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Com uma aparente retoma dos Mercados nos USA e Europa..nos por cá..PSI?

Iniciado por xubi2, Maio 30, 2008, 22:33

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psimoes

Neste momento tem de tentar isso mais uma vez, mas se eu dizia à 2 dias atrás que era preciso ir até aos 3% na UE... agora teriam que quebrar até aos 2% para existir alguma surpresa no mercado e ele tentar fazer um rallyzito... Só deixando o mercado surpreso é que vai gerar dúvidas se está mau e vai continuar mau ou se "será que agora é que é?"

My opinion...
Bons negócios!

xubi2

Histeria colectiva


O momento actual é excepcional no que se refere aos movimentos das bolsas mundiais. Poucos minutos depois de começar a negociação, o Dow Jones chegou a cair mais de 8% para, uma hora depois, se situar em terreno positivo, e isso depois de ontem já ter corrigido 7%. Nem sequer as declarações do presidente da principal economia do mundo conseguiram tranquilizar os mercados, em parte porque estas declarações não trouxeram nada de novo ao que os mercados já conhecem. O índice de volatilidade, o VIX, praticamente tocou os 70 pontos, níveis históricos nunca vistos no que se refere ao seu registo. O petróleo (Brent) chegou a perder mais de 7% para se situar abaixo dos 77 dólares (praticamente metade dos máximos aos quais chegou no início do Verão). Tecnicamente, apenas podemos repetir o comentado em análises anteriores nas quais advertimos sobre o facto de que grande parte dos índices europeus de peso tocou a parte inferior de amplos canais descendentes de longo prazo, e isso deverá servir para provocar fortes reacções em alta nos mercados. Não há o que dizer sobre que actualmente é impossível afirmar nenhum possível cenário no mais curto prazo mas também é certo que a experiência nos diz que quando o pânico ronda os mercados (e isso há já algum tempo) os nervos e o pânico fazem-nos tomar decisões que logo se revelam erradas. Nestes casos o melhor é ter a "cabeça fria" e não cair no pessimismo absoluto visto que ao fim e ao cabo este tipo de quedas são as típicas que se registam no final de cada ciclo altista. E senão, basta ver o que passou em 1998 com a crise dos países asiáticos, ou no período 2000-2002 com a bolha das tecnológicas...O que se passou depois? Pois, os mercados depois de uma ampla consolidação lateral retomaram a tendência altista de longo prazo conseguindo posteriormente novos máximos históricos.

xubi2

Assentando as bases




De repente parece que as medidas adoptadas pela Reserva Federal até à semana passada, juntamente com aquelas que foram levadas a cabo este fim-de-semana por parte da União Europeia, estão a servir para calmar os mercados, pelo menos no curto prazo. Certo é que as principais economias da Zona Euro, como a francesa e a alemã, estão a pôr "toda a carne no assador" no que se refere aos planos de resgate para o sector financeiro e isso, sem dúvida, é uma boa notícia para as bolsas mundiais. Tecnicamente, e por muito forte que tenha sido a subida de hoje, não devemos deixar-nos levar pela euforia compradora pois, por enquanto, é apenas uma simples retoma técnica depois de tocar níveis de suporte críticos e alcançar níveis de volatilidade (com o índice VIX nos 70 pontos) nunca vistos. Será bom que todos os índices europeus confirmem, em uníssono, o fecho do "gap" descendente da passada sexta-feira para começar a pensar numa continuidade da retoma nas próximas sessões. O único "mas" que estaremos a observar na sessão de hoje é que a recuperação está a verificar-se com um volume sensivelmente inferior ao que se registou nas quedas da passada sexta-feira e, sobretudo, o facto de que a subida do Dow Jones se esteja a realizar com um volume muito baixo, como consequência de ser uma jornada festiva nos Estados Unidos. Provavelmente amanhã devera dar-se uma pequena respiração fruto da ressaca da sessão de hoje.

psimoes

EUA no vermelho novamente... será mais valias de entradas curtas ou reflexo de insegurança e amanhã vem o resto do mundo por aí abaixo?

