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Galp - (GAL.LS)

Iniciado por Pedro Miranda, Novembro 28, 2007, 22:22

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joaofpcosta

Citação de: vitorrslopes em Outubro 30, 2008, 18:26
O administrador da Galp Energia, José António Marques Gonçalves, comprou 35.200 acções da petrolífera, tendo investido mais de 265 mil euros, de acordo com um comunicado emitido para a Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).
Tendo ele mais informação do que qualquer outro investidor...

Se calhar ja as vendeu... ;)
Abraços

manuelbelinha

Boa tarde

Estes analistas da UBS andam de cabeça perdida..será que está a vender BCP e a compar Galp? Fazem short no BCP e acumulam na Galp?

Galp preço-alvo 16,00
BCP preço-alvo 0,80

Não dá para entender como reduzem os preços tão rápidamente.

Nem oito nem oitenta já o povo diz há muito tempo.

Cumprimentos

Manuel Belinha

MikeC

Actualização gráfica.

Abraços bolsistas

vitorrslopes

Price targets: (pergunto eu, fundamentados em quê?)

Lisbon Brokers   Forte Compra   15.00
Goldman Sachs   Neutral   11,40
CaixaBI   Comprar   20.30
Espírito Santo Research   Comprar   17.40
ING   Comprar   15.66
UBS   Comprar   19.00
BPI   Comprar   17.30
Lehman Brothers   Equalweight     17.00
JP Morgan   Comprar   18.00
Credit Suisse   Outperform   21.00
Merril Lynch   Comprar   19.00
Millennium IB   Manter   17,10
Banesto   Overweight          17.60
Morgan Stanley   Overweight       21.00
Banif IB   Comprar   19.15
Caixa BI   Comprar   21.50

MikeC

oh vitorrlopes hoje vais te deitar com pesadelos sobre esses price targets ;D . Agora a sério, ninguém liga a isso nos dias de hoje. Por duas grandes razões:

1. Eles usam análise fundamental(alguns mais cépticos como eu acham que eles inventam e mais nada), que pouco uso tem num bear market como este;

2. Como esperas que alguém seja honesto numa análise sobre uma empresa na qual detém uma participação considerável?

Se te lembrares disso vais ver que serão notícias que nem vais querer abrir.

Abraços bolsistas

tiagodandre

#485
Entrevista a Manuel Ferreira de Oliveira, CEO da Galp 2008-10-31 00:05
"Descida do petróleo pode travar renováveis"
O sucesso das fontes energéticas alternativas depende do empenho dos políticos e das empresas.


A Galp é hoje a anfitriã da nata da indústria petrolífera mundial, no Lisbon Energy Fórum. Em entrevista ao Diário Económico, o CEO da empresa, Ferreira de Oliveira antevê alguns dos desafios com que o sector se irá debater.


O mundo sofreu grandes alterações desde o último Lisbon Energy Fórum, realizado em 2007. Os grandes desafios da indústria petrolífera e gasista mantêm-se?
A indústria energética deve pensar e actuar numa óptica de longo prazo. Qualquer projecto que se desenvolva, como uma concessão de petróleo e gás natural, demora cinco a 10 anos a arrancar, mais 20 a 30 anos a produzir. O horizonte temporal de qualquer projecto anda sempre, em média, na casa dos 30 anos.

O contexto estratégico não mudou. Como acontece em tudo, existem perturbações de curto e médio prazo nesta lógica de longo prazo. É preciso lembrar que curto prazo, neste sector, é cinco anos. Médio prazo é 10 a 15 anos. E longo prazo, 25 a 30 anos. Esta é a escala temporal dos projectos em que estamos envolvidos. Antevejo um curto prazo diferente daquele que prevíamos, mas sem consequências de maior nos projectos de médio/longo prazo. O homem vai continuar a precisar de energia, as taxas de crescimento do consumo de energia vão sempre marginalmente ser inferiores ao crescimento do PIB e o cidadão médio do mundo vai aumentar a sua riqueza pessoal, logo vai precisar de mais energia para melhorar a sua qualidade de vida. O 'mix' energético que se previa para os próximos 10 a 30 anos não altera com o contexto em que vivemos hoje. Vamos ter um crescimento inequívoco das renováveis, um esforço para aumentar eficiência energética e um peso muito grande ainda dos combustíveis fósseis.

