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Mercados Europeus

Iniciado por Nyk, Março 26, 2010, 08:12

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Nyk

Primeira ajuda à Grécia veio do BCE

   
Trichet prolonga prazo das medidas de emergência para as garantias de crédito.

Enquanto os líderes europeus se entretêm a discutir sobre o que fazer com a Grécia, o Banco Central Europeu (BCE) chega-se à frente e estende a primeira mão ao estado helénico. A autoridade monetária decidiu prolongar a medida de emergência que permite que obrigações soberanas com 'rating' até BBB- funcionem como garantia junto do Banco.

Na prática, a decisão vem eliminar o risco das obrigações helénicas deixarem de ser elegíveis como garantia no BCE, quando Atenas se tentar financiar junto da autoridade monetária.

A aceitação de títulos com classificação até BBB- foi uma das medidas extraordinárias de aumento de liquidez levadas a cabo por Jean-Claude Trichet, para evitar o colapso do sistema financeiro. O prazo de tais medidas estava previsto terminar no final deste ano, mas ontem o presidente autoridade monetária afirmou no Parlamento Europeu que "é intenção do Conselho de Governadores do BCE manter a classificação mínima para o crédito elegível como garantia, ao nível da classificação de investimento para lá de 2010".


Nyk

Durão Barroso «muito satisfeito» por questão grega ser resolvida «à maneira europeia»

O presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, manifestou-se «muito satisfeito» com o acordo de hoje entre os países da Zona Euro sobre um mecanismo de apoio à Grécia, considerando que o assunto foi resolvido «à maneira europeia».
José Manuel Durão Barroso, que falava numa conferência de imprensa no final do primeiro dia da cimeira de chefes de Estado e de Governo da UE, a decorrer em Bruxelas, recordou que «há algum tempo que estava a defender uma solução deste tipo», de um mecanismo coordenado de empréstimos bilaterais a um Estado-membro em dificuldades, no seio da Zona Euro e gerido pelas suas instituições.


«Mostrámos que quando há vontade há uma maneira e é a maneira europeia. Resolvemos isto na família europeia, na Zona Euro. É uma abordagem europeia coordenada com uma participação do FMI [Fundo Monetário Internacional]. Acho que é a decisão certa neste momento para enfrentar o que é um problema excepcional que tivemos num dos nossos Estados-membros, considerando também as implicações que poderia ter para a estabilidade para a nossa união económica e monetária», disse.


http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=1528886

Nyk

Euro recupera de mínimos de 10 meses após acordo para ajudar Grécia


A moeda única da Zona Euro segue a recuperar de mínimos de 10 meses, depois de ontem os líderes europeus terem chegado a acordo sobre um plano para ajudar a Grécia, diminuindo as preocupações dos investidores sobre um eventual efeito contágio da crise da dívida pública do país.

O euro segue a avançar 0,50% para os 1,3339 dólares, a valorizar pela primeira vez em quatro dias, depois de ontem ter tocado nos 1,3268 dólares, o valor mais baixo desde 7 de Maio.

Ontem, Angela Merkel, chanceler alemã, e Nicolas Sarkozy, presidente francês, chegaram a um acordo de princípio sobre os moldes como a Zona Euro poderá ajudar a Grécia a financiar-se.

Os mecanismos de ajuda da União Europeia, que envolvem também o Fundo Monetário Internacional, à Grécia apenas serão utilizados em último caso, na eventualidade da Grécia provar que não conseguiu financiar-se no mercado.

Nos últimos dias, a moeda europeia e as acções foram penalizadas pelas preocupações em torno da dívida pública de vários países da Zona Euro, depois da agência de notação financeira Moody's ter descido o "rating" de Portugal para "AA-".

O presidente do Banco Central Europeu, Jean-Claude Trichet, adiantou ontem no final do dia que está "extremamente feliz que os governos da Zona Euro tenham encontrado uma solução viável" para ajudar a Grécia. Inicialmente, o responsável tinha considerado que é "mau, muito mau", o cenário de a ajuda à Grécia envolver uma solução que inclua o Fundo Monetário Internacional

Nyk

Trichet satisfeito com acordo para plano de ajuda à Grécia


O presidente do Banco Central Europeu, Jean-Claude Trichet, manifestou-se ontem satisfeito com o acordo dos líderes europeus para ajudar a Grécia, abandonando a sua posição crítica inicial em relação à intervenção do FMI num plano de ajuda ao país.