Será que o rally já acabou e agora vêm mais quedas fortes?

Cumps.
Bons negócios!

xubi2

Seria bom que as subidas se consolidassem


Acabámos por observar o 'desinchar' dos mercados, desde os máximos da sessão, seguindo a referência dos índices norte-americanos, que perderam progressivamente fôlego. De qualquer das formas, é de prever que a qualquer momento possamos assistir a uma correcção, com alguma profundidade, sem que por isso se tenha que 'trepar às paredes'. Tal como sempre dissemos que depois de uma forte tendência baixista têm que se registar – e registam-se – retomas bastante verticais, há que sermos justos e pensar que poderemos perfeitamente corrigir em torno de 5% a 8% desde os máximos marcados na sessão de hoje, sem que se altere o aspecto altista de curto prazo. Será de pensar que o sector que poderá ver-se mais afectado pela referida tomada de mais-valias será o que mais subiu nos últimos dois dias, ou seja, o financeiro e o segurador. De qualquer das formas, a condição que colocamos aos diferentes índices para considerarmos que já vimos os seus mínimos anuais implica que em caso algum os 'gaps' ascendentes da passada segunda-feira sejam anulados ou, o que vai dar ao mesmo, que não encerrem abaixo dos preços de fecho da sessão da passada sexta-feira. A nível empresarial e do outro lado do Atlântico, foram divulgadas as contas da Johnson & Johnson e da Pepsico, sendo que a primeira anunciou resultados melhores do que o esperado, ao passo que com a segunda se passou precisamente o contrário.

xubi2





As principais bolsas norte-americanas abrem em queda nesta quarta-feira (15), em sessão marcada pela divulgação de indicadores econômicos relevantes e farto noticiário corporativo



Em tom pessimista, a presidente do Federal Reserve de São Francisco Janet Yellen afirmou que a economia norte-americana já se encontra em recessão. "A política está focada apropriadamente, e decisivamente focada, na tentativa de mitigar o risco do cenário nebuloso frente ao risco de forte desaceleração econômica", disse em discurso na Califórnia.


Refletindo as perspectivas negativas, os papéis do setor financeiro caem. Destaque para queda das ações de Citigroup (4,5%), Merrill Lynch (5,5%), Bank of America (5,5%) e Goldman Sachs (6,5%). Dilatando o pessimismo, a analista Meredith Whitney do Oppenheimer afirmou em relatório que se mantém "cautelosa" com os ativos bancários.


Resultados em foco


Em início da temporada de divulgação de resultados operacionais nos EUA, o JPMorgan Chase reportou lucro líquido de US$ 527 milhões no terceiro trimestre deste ano, montante 84% inferior ao apresentado entre julho e setembro do ano passado, período no qual o banco contabilizou US$ 3,4 bilhões. Suas ações operavam há instantes com leve desvalorização de 0,5%.


Ademais, outros dois gigantes anunciaram seus balanços contábeis nesta sessão: Coca-Cola e Wells Fargo . A fabricante de refrigerantes registrou lucro líquido de US$ 1,89 bilhão, crescimento de 14% frente ao terceiro trimestre de 2007. Já a instituição financeira apresentou lucro líquido de US$ 1,64 bilhão, queda de 25% em relação ao obtido ente julho e setembro de 2007. Nesta conjuntura, os ativos da Coca-Cola avançam 5%, enquanto os do Wells Fargo declinam 0,5%.


Recomendações pessimistas


Projetando menor demanda para o setor tecnológico, o banco JPMorgan Chase reduziu sua recomendação para os papéis da Dell, de overweight (acima da média do mercado) para neutro, citando que sua divisão responsável por fabricar computadores pessoais, correspondente a 80% de seus rendimentos, não relatará crescimento econômico consistente. Como conseqüência, suas ações recuam 3,5% neste pregão.


