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Com uma aparente retoma dos Mercados nos USA e Europa..nos por cá..PSI?

Iniciado por xubi2, Maio 30, 2008, 22:33

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xubi2

Casa Branca está aberta à idéia de 2º pacote

- Agência Estado

ImprimirEnviarCorrigirFale ConoscoA Casa Branca reiterou hoje que está aberta à idéia de outro pacote de estímulo econômico dos Estados Unidos, mas não garantiu que considere o plano necessário ou que estude algum projeto em particular. Mais cedo, o presidente do banco central americano (Fed), Ben Bernanke, afirmou que uma segunda rodada de estímulo fiscal "significativo" limitaria o risco de uma desaceleração prolongada da economia dos EUA.

Hoje, em discurso ao Comitê de Orçamento da Câmara dos EUA, Bernanke afirmou que, "com a economia provavelmente fraca por vários trimestres e com algum risco de uma desaceleração prolongada, a consideração de um pacote fiscal pelo Congresso neste momento parece adequada".

No entanto, Bernanke sugeriu muitas condições para a adoção de um novo pacote. Segundo ele, qualquer estímulo deve ser "bem direcionado a um alvo" e centrar foco em formas de "ajudar a melhorar o acesso ao crédito pelos consumidores, proprietários de residências, empresas e outros tomadores de crédito". Para Bernanke, "qualquer programa deve ser projetado, na medida do possível, para limitar os efeitos de longo prazo sobre o déficit estrutural do orçamento do governo federal".

Os democratas estão propondo um pacote de estímulo de até US$ 300 bilhões voltado para gastos com infra-estrutura, ajuda aos Estados, auxílio alimentação e desemprego. A Casa Branca até agora reagiu friamente às propostas democratas. "O que os líderes no Congresso, os democratas, apresentaram até agora foram elementos de um pacote que não achamos que, de fato, estimularia a economia. Portanto, queremos olhar a tudo com muito cuidado", disse a porta-voz da Casa Branca, Dana Perino.

"Continuamos conversando com membros do Congresso e estamos abertos a idéias - tanto de democratas quanto de republicanos - que estimulem a economia e nos ajudam a superar a desaceleração o quanto antes", disse. Ela afirmou que a Casa Branca avaliará as propostas antes de decidir sobre o mérito da questão.

Perguntada se o presidente dos EUA, George W. Bush, agora acredita que uma nova rodada de estímulo seja necessária, Perino evitou responder, afirmando apenas que Bush decidirá depois de consultar seus assessores econômicos e estudar as propostas dos congressistas. As informações são da agência Dow Jones.

xubi2

Bom fecho da sessão mas nada clarificador




Finalmente os mercados encerraram com fortes ganhos, e tudo apesar das notícias de "resgate" do governo holandês, num valor de 10.000 milhões de euros, à entidade financeira ING. Apesar deste comportamento tão positivo não podemos "mandar tocar os sinos" visto que os índices se encontram actualmente em zona de ninguém, isto é, precisamente na metade entre os suportes e as resistências relevantes. Para que estes dêem um novo sinal de continuidade da retoma deverão subir cerca de 4-5%, desde os preços de fecho da sessão de hoje. Além disso, a subida de hoje foi com um volume sensivelmente baixo, o menor desde o início do mês, e tinha-se agradecido que este tivesse sido mais alto. A nível macroeconómico, o dado de maior relevância na sessão de hoje, do outro lado do Atlântico, os indicadores económicos avançados, subiram 0,3% no mês de Setembro (a primeira subida em cinco meses). Este dado parece sugerir que "as condições na economia não financeira não estão a piorar", assim, seis dos 10 indicadores que compõem o índice subiram no referido mês. De qualquer forma, o maior destaque do outro lado do Atlântico são as advertências do Presidente da Reserva Federal sobre que a economia necessita de um "estímulo fiscal" para lutar contra o abrandamento do crescimento. Tecnicamente, e para as próximas sessões/semanas, será bom vigiar a resistência dos 9.800 pontos do Dow Jones e os 1.045 do S&P500, pois apenas se estas forem superadas se originarão importantes sinais altistas de curto prazo.