"Era uma situação complexa", adiantou Trichet, em declarações aos jornalistas, citado pela agência Bloomberg. "Estou extremamente contente que os governos da Zona Euro tenham encontrado uma solução viável", disse o líder da autoridade monetária europeia.

Inicialmente, Trichet tinha-se manifestado contra a intervenção do FMI num plano de ajudas à Grécia, uma vez que daria o sinal que a Europa não tem capacidade para resolver os seus próprios problemas.

Antes do acordo dos líderes europeus, o presidente do BCE tinha dito que "se o FMI, ou qualquer outra entidade externa exercer alguma responsabilidade, em detrimento dos Governos europeus, claramente é um sinal muito, muito mau".

Os mecanismos de ajuda à Grécia vão incluir empréstimos bilaterais dos países Zona Euro e financiamento do FMI.


Nyk

Acções da Grécia disparam e juros da dívida pública afundam após acordo para ajudar o país


As acções da bolsa grega e a dívida pública do país estão hoje a disparar, depois de ontem os líderes europeus terem chegado a acordo para um plano de ajuda à Grécia, caso o país prove não conseguir financiamento no mercado.

A bolsa de Atenas dispara 5,19% para os 1.072,51 pontos, numa manhã marcada pelas quedas entre as principais praças europeias. O acordo ontem alcançado em torno dos mecanismos de ajuda à Grécia está a tranquilizar os receios em relação à dívida pública do país.

Os juros da dívida pública grega estão em queda. As "yields" a dois anos são a que mais caem, ao recuarem 35 pontos base para os 4,239%, estendendo a queda na semana para os 82 pontos base.

As "yields" a cinco anos deslizam 17 pontos base para os 5,466%, enquanto as "yields" a 10 anos caem 12 pontos base para os 6,161%.

Os mecanismos de ajuda à Grécia vão incluir empréstimos bilaterais dos países Zona Euro e financiamento do FMI. Ainda assim, o país apenas será ajudado caso não consiga financiamento no mercado e prove que, de facto, não o conseguiu.

Nas praças do Velho Continente, a manhã é de quedas, com as acções a interromperem quatro sessões consecutivas de ganhos.


Nyk

Atenas avança 4%, Lisboa tem ganhos ligeiros

26/03/10


A bolsa de Atenas está a viver uma sessão eufórica, depois de os líders europeus terem ontem chegado a acordo sobre o plano de ajuda à Grécia. Lisboa segue em alta ligeira.

O principal índice grego valorizava 4,23%, o que corresponde ao melhor desempenho desde o início de Fevereiro.

Na origem dos ganhos está mesmo a notícia de que os líderes europeus acordaram um plano para ajudar o país helénico, que consiste em empréstimos bilaterais da parte de países da zona euro, a que se vai juntar, em menor escala, o financiamento do Fundo Monetário Internacional (FMI).

O presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, e o presidente do Banco Central Europeu (BCE), Jean-Claude Trichet, já vieram dizer que estão satisfeitos com o acordo desenhado ontem.

O euro também está a recuperar de mínimos de dez meses face ao euro, com o aliviar dos receios de que a crise grega possa contaminar o resto da zona euro.

A bolsa de Lisboa acompanha o optimismo grego, se bem que de forma modesta, no dia depois de ter sido aprovado no Parlamento a a proposta de resolução do Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC) português.

O PSI 20 valorizava 0,05% para negociar nos 8.071,74 pontos.

PORTUGAL TELECOM: a operadora liderada por Zeinal Bava recuava 0,47% para 8,23 euros, depois de ter revelado ontem que António Ramalho renunciou ao cargo de administrador não executivo da Portugal Telecom por ter sido proposto à Assembleia Geral de Accionistas do BCP para membro do Conselho de Administração Executivo.

PORTUCEL: as acções da papeleira avançam 0,94% para 2,14 euros, depois da empresa ter revelado hoje que vai começar a pagar o dividendo de 0,0825 euros por acção a partir do dia 14 de Abril.

BANCA: continua sem tendência definida. BCP sobe 0,12%, enquanto o BPI cai 0,15% e o BES desvalorizava 0,32%.