Semelhantemente, os analistas da Merrill Lynch reduziram sua recomendação para os ativos da EBay para underperform (abaixo da performance do mercado), dada a expectativa de que os números iminentes do terceiro trimestre - a serem divulgados no final da sessão, não serão "positivos". Neste panorama, os papéis da companhia declinam 5,5% em Wall Street.


Agenda econômica preocupa


Foram divulgados três importantes indicadores da economia nos EUA. O Producer Price Index , que descreve os preços praticados por produtores, avançou 0,4% em setembro, enquanto o Retail Sales , que explicita a performance das vendas varejistas, recuou 1,2% no último mês.


E o NY Empire State Index , acerca da atividade industrial na região de Nova York, recuou 24,6 pontos. O primeiro índice alinhou-se com as expectativas do mercado, mas os dois últimos decepcionaram as projeções dos analistas, surpreendendo-os negativamente.


Confira as cotações


O índice S&P 500, que engloba as 500 principais empresas dos EUA, apresenta forte desvalorização de 3,09% e atinge 967 pontos.


Já o Nasdaq Composite, que concentra as ações de tecnologia, abre em baixa de 2,26%, enquanto o Dow Jones, que mede o desempenho das 30 principais blue chips norte-americanas, cai 2,19%.



        %Var Dia    Pontos % Var 30D  % Var Ano   

Dow Jones -2,19   9.107  -16,58       -31,34   
Nasdaq -2,26        1.739  -20,23     -34,44   
S&P 500    -3,09   967    -18,90        -34,13   






xubi2

Livro Bege aponta desaceleração econômica em diversos setores nos EUA

A desaceleração econômica estava ocorrendo de forma espalhada por diversos setores da economia dos EUA já em setembro e não apenas no setor financeiro, revelou o Livro Bege, divulgado hoje. O documento é um compêndio de dados recolhidos por 12 unidades regionais do Federal Reserve (Fed, banco central norte-americano). Todas as regiões apontaram enfraquecimento da atividade e, na maioria delas, piorou a perspectiva sobre o futuro da economia.

A análise do Fed é sobre um período anterior à fase mais aguda da crise até agora e, portanto, faz crescer a idéia de que a economia americana provavelmente entrará em um período de recessão, arrastando o resto do mundo.

Segundo o Livro Bege, os gastos dos consumidores e a atividade das fábricas estavam em desaceleração na maioria das regiões pesquisadas. Entre os setores com retração ele cita o de varejo, venda de automóveis e o de turismo. O documento fala ainda com preocupação sobre a deterioração do segmento de serviços não financeiros e também da piora do mercado de trabalho.

O Fed lembra que esta redução no ritmo da atividade foi acompanhada pelo aperto, por parte dos bancos, nos critérios para concessão de crédito.

Como pontos positivos, a instituição cita uma diminuição das pressões inflacionárias e também a atividade do setor agrícola.

O Comitê de Mercado Aberto do Fed se reunirá nos próximos dias 28 e 29 para decidir os rumos da política monetária daquele país. No início deste mês, o BC americano, em ação coordenada com autoridades monetárias de outros países, reduziu a taxa básica de juros dos EUA em 0,25 ponto percentual, para 1,75%.


financas100

Esta crise é bem mais grave que a anterior, na minha opinião é natural que os mínimos de 2002 sejam ultrapassados.

Referência aos mínimos das cotações de fecho em 2002:
S&P 500 - 8-10-2002: 803,92
DOW JONES - 8-10-2002: 7501,49
PSI20 - 23-10-2002: 5083,3

Muito cuidado com a teoria do contrário, confunde-se com a teoria do "não pode ir mais fundo", só funciona quando não surgirem mais notícias piores do que o previsto.

xubi2

BOLSA EUA-Ações caem com aumento das preocupações com recessão

Reuters/


NOVA YORK (Reuters) - Os principais índices de ações norte-americanos caíram nesta sexta-feira, com a fraqueza das ações de manufatureiros e de financeiras após dados desanimadores sobre a confiança do consumidor e sobre o setor de construção.