Não acredita que haja uma travagem na mudança de paradigma energético?
O maior risco que pode acontecer é que com a descida para preços mais razoáveis do preço do petróleo e gás natural possa travar o crescimento das energias renováveis. É preciso liderança estratégica e política para assegurar que o desenvolvimento tecnológico das fontes complementares das energias fósseis não é sacrificado.

Tem que ser uma aposta política?
E das empresas também. As empresas não podem estar à espera que sejam os governos a definir a estratégia energética a longo prazo. Neste sector todas as formas de energias são necessárias. Elas não concorrem umas com as outras. O mundo precisa de todas as formas de energias para responder à melhoria da qualidade de vida que o cidadão médio do mundo espera. A energia fóssil não é renovável. É um 'stock' de energia solar armazenada nas entranhas da terra e que o homem devia gerir com prudência para que ela continue a desempenhar o seu papel.

O fim do petróleo é uma realidade cada vez mais próxima?
O mundo actual assenta na economia do petróleo e gás natural. Mas também o carvão. Aliás, este último é a energia fóssil que mais tem crescido nos últimos anos. A indústria tem demonstrado que, em qualquer destes três casos, é capaz de repor em reservas a produção que vai acumulando. Isso resulta do recurso a novas tecnologias e da pesquisa em novas fronteiras geológicas e geográficas. Não creio que seja por falta de recursos que a energia fóssil vai deixar de cumprir o seu papel no portofólio energético do mundo. No entanto, não podem crescer a taxas que acelerem o seu consumo médio de 3%. Temos energia fóssil para viver tranquilamente mais 100 anos. Para tal, é preciso que as taxas de crescimento anuais rondem 1% a 2%, complementadas por outras formas de energia. Só em 2007, o consumo de energia primária no mundo cresceu 2,4%. Muito puxado, não tanto pelo desenvolvimento das economias emergentes, mas pela incorporação de grandes quantidades de cidadãos que estavam fora da economia e que passaram a consumir energia. O gás natural cresceu 3,1% e o petróleo 1,1%. Já o carvão atingiu os 4,5%.

O petróleo é taxado com impostos enormes, quer na fase de produção, quer de consumo. O crescimento do petróleo é assim condicionado pela carga fiscal, o que não acontece no carvão.

Qual será a melhor estratégia para a indústria fazer face à actual conjuntura?
Todos os agentes económicos que operam no sector energético não deviam perder o foco na eficiência energética. Todos falamos muito nisso, mas nem todos actuamos com convicção. A energia que se desperdiça é a mais contaminante. Em todos os aspectos. A Galp vai investir 60 milhões de euros para melhorar a eficiência energética nas suas refinarias. Esta questão coloca-se, não só na produção dos recursos, como na sua transformação e utilização. É claro que o maior filão está no consumo. O grande mérito da subida dos preços do petróleo é que estava a forçar as pessoas a pensarem que a energia tem valor. Portanto, é preciso poupá-la como qualquer recurso. Isto é um fenómeno económico, mas também cultural. Depois há o investimento que é preciso fazer para tornar a energia renovável mais competitiva. Há grandes apoios públicos ao seu desenvolvimento, mas estes deveriam ser dirigidos à investigação e desenvolvimento. No dia em que a energia eólica, ondas, hidrogénio e a mobilidade que vai para além do uso de combustíveis líquidos forem competitivas, isso é o melhor que se pode fazer para o seu crescimento no mercado. Gostaria de ver os biocombustíveis a crescer, com respeito pela cadeia alimentar. O petróleo, carvão e gás natural vão continuar a ter pesos superiores a 60%, posicionando-se como os principais pilares do protofólio energético mundial.

As petrolíferas internacionais estão condenadas a ser esmagadas pelas companhias nacionais, onde se enquadram gigantes como a Gazprom ou a Petróleos da Venezuela?
Não vejo nada de errado no desenvolvimento dos dois tipos de conceitos. Não podemos ter um mundo monopolar. As empresas nacionais de energia têm uma missão: promover a optimização da exploração dos recursos naturais dos respectivos países, com racionalidade estratégica e económica. Depois procuram igualmente ter peso nos mercados. Essa missão é normalmente exercida pelos países soberanos que têm a sua própria empresa que procuram racionalizar esses recursos no contexto geopolítico e económico. Já as outras empresas procuram produzir os recursos que precisam, estabelecem alianças com as companhias nacionais, que processam o petróleo e o gás nacional e os comercializam no mundo. Os dois modelos podem continuar a conviver.

