Clubeinvest.com — Arquivo Histórico (1997-2011)
Esta é uma cápsula do tempo da comunidade financeira portuguesa. Login activo para membros.
Clubeinvest.com
Home Privado Fórum Acções Índices Metastock Portfolio Managers Publicações Blogs Contacto
 

Editar as notícias:

Nova página para acompanhamento do Ouro e da Prata com centenas de acções relacionadas com o sector.

Menu principal

Telefónica ainda não sabe o que vai fazer com posição na PT

Iniciado por notiCIas, Março 02, 2006, 09:35

Tópico anterior - Tópico seguinte

notiCIas

Telefónica ainda não sabe o que vai fazer com posição na PT

O presidente da Telefónica, César Alierta, disse ontem que a empresa ainda não tomou uma decisão sobre a posição de 9,96% que detém no capital da Portugal Telecom, no âmbito da oferta pública de aquisição lançada pelo Grupo Sonae.

Alierta afirmou que a empresa espanhola vai esperar até ver qual o desenlace da operação. Ainda assim, o responsável máximo da Telefónica reconheceu que a empresa está contente com a valorização das acções da PT. Desde a OPA da Sonae, os títulos da PT subiram mais de 18%, avaliado as acções que a Telefónica detém na empresa em mais de mil milhões de euros, face à cotação actual (9,70 euros).

Alierta falou ainda sobre Vivo, a parceria detida com a empresa portuguesa no Brasil. De acordo com a Europa Press, o presidente da Telefónica assegurou que a "joint venture" no Brasil com a PT é estratégica para companhia espanhola. A Sonae já deu a entender que o activo brasileiro será para vender caso a OPA tenha sucesso, mas também já demonstrou abertura para controlar a totalidade do capital da maior operadora móvel a América Latina.

As declarações de Alierta foram proferidas na conferência para apresentação de resultados de 2005. Os lucros da telefónica ascenderam a 4,45 mil milhões de euros, um valor que superou as previsões dos analistas a ficou 40% acima do valor obtido no ano anterior.  A empresa beneficiou com as aquisições realizadas, que alargaram a base de clientes da Telefónica para um total de 153,5 milhões, sem contar ainda com o contributo da britânica O2.

Para este ano a empresa está confiante e deu previsões de resultados que agradaram aos analistas.  As receitas vão crescer entre 34% e 37% e o EBITDA deverá aumentar mais de 26% em 2006. Na unidade espanhola de telecomunicações fixas, a empresa anunciou o corte de 5.200 postos de trabalho nos próximos dois anos.

Canal de Negócios
NotíCIas