Mas os acumulados na semana foram positivos e o índice Dow conseguiu quebrar uma sequência desastrosa de três quedas semanais consecutivas com a melhor semana em 5 anos e meio.

De acordo com dados preliminares, o índice Dow Jones, referência da bolsa de Nova York, recuou 1,41 por cento, para 8.852 pontos. O termômetro de tecnologia Nasdaq caiu 0,37 por cento, para 1.711 pontos. O índice Standard & Poor's 500 teve desvalorização de 0,62 por cento, para 940 pontos.

Na semana, o Dow subiu 4,75 por cento, enquanto o S&P 500 avançou 4,6 por cento, fechando sua melhor semana desde fevereiro. O Nasdaq teve alta de 4,1 por cento na semana, o melhor resultado desde o início de agosto.

xubi2



Fonte: Reuters News

EUA: Citigroup diz que Tesouro comprará US$ 25 bi em ações

O Citigroup anunciou nesta sexta-feira que Tesouro dos Estados Unidos vai comprar US$ 25 bilhões em ações preferencias do banco dentro do programa de ajuda do governo.


xubi2

 Banqueiro Nobel da Paz
«Crise financeira vai durar entre 18 e 36 meses»O economista e prémio Nobel da Paz Muhammad Yunus alertou em entrevista exclusiva à agência Lusa que os próximos quinze dias são cruciais na resolução da crise financeira, que previu durar pelo menos até 2010


 
Rui Boavida, Agência Lusa

«A tendência é que leve muito tempo: entre 18 e 36 meses. O tempo necessário para que o processo [da crise] volte atrás», disse à agência Lusa Muhammad Yunus, o criador do microcrédito que fundou o Banco Grameen e recebeu o Nobel da Paz em 2006 pelos esforços para retirar populações da pobreza extrema concedendo-lhes pequenos empréstimos.

O antigo professor de Economia afirmou que «as próximas duas semanas são críticas para verificar se os níveis de confiança voltam ao normal» sem os quais os bancos não voltam a conceder empréstimos para reanimar o sistema económico.

Yunus frisou também que o pior ainda não passou e que a instabilidade pode repetir-se em breve.

«Esta crise não será a última. Pode voltar a acontecer no futuro próximo. Nos próximos 10, 20 anos, e será pior se voltarmos às tendências que condenamos agora como o capitalismo de casino, como o jogo nas bolsas de valores ou como a especulação a tornar-se jogo em vez de negócio».

Se a crise atingir a economia real vai destruir anos de esforços para reduzir a pobreza em todo o mundo, alertou também Yunus, autor do livro O Banqueiro dos Pobres.

«Os que estavam a tentar fugir da pobreza são empurrados de volta e não conseguem fugir. Aqueles que acabaram de sair da pobreza são sugados de volta», disse.

«Se um milionário perde meio milhão tem outro meio milhão. Sente-se mal, mas tem ainda muito dinheiro de sobra. Se um pobre perde o emprego perde tudo, até a roupa que traz no corpo. Perde a ração diária de comida. Os pobres perdem tudo», sublinhou.

Em 1976, ao perceber que os bancos recusavam emprestar aos mais pobres, que não ofereciam garantias, Yunus criou o Banco Grameen, que empresta pequenas quantias sem exigir garantias, papéis ou identificação.

O banco tem agora 6,6 milhões de clientes - quase todos a criar pequenos negócios próprios para fugir da pobreza - e orgulha-se de ter uma taxa de recuperação de 98,85 por cento.

Com uma crise que começou no sistema de crédito norte-americano e se espalha agora a todo o sistema monetário internacional, Muhammad Yunus apela a uma solução internacional rápida e concertada.

