain since 1991.

The slump in commodity prices that began in mid July and has continued this month indicates cost pressures may abate.

Federal Reserve policy makers last week held their key lending rate unchanged at 2 percent and signaled that interest rates will stay where they are until next year as they wait for slowing growth to cool inflation.

The central bank said price increases are of ``significant concern,'' while noting that ``downside risks to growth remain.'' Policy makers also dropped a reference to ``diminished'' dangers to growth that was found in their June statement.

With demand slowing, the Fed is likely to report Aug. 15 that industrial production was unchanged in July after rising 0.5 percent the prior month, economists estimated.

Another report on Aug. 12 may show the trade deficit widened to $61.9 billion in June from $59.8 billion a month earlier, economists forecast, reflecting imports of higher- priced oil and petroleum derivatives.



                        Bloomberg Survey

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                        Release    Period    Prior     Median
Indicator                 Date               Value    Forecast
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Trade Balance $ Blns      8/12      June     -59.8     -62.0
Import Prices MOM%        8/13      July      2.6%      1.0%
Import Prices YOY%        8/13      July     20.5%     20.5%
Retail Sales MOM%         8/13      July      0.1%     -0.1%
Retail ex-autos MOM%      8/13      July      0.8%      0.5%
Business Inv. MOM%        8/13      June      0.3%      0.5%
CPI  MOM%                 8/14      July      1.1%      0.4%
Core CPI MOM%             8/14      July      0.3%      0.2%
CPI  YOY%                 8/14      July      5.0%      5.1%
Core CPI YOY%             8/14      July      2.4%      2.4%
Initial Claims ,000's     8/14    Aug. 10     455       435
Cont. Claims ,000's       8/14     Aug. 3     3311      3300
Empire Manu. Index        8/15      Aug.      -4.9      -4.4
Ind. Prod. MOM%           8/15      July      0.5%      0.0%
Cap. Util. %              8/15      July     79.9%     79.8%
U of Mich Conf. Index     8/15     Aug. P     61.2      62.0
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To contact the reporter on this story: Bob Willis in Washington [email protected]

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Paulson Says No Plans to Add Cash to Fannie, Freddie (Update2)

By John Brinsley

Aug. 10 (Bloomberg) -- U.S. Treasury Secretary Henry Paulson said there are no plans to use his new authority to inject capital into mortgage companies Fannie Mae and Freddie Mac, which both posted worse-than-expected earnings last week.

``We have no plans to insert money into either of those two institutions,'' Paulson said in an interview with NBC's ``Meet the Press'' broadcast today from Beijing. He added that their earnings results were ``not a surprise.''

Paulson and Congress last month brokered a plan to bolster the two government-sponsored enterprises that includes giving Treasury the right to buy their shares. Fannie and Freddie, which account for almost half of the $12 trillion mortgage market, reported losses three times worse than estimated, prompting some analysts to predict that Paulson will have to act.

``Given that Fannie Mae and Freddie Mac are solely involved in housing, that's their sole business, and given the magnitude of the housing correction we've had, it's not a surprise to me to see those losses,'' Paulson said.

Paulson, the former chairman of Goldman Sachs Group Inc., said he won't remain as Treasury secretary after President George W. Bush's term ends in January, regardless of who is elected president in November.

``I'm going to run right up until the end,'' said Paulson, 62, who joined the Bush administration in July 2006, succeeding John Snow. ``I will do everything I can to make for a smooth transition, to work closely with my successor here in Treasury.''

Biggest Threat

Paulson said Freddie and Fannie's financial problems underscored his view that the housing crisis remains the biggest threat to the U.S. economy. The worst housing slump since the Depression won't end quickly, he said.

``We have got some serious issues that we're dealing with in our economy,'' he said. ``I believe it's going to take us well beyond the end of the year to work through all the housing problems.''

Home prices in 20 U.S. metropolitan areas fell in May by 15.8 percent from a year earlier, the most on record, the S&P/Case-Shiller home-price index showed on July 29. Foreclosure filings in the second quarter jumped 121 percent from a year earlier, RealtyTrac Inc., said last month.

Reassuring Investors

Acknowledging that the housing and credit crises have been ``humbling,'' Paulson said it was important to reassure investors around the world that the U.S. is addressing its problems.

``The period of turmoil that we're going through in our capital markets today is different from some of the periods we've had in the past, in that the root cause took place right in the United States of America,'' he said. At the same time, ``long-term economic fundamentals of the United States compare very favorably'' he said.