xubi2

Uma paragem no caminho



Finalmente, a sessão de hoje, e à excepção do índice parisiense, animado pelo bom comportamento do sector financeiro depois do "resgate" por parte do governo, os principais mercados europeus terminaram a sessão em terreno negativo. E isso depois de, durante quase toda a manhã, terem cotado claramente em terreno positivo. Na sessão de hoje, e no que toca à publicação de resultados do outro lado do Atlântico, convém destacar as contas piores do que o esperado da Caterpillar e da Lexmark, ainda que tenham sido muitas mais as companhias que anunciaram as suas contas ao mercado e superaram as expectativas, como aconteceu com a 3M, a Schering Plough, a US Bancorp ou a farmacêutica Pfizer. A nível "macroeconómico", destacamos a nova melhoria na sessão no que se refere às condições de financiamento nos mercados interbancários, e a confirmação, por parte da Casa Branca, de que vê com bons olhos a possibilidade de um segundo pacote de estímulos fiscais que ajude a revitalizar a economia. O mais importante da sessão de hoje é a ruptura do suporte dos 1,3255 dólares por parte do euro, o que nos faz pensar numa queda adicional até ao seguinte suporte, o dos 1,2855 dólares. Tecnicamente, pode explicar-se a referida correcção das bolsas como pequena consolidação/correcção depois de subirem mais de 10% nas últimas quatro sessões. De qualquer forma, e como já comentamos em análises anteriores, apenas teremos um autêntico sinal de força quando virmos o Dow Jones situar-se acima dos 9.800 pontos e o S&P acima dos 1.045 pontos.

xubi2

Parece um circo...


A sessão de ontem voltou a ser um autêntico "balde de água fria" para as bolsas europeias, sobretudo a espanhola, duramente castigada pelo medo de bancarrota na Argentina. Não esqueçamos que muitos das grandes empresas espanholas têm fortes interesses económicos naquele país da América Latina. Para a sessão de quinta-feira, e dentro dos numerosos dados que se darão a conhecer, convém destacar as aprovações de hipotecas da "British Bankers Association", do mês de Setembro, enquanto, do outro lado do Atlântico, serão publicados os pedidos iniciais de subsídio de desemprego, os pedidos totais e o índice de preços de casas, em Agosto. Além disso, Kohn, um dos governadores da Reserva Federal, intervirá num encontro sobre a economia norte-americana em Washington. Por outro lado, convém prestar atenção à queda sofrida pelo "ouro negro" que cedeu mais de 6% na sessão (temos o futuro do Brent a cotar abaixo dos 66 dólares, e ao West Texas nos 68 dólares). Tecnicamente, e dado o comportamento das bolsas europeias, mais debilitadas que as norte-americanas, dá a sensação de que poderão tentar os mínimos do passado dia 10 de Outubro e provar desta forma a validade e força do suporte. De facto, as formações de "volta" ou de "reversão" típicas, que se deram em crises anteriores caracterizavam-se por um regresso à zona de mínimos, para a partir daí construir "potenciais fundos duplos". Não quer dizer que seja necessariamente assim nesta ocasião, mas se em crises anteriores ocorreu assim, porque não ia repetir-se agora?

manuelbelinha

Bom dia

Será que o PSI vai por ai abixo até ao 5000 Pontos?

Cumprimentos

Manuel Belinha

psimoes

Citação de: manuelbelinha em Outubro 23, 2008, 11:45
Bom dia

Será que o PSI vai por ai abixo até ao 5000 Pontos?

Cumprimentos

Manuel Belinha

Hepá!.. Alguém que responda ao Homem que já não o posso ler, com a história dos 5000 pontos!!!  ;D

Cumps!
Bons negócios!

Vantage

O meu target serão 5001 pontos... só para contrariar...