Com o tempo, porque as companhias nacionais procuram cada vez mais estar nos mercados, sem nunca desrespeitar a sua função, e as outras querem ter mais peso na cadeia de valor a montante, haverá necessariamente uma crescente colaboração. Vê-se que estamos a evoluir de uma posição de conflito para uma cooperação mais racional.

A Galp nasceu no mercado. O seu maior activo é a sua carteira de clientes e a presença no mercado ibérico. Temos infra-estruturas energéticas capazes de abastecer 10 milhões de pessoas em Portugal e Espanha. Depois vamos à procura de formas de abastecer esse mercado da forma mais competitiva possível.

As actuais dificuldades de financiamento podem condicionar o investimento em novos projectos de exploração de petróleo e gás natural?
Os gestores têm que se focalizar na concepção e desenvolvimento de projectos rentáveis e competitivos. Quanto mais atractivo for um projecto, mais fácil é o seu financiamento. Sempre houve concorrência de recursos financeiros, os quais são limitados. A satisfação das necessidades energéticas dos cidadãos é, a par da alimentação, uma das suas necessidades fundamentais. Vão sempre existir recursos para que as necessidades energéticas do mundo sejam satisfeitas. Não esquecer que, neste sector, o curto prazo são cinco anos. No curto prazo, este problema financeiro vai ser antecipado. Se tudo correr mal, durará no máximo dois anos. A reengenharia do sistema financeiro mundial está a ser feita de uma forma, mais ou menos, traumática. Dado o impacto que isso tem na vida de todos, será feita depressa. Há macro economistas que apontam para três a seis meses. Outros, um a dois anos. Isto não é nada. É uma janela tão pequena, nos projectos energéticos mundiais, que não lhes tira nem acrescenta grande valor.

Com a sucessiva perda de valor nos mercados de capitais, as empresas terão que reinventar novas formas de financiamento?
Estes traumas levam muitas vezes a acelerar os processos de reinvenção. Todas as empresas, à semelhança do que vai acontecer com o sistema financeiro, têm que depender mais de capitais próprios e menos do recurso a dívida. Essa tem sido, aliás, uma política bem sólida da Galp. Nos seus projectos de investimento terá sempre um respeito muito grande pelo seu balanço. Limitar as nossas ambições à capacidade de dispor de capitais próprios é uma premissa básica. No final do primeiro semestre, o nosso endividamento era de 700 milhões de euros para um EBITDA (resultado bruto de exploração) de 1,2 mil milhões de euros.

Acredita que a recente descida do preço do crude veio para ficar?
Há um ano o petróleo estava, como hoje, na casa dos 60 dólares e a Galp já estava a trabalhar no Tupi e em Júpiter, no Brasil. Existe muita especulação. O que aconteceu no último ano foi uma bolha do preço das matérias-primas que tocou também o petróleo. Mesmo em contra-corrente, sempre disse que não percebia uma valorização superior a 70 dólares o barril. O preço do petróleo vai estar sempre num nível que permita à indústria desenvolver os recursos incrementais. Hoje a procura mundial está nos 85 milhões de barris. À medida que crescer, o preço do petróleo vai ser sempre o necessário para remunerar o capital investido na fronteira geológica que é preciso desenvolver. [FIM]


(Actualização Gráfica)

Amanhã...mantendo a correlação positiva, o título deverá abrir pressionado pelo recuo da cotação do petróleo...vamos ver a resposta.

Cump.
"Aprenda com os erros alheios. Não viverá o bastante para cometer todos os erros." (Martin Vanbee)

"Investir em conhecimento rende sempre os melhores juros." (Benjamin Franklin)

vitorrslopes

Lucros da Eni avançam 37% com preços do petróleo elevados

A Eni, a maior petrolífera italiana e accionista da Galp, terminou o terceiro trimestre do ano com uma subida de 37% nos lucros para 2,94 mil milhões de euros, a beneficiar das subidas do preço do petróleo que, em Julho atingiu os valores mais elevados de sempre acima dos 147 dólares por barril.

O resultado líquido da companhia italiana subiu para 2,94 mil milhões de euros face aos 2,15 mil milhões de euros obtidos um ano antes.