GALP: os títulos da petrolífera cediam agora 0,12% para 12,80 euros, no dia em que o Diário Económico noticia que a greve na Galp ameaça os postos de combustível da Repsol e da BP.



Nyk

Bancos da Zona Euro vão necessitar de 400 mil milhões de capital

Os bancos da zona euro vão necessitar de aumentos de capital de cerca de 400 mil milhões de euros na sequência da adopção das novas regras de requisitos de fundos próprios, alertou hoje o presidente do Banco Espírito Santo, Ricardo Salgado, na conferência "Construindo uma Nova Arquitectura Financeira", organizada pela Associação Portuguesa de Bancos.

Actualmente, os bancos da zona euro têm capitais de 1,2 biliões de euros mas vão necessitar de ter capitais de 2,2 biliões de euros. Além do reforço de fundos próprios, de 400 mil milhões, Ricardo Salgado considera que "a restante parte será financiada com resultados gerados nos próximos anos".



Nyk

Bolsa grega sobe mais de 5% após apoio da União Europeia

A bolsa grega liderou os ganhos da Europa impulsionada pelo EFG Eurobank e depois dos líderes da União Europeia terem acordado o plano de ajuda à Grécia. Esta é a maior subida em dois meses.

Ontem, a chanceler alemã, Angela Merkel, e o presidente francês, Nicolas Sarcozy, chegaram a acordo sobre as medidas que a Zona Euro poderá tomar para ajudar a Grécia a financiar-se, caso seja necessário.

Os mecanismos de ajuda à Grécia vão incluir empréstimos bilaterais dos países Zona Euro e financiamento do FMI. Ainda assim, o país apenas será ajudado caso não consiga financiamento no mercado e prove que, de facto, não o conseguiu.

O presidente do Banco Central Europeu (BCE), Jean-Claude Trichet, manifestou-se ontem satisfeito com o acordo dos líderes europeus para ajudar a Grécia, abandonando a sua posição crítica inicial em relação à intervenção do FMI num plano de ajuda ao país.

O índice grego FTSE/ASE apreciou 5,55% para 1076.18 pontos, impulsionado pela banca com o EFG Eurobank a apreciar 12,68% para 7,20 euros, o National Bank avançou 8,11% para 16 euros e o Alpha Bank valorizou 9,65% para 7,61 euros.

A decisão dos líderes europeus sobre o plano para resgatar a Grécia, também impulsionou o euro que recuperou de mínimos de 10 meses, diminuindo as preocupações dos investidores sobre um eventual efeito contágio da crise da dívida pública do país.



Nyk

Atenas prepara-se para nova emissão de dívida pública




O Estado grego deverá realizar na próxima semana uma nova emissão de dívida pública de milhares de milhões de euros, no seguimento da decisão da União Europeia, na quinta-feira, de ajudar Atenas a sair da crise.


A nova emissão de títulos de dívida pública deverá atingir os cinco mil milhões de euros, disse o presidente da instituição gestora da dívida pública grega, Petros Christodoulou, citado hoje pelo jornal Financial Times.

"Gostaríamos de voltar ao mercado até ao final de Março", disse Petros Christodoulou.

Segundo o Financial Times, a emissão de dívida grega deverá ser feita através de títulos a vencer a três ou a sete anos e deverá vir a repetir-se em abril.

A procura e o sucesso da emissão grega no mercado será um teste crucial à confiança na economia do país, disse o jornal.

Na quinta feira, os 16 países da zona euro chegaram a acordo quanto ao plano de ação para ajudar a Grécia, que inclui a atribuição de empréstimos a Atenas e a intervenção do Fundo Monetário Internacional.

O plano da zona euro chega numa altura decisiva para a Grécia, que tem até maio para arrecadar verbas para pagar 20 mil milhões de euros de dívida pública.

"Acho que não teremos de usar as medidas [aprovadas pela zona euro]. A Grécia voltou a ter credibilidade, o sector financeiro do pais não está ameaçado e as verbas no sistema estão seguras", disse o primeiro ministro grego George Papandreou, após o anúncio do plano de auxílio.

Na sexta feira, o risco da dívida grega caiu, reduzindo assim o custo para o país contrair nova dívida pública e demonstrado um aumento da confiança dos investidores.