:P

Falando a sério:
Quem está não obcecado, com os 5000 pontos, deve ter hipotecado a casa num turbo warrant qualquer com essa parede...
Parece-me irrelevante saber se vai aos 5000 ou 5001 ou 5500. Eu tenho para mim que esse intervalo tem boas hipóteses de ser visitado mas começa a ter dúvidas que seja no imediato. Neste momento acredito mais numa correcção de curto/médio prazo em alta e, depois numa eventual ida aos tais 5500, sendo esse o ponto de partida para um longo fundo; isto se acreditarmos nas projecções de uma recessão de 2 a 3 anos. Nesse cenário, a travessia do deserto será muito extensa.
Como corolário não aconselho especuladores de longo prazo a entrarem neste momento.
Quem tem um horizonte temporal medido em meses bem poderá ter aqui uma oportunidade interessante.

Cumprimentos

Carrajola

Boa tarde/noite  :)

Ja  agora aproveito para dar a minha opinião...5000 pontos significa +/- 30% de perda relativamente à valorização actual.

Se o SP500 (o indice que sigo religiosamente) vier abaixo dos 850 hoje, é bastante provável que não fique muito longe dos 5000 nos proximos dois dias.

:)

Vantage


xubi2

Viva fórum!
Queria só vir dar a minha opinião pessoal sobre o momento actual dos mercados e da economia global uma vez que muito se tem especulado a cerca da inversão par Bull Market e um possível rally que ate seria benéfico para a maioria, mas isto da forma que esta não há AT que valha minimos que resistam ou muito ponto de viragem que se acerte, derivado ao clima de instabilidade e de desconfiança que se faz sentir nos mercados e na economia real.

Isto tudo, derivado aos vários posts de adivinhamento que nestas alturas não servem mais do que frustradas tentativas de acertar naquilo que ninguém tem certeza. Derivada a descredibilidade que o sistema financeiro mundial e em especial o dos E.U., este caiu rapidamente se espalhou na economia real com forticimas repercussões a nível, laboral, financeiro, politico e até da própria estratégia curto prazo por parte das empresas que tem feito um total bloqueio da confiança por parte dos consumidores/trabalhadores que  são os verdadeiros motores da economia.

A meu ver como já aqui foi dito pelo JESSE isto só dará uma possível inversão do ciclo com uma boa vitoria do Obama e uma forte redução  nas taxas de juro na Europa no mínimo para os 3% e só assim se poderá restabelecer alguma da confiança que esta a faltar na economia que sim esta falta de confiança esta a tornar "irrespirável" com tantas contracoes que se estão a sentir na economia global.

Isto que se esta a sentir, "da crise" que para muitos se baseiam em SUBPRIME, a meu ver é a factura cíclica da década claro, mas também não se pode esquecer o disparar dos preços de petróleo que para alem de fazer disparar a inflação contraiu o investimento "e em exclusivo beneficio de meia dúzia", também estamos a pagar a concorrência desleal da Ásia com custos de produção impróprios e com qualidades muitas vezes duvidosas, isto se faz sentir com forte crescimento e desacelerações dos BRIC que tem originado as descentralizações de produções e que grande parte das vezes tem se mostrado ruinoso por parte de quem tem feito as suas apostas nesses paises. O barato sai caro...e estamos neste momento a pagar os astronómicos e especulativos lucros de empresas que não produzem mais do que somas gigantescas para o bolso de dois ou três administradores que não vêem mais do que papeis e sem terem noção daquilo que esta para alem dos papeis e com uma plena colaboração politica dos governos e de mais órgãos reguladores que não fazem nada para mudar a forma de pensar de muitos.. e assim vamos!


