Taxa de juro no crédito à habitação inverte queda de seis meses
A taxa de juro implícita nos novos contratos de crédito à habitação celebrados nos últimos três meses inverteu a tendência de queda sentida desde Abril deste ano, aumentando 0,037 pontos percentuais, fixando-se em 3,429% em Outubro passado, anunciou hoje o INE.
A taxa de juro implícita nos novos contratos de crédito à habitação celebrados nos últimos três meses inverteu a tendência de queda sentida desde Abril deste ano, aumentando 0,037 pontos percentuais, fixando-se em 3,429% em Outubro passado, anunciou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).
De acordo com o comunicado do INE, hoje divulgado, «desde Abril de 2003, início da série, foi a primeira vez que o valor desta taxa registou um acréscimo».
Em Outubro a taxa de juro implícita no crédito à habitação foi de 4,087%, «traduzindo uma descida de 0,087 pontos percentuais face ao mês anterior».
Nos contratos celebrados nos últimos seis e 12 meses, a taxa de juro implícita decresceu para 3,504% e 3,557%, respectivamente.
A taxa de juro caiu 0,084 pontos percentuais no regime geral, fixando-se em 3,788% e diminuiu 0,082 pontos percentuais para o regime bonificado, que se saldou em 4,395% no período em análise.
No final do mês de Outubro o valor médio em dívida no crédito à habitação registou «um acréscimo relativamente ao mês anterior, de 118 euros por contrato, fixando-se em 40,56 mil euros». O valor em dívida foi de 39,51 mil euros para o regime geral e de 41,69 mil euros para o regime bonificado.
O mês passado saldou-se ainda numa «diminuição para 4,294% nos contratos para aquisição de terrenos para construção de habitação, para 3,954% nos contratos para construção de habitação e para 4,125% nos contratos para aquisição de habitação», adianta o INE.
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