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Com uma aparente retoma dos Mercados nos USA e Europa..nos por cá..PSI?

Iniciado por xubi2, Maio 30, 2008, 22:33

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xubi2

Isto sou eu a prepararvos para amanha...lol mas não é para rir! ??? Google,Microsoft.. HUUUmmmm a não ser a citi a salvar a coisa...!
Economia chinesa esfria e inflação chega a 7,9% no semestre
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da Efe, em Pequim

O crescimento da economia chinesa se desacelerou no primeiro semestre de 2008 em relação ao mesmo período do ano passado, embora tenha superado mais uma vez os dois dígitos, com 10,4%, enquanto a inflação, uma das maiores preocupações do governo, chegou a 7,9%.

Segundo dados divulgados hoje pelo Birô Nacional de Estatísticas, o PIB (Produto Interno Bruto) somou US$ 1,9 trilhão nos seis primeiros meses do ano, embora seu crescimento tenha sido 1,8 ponto inferior ao do mesmo período de 2007.

"A desaceleração do crescimento indica que a política macroeconômica do Governo para evitar um superaquecimento econômico rendeu frutos", disse em entrevista coletiva Yao Jingyuan, economista-chefe do Birô.

No entanto, outros analistas oficiais afirmaram que o crescimento continua sendo rápido demais.

"Acho que uma taxa de 8% (objetivo do governo para este ano) é a adequada e, no meu julgamento, superar 10% não se ajusta a um desenvolvimento sustentável", disse hoje à Agência Efe Mei Xin Yu, pesquisador da Academia de Economia do Ministério de Comércio.

O esfriamento da economia chinesa gera argumentos aos que defendem a desaceleração da alta do iuane, que subiu 7% este ano em relação ao dólar.

A medida serviria para estimular as exportações, que caíram nos últimos meses, forçando o fechamento de várias fábricas na China.

"Muitos possíveis clientes nos perguntam pelos preços, e desistem de negociar quando percebem que estão subindo cada vez mais", disse ao jornal "China Daily" Xue Kun, diretor da empresa de comércio internacional Hengtai Yuansheng.

De acordo com Mei, o comércio "está correndo riscos" devido a uma valorização do iuane que já é "alta demais".

Mas, apesar das queixas, o governo chinês está mais preocupado agora em frear a inflação, que foi de 7,9% nos primeiros seis meses e de 7,1% em junho, inferior aos 7,7% de maio.

"Foi possível frear a inflação nos últimos meses, mas isso se deve ao controle artificial dos preços de produtos como o petróleo e a eletricidade", advertiu Mei.

Possível motivo para a instabilidade social na visão do governo, a inflação foi citada pelo primeiro-ministro Wen Jiabao como a principal preocupação do país em um momento tão significativo como o do terremoto de maio, que deixou quase 90 mil mortos.

A preocupação é ainda maior quando os dados mostram que a inflação do primeiro semestre atingiu mais o campo, com 8,6%, do que as cidades do país, com 7,6%.

Além disso, os alimentos continuam liderando os produtos que tiveram seus preços reajustados, com uma alta de 20,6% no primeiro semestre, seguido de 6,9% do encarecimento da moradia.

O crescimento econômico chinês, o mais veloz do mundo, transcorreu com uma inflação baixa até 2007, quando se situou em 4,8%, apesar da meta de 3% fixada pelo governo.

Os dados anunciados hoje refletem também a mudança que pouco a pouco está acontecendo na estrutura econômica do país, que passou de uma economia baseada nas exportações e no investimento para outra com um forte consumo interno.

Na primeira metade do ano, as vendas no varejo subiram 21,4% em relação ao mesmo período de 2007, uma taxa que supõe um aumento de seis pontos percentuais frente à registrada no primeiro semestre do ano passado.

"Existem sinais de que a situação econômica está piorando. O governo deve agora evitar o surgimento do pior cenário possível, uma detenção brusca econômica acompanhada de uma grande inflação, preparando um reajuste de sua política macroeconômica", disse Mei, que não demonstra muito otimismo com o futuro da China nos próximos meses.


cumprimentos


xubi2

Deutsche Bank diz que crise financeira está próxima do fim

da Efe, em Washington

O presidente do banco alemão Deutsche Bank, Josef Ackermann, disse hoje que a crise nos mercados financeiros se aproxima do fim, mas alertou para a ameaça inflacionária enfrentada pela economia global.