Cumprimentos

xubi2

A irracionalidade dos mercados




Menos mal que os investidores estão já curados do espanto, ainda que haja que reconhecer que mesmo assim os mercados acabam por nos surpreender, seja para bem ou para mal. Ou seja, acontece que quando no início do ano o petróleo cotava nos 85 dólares ninguém apostava que pudesse chegar aos 100 dólares porque se o fizesse isso poderia ser "o fim do mundo" pelos efeitos inflacionistas sobre as economias mundiais. Assim, quando em Junho chegou aos 140 dólares não parávamos de conhecer relatórios de estratégia de numerosos bancos de investimento (alguns já nem existem ou fica pouco deles) advertindo que, ao longo do Verão, a matéria-prima tocaria os 150 dólares (apenas era um 7% adicional depois de triplicar o seu preço em pouco mais de ano e meio). E, no entanto, não só não chegou aos 150 dólares senão que actualmente se encontra a cotar nos 66 dólares por barril, nem mais nem menos do que um 55% de correcção dos mesmos preços. Sejamos sinceros, alguém apostava nisso? Mas casos como este há muitos todos os dias nos mercados. Por exemplo, se a tão falada "crise do subprime" penalizou as economias norte-americana e britânica, como é possível que as bolsas europeias caiam mais do que as directamente afectadas pela crise? Acontece que se fizermos uma média dos principais índices norte-americanos (Dow Jones, Nasdaq 100 e S&P) a média da correcção no ano foi de 37%, mas se fizermos o mesmo com os três principais mercados europeus (DAX, CAC40 e DJ Euro Stoxx50) a média da queda foi de 44% e se continuamos podemos ver que a bolsa japonesa retrocedeu 44% no ano e o índice chinês mais representativo (Hang Seng Index) afundou 50%. E para terminar, conhecemos as declarações da presidente da Argentina que vai nacionalizar os fundos de pensões privados, o que foi ontem o detonador da queda da bolsa espanhola, pelo medo de bancarrota daquele país. E acontece que o índice argentino, Merval, caiu 10% e o índice espanhol 9%, mas é que logo após iniciarem a sessão os mercados norte-americanos e as bolsas do Brasil e Argentina, esta última subia 2,5% enquanto o IBEX caía 3,5%. E eu pergunto: a crise é na Argentina ou em Espanha, se os bancos ingleses e norte-americanos foram tão afectados e muitos quebraram porque as bolsas europeias estão em pior situação? Depois de tantas e tantas perguntas sem resposta será bom fazer uma cura de humildade e perguntar se de verdade alguém sabe algo de bolsa?

xubi2

Praças do Velho Continente em forte queda generalizada





  As bolsas europeias seguiam a cair fortemente, pressionadas pelos resultados aquém das previsões que estão a ser apresentados pelas empresas e pelos receios de que os esforços dos bancos centrais para revitalizarem o mercado do crédito possam não ser suficientes para evitar uma desaceleração económica a nível global.

Os analistas estão a rever em baixa as estimativas de lucros para este ano, numa altura em que a crise do crédito se intensifica, ameaçando o crescimento económico.

Segundo as projecções, os lucros para as empresas europeias listas no Stoxx 600 deverão cair 4,4% em 2008, contra a estimativa de um crescimento de 11% feita no início do ano, salientou a Bloomberg.

"Os actuais níveis de pânico não têm precedentes", comentou à Bloomberg um estratega do Bank Julius Baer & Co, Christian Gattiker.

Em Madrid, o Ibex perdia 4,67%, fixando-se nos 8.399,70 pontos. O Banco Santander e a Telefónica são os títulos que mais estão a contribuir para a tendência negativa.

O DAX desvalorizava 5,64%, estabelecendo-se nos 4.264,57 pontos, com as 30 acções em queda. A Siemens, a Allianz e a E.ON são as acções que estão a pressionar mais o índice da Bolsa de Frankfurt.

Na praça londrina, o Footsie seguia a registar um decréscimo de 4,34%, para os 3.910,40 pontos, com um único título a subir, 80 a descer e 21 inalterados. Os títulos que mais influenciam a tendência são a BP e a Royal Bank Shell.

Em Paris, o CAC-40 marcava 3.136,48 pontos, uma perda de 5,27% face ao fecho de ontem. O anúncio do grupo Air France-KLM de que será "bastante difícil" ir ao encontro das suas previsões de resultados e o facto de a Peugeot Citröen e a Renault terem revisto em baixa os seus objectivos de lucros para o ano estão a contribuir para o mau desempenho do índice parisiense.

A Air France seguia a perder 9,4% para 10,75 euros. Entre as fabricantes automóveis, a Peugeot e a Renault ce diam cada uma mais de 11%.