«É preciso mais esforços do Banco Mundial, do Fundo Monetário Internacional, dos governos dos diferentes países», afirmou.

«Sempre que há perturbações económicas, são os mais pobres que sofrem mais, não importa onde estejam, seja em países ricos ou pobres», conclui o Nobel da Paz.

Lusa/SOL


xubi2

A semana mais "histérica" da história




Depois de uma sessão tremendamente volátil, ainda que já começamos a acostumar-nos a isso, poder-se-á dizer que a última sessão da semana encerrou na parte alta do intervalo depois de alguns sustos. Esta semana passará para história por ser a mais volátil de todas. Logo no início da semana, os índices abriram "gaps" ascendentes superiores a 6% que tiveram a sua continuidade até terça-feira e, em exactamente duas sessões, muitos índices valorizaram mais de 15%. No entanto, nas duas sessões posteriores praticamente retrocederam tudo o que ganharam metendo-nos, uma vez mais, o medo no corpo. Durante esta semana a volatilidade medida pelo índice VIX atingiu níveis históricos impensáveis (acima dos 81 pontos), quando em crises anteriores a leitura máxima nunca superou os 50 pontos. Finalmente, o saldo global para a semana atinge, em média, uma valorização para os mercados que supera os 4-5% pelo que, depois de tudo, poder-se-á dizer que valeu a pena tanto medo e tanta tensão. Para a próxima semana os mercados colocarão os seus olhos sobre os seguintes acontecimentos macroeconómicos: indicadores económicos avançados relativos a Setembro, anunciados na segunda-feira, os pedidos de hipoteca, na quarta-feira e as vendas de casas em segunda mão, do mês de Setembro, na sexta-feira, e também haverá um grande número de resultados empresariais de importantes companhias. Tecnicamente, e enquanto não se percam os mínimos de sexta-feira da semana passada, dá a sensação de que os mercados estão a tentar encontrar fundo nos níveis actuais e construir alguma formação de reversão em alta, ainda que apenas seja para o curto prazo.

xubi2

 
Segunda Feira 20/10/2008   

EUA Divulga Indicadores Económicos Avançados em Setembro [anterior: -0,5% ; estimativa: -0,2%] 15:00

Reserva Federal Ben Bernanke discursa perante o Senado sobre a economia.  15:00

Alemanha Divulga índice de preços no produtor em Setembro [anterior: -0,6% ; estimativa:-0,4%] 07:00



Terça Feira 21/10/2008 
 

Apple Divulga resultados relativos ao quarto trimestre fiscal. 00:00

Banco de Portugal Publicação do Boletim Estatístico 00:00

Caterpillar Divulga resultados relativos ao terceiro trimestre. 00:00

INE Divulga Índices de Preços na Produção Industrial em Setembro. 00:00

Pfizer Divulga resultados relativos ao terceiro trimestre. 00:00

Yahoo! Divulga resultados relativos ao terceiro trimestre. 00:00



Quarta Feira 22/10/2008   

Banco de Inglaterra Divulga minutas da última reunião de política monetária.  09:30

AT&T Divulga resultados relativos ao terceiro trimestre. 00:00

Boeing Divulga resultados relativos ao terceiro trimestre. 00:00

Galp Energia Galp Energia paga dividendo bruto de 14,965 cêntimos 00:00

Iberdrola Renovables Divulga resultados relativos ao terceiro trimestre. 00:00

McDonald's Divulga resultados relativos ao terceiro trimestre. 00:00

Wachovia Divulga resultados relativos ao terceiro trimestre. 00:00

Washington Mutual Divulga resultados relativos ao terceiro trimestre. 00:00



Quinta Feira 23/10/2008   
 
EUA Divulga índice de preços de casas em Agosto [anterior: -0,6% ; estimativa: -0,4%] 15:00