Paulson downplayed the need for a second economic stimulus package, saying the $168 billion plan enacted in February had helped boost consumption and growth in the second quarter of the year and would continue to do so. House Speaker Nancy Pelosi, a Democrat from California, has called for a second package of about $50 billion.

``Let's see how this program works in the third quarter,'' Paulson said.

His comments came after the prospect of rising inflation and slower growth led Federal Reserve Board Chairman Ben S. Bernanke and his colleagues to keep the benchmark rate unchanged at 2 percent last week.

Gross domestic product shrank in the fourth quarter of 2007, and grew at just an average 1.4 percent annual rate in the first six months of this year, aided by some $78 billion in tax rebates sent to Americans between late April and June.

Shares Plunge

Shares in Fannie and Freddie have plummeted more than 80 percent this year on concern they don't have sufficient capital to withstand record foreclosures on the $5.2 trillion of mortgages they own or guarantee.

Bill Gross, manager of the world's biggest bond fund at Pacific Investment Management Co., last week said the Treasury will probably be forced to buy as much as $30 billion of preferred shares in the two.

Freddie is having trouble raising $5.5 billion in capital it announced in May, and Chief Executive Officer Richard Syron said he is waiting for a more ``propitious time'' to raise the money. Fannie has raised $14.4 billion in fresh reserves since late last year; Freddie has raised $6 billion.

To contact the reporter on this story: John Brinsley in Washington at [email protected]

Last Updated: August 10, 2008 11

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Atentos ao petróleo e ao dólar

A semana passada acabou por ser, no conjunto, bastante positiva para a maioria dos mercados financeiros, ainda que para alguns mais do que para outros. A nível de notícias, poder-se-á dizer que houve para todos os gostos, umas melhores, outras piores...pelo que se poderá dizer que o resultado final é misto. No entanto, os olhos estiveram praticamente no mercado de divisas e no do "ouro negro". Assim, vimos como o dólar valorizou face ao euro, passando dos 1,56 aos 1,50 dólares, enquanto o petróleo o imitava retrocedendo dos 128 para os 116 dólares por barril (futuro do West Texas Intermediate). No mais curto prazo, é provável que assistamos a uma retoma tanto por parte do euro como do petróleo, já que a relação cambial euro/dólar apresenta um suporte muito importante nos 1,4970 dólares tal como o West Texas Intermediate nos 110 dólares. Em qualquer caso, esta dura correcção deverá, a priori, provocar um forte movimento altista nas bolsas e mais em concreto dentro do sector das companhias aéreas, duramente castigadas durante o último ano. No que se refere ao aspecto técnico, convém destacar a força do índice tecnológico Nasdaq 100 que há já duas sessões conseguiu superar resistências enquanto estamos à espera de que o Dow Jones consiga fazê-lo com o nível dos 11.700 pontos. Se conseguir superar, em algum momento, a referida resistência, é muito provável que assistamos a uma continuidade da retoma nas bolsas, que poderá fazer com que estas valorizem, no mínimo, 5% face aos níveis actuais. 

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Mercados e Conjuntura

Queda das taxas de juro e do euro ou os primeiros sinais de que o pior já está a passar

O euro está a cair rapidamente face ao dólar, o petróleo acompanha como quase sempre esta tendência distanciando-se do máximo registado a 11 de Julho e a Euribor cai, reduzindo a alargada distância que a separa da taxa de referência do BCE desde que se iniciou a crise. Sinais de que já se chegou ao fundo, no universo da crise financeira. Mas que a Zona Euro ainda pode ter de enfrentar tempos difíceis até ao fim ano na frente económica.

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Nuno  Carregueiro
[email protected]
Helena  Garrido
[email protected] (J.N.)


O euro está a cair rapidamente face ao dólar, o petróleo acompanha como quase sempre esta tendência distanciando-se do máximo registado a 11 de Julho e a Euribor cai, reduzindo a alargada distância que a separa da taxa de referência do BCE desde que se iniciou a crise. Sinais de que já se chegou ao fundo, no universo da crise financeira. Mas que a Zona Euro ainda pode ter de enfrentar tempos difíceis até ao fim ano na frente económica.

Embora a actividade económica, especialmente na Zona Euro, se continue a agravar, esta aparente inversão dos preços nos mercados cambial e de taxas de juro pode constituir o primeiro sintoma de que já terá passado a parte mais grave dos problemas financeiros gerados pela implosão do segmento de crédito hipotecário de alto risco nos Estados Unidos.

Na perspectiva dos economistas, só é possível ter completa segurança quanto ao fim da crise económica quando o preço das casas nos EUA deixar de cair. Usando o índice Schiller-20, o mercado imobiliário norte-americano desvalorizou 15% desde Julho do ano passado e 18% desde o máximo atingido em Julho de 2006. Mas os valores ainda estão nos níveis de 2004, quando os preços já tinham subido mais de 60% desde 2000.