O AEX não escapa ao movimento negativo, fixando-se em 246,89 pontos com uma cedência de 4,25%. A Royal Dutch Shell, o ING e a ArcelorMittal são as acções que mais influenciam esta má "performance" do índice de Amesterdão.


xubi2

Segunda Feira 27/10/2008    

EUA Divulgam venda de casas novas em Setembro [anterior: -11,5% ; estimativa:-1,3%] 14:00

BCE Jean-Claude Trichet discursa em Madrid.  13:55

Alemanha Divulga índice Ifo, que mede a confiança dos empresários alemães, em Outubro [anterior: 92,9 pontos ; estimativa: 91,0 pontos] 09:00

Impresa Divulga resultados relativos ao terceiro trimestre. 00:00

INE Divulga Inquérito à Avaliação Bancária na Habitação no terceiro trimestre.  00:00



Terça Feira 28/10/2008   


EUA Secretário do Tesouro, Henry Paulson, discursa.  14:00

Alemanha Divulga índice GfK, que mede a confiança dos consumidores alemães, em Novembro [anterior: 1,8 pontos ; estimativa: 1,5 pontos] 07:10

BCP Divulga resultados relativos ao terceiro trimestre. 00:00

BP Divulga resultados relativos ao terceiro trimestre. 00:00

Brisa Divulga resultados relativos ao terceiro trimestre. 00:00

Novabase Divulga resultados relativos ao terceiro trimestre. 00:00

REN Divulga resultados relativos ao terceiro trimestre. 00:00

Santander Divulga resultados relativos ao terceiro trimestre. 00:00

TeliaSonera Divulga resultados relativos ao terceiro trimestre. 00:00

Thornburg Mortgage Divulga resultados relativos ao terceiro trimestre. 00:00



Quarta Feira 29/10/2008    


Reserva Federal Anuncia decisão sobre a taxa de juro de referência [anterior: 1,50% ; estimativa:1,00%] 18:15

EUA Divulgam encomendas de bens duradouros em Setembro [anterior: -4,5% ; estimativa:-1,0%] 12:30

Alemanha  Divulga índice de preços no consumidor em Outubro [anterior: 2,9% ; estimativa: 2,4%] 00:00

BES Divulga resultados relativos ao terceiro trimestre. 00:00

General Motors Divulga resultados relativos ao terceiro trimestre. 00:00

INE Divulga Índice de Volume de Negócios, Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas no Comércio a Retalho em Setembro. 00:00

INE Divulga Taxas de Juro Implícitas no Crédito à Habitação em Setembro. 00:00

Moody's Divulga resultados relativos ao terceiro trimestre. 00:00

Union Fenosa Divulga resultados relativos ao terceiro trimestre. 00:00

Visa Divulga resultados relativos ao quarto trimestre fiscal. 00:00



Quinta Feira 30/10/2008   


EUA Divulgam pedidos de subsídio de desemprego na semana passada [anterior: 478 mil ; estimativa: 470 mil] 12:30

EUA Divulgam Produto Interno Bruto (PIB) do terceiro trimestre [anterior: 2,8% ; estimativa: -0,5%] 12:30

Zona Euro Divulga confiança dos consumidores em Outubro [anterior: -19 pontos ; estimativa: -20 pontos] 10:00

Alemanha Divulga taxa de desemprego em Outubro [anterior: 7,6% ; estimativa: 7,6%] 08:55

Deutsche Bank Divulga resultados relativos ao terceiro trimestre. 00:00

Exxon Mobil Divulga resultados relativos ao terceiro trimestre. 00:00

INE Divulga Índices de Produção Industrial em Setembro. 00:00

INE Divulga Inquéritos de Conjuntura às Empresas e aos Consumidores em Outubro. 00:00