EUA Divulga pedidos de subsídio de desemprego na semana passada [anterior: ; 461 mil estimativa: 465 mil] 13:30

Zona Euro Divulga novas ordens à indústria em Agosto [anterior: 1,0% ; estimativa: 0,5%] 10:00

Reino Unido  Divulga vendas a retalho em Setembro [anterior: 1,2% ; estimativa: -0,7%]  09:30

Crédit Suisse Divulga resultados relativos ao terceiro trimestre. 00:00

Daimler Divulga resultados relativos ao terceiro trimestre. 00:00

Fiat Divulga resultados relativos ao terceiro trimestre. 00:00

Iberdrola Divulga resultados relativos ao terceiro trimestre. 00:00

Microsoft Divulga resultados relativos ao quarto trimestre fiscal. 00:00

Roskilde Bank Divulga resultados relativos ao terceiro trimestre. 00:00



Sexta Feira 24/10/2008   


EUA Divulga venda de casas usadas em Setembro [anterior: -2,2% ; estimativa: 1,4%] 15:00

Reino Unido Divulga produto interno bruto (PIB) no terceiro trimestre [anterior: 1,5% ; estimativa: 0,5%] 09:30

Zona Euro Divulga índice PMI para a indústria manufactureira em Outubro [anterior: 45,0 pontos ; estimativa: 44,0 pontos] 09:00

Zona Euro Divulga índice PMI para os serviços em Outubro [anterior: 48,4 pontos ; estimativa: 47,0 pontos] 09:00

BCP Divulga resultados relativos ao terceiro trimestre. 00:00

Countrywide Financial Divulga resultados relativos ao terceiro trimestre. 00:00

MBIA Divulga resultados relativos ao terceiro trimestre. 00:00




talexandre

Não posso deixar de acrescentar a SANDISK, uma vez que este título se encontra bastante especulativo (a aguardar desenvolvimentos da OPA da Samsumg e do interesse da Toshiba, pelo menos em parte do negócio)...

SanDisk Corporation (NASDAQ:SNDK - News) will host a conference call on Monday, October 20, 2008 at 2:00 PM, Pacific Time, to discuss its third quarter financial results.

xubi2

ANÁLISE-A América Latina aprendeu a lição das crises anteriores?

Da Reuters

Por Hugh Bronstein



BOGOTÁ, Colômbia (Reuters) - Quais lições a América Latina aprendeu com as crises econômicas anteriores? Os investidores devem descobrir a resposta quando a região for testada pela derrubada do preço das commodities e por uma retração do crédito responsável por empurrar o mundo para uma recessão.



Alguns governos de países latino-americanos encontram-se mais bem preparados do que outros para enfrentar a crise. No entanto, os gerentes de fundo deveriam ficar de olho mesmo nas nações mais promissoras, tais como o Chile, o México, a Colômbia e o Brasil, que podem cometer erros de política à medida que suas economias desaquecem.



"Não dou como favas contadas que os países que vinham fazendo a coisa certa continuarão a fazê-lo agora", afirmou em Nova York Alberto Ramos, analista de mercados emergentes da Goldman Sachs.



Os meses vindouros devem mostrar quais governos continuarão com as políticas pró-mercado adotadas ao longo dos últimos seis anos, um período tranquilo de crescimento alimentado pelas commodities. E quais vão tornar suas políticas menos rígidas em busca de incentivar o crescimento.



"Esta crise será o primeiro teste real deles", afirmou Ramos. "Eles de fato acreditam nas taxas de juros mais altas para controlar a inflação ou acreditam em taxas mais baixas para provocar o crescimento da economia à base de esteróides?"



Algum grau de moderação fiscal e monetária pode ser implantado à medida que o crescimento econômico perde energia. O problema surgirá se os países exagerarem na dose ou se voltarem a adotar barreiras comerciais, um controle de capitais e um controle rígido sobre a moeda.