Ackermann, que participou hoje de uma coletiva de imprensa em Washington para apresentar um novo relatório com propostas de reformas no setor bancário, afirmou que os mercados estão retornando para "uma situação muito mais normal".

"Para o setor financeiro em seu conjunto, vemos claramente o princípio do fim da crise', assinalou o responsável do Deutsche Bank e presidente do IIF (Instituto de Finanças Internacionais, na sigla em inglês), a maior associação de bancos do mundo com mais de 380 membros.

Ackermann assinalou que os Estados Unidos ainda enfrentam enormes desafios devido à fraqueza no setor imobiliário causada por problemas com as hipotecas de alto risco, que em meados do ano passado deram origem à atual crise financeira global.

No entanto, o presidente do Deutsche Bank disse que as projeções de crescimento para os EUA ainda são positivas e que a economia americana "está longe de uma recessão".

Hoje o FMI (Fundo Monetário Internacional) também previu que a maior economia do mundo crescerá 1,3% neste ano e 0,8% em 2009.

Ackermann também afirmou que a atual crise teve um impacto "limitado" em outras regiões, como na Ásia e na América Latina.

O principal motivo de preocupação, segundo o executivo alemão, são os elevados preços de energia e dos alimentos, que impulsionaram a alta das taxas de inflação em todo mundo.

Ele também reconheceu que os responsáveis pela política monetária têm um grande desafio de conter essa inflação sem estrangular as taxas de crescimento e insistiu na necessidade de "diferenciar claramente" essas pressões macroeconômicas da crise financeira que se originou nos EUA.

Ackermann e outros altos executivos do setor apresentaram hoje em Washington um relatório de 200 páginas que propõe reformas nas operações bancárias.

As áreas nas quais foram sugeridas melhorias incluem a gestão de riscos, a valorização de ativos, a compensação de profissionais, a gestão de liquidez, os produtos estruturados e a qualificação de produtos financeiros.

Ackermann afirmou que o relatório recém apresentado conta com um "forte e amplo respaldo" e disse confiar que o grosso do processo de reformas seja finalizado no fim do ano.

xubi2

.... mas!!!!!


Suspeito no caso Madeleine recebe R$ 1,89 milhão de indenização

da Efe, em Londres

O primeiro suspeito oficial no caso do desaparecimento em Portugal da menina Madeleine McCann, o britânico Robert Murat, recebeu hoje 600 mil libras (R$ 1,89 milhão) como indenização pelos danos à imagem causados por dez publicações britânicas.

"A declaração de desculpas em um tribunal significa que saio desta ação inocentado e com o reconhecimento de que o que foi dito contra mim era totalmente falso", disse Murat hoje na saída do Tribunal Superior de Justiça da Inglaterra e de Gales, onde aceitou o acordo.

Murat, que mora a pouco mais de 100 metros de onde a menina britânica desapareceu em maio, disse que as publicações envolvidas neste caso "destruíram totalmente" sua vida e a de sua família, e lhe "causaram uma angústia imensa".

Toby Melville/Reuters

Suspeito no caso do desaparecimento da menina Madeleine, o britânico Robert Murat (foto) recebe R$ 1,89 mi de indenização
"Estou feliz pelo fato de as publicações envolvidas terem admitido hoje a falsidade de todas suas alegações e que eu possa agora começar a reconstruir minha vida", acrescentou.

O britânico, que continua sendo considerado suspeito no caso, iniciou ações judiciais junto com a amiga Michaela Walczuch e o consultor de telecomunicações Serguei Malinka contra os veículos de comunicação pela publicação de quase cem artigos "gravemente difamatórios".

Além da compensação econômica, o acordo inclui uma desculpa por escrito das publicações "The Daily Mail", "The Evening Standard", "Metro", "The Daily Express", "The Daily Star", "The Sunday Express", "The Daily Mirror", "The Sunday Mirror", "The Sun" e "News of the World".