A administração Bush, além do plano lançado em Janeiro consagrando a restituição de IRS, avançou em Julho com um novo pacote - na sequência da crise Fannie Mae e Freddie Mac - em que dá um crédito fiscal de 7.500 dólares a quem compre pela primeira vez casa. Medida que pode moderar a queda do preço das casas.

A importância de Trichet

O dia oito do oito de 2008 a que se assistiu à abertura dos jogos Olímpicos fica para os mercados também marcado como aquele em que o euro registou a maior queda num só dia desde 6 de Setembro de 2000, de acordo com a Bloomberg. De um dia para o outro passou de 1,53 dólares para 1,50 dólares.

O petróleo desceu, ainda que pudesse ter motivos para subir devido à tensão bélica na Ossétia do Sul entre a Georgia e a Rússia. A tendência dos preços foi assim determinada pela desvalorização do euro.

A queda do euro foi fundamentalmente justificada pelos analistas com as palavras do presidente do BCE, Jean-Claude Trichet , após a decisão de manter a taxa de referência nos 4,25% na quinta-feira passada.

Para quem racionaliza os movimentos dos mercados, a mensagem de Trichet revelou maiores preocupações com a economia, considerando que o que havia a fazer contra a inflação estava feito. A inflação continua a ser uma ameaça mas os risco para a economia estão a materializar-se, disse Trichet.

Com a economia norte-americana a dar sinais de ter ultrapassado a crise financeira e a reanimar do abrandamento económico, investir em activos em dólares parece começar a ser mais atractivo do que em euros. A zona euro, que revelou nos primeiros do meses forte resistência, abrandou no segundo trimestre deste ano.


xubi2

Às portas de uma forte retoma?



O fortíssimo colapso que registaram, na semana passada, o "ouro negro" e o euro face ao dólar parecem estar a propiciar ou, melhor, a formar a base para tentar provocar um forte movimento altista ainda que apenas seja, em conceito, retoma. Qualquer movimento que se produza será interpretado como tal enquanto os gráficos de todas as bolsas mundiais continuem a construir máximos e mínimos decrescentes de médio e longo prazo, como de facto está a acontecer. Tecnicamente, na passada sexta-feira, vimos os índices do outro lado do Atlântico superar importantes níveis de resistência. Assim, pudemos ver o Dow Jones superar os 11.700 pontos, o S&P 500 os 1.291 pontos e o Nasdaq 100 os 1.863 pontos. Uma vez superadas estas resistências, os níveis seguintes que é provável que venham a visitar são os 12.000, os 1.200 e os 1.950 pontos, respectivamente. A nível sectorial, parece que o sector melhor preparado para tentar aproveitar a retoma das próximas sessões volta a ser o segurador e, sobretudo, o financeiro, já que a queda registada pelo mesmo no último exercício é sinceramente espectacular e irracional.

xubi2

Bom "feeling"



Nas últimas sessões, assistimos a um interessante movimento altista por parte da grande maioria das bolsas mundiais, reacção lógica ao colapso do preço do petróleo e do euro face ao dólar. Também se deve ter em conta que estes se encontram actualmente perante importantes níveis de suporte, o que somado à fortíssima sobrevenda nos faz pensar que o movimento mais lógico será o de uma retoma a partir dos níveis actuais. Mesmo que esta retoma se possa produzir de forma mais ou menos violenta, em princípio, os mercados não terão porque reagir de forma negativa já que dá a sensação de que o movimento de correcção do euro e a subida do dólar não correspondem tanto a um movimento técnico mas a uma situação estrutural, um problema real de confiança (pois até o ouro recuou com força nas últimas semanas). É curioso que ao meio-dia de ontem a AIE (Agência Internacional de Energia) tenha cortado as suas previsões para a procura do "ouro negro" para os 790.000 barris diários face aos 890.000 barris anteriores, motivada pela incerteza que provoca a crise económica nos Estados Unidos e os danos colaterais desta na procura de petróleo. A ser verdade que tanto o euro como o petróleo marcaram um "topo de mercado" (algo por confirmar) há a possibilidade de que os mercados, a nível mundial, tenham atingido um fundo e visto os mínimos nos níveis do mês passado. Ainda que como já referimos...ainda é preciso "chover" muito para poder confirmar este cenário...por algum ponto se começa, verdade?

egas

dar tempo ao tempo....... o que subiu demasiado desce e o que caiu demasiado sobe ;D agora este movimento descendente e ascendente leva meses nao e do dia para a noite, isto e a minha modesta o ;Dpiniao

xubi2

 