Jerónimo Martins Divulga resultados relativos ao terceiro trimestre. 00:00

JM Resultados do 3º Trimestre 2008 00:00

Motorola Divulga resultados relativos ao terceiro trimestre. 00:00

Portucel Divulga resultados relativos ao terceiro trimestre. 00:00

Royal Dutch Shell Divulga resultados relativos ao terceiro trimestre. 00:00

Semapa Divulga resultados relativos ao terceiro trimestre. 00:00

Sonaecom Divulga resultados relativos ao terceiro trimestre. 00:00

Volkswagen Divulga resultados relativos ao terceiro trimestre. 00:00



Sexta Feira 31/10/2008   


EUA Divulgam confiança dos consumidores medida pela Universidade de Michigan em Outubro [anterior: 57,5 pontos ; estimativa: 58,0 pontos] 14:00

Zona Euro Divulga índice de preços no consumidor em Outubro [anterior: 3,6% ; estimativa:3,2% ] 10:00

Zona Euro Divulga taxa de desemprego em Setembro [anterior: 7,5% ; estimativa: 7,5%] 10:00

Alemanha Divulga vendas a retalho em Setembro [anterior: 3,1% ; estimativa:-1,0%] 07:00

Caterpillar Divulga resultados relativos ao terceiro trimestre. 00:00

Chevron Divulga resultados relativos ao terceiro trimestre. 00:00

ENI Divulga resultados relativos ao terceiro trimestre. 00:00

General Electric Divulga resultados relativos ao terceiro trimestre. 00:00

NYSE Euronext Divulga resultados relativos ao terceiro trimestre. 00:00



   

 
 


 


xubi2

Confiemos em que se confirmarão as potenciais divergências


Novamente começamos a semana com o pé esquerdo, não podia ser de outra forma, e acontece que a sessão asiática foi dramática, pois nas duas últimas sessões muitos dos mercados acumularam quedas superiores a 15%, e em alguns casos próximas dos 20%. Apesar da descida das bolsas asiáticas, o certo é que se poderá dizer que a grande maioria das praças europeias continua a cotar perto, e inclusive ligeiramente acima, dos mínimos "intraday" do passado dia 10 de Outubro, pelo menos no caso do CAC40 e dos futuros do alemão DAX e do DJ Euro Stoxx50. Não há nada a dizer sobre o facto de que os índices norte-americanos, à excepção do Nasdaq100, cotem também acima dos mínimos anuais pelo que poderemos pensar que, talvez, salvo excepções, os índices parecem querer construir um fundo nestes níveis. Podemos ressaltar o facto de que muitos dos índices de referência e títulos de peso poderão estar perto de confirmar "potenciais divergências altistas" que serão a antesala de uma forte retoma, embora ainda esteja por confirmar. E para amanhã, de entre todas as notícias macroeconómicas que se publicarão, convém destacar as seguintes: o índice de confiança do consumidor, o GFK, relativo ao mês de Novembro (no início da manhã), enquanto, do outro lado do Atlântico, conheceremos o índice de preços de vivendas, em Agosto, o índice de manufacturas de Richmond, no mês de Outubro e a confiança do consumidores no mesmo mês.

Vantage

Boa Noite

"Confiar em potenciais" não é o meu forte

Quanto às praças Americanas posso falar do SP500 e aí os gráficos não são animadores;
Senão vejamos:

Para quem gosta de candles (não é o meu caso) esta não é propriamente animadora - um fecho tão no fundo é muito perigoso.

Para quem olha para os fundamentais, multiplos de 17x no PER... com profit warnings dia sim dia não...

Para quem olha para as Elliot waves temos um triangulo diagonal que pode culminar numa wave 5 e uma consequente queda abrupta...
A menos que haja uma rápida retoma do intervalo 867.50-896.30, eventualmente a repelir uma entrada em mínimos muito próximo dos de dia 10, temos uma FORTE probabilidade de uma queda abrupta para novos mínimos bem abaixo dos 800 pontos até ao final da semana.
O risco de queda é iminente e terá que ser sólidamente repelido amanhã, de forma a poder falar-se de um fundo.

Parece-me perigoso, neste momento, procurar na análise técnica respostas que ela não dá... ainda. Identificar fundos, topos e inversões é extremamente dificil e não aconselho ninguém a faze-lo de ânimo leve.

Cumprimentos