O caso de Murat se junta aos pais de Madeleine, Gerry e Kate McCann, indenizados com 550 mil libras (694 mil euros) pelos jornais do grupo Express Newspapers.

Doze dias depois do desaparecimento de Madeleine, de quatro anos, a Polícia Judiciária portuguesa declarou Murat como suspeito oficial, após ele levantar suspeitas entre a imprensa britânica que estava no Algarve, para a qual serviu de intérprete.

AP

A menina britânica Madeleine Mc Cann desapareceu de um quarto de hotel em Portugal em 3 de maio de 2007
O homem, que sempre defendeu sua inocência, foi interrogado várias vezes e a polícia averiguou várias pessoas próximas ao britânico e apreendeu diversos objetos pessoais, de computadores a roupas, para análises.

No entanto, a polícia nunca chegou a prendê-lo nem acusá-lo formalmente.

As suspeitas sobre Murat se diluíram quando, no início de setembro, os pais de Madeleine, Gerry e Kate McCann, foram declarados suspeitos de participar de uma hipotética morte acidental e ocultação do cadáver da filha, o que eles negam.

Em 12 de julho, os investigadores portugueses fecharam o caso sem ter conseguido avanços significativos.



fica aqui o link...


http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u423359.shtml

cumprimentos



xubi2

Quanto tempo durará este optimismo?



O mercado esperava como "água de Maio" tentar encadear pelo menos duas ou mais notícias positivas consecutivas que o fizesse sair do forte pessimismo das últimas semanas e, dessa forma, tentar recuperar parte das fortes quedas registadas nas últimas sessões, e acabaram por coincidir várias: por um lado, as medidas adoptadas pelo organismo regulador do mercado de capitais norte-americano, a SEC (sobre a nova regulamentação quanto à adopção de posições curtas/baixistas), surtiram efeito na Bolsa de Nova Iorque, provocando acentuadas subidas dos títulos do sector financeiro, que têm sido tão duramente penalizados nos últimos meses. Também o dado relativo aos pedidos iniciais de subsídio de desemprego, conhecido ontem, acabou por ser melhor do que o esperado. E, por último, a publicação de uma série de resultados trimestrais empresariais melhores do que o estimado pelo consenso de mercado, sendo de salientar os que foram dados a conhecer pelo banco de investimento JPMorgan, mas também os de outros "pesos pesados", como a Coca-Cola ou a United Technologies. Apesar de tudo isto, não podemos garantir que já tenhamos assistido ao pior, pois estamos pendentes de saber a reacção do mercado às contas de outras "blue chips", como a Google, Merrill Lynch, Microsoft ou IBM, e dados piores do que o previsto poderão fazer perder tudo o que foi ganho na sessão de ontem. Tecnicamente, os principais índices europeus não abandonaram ainda o canal descendente de curto prazo que tem vindo a formar-se nos últimos dois meses, mas de momento estão na parte superior do mesmo (por definição, zona de resistência), pelo que mais um par de sessões em alta poderá confirmar o início da retoma pela qual esperamos há tanto tempo.

xubi2

Ora cá esta mais um fim de semana! ;D

Desta vez está até nem foi muito ma ou até se poderá considerar das melhores desde cerca de Maio! Pois como eu disse num outro post anterior a subida de juros por parte do BCE apesar de ser mais desconfortável para a generalidade  de tudo na economia e em especial para quem tem créditos, seria uma boa alavanca para o começo da estabilização dos mercados bolsistas, dólar, petróleo... e então partir daqui começar calmamente a retoma. Sim calmamente porque está semana foi muito brusca com subidas que apesar de tudo ainda precisarão de alguma "consistência temporal" para se poder consolidar! Assim com o avançar da apresentação de resultados na Europa e em especial os da Alemanha, poderemos muito provavelmente ter ainda umas secções um pouco enubladas como dizem os tipos da meteorologia...e que ate esses se enganam!

É ainda de salientar o rali muito perigoso dos bancos e em especial os dos E.U.A. que apesar destes darem um  bom sinal e ate se poderá considerar o regresso de alguma confiança ao mercado poderá ser este mesmo sector a tirar essa mesma dita confiança.

