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BRASIL L L L. . . IBOVESPA FECHA EM ALTA DE MAIS DE 2%.............

Iniciado por zimermann, Janeiro 24, 2006, 23:16

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zimermann

 Monjardino ,Boa noite.
Aqui a  loucura continua. Como é boa esta loucura.
A bolsa aqui não cai porque o Real está valorizando todo o dia  frente ao Dollar e os estrangeiros (Que dominam as compras aqui) ganham sempre com bancos ,minério e siderurgia.
Para nós está ótimo.
Um abraço.

ZIMERMANN.:

Ibovespa fecha em alta de mais de 2% e marca novo recorde histórico


Por: Equipe InfoMoney

24/01/06 - 19h42

InfoMoney


SÃO PAULO - Em uma terça-feira (24) bastante positiva para os mercados brasileiros, o Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo, encerrou em forte alta de 2,10%, a 37.400 pontos, marcando novo recorde histórico de fechamento. O volume financeiro somou R$ 2,283 bilhões.

A alta das principais referências acionárias norte-americanas, o recuo do risco país para seu menor patamar de toda a série histórica e as boas notícias provenientes do cenário corporativo garantiram o otimismo na bolsa brasileira, na véspera do feriado em comemoração ao aniversário da cidade de São Paulo.

Petrobras e Vale em evidência, mais uma vez
Em um dia de agenda doméstica pouco significativa, investidores voltaram sua atenção ao cenário internacional e à esfera corporativa, mais especificamente a notícias envolvendo as blue chips Petrobras e Vale.

Nesta quinta-feira, os bancos de investimento Merrill Lynch e Pactual elevaram o preço alvo para os papéis da Petrobras, citando a expectativa de um petróleo mais caro no médio prazo. A Vale do Rio Doce, por sua vez, anunciou a incorporação da totalidade das ações de emissão de sua controlada CAEMI. Os papéis preferenciais da Petrobras (+1,90%) e os preferenciais classe A da Vale (+2,53%) reagiram positivamente e fecharam o pregão em forte alta.

Ademais, o impulso do cenário externo também motivou a valorização do Ibovespa na sessão. As principais bolsas dos EUA operavam em território positivo, diante do recuo dos preços do petróleo e de resultados acima do esperado de empresas do setor de tecnologia.

As maiores altas, dentre as ações que compõem o Índice Bovespa, foram:


Cód.       Ativo               Cot R$    % Dia    % Ano 
BRAP4  Bradespar PN    70,35    +5,78    +18,63       
NETC4  Net PN N2           1,21    +5,21    +13,08     
BBDC4  Bradesco PN     81,70    +5,18    +20,74     
USIM5  Usiminas PNA    61,45    +4,86    +13,06       
CLSC6  Celesc PNB N2    1,76    +4,76    +25,71       



As maiores baixas, dentre os papéis que compõem o Índice Bovespa, foram:


Cód. Ativo                       Cot R$   % Dia   % Ano
BRKM5  Braskem PNA      17,65    -3,28     -3,29       
BRTP3 * Brasil T Par ON   24,79    -2,78    +4,34       
LIGH3 * Light ON             16,15    -2,65    +5,21       
CMIG3 * Cemig ON           85,00    -0,81  +14,23       
TLPP4  Telesp PN              50,00    -0,77    +6,04       



As ações mais negociadas, dentre as que compõem o Índice Bovespa, foram :


Código Ativo                      Cot R$     Var % 
   
PETR4  Petrobras PN          45,55     +1,90   
   
VALE5  Vale Rio Doce PNA  95,18     +2,53 
   
CMET4  CAEMI PN                 3,89     +1,30   
   
BBDC4  Bradesco PN          81,70      +5,18   
   
NETC4  Net PN N2                1,21      +5,21   



Liderando a tendência de alta entre os papéis que integram o Ibovespa, as ações preferenciais da Bradespar, holding com grande participação na Vale do Rio Doce, avançaram 5,78%, para R$ 70,35, reagindo à notícia de incorporação da CAEMI pela Vale.

Em contrapartida, os papéis preferenciais classe A da Braskem fecharam em forte baixa de 3,28%, a R$ 17,65, pressionados por uma diminuição dos spreads petroquímicos, após a recente escalada dos preços do petróleo no mercado internacional.

Dólar caiu para casa dos R$ 2,24
No mercado de câmbio, o dólar encerrou cotado a R$ 2,2440, o que representa uma queda de 0,58% frente ao fechamento anterior. Um cenário favorável para o ingresso de recursos, diante do novo piso do risco país, e a manutenção de uma oferta de menor contratos de swap cambial reverso pressionaram a divisa..

No mercado de títulos da dívida externa brasileira, o Global 40, bônus mais líquido, encerrou cotado a 132,80% de seu valor de face, o que representa uma alta de 1,10%. O risco país, calculado pelo conglomerado norte-americano JP Morgan, fechou cotado a 272 pontos base, baixa de 6 pontos base em relação ao fechamento anterior.