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News: O sentimento do mercado - Poço sem fundo ou grande Correcção?

Iniciado por tiagodandre, Janeiro 22, 2008, 14:37

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tiagodandre


Será o pânico justificado?

Alguns dos principais mercados accionistas internacionais registaram hoje a maior correcção diária desde os atentados terroristas de 11 de Setembro de 2001. A título de exemplo, o DAX (Frankfurt) e o IBEX (Madrid) perderam mais de 7%, enquanto o índice pan-europeu DJ Stoxx 600 desvalorizou 5,7%. Os mercados emergentes corrigiram cerca de 6%, tendo os futuros sobre o S&P 500 (EUA) caído 4,5% (o mercado à vista esteve fechado devido a feriado).

O mercado europeu está cerca de 23% abaixo dos máximos atingidos em Junho de 2007, tendo recuado para valores de Dezembro de 2005 (posteriormente retomados em Junho de 2006, conforme podemos verificar no gráfico em anexo).



Como se justifica esta correcção extrema?

Escrevemos na passada semana que o actual pessimismo dos investidores se devia à iminência de uma recessão económica nos EUA, a qual teria efeitos negativos nos resultados das empresas norte-americanas, e que poderia ter um efeito de contágio ao resto do mundo.

Desde então, a iminência da recessão económica ganhou mais peso, através das declarações de Ben Bernanke, presidente da Reserva Federal norte-americana (Fed), ao afirmar a importância de conjugar a política monetária (descida de taxas de juro) com uma política orçamental (descida de impostos), que permita atingir um efeito mais rápido no debilitado consumidor americano (a redução de taxas de juro tende a demorar 12 a 18 meses a produzir efeitos plenos).

O presidente Bush respondeu a este apelo com um pacote de redução de impostos de 145 mil milhões de dólares (ainda sujeito a aprovação do Congresso). Em condições normais de mercado, este anúncio seria bem recebido pelos investidores, mas face ao pessimismo reinante foi visto como um sinal de desespero das autoridades.



CDS (Credit Default Swaps): um novo subprime?

Outra das razões para o exacerbado nervosismo dos investidores foi o aumento da convicção de que as empresas que garantem a cobertura do risco de crédito, através de Credit Default Swaps (CDS), não irão conseguir cumprir as suas responsabilidades, o que poderia originar perdas equivalentes às estimadas para a crise do subprime (cerca de 200 mil milhões de dólares).

Nos últimos anos, tal como os particulares com elevado risco de crédito conseguiram aceder a empréstimos imobiliários, cujo risco era posteriormente vendido a terceiros sob a forma de títulos (originando a crise subprime), também diversas empresas com elevado risco de crédito tiveram acesso a empréstimos de forma algo "despreocupada". A razão para a "despreocupação" é que o bom cumprimento dos empréstimos era garantido por seguradoras de crédito, de bom risco (rating AAA), de que são exemplos a MBIA e a AMBAC, cuja solvência foi agora posta em causa pelas agências de rating.

Um CDS é um contrato em que 2 contrapartes acordam em transaccionar o risco de crédito de uma terceira entidade. O vendedor de um CDS promete ao comprador um pagamento pré-definido se uma determinada empresa deixar de cumprir os seus empréstimos obrigacionistas, em contrapartida do pagamento de um prémio inicial e de prémios regulares subsequentes. Nem o comprador nem o vendedor de um CDS necessitam de ser detentores da dívida por si garantida na data do acordo, o que possibilita que os CDS possam ser transaccionados de forma especulativa, permitindo "apostar" que uma determinada falência irá ocorrer.

O mercado de CDS tem crescido de forma considerável desde 2000, duplicando anualmente até atingir o actual valor de 43 triliões de dólares. Normalmente, este mercado é um "jogo de soma nula", uma vez que os ganhos de uma das contrapartes são as perdas da outra, o que é neutral para o mercado em geral. E se uma das partes não assumir as suas responsabilidades?

Na passada semana, a agência Fitch reviu em baixa o rating de crédito da AMBAC, esperando-se que a Standard&Poor's e a Moody's sigam em breve o mesmo exemplo, tanto para a AMBAC como para a MBIA. A dívida garantida por estas 2 entidades ascende a 2,4 triliões de dólares, dos quais a parte mais significativa corresponde a dívida municipal norte-americana, de baixo risco, mas uma parte ainda importante é relativa a empresas de risco duvidoso.

O risco de falência destas 2 entidades é agora estimado em mais de 70%, tendo as suas acções desvalorizado cerca de 90% nos últimos 3 meses.