Ainda queria salientar para o já esperado trambolhão do petróleo que poderá ser o próximo catalisador caso falhem as expectativas que os bancos neste momento estão dar aos mercados, desta forma seria conveniente no mínimo uma lateralizaçao dos preços do petróleo para não aparecer outra fuga dos investidores dos mercados bolsistas e ate mesmo o regresso dos mesmos, que assim desta forma se poderá falar num verdadeiro regresso bullish ao mercado!

A cereja em cima do bolo seria a valorização do dólar que para já apesar da sua má forma este poderá também ser catalisado com a confiança que esta a ser gradualmente dada a economia e em especial a Americana. Por isso a meu ver será de esperar a valorizaçao desta moeda a curto e médio prazo!

Com os melhores cumprimentos

S.Costa


xubi2

Boa Tarde!
Hoje ao dar o meu passeio, reparei que as cotações nesta semana subiram.
Ate aqui tudo normal! Mas verifiquei que  por EX:

No DJIA o índice subiu em termos semanais qq coisa como 3.57%!

Com valorizações extraordinárias como: 43.89% da GM, 27.56% do Bank of America, Citi com 20.79%

Por cá na Europa apesar do índice EuroStoxx50 ter valorizado 3.87% a maior valorização foi de 11.51% da volksvagen, no DAX a valorização do índice foi de 3.73% e a subida maior foi da Continental com 25.27%!

No CAC o índice avançou 4.85% e aqui é onde podemos ter o panorama mais verde mas sem grandes destaques para alem das subidas Stmicroelectron, Renault e Cap Gemin todas na casa dos 10%

Nos por cá PSI geral, o índice subiu 1.56% com as maiores revalorizações a pertencerem a Novabase, S.Costa, banco BPI, BANIF e T.Duarte com os respectivas valorização de 19.79%, 16.83%, 16.18%, 15.70%, !5.56% da TD

Isto tudo da que pensar!

Por um lado é reflexo da descida do petróleo que impulsionou algumas industrias em especial a automóvel, por outro lado o acalmar da crise do sub prime que na minha opinião estupidamente se arrasta na Europa! Também se poderá descurar que estas tem sido as mais penalizadas e por isso estamos agora com estas valorizações. Agora seria bom continuar a aparecer bons resultados para uma consolidação destes números!


cumprimentos!

S.Costa

xubi2

Deixo aqui um link para quem quiser saber o dia em que vão ser feitos as apresentações dos resultados das empresas cotadas pelo mundo.. bem como as respectivas previsoes.. excelente! ;D

http://online.wsj.com/mdc/public/page/markets_calendar.html?mod=mdc_h_earnhl

xubi2

Paulson `Very Optimistic' on Freddie, Fannie Rescue (Update1)

By John Brinsley

July 20 (Bloomberg) -- Treasury Secretary Henry Paulson predicted the Bush administration will prevail in its effort to convince Congress to pass legislation that would allow the government to rescue Fannie Mae and Freddie Mac.

``I'm very optimistic that we're going to get what we need from Congress,'' Paulson said on the CBS News ``Face the Nation'' program. ``Congress understands how important these institutions are.''

Paulson is pushing Congress to authorize the Treasury to purchase equity stakes in Fannie Mae and Freddie Mac, which account for about half of the $12 trillion mortgage market, and expand government-backed credit lines to them. He also said he wants the legislation to include a measure that gives ``real teeth'' to the companies' regulator, the Office of Federal Housing Enterprise Oversight.

``We're very close to getting reform,'' he said in a separate interview on CNN's ``Late Edition'' program. ``These are very important organizations -- they have a very important role to play -- and we need to make sure that they have access to adequate capital to get through this period.''

The economy is in a ``challenging time'' and probably will have ``slow growth'' for ``months'' as higher oil prices prolong the slowdown, Paulson said on CBS. The banking system is ``sound'' and regulators are being ``vigilant,'' though some banks are starting to struggle, he said.

Speech on U.S. Economy

The Treasury secretary is scheduled to spend the next two days in New York for meetings with executives from financial services companies and to give a speech July 22 on the condition of the U.S. economy and capital markets.