A rentabilidade das Obrigações de Tesouro gregas com maturidade a 10 anos, que indicam quanto Atenas tem de pagar pelo dinheiro emprestado, caiu para os 6,193 por cento, na sexta feira.



Fenicio

As praças européias iniciaram a primeira sessão da semana em terreno positivo, com Londres a valorizar 0,36% para os 5.723 pontos, Paris a subir 0,45% para os 4.007 pontos e Frankfurt a ganhar 0,76% para os 6.166 pontos. Com as subidas desta manhã, Paris volta a aproximar-se dos seus máximos anuais e Frankfurt e Londres continuam na sua marcha positiva, estabelecendo máximos atrás de máximos.

Por detrás de tanto optimismo está o sector da mineração que, juntamente com a Vodafone, cujos rumores sobre uma eventual fusão com a Verizon aumentaram muito nos últimos dias, estão a sustentar os ganhos desta segunda-feira.

Do lado dos indicadores macro-económicos, o sentimento económico da Euro-Zone aumentou no mês de Março, retomando as subidas após uma pausa em Fevereiro, e nos EUA os investidores estão ansiosos à espera de conhecerem novos dados acerca do nível de emprego, um dos indicadores mais importantes pois oferece uma visão clara sobre a retoma económica.

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Análises Técnicas sobre os principais títulos europeus e norte-americanos. Actualização diária!

Nota: As análises apresentadas constituem artigos de opinião do autor, não devendo ser entendidos como recomendações de compra e venda ou aconselhamento financeiro.

Nyk

"Chegou o momento de levar mais longe a integração europeia"



Dominique Strauss-Kahn apelou hoje aos líderes europeus para que dêem novos passos na integração política da União Europeia, depois de ter lembrado que a recente crise financeira mais não fez do que expor fragilidades antigas no edifício institucional, em especial da Zona Euro.

"A crise foi um revés, mas os benefícios da integração são muito superiores". "Chegou o momento de levar o projecto europeu para um novo patamar, mais elevado".

Falando em Varsóvia, capital do único país da UE que registou um crescimento económico positivo ao longo do ano passado, Strauss-Kahn enumerou três áreas prioritárias onde é preciso mais Europa.

A primeira é a da regulação e supervisão financeiras. "Vejo claramente a necessidade de um enquadramento europeu para a prevenção, gestão e resolução de crises". Este enquadramento deverá, sublinhou, contemplar a criação de uma Autoridade Europeia de Resolução, dotada de legitimidade e de meios para lidar com bancos em perigo de falência cuja dimensão traduza um risco de contágio a todo o sistema – tal como está a ser ponderardo pelo Parlamento Europeu.

Em segundo lugar, Strauss-Kahn quer ver reforçada a coordenação económica, com uma maior interligação entre as dimensões macroeconómica, financeira e estrutural. "Uma das lições da actual crise na Europa é que, na ausência de uma coordenação política efectiva, uma moeda única pode gerar enormes desequilíbrios".

Por último, o director-geral do FMI, e ex-ministro francês das Finanças, apela a uma maior coordenação entre os países para que a retoma económica em curso seja prosseguida, e consiga combater o desemprego.

Strauss-Kahn não se referiu directamente ao acordo da semana passada, em que os líderes da Zona Euro se comprometeram a conceder empréstimos à Grécia, conjuntamente com o FMI, se o país não conseguir captar recursos nos mercados internacionais.

Mas, tomando por referência o caso polaco, onde o FMI interveio na cedência de liquidez, o director-geral do Fundo lembrou que as verbas vêm sempre acompanhadas de "condicionalidade, para garantir que os problemas são enfrentados". Contudo, sublinhou, "temos vindo a conceder crescente ênfase à condicionalidade da promoção social, para minimizar os efeitos da crise sobre os mais vulneráveis".

Fenicio

As praças europeias encerraram a sessão desta segunda-feira em terreno positivo, com Londres a subir 0,13% para os 5.711 pontos, Paris a ganhar 0,29% para os 4.001 pontos e Frankfurt a valorizar 0,60% para os 6.157 pontos, o que confirma a tendência bullish desses índices. Foi uma sessão bastante volátil, com algumas praças a transitarem entre ganhos e perdas ao longo de boa parte do dia.