 

Máxima indefinição e sem volume



Em princípio, as quedas das últimas sessões parecem ser a correcção ao forte movimento altista que os mercados registaram logo no início de Agosto, o que nos faz pensar que depois desta correcção o mais lógico será uma continuidade da retoma que poderá durar até finais de Agosto aproximadamente. Tecnicamente, os fechos das duas últimas sessões encaixam, a priori, no que será um "throw back" às novas zonas de suporte e que no início do mês funcionaram como resistências. Assim, a principal característica, desde o início do mês, é o fraco volume, isto é, actualmente, não há interesse pelos mercados, o que complica mais o cenário de curto prazo dado que se superam resistências e se perdem suportes sem a confirmação do volume e gerando, por isso, falsos sinais. A nível macroeconómico, e do outro lado do Atlântico, foi anunciado que os preços de importação continuam a disparar como consequência dos altos preços da energia nos mercados internacionais. Por outro lado, os negócios grossistas continuam a mostrar debilidade do lado da procura (menos consumo). Enquanto isso esperamos uma retoma no petróleo e no euro, fruto da fortíssima queda sofrida nas últimas semanas. Contudo, preços de fecho do euro abaixo dos 1,48 dólares, e do petróleo abaixo dos 110 dólares, poderão provocar outro comportamento baixista que levaria a divisa aos 1,4450 dólares e o "ouro negro" aos 100 dólares por barril. 


xubi2

Rumo aos suportes



Na sessão de ontem foram anunciados do outro lado do Atlântico dados macroeconómicos que não ajudam a suavizar a incerteza nos mercados. Assim, o índice de preços no consumidor (IPC) geral, em Julho, subiu o dobro do esperado (+0,8%) e a taxa anual situou-se nos 5,6%, face à previsão de 5,1%. O IPC subjacente, utilizado pela Reserva Federal para medir as perspectivas de inflação, ficou abaixo do esperado ao subir 0,3% em Julho, para os 2,5%, taxa anual, quando a previsão era de 2,4%. Por outro lado, os pedidos de subsídio de desemprego semanais desceram para 450.000, face ao número revisto da semana anterior de 466.000. Ainda assim, ficou acima dos 435.000 pedidos que estimava o consenso dos economistas. Apesar do péssimo dado pode pensar-se que nos próximos meses o IPC "relaxe" visto que actualmente é cedo para que a brusca queda do petróleo nas últimas semanas tenha efeito positivo sobre os preços, porque em condições normais é provável que uma leitura desta envergadura tivesse provocado um autêntico colapso nos índices. Tecnicamente poder-se-á dizer que a correcção dos últimos 2-3 dias (por forte que pareça) é, no momento, uma correcção lógica e normal ao movimento altista que os mercados iniciaram logo no início do mês de Agosto.

xubi2

Fiz esta brincadeira, que para primeiro post com grafico acho que nao esta mal!!! ;D


xubi2

Aguentando, por enquanto...


É curioso que nas últimas sessões os mercados tenham corrigido com certa profundidade sobretudo quando se verificam, a priori, as condições para que os mercados registem um forte movimento altista, sobretudo graças ao colapso do euro face ao dólar (perdido o suporte dos 1,48 dólares, parece que em questões de dias, a volta à origem do movimento, nos 1,4440 dólares) e da correcção do "ouro negro". Tecnicamente, poder-se-á dizer que os índices, no conjunto, estão a apoiar-se e a aguentar acima dos primeiros níveis de suporte importantes. No entanto, há uma excepção, o Nasdaq 100, que depois de confirmar na quinta-feira, acima dos 1.950 pontos, nos faz pensar que mais cedo ou mais tarde tentará aproximar-se dos máximos do passado mês de Junho. Na forma de anedota (apesar de que nunca se sabe) poder-se-á dizer que o índice tecnológico está a actuar como índice adiantado fazendo com que o resto dos índices o sigam, ainda que com certo atraso. A nível fundamental, a última sessão da semana esteve carregada de noticias de interesse, sobretudo do outro lado do Atlântico. Por um lado, a retalhista J.C. Penny confessou-se perante o mercado e anunciou umas contas melhores do que o esperado pelo consenso (apesar de que as suas previsões ficaram abaixo do estimado). Por outro lado, o índice manufactureiro "Empire State" ficou muito acima das estimativas ao ter registado um aumento da actividade quando se esperava uma contracção. Por outro lado, tanto a produção industrial como a utilização de capacidade foram ligeiramente melhores do que o antecipado.