Regulators are aiming to resuscitate investor confidence in the firms after their shares this month fell to the lowest in more than 17 years on concern they may have insufficient capital to survive the collapse of the housing market.

``Their regulator has said they have adequate capital,'' Paulson told CNN. ``There's some worry, some concern in the capital markets, and that is why we came in with a plan to assure the markets that there will be adequate capital for them to meet all their needs.''

Under Paulson's proposal, Treasury would increase Fannie Mae's and Freddie Mac's credit lines from $2.25 billion each, buy shares in them if needed and give the Federal Reserve a role in setting their capital requirements.

`Central Role'

President George W. Bush, in his weekly radio address, yesterday said the two play a ``central role'' in the housing system and are needed to continue providing credit ``during this time of stress in the financial markets.''

Lawmakers from both parties have sought to put constraints on the plan on concerns it may put American taxpayers at risk while giving Treasury unprecedented authority.

House Financial Services Committee Chairman Barney Frank, a Massachusetts Democrat, last week said he intends to tie the Treasury plan to the federal debt limit, capping the amount of taxpayer funding officials could use to help finance the mortgage firms.

Senate Banking Committee member Charles Hagel, a Nebraska Republican, sent a letter to Paulson last week asking why taxpayers should extend ``an unlimited line of credit'' to the companies while their chief executives ``continue to make multimillion dollar salaries and bonuses?''

Fannie Mae CEO Daniel Mudd, 49, was paid $11.6 million in salary, stock awards and other compensation last year. Freddie Mac Chief Richard Syron, 64, received $18.3 million in total pay last year.

House Democrats plan to include in their bill a measure that would grant almost $4 billion to communities to purchase foreclosed homes, a measure Bush has threatened to veto.

To contact the reporters on this story: John Brinsley in Washington at [email protected]

Last Updated: July 20, 2008 11:32 EDT

xubi2

Reuters

Qualquer negociação é um passo em frente (...) e as de ontem podem considerar-se como um progresso, disse Ahmadinejad
   

                     



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Nuclear
Presidente do Irão diz que negociações de Genebra foram "um passo em frente"
20.07.2008 - 13h12 Lusa
As negociações que decorreram este fim-de-semana em Genebra sobre o programa nuclear do Irão representam "um passo em frente", declarou hoje o Presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, citado pela agência oficial Irna.

"Qualquer negociação é um passo em frente (...) e as de ontem podem considerar-se como um progresso", declarou Ahmadinejad.

Said Jalili, o responsável do processo nuclear iraniano, encontrou-se ontem em Genebra com Javier Solana, chefe da diplomacia da União Europeia, e como representantes do grupo 5+1 (Estados Unidos, Rússia, China, França, Reino Unido e Alemanha) para procurar uma solução para crise decorrente do programa nuclear iraniano.

Apesar da presença inédita de um alto responsável dos Estados Unidos, o secretário de Estado adjunto William Burns, estas discussões não permitiram qualquer avanço.

"Há sempre progressos nestas discussões, mas o que houve é insuficiente", declarou Solana à imprensa, após a reunião.

Por seu lado, o chefe da diplomacia iraniana, Manuchehr Mottaki, qualificou de "positiva" a presença de Burns nas discussões de Genebra.

"Consideramos a presença norte-americana como positiva e esperamos que tenha resultados positivos", declarou Mottaki à saída da reunião do Conselho de Ministros, citado pela agência oficial Irna.

"Durante a sua visita a Teerão (em Junho passado), Javier Solana apresentou um texto sobre o quadro das negociações. Nós examinámos essa proposta", declarou Mottaki.

"Também apresentámos em Genebra a nossa própria proposta sobre a forma de prosseguir as negociações. Eles vão examinar o quadro proposto durante uma ou duas semanas" antes de serem retomadas as discussões, acrescentou o ministro.

Mottaki não indicou data exacta nem local para o próximo encontro, previsto em princípio para dentro de duas semanas, mas acrescentou que "ambas as partes chegarão por certo a acordo" sobre isso.