De 2002 a 2008, a América Latina experimentou condições quase ideais no panorama global, marcado pelos altos preços das commodities produzidas na região como o petróleo, os grãos, o cobre e o café.



Algumas nações, afetadas por crises entre 1998 e 2002, parecem ter aprendido a lição de que combater a inflação é mais importante do que centrar-se no fortalecimento de sua moeda e no crescimento econômico recorrendo a gastos e empréstimos.



O México, o Brasil, o Chile e o Peru adotaram políticas fiscais e monetárias elaboradas para dar-lhes uma estabilidade de longo prazo.



Esses países usaram o período de crescimento de 2002 a 2007 para aumentar suas reservas de moeda estrangeira, dispondo de um colchão agora que o preço das commodities cai junto com o crescimento da economia global.



"Ainda é uma questão em aberto saber se essas reservas são grandes o suficiente e se a política fiscal/monetária é rígida o suficiente para enfrentar um choque dessas proporções", afirmou Amer Bisat, gerente de fundo da Traxis Partners, com sede em Nova York.



O Brasil, o México e a Argentina recorreram a essas reservas nas últimas semanas a fim de evitar uma desvalorização ainda maior de suas moedas.



A Colômbia conta com déficits grandes demais apesar de um recorde no volume de investimentos. E o presidente do país, Alvaro Uribe, já criticou diversas vezes o banco central do país por não baixar as taxas de juros.



"Seria um erro, neste momento, desapertar em grande escala as políticas fiscal e monetária, deixando de lado o combate à inflação", afirmou um gerente de fundos de Nova York que não quis ter sua identidade revelada.



Os presidentes dos bancos centrais do México, Brasil, Chile, Argentina, Peru e Colômbia reuniram-se no domingo, em Santiago (capital chilena), para discutir o aprofundamento da crise financeira mundial e as melhores formas de a região responder ao problema.



"Devido a fundamentos econômicos sólidos, estamos em melhores condições de enfrentar a turbulência financeira", afirmaram essas autoridades em um comunicado conjunto divulgado após as negociações.



O encontro ocorreu depois de uma reunião de uma semana em Washington entre os 185 países-membros do Fundo Monetário Internacional (FMI) a fim de debater medidas para estancar a hemorragia financeira provocada pela pior crise econômica das últimas décadas.



ANOS DE CRISE, LIÇÕES APRENDIDAS?



A América Latina ingressou em um período de crises com a desvalorização de várias moedas asiáticas em 1997.



Os mercados emergentes continuaram tumultuados com a crise da dívida da Rússia, em 1998, a desvalorização da moeda brasileira em 1999, o colapso econômico da Argentina em 2001 e as ondas de choque provocadas pela eleição presidencial de 2002 no Brasil, vencidas pelo ex-sindicalista de esquerda Luiz Inácio Lula da Silva. Lula, no entanto, deu continuidade às políticas pró-mercado.



Ramos, do Goldman Sachs, lembrou os investidores que o líder brasileiro, de outro lado, somente agora se depara com seu primeiro grande desafio.



"Lula é no fundo um populista ou ele acredita mesmo nas políticas que implementou?", perguntou Ramos. "A atual safra de líderes da América Latina nunca teve de nos mostrar suas verdadeiras convicções políticas. Até agora, eles vinham administrando seus países durante um período de fartura, o que é fácil."



Os governos da Venezuela, da Argentina e do Equador, de tendência esquerdista, já inspiravam menos confiança nos investidores mesmo quando suas economias baseadas nas commodities expandiam-se.



Esses países terão menos espaço de manobra com a baixa dos preços do petróleo e dos grãos. Se mantiverem suas políticas monetárias, o que devem fazer por razões ideológicas, suas economias terão resultados piores que os possíveis, afirmou Ramos.



"Um ambiente mais duro vai traçar uma linha divisória entre os países com um motor forte e os que andavam rápido só porque dirigiam ladeira abaixo", disse o analista.