"Aprenda com os erros alheios. Não viverá o bastante para cometer todos os erros." (Martin Vanbee)

"Investir em conhecimento rende sempre os melhores juros." (Benjamin Franklin)

tiagodandre

"Já não existe margem para que as acções venham a corrigir muito mais"

Os resultados das empresas devem crescer abaixo das actuais perspectivas dos analistas, mas, de acordo com o Activobank, "podemos concluir que já não existe margem para que as acções venham a corrigir muito mais".

"Os analistas continuam a prever um crescimento dos resultados na ordem dos 15% para os EUA e 10% para a Europa, o que parece manifestamente exagerado na actual conjuntura. No entanto, mesmo se considerarmos um crescimento claramente mais moderado, ou mesmo negativo, podemos concluir que já não existe margem para que as acções venham a corrigir muito mais", refere o Activobank, na sua "newslwetter" divulgada hoje.

O banco "online" cita uma análise recente do Deutsche Bank para as acções europeias, onde conclui que "para o universo de acções europeias, as actuais cotações incorporam já 80% a 90% da redução de resultados que é expectável numa recessão económica".

"Desta forma, o potencial de descida das acções até ao final do ano será de cerca de 5% para um cenário de recessão, mas o potencial de subida é de 19% para um cenário de crescimento em linha com a tendência de longo prazo, e de 30% para o cenário considerado mais provável por estes analistas", acrescenta.

A mesma fonte adianta que este "não será provavelmente um bom momento para sair (procurando refúgio em activos mais defensivos), antes podendo conduzir a um bom momento de entrada nos próximos dias ou semanas".

Lembra também que "os mercados já registaram no passado correcções superiores a 20% (como em 1998), antes de retomarem um ciclo ascendente", questionando se "será o caso de 2008""


"Não havendo neste momento lugar para optimismos extremos, esperando-se um ano particularmente volátil, as actuais valorizações parecem já descontar um cenário muito negativo para os resultados das empresas, pelo que mantemos a convicção que 2008 será um ano rentável para os investidores em acções".

O banco online termina o seu artigo citando o Barão Nathan Rothschild, que em 2003 terá afirmado "a melhor altura para comprar é quando há sangue nas ruas".


2008/01/22 - 12:07
Fonte: Canal de Negócios



UBS recomenda comprar acções durante esta correcção dos mercados

A UBS recomenda aos investidores que aproveitem a correcção dos mercados accionistas, a nível mundial, para comprar acções. A casa de investimento suíça considera que esta é uma boa oportunidade.

"Percebemos os desafios macroeconómicos que as economias enfrentam, e as muitas incertezas, no entanto, acreditamos que este nível de pessimismo é desmedido", afirma o analista David Bianco, numa nota de investimento divulgada esta manhã, citada pela Bloomberg.

Mais de metade dos índices de referência mundiais entrou no ciclo "bear market", durante as duas sessões desta semana, em resultados dos receios crescentes de que a economia dos EUA, a maior do mundo, esteja a entrar num período de recessão.

A queda de mais de 3% do MSCI World, a maior desde 2002, levou os índices da França, da Itália, do México e 35 outros, a nível mundial, a pelo menos 20% abaixo dos máximos recentes.

Nas últimas cinco recessões, os preços das acções atingiram os seus valores mais baixos nos dois trimestre que antecederam a maior queda homóloga no crescimento dos lucros e subiram 22%, em média, nos seis meses que se seguiram, à medida que os resultados líquidos mantiveram uma tendência de queda, acrescenta a UBS.

"O S&P 500 [índice norte-americano] atingiu este ponto", destaca o analista David Bianco, da UBS, encorajando os investidores a "utilizarem esta correcção como uma oportunidade de compra" de acções.


2008/01/22 - 10:45
Fonte: Canal de Negócios



Futuros das bolsas americanas derrapam antes da apresentação de resultados

Os futuros das bolsas americanas seguiam em forte queda, num dia em que serão conhecidos os resultados do quarto trimestre de 2007 de importantes companhias como o Bank of America, a Apple, a Johnson & Johnson, entre outras.

Os futuros do Nasdaq perdiam 4,72%, enquanto os futuros do Standard & Poor?s 500 cediam 4,77%, indicando que este índice poderá registar, na abertura do mercado, a maior queda desde os ataques terroristas de 11 de Setembro.

Ontem, as praças dos EUA estiveram encerradas para a comemoração do feriado de Martin Luther King, depois de na semana passada as bolsas terem registado a maior queda semanal desde Julho de 2002.