Solana declarou em Genebra que as grandes potências esperam uma resposta do Irão a uma proposta europeia, segundo a qual os iranianos aceitariam manter o enriquecimento de urânio no seu nível actual, enquanto que os "Seis" renunciariam a endurecer as actuais sanções.



xubi2

Reuters

Obama considera que adiar o reforço das tropas no Afeganistão é "um erro"
 

                   


Candidato democrata à Casa Branca visita militares no país
Barack Obama defende reforço das tropas americanas no Afeganistão


20.07.2008 - 17h45 AFP

O candidato democrata à Casa Branca, Barack Obama, defendeu hoje que o reforço das tropas norte-americanas no Afeganistão deve ser feito "agora", antes das eleições presidenciais nos Estados Unidos em Novembro, considerando que a situação no território afegão é "precária" e deve ser uma das prioridades da Administração norte-americana.

"Se esperarmos por uma nova Administração, poderá passar-se um ano antes que tropas suplementares estejam no terreno, aqui, no Afeganistão", disse Obama, que se encontra em visita àquele país, em declarações ao canal de televisão CBS.

O candidato democrata considera "precária" a situação no país e apelou a uma reacção "urgente" de Washington, sublinhando que o Afeganistão deve ser "o objectivo principal" dos Estados Unidos, a "frente central da luta contra o terrorismo".

"É tempo de o fazer agora. Penso que é importante para nós começarmos a preparar o envio de tropas agora", insistiu Obama, lembrando que ele próprio apelou "há cerca de um ano" para que fossem enviadas "duas brigadas suplementares, ou três". Para o senador do Illinois, adiar o reforço das tropas norte-americanas será "um erro".

Tal como o seu adversário republicano nas presidenciais, John McCain, o democrata ser necessário "unificar o comando de forma mais eficaz para coordenar as operações militares" norte-americanas. Para Obama, o envio de militares "por si só" não será "suficiente", exortando o Governo afegão a fazer mais na luta contra o terrorismo.

O senador do Illinois considera que os grupos terroristas estão "num santuário" no Afeganistão, onde o tráfico de droga lhes permite "reunir avultadas somas de dinheiro". "Um dos maiores erros estratégicos que cometemos após o 11 de Setembro foi falhar o nosso trabalho aqui [Afeganistão], em concentrar a nossa atenção aqui", frisou o candidato, lamentando que os Estados Unidos tenham estado "distraídos" com o Iraque.

Afirmando que ainda é tempo de "corrigir alguns desses erros", Obama sublinhou que começa a existir um consenso sobre o facto de que é tempo dos Estados Unidos de "retirar as suas tropas do Iraque e mobilizá-las para o Afeganistão".

Querendo reforçar a sua credibilidade na cena internacional, Barack Obama cumpre actulamente a sua primeira grande "tournée" pelo estrangeiro que, segundo os analistas, servirá como aprendizagem para um eventual futuro papel de chefe de Estado.

ALém do Afeganistão, Obama deverá deslocar-se à Jordânia, Israel, Alemanha, França e Reino Unido. Poderá ainda deslocar-se ao Iraque mas, tal como aconteceu com o Afeganistão, a sua deslocação ao país não será divulgada por antecipação, por motivos de segurança.



xubi2

Dax Xetra (Futuros): Comprar acima dos 6.400 pontos
Os futuros do Dax Xetra alemão estão encaixados na perfeição dentro de um perfeito canal descendente, retomando cada vez que se aproximam da parte inferior do canal e corrigindo quando chegam à parte alta do mesmo. Os osciladores (estocástico) acabaram por inverter claramente para a alta, o que não acontecia há dois meses, e isso pode ser sinal de que, muito provavelmente, poderá ter sido já iniciada uma retoma, ainda que esteja por confirmar. O primeiro sinal para começar a apostar numa forte retoma seria o facto de o índice conseguir encerrar acima dos 6.400 pontos, caso em que não seria de descartar a hipótese de continuidade da recuperação até perto dos 6.700 pontos (50% de retrocesso de todo o último impulso baixista). Desde o início do ano, o índice alemão acumula um retrocesso de 22%.

xubi2

 