Os mercados norte-americanos também ajudaram a sustentar os ganhos na Europa, principalmente após a divulgação dos dados relativos ao consumo que subiram pelo quinto mês consecutivo, o que reforça a convicção de que a retoma económica continua viva e em boa forma.

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Nota: As análises apresentadas constituem artigos de opinião do autor, não devendo ser entendidos como recomendações de compra e venda ou aconselhamento financeiro.

Nyk

Aumento da confiança impulsiona bolsas europeias


As bolsas europeias fecharam a ganhar, depois da confiança dos europeus ter atingido máximos de dois anos. Por outro lado, a Standard & Poor's (S&P) manteve o outlook negativo do rating de AAA do Reino Unido, aumentado o risco de que a dívida pública possa anular a recuperação da economia.

A confiança dos europeus na economia atingiu, em Março, máximos de quase dois anos, superando as estimativas dos analistas e dando sinais de retoma económica.

O índice de confiança dos executivos e o sentimento de confiança dos consumidores na Zona Euro subiu para 97,7 pontos em Março, contra 95,9 pontos em Fevereiro, revelam os dados divulgados hoje pela Comissão Europeia.

A recuperação da economia da Zona Euro está a ganhar dinamismo, de acordo com a leitura dos europeus, com as companhias exportadoras a serem ajudadas pelo deslize do euro face às principais divisas.

Por outro lado, a S&P manteve o outlook negativo da dívida pública do Reino Unido, assinalando a preocupação com o facto de o governo não ter especificado o suficiente sobre como é que vai cortar o défice do país.

"Com a ausência de um plano de consolidação fiscal forte, o peso da dívida líquida do governo pode-se tornar incompatível com um rating AAA", afirmou o analista da S&P, Trevor Cullinan, à Bloomberg.

Os bancos Ireland Plc e o Allied Irish tiveram uma queda de mais de 6%, enquanto que o BHP levou o sector mineiro aos ganhos, beneficiando com o aumento do preço dos metais.

O IBEX avançou 0,18% para 11.091,00 pontos, o inglês FTSE progrediu 0,13% para 5.710,66 pontos e o francês CAC avançou 0,29% para 4.000,66 pontos. Já o DAX ganhou 0,60% para 6.156,85 pontos e o AEX apreciou 0,04% para 343,96 pontos.


Nyk

 Ajuda da União Europeia não reduz risco da Grécia

O pacote de apoio da União europeia à Grécia não é suficiente para baixar o risco relacionado com a crise orçamental do país. A conclusão é da Fitch e perceptível no resultado da emissão de dívida realizada hoje pela Grécia.

Na semana passada o Conselho Europeu chegou a acordo para, caso seja necessário, fornecer empréstimos à Grécia, com a participação do FMI

"O mecanismo através do qual esse apoio será fornecido, em tempo útil, mantém-se opaco e fica condicionado politicamente", salienta a agência de notação financeira que na semana passada cortou o "rating" de Portugal.

O prémio exigido pelos investidores para comprarem dívida grega, em detrimento da alemã, mais que duplicou desde Setembro passado, devido aos receios de que o Governo da Grécia não conseguirá reduzir o défice, que no ano passado se aproximou de 13% do PIB.

Hoje o instituto que gere a dívida do Estado colocou 5 mil milhões de euros no mercado, pagando um "spread" de 310 pontos base face ao juro de mercado. "É animador que as autoridades [gregas] tenham agido rapidamente para levantar fundos no mercado", salienta a Fitch, acrescentando contudo, de acordo com a Bloomberg, que contudo adverte que "serão necessárias mais emissões par cumprir as necessidades de financiamento de curto prazo".



Nyk

Grécia falha emissão de obrigações a 12 anos e leva bolsas a cair


A Grécia emitiu hoje obrigações a 12 anos, com o objectivo de vender até mil milhões de euros em títulos. No total, o governo grego conseguiu colocar no mercado 360 milhões de euros. Os mercados bolsistas estão a reagir em queda, com o principal índice grego a ser o mais fustigado, ao perder mais de 2%.

Depois de ontem a Grécia ter recebido ordens de compra de seis mil milhões de euros, numa operação queria colocar no mercado cinco mil milhões de euros de obrigações a sete anos, hoje a emissão que o Governo quis realizar não teve a aceitação do mercado, e isso está também a penalizar os índices bolsistas europeus e norte-americanos.