Os lucros excluindo as mudanças no valor das reservas subiu para 2,89 mil milhões de euros relativamente aos 1,89 mil milhões de euros registados no período homólogo do ano anterior. Este valor superou as estimativas dos analistas consultados pela agência Bloomberg que apontavam para 2,45 mil milhões de euros.

A Eni gastou cerca de 14 mil milhões de dólares (10,7 mil milhões de euros) no último ano com a aquisição de gás e campos de petróleo no Golfo do México, Congo e Turquemenistão.

A produção da empresa aumentou 6,3% no terceiro trimestre para 1,76 milhões de barris por dia.

A empresa beneficiou dos elevados preços do petróleo que, em Julho, chegou a negociar acima dos 147 dólares. No terceiro trimestre, os preços estiveram, em média, 58% acima dos registados um ano antes. Desde então, os preços recuaram cerca de 56% devido aos receios de que uma recessão global afecte a procura.

A Eni é a terceira das quatro maiores petrolíferas europeias a anunciar as suas contas trimestrais esta semana. A Royal Dutch Shell, a maior produtora da região, reportou uma subida de 22% nos lucros para os 8,45 mil milhões de dólares (6,47 mil milhões de euros), enquanto a BP divukgou lucros de 8,05 mil milhões de dólares (6,17 mil milhões de euros).

As acções da empresa seguiam a desvalorizar 1,46% para os 17,50 euros.

vitorrslopes

BOMBA: Américo Amorim disponível para comprar capital da ENI na Galp

Américo Amorim está interessado em comprar a posição da ENI na Galp Energia. Esta tomada de posição acaba de ser assumida pelo empresário que é já um accionista de referência da petrolífera nacional por via da Amorim Energia.

"Naturalmente que estamos disponíveis para comprar se a ENI decidir vender", afirmou Américo Amorim aos jornalistas à margem do Lisbon Energy Forum que está hoje a decorrer no Centro Cultural de Belém (CCB).

O empresário nortenho disse apenas que está interessado em reforçar a actual participação de 33,33% que a Amorim Energia tem na Galp mas não concretizou até quanto.

"A saída da Galp é que está totalmente fora de questão", declarou Amorim.

Sobre eventuais desentendimentos da Amorim Energia com os italianos da ENI que detêm outra fatia de 33,33% da Galp, Américo Amorim afirmou que "temos tido alguns pontos de vista diferentes mas sem problemas".

Amorim disse mesmo que mantém "com frequência o contacto com o presidente da ENI Paolo Scaroni e as relações são boas".

O já falado reforço da Sonangol na Galp, por via da Amorim Energia onde é accionista, foi totalmente afastado por Américo Amorim.

"O reforço está fora de questão, não há negociações nem poderia haver porque era um problema", disse.

Já sobre a Gazprom, cuja entrada no capital da Galp chegou a ser admitida pelo próprio Américo Amorim, o empresário diz que não está agora em cima da mesa.

O empresário explicou que "a estrutura de mercado alterou-se, as relações são óptimas mas não há nada de concreto neste momento".

vitorrslopes

Mais uma pérola do senhor.. Deve estar aflitinho para sair, mas..


Américo Amorim, accionista de referência da Galp, continua satisfeito com o investimento na petrolífera, apesar da forte desvalorização das acções. O empresário diz que a queda dos títulos "é pontual".

As acções da Galp já desvalorizaram mais de 60%, desde o início do ano, estando em sexto lugar entre as empresas do PSI-20 que mais perdem em 2008.

Apesar da forte desvalorização, Américo Amotim diz que continua satisfeito com o investimento

"Como investidor estou muito satisfeito. A desvalorização das acções não é importante é algo pontual e a Galp tem o seu valor intrínseco como empresa", disse hoje aos jornalistas.

Como accionista, Américo Amorim pretende que a empresa continue a investir na área de exploração.

"Investimento não é problema, devemos apostar tanto quanto possível na produção nos países em que estamos e noutros países".


vitorrslopes

Amorim nega negociações com a Gazprom para entrada na Galp

O empresário Américo Amorim, um dos accionistas de referência da Galp Energia, negou hoje a existência de negociações para a entrada da russa Gazprom no capital da petrolífera portuguesa ou para ser fornecedora de gás natural da petrolífera nacional.

bp1511

"Presidente da Galp diz que exploração em águas ultra-profundas é viável com barril nos 40-80 dólares" Diario Económico

Este presidente é muito "esperto".
Não será viável acima dos 80 dólares?