Citigroup versus Google



As contínuas notícias macroeconómicas e empresariais estão a provocar muita volatilidade nos mercados: na quinta-feira, depois do fecho das bolsas americanas, soubemos os resultados da Microsoft, Google e Merrill Lynch, que foram piores do que o esperado, e a sessão de sexta abriu com perdas na Europa. A meio da manhã foram divulgados os resultados da Honeywell, Mattel Inc. e Schlumberger, bem como do grupo financeiro Citigroup, que foram muito "menos maus" do que o mercado tinha descontado, o que teve sem dúvida um efeito positivo nas bolsas europeias, se bem que não tanto nos Estados Unidos, já que os maus resultados da Google arrastaram a tendência para a baixa, sobretudo no que diz respeito às empresas de tecnologia, que tão bom comportamento tinham mostrado semanas antes. A nível macro, os mercados permanecerão atentos a importantes notícias do outro lado do Atlântico, tais como as vendas de casas novas e em segunda mão no mês de Junho, o "leading indicator", as encomendas de bens duradouros e o índice de confiança da Universidade de Michigan. 

xubi2

Deixo um excelente documento do BPI, com retrospectiva da semana que passou,
bem como as previsoes do BPI para as empresas que vão apresentar resultados esta semana e ainda uma abordagem as Bear Marktes que se passaram em tempos anteriores..datas.. variações  ;D ;D ;)

xubi2

 

É a vez dos bancos e das seguradoras


Os resultados do Citigroup na semana passada, que foram "menos maus" do que o previsto pelo mercado, juntamente com os publicados ontem por parte do Bank of America, que ficaram acima do estimado, parecem estar a animar o sector financeiro internacional, duramente castigado nos últimos meses. Por outro lado, o petróleo, depois das fortes quedas da semana passada, assim como a taxa de câmbito do Euro/Dólar, mantêm-se praticamente sem alterações. A nível sectorial é de destacar, uma vez mais, o bom comportamento do sector financeiro e segurador a nível global (se bem que as eléctricas espanholas tenham caído fortemente depois do "escaldão" da semana passada; ontem as que perdiam mais terreno eram a RWE, E.ON e Suez). Depois de várias sessões consecutivas em terreno positivo, que serviram para superar em alta o canal descendente de curto prazo iniciado por quase todos os valores e índices, parece que já podemos começar a dizer que estamos perante uma retoma, se bem que não saibamos quanto tempo vai durar – mas de momento está a servir para restabelecer o optimismo, na medida do possível, no que diz respeito às acções. De qualquer das formas, não descartamos a possibilidade de uma correcção do impulso altista das últimas sessões, procurando apoio na parte alta do canal para preencher o 'gap' ascendente que os principais índices deixaram na sessão de quinta-feira, para então subirem a partir daí. 

xubi2

Cenário pouco alentador




À semelhança do que aconteceu em sessões anteriores, a avalancha de dados empresariais mantém-se e desta vez foram quase todos negativos. Na segunda-feira, depois do fecho da sessão regular de Wall Street, soubemos os resultados da American Express e da Apple e o mercado reagiu com fortes quedas às notícias divulgadas. Ontem foi a vez da Vodafone, a maior operadora mundial de telemóveis, que reviu em baixa a sua previsão anual de lucros, arrastando consigo todas as "telecoms" europeias. Recordamos que este sector, que tanto peso tem nas bolsas europeias, tem adquirido ultimamente o estatuto de sector refúgio para muitos investidores. Como único dado positivo de destaque, o preço do crude caiu mais de 3%, o que teoricamente pode beneficiar a maioria das empresas. Tecnicamente, poder-se-á dizer que a correcção dos mercados na sessão de ontem encaixa perfeitamente no cenário de que falávamos na semana passada em que, depois de romperem em alta a parte superior do canal descendente, fica aberta a possibilidade de realizarem um 'throw back' à nova zona de suporte, antes resistência, para a partir daí continuarem com a retoma registada na semana passada. De qualquer das formas, a chave para não invalidar o actual cenário de retoma no conjunto dos mercados está no 'gap' ascendente que os índices deixaram na sessão da passada quinta-feira.