Se isto já é parvoice, falar nos 40 dólares também o é, principalmente nesta altura em que o petróleo caminha para a casa dos 50 dólares.

Esteja calado Sr. Presidente. É por isto que o preço GALP está onde está.
Quem manda na empresa não é muito inteligente a única maneira que conhece para gerar valor é através do zé pagode.

manuelbelinha

Boa tarde

Estive para vender algumas..mas o melhor será esperar mais um pouco.

Se o sr. Américo quiser a maioria pode ir comprando, pois baratas sobem rápido.

Cumprimentos

Manuel Belinha

tiagodandre

DJ ACTUALIZA: Galp/CEO: Mantém E&P Brasil, Apesar Queda Petróleo

(Actualiza com mais comentários do CEO, preço das acções, comentários de analistas e contextualização.)

LISBOA (DJ Bolsa)-A petrolífera portuguesa Galp Energia SGPS SA (GALP.LB) não vai alterar os planos de exploração para a costa ultra-profunda do Brasil apesar da descida dos preços do petróleo, disse o CEO Manuel Ferreira de Oliveira numa conferência de imprensa esta sexta-feira.

"A Galp e outras empresas na área costeira ultra-profunda estão a fazer o mesmo que faziam há um ano atrás; os preços do petróleo estão hoje ao mesmo nível em que se encontravam há um ano atrás", disse Ferreira de Oliveira.

Questionado sobre se a Galp tem capacidade para financiar os seus planos de exploração, tendo em conta as dificuldades de ambiente na costa do Brasil, o CEO disse que a Galp tem um compromisso duradouro com os seus projectos de exploração no Brasil.

"A unidade de tempo aqui é a década", disse. "Não tomamos decisões com base nos preço do crude hoje".

Os analistas duvidam que a Galp tenha músculo financeiro para os dispendiosos projectos ultra-profundos do Brasil.

A actual capitalização de mercado da Galp de EUR4,45 mil milhões é pequena quando comparada com a envergadura dos parceiros na costa do Brasil, a Petroleo Brasileiro SA (PBR), ou Petrobras, e BG Group PLC (BG.LN).

"Com uma empresa desta envergadura, vejo dificuldades na obtenção de financiamento. Depende muito do preço do petróleo", disse Pablo Pena-Rich, um analista do BPI em Madrid. "Com o petróleo em níveis de cerca de $60 por barril, pode ser muito complicado".

Pena-Rich acrescentou que os projectos na costa do Brasil necessitam de uma tecnologia muito avançada, que torna a produção mais dispendiosa.

A Galp tem uma participação de 10% no bloco BM-S-11, na bacia de Santos, ao largo da costa do Rio de Janeiro, onde estão localizadas as descobertas Iara e Tupi. Estima-se que estas, em conjunto, tenham até 12 milhões de barris de petróleo. A Petrobras tem uma posição operacional de 65% no bloco e o BG Group PLC controla 25%.

As acções da Galp fecharam esta sexta-feira a valorizar 4,7% para EUR7,19 em Lisboa.

Ferreira de Oliveira disse ainda que a empresa vai rever o seu plano de negócios, que prevê EUR5,3 mil milhões de investimentos até ao final de 2012, mas acrescentou que não acredita que a empresa reduza esta quantia.

Site da Empresa: http://www.galpenergia.com

Produzido para a Dow Jones Newswires pela Webtexto (+351 21 340 45 68) (CSC)

October 31, 2008 15:57 ET (19:57 GMT)
"Aprenda com os erros alheios. Não viverá o bastante para cometer todos os erros." (Martin Vanbee)

"Investir em conhecimento rende sempre os melhores juros." (Benjamin Franklin)

manuelbelinha

Boa tarde

Ora se os da ENI querem vender e o sr. Américo quer compar..é só uma questão de preço, e os italianos ficam com umas boas mais-valias.

Entretanto a GALP vai comprando tudo o que aparece..agora são as bombas da ESSO.

Cumprimentos

Manuel Belinha

amlo008

Alguém tem previsões para a apresentação de resultados da Galp?
Porquê perder a saúde para ganhar dinheiro...
Se teremos de gastar o dinheiro para recuperar a saúde?