Apesar de não ter sido conhecido qualquer dado económico ou resultado de empresas nos EUA, as bolsas mundiais viveram, ontem, uma sessão bastante negativa registando as maiores perdas em muitos anos.

Para avaliar o comportamento dos mercados na sessão de hoje serão muito importantes os números reportados pelas empresas americanas antes da abertura das bolsas, nomeadamente do Bank of America, o segundo maior banco dos EUA, depois de o Citigroup, a Merrill Lynch e a JP Morgan terem apresentados fortes prejuízos em resultado da crise no mercado de crédito de alto-risco dos EUA.

Os investidores aguardam estes números depois de os três dos maiores bancos de investimentos do país terem anunciado resultados negativos. No total, o Citigroup e a Merrill Lynch registaram prejuízos de 19,66 mil milhões de dólares no últimos trimestre de 2007. O JP Morgan conseguiu manter-se à "superfície" mas viu os seus lucros caírem 34% face ao mesmo período do ano anterior.

O Citigroup apresentou os piores resultados da sua história e o Merrill Lynch registou prejuízos anuais pela primeira vez desde 1989. E os três bancos tiveram que amortizar activos no valor de 30,8 mil milhões de dólares.

Espera-se que os números conhecidos hoje tragam um pouco mais de luz sobre a real situação da economia norte-americana. Os analistas contactados pela Bloomberg estimam que o banco apresente lucros de 21 cêntimos por acção no quarto trimestre de 2007.

Os accionistas do banco deverão estar particularmente atentos a novidades sobre planos de aquisição que lhe permita ganhar vantagem num ambiente de forte turbulência e incerteza como o que se tem vivido.

Também a Apple, Johnson & Johnson e a DuPont vão apresentar hoje os resultados referentes a 2007.


2008/01/22 - 10:51
Fonte: Canal de Negócios



"Isto é como uma tempestade: a gente abriga-se, não vao a correr pela tempestade fora"


Em declarações esta manhã na TSF, Francisco van Zeller afirmou que "com certeza que [esta crise bolsista] pode mexer na nossa economia".

"O que está a acontecer resulta de uma actuação psicológica, tem a ver com expectativas e com medo, resulta da falta de confiança", caracterizou. "São actuações individuais que estão a transmitir para a economia esse medo e pânico."

Ora, essa transmissão terá efeitos nas empresas. "É natural que alguns [empresários e gestores] hesitem, há atrasos na economia, nos investimentos [das empresas]".

Mais: "Do ponto de vsita financeiro, quem tem acções deixa de ter capacidade de endividamento, não tem colaterais, terá menos capacidade para obter crédito. Provavelmente haverá um abrandamento de investimento", o que terá consequências no crescimento económico e na criação de emrpego, prosseguiu van Zeller.

Por outro lado, se houver muitas vendas de acções, "haverá até talvez uma diminuição do poder de compra" dos portugueses.

"A questão agora é saber como é que isto se trava e a única maneira é [fazê-lo] através das expectativas", o que justifica a intervenção do Governo de vir injectar confiança com o seu discurso de ontem, sustenta o presidente da CIP.

"Portugal, sozinho, não tem capacidade para fazer nada. Não vale a pena criticar o Governo. Só podemos actuar em conjunto em Bruxelas. O Governo tem as mãos atadas, pode mexer aqui ou acolá, em questões fiscais, prolongamento de créditos, facilitação e créditos bancários, mas serão acções para remediar."

O mais importante que Sócrates pode fazer é "obviamente a questão da atitude, para evitar o pânico, para que as pessoas não comecem a vender tudo. "Isto é como uma tempestade: a gente abriga-se, não vao a correr pela tempestade fora", concluiu.


2008/01/22 - 11:02
Fonte: Canal de Negócios
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tiagodandre

Banca norte-americana regista perdas de 120 mil milhões com "subprime"

A crise do mercado hipotecário de alto risco dos EUA, o "subprime", tem assombrados os mercados e já provocou perdas superiores a 120 mil milhões de dólares (82,6 mil milhões de euros) aos bancos norte-americanos, desde Junho do ano passado. O Citigroup e a Merrill Lynch foram os mais penalizados, no último trimestre.

O banco liderado por Vikram Pandit, o substituto de Prince na liderança do maior banco dos EUA, viu-se obrigado a amortizar o valor dos seus activos em 18 mil milhões de dólares, no último trimestre, levando a instituição a registar as maiores prejuízos da história, um total de 9,8 mil milhões (6,7 mil milhões de euros).

O Citigroup foi um dos mais penalizados por esta crise, a par da Merrill Lynch que efectuou amortizações no valor de 15 mil milhões (10,3 mil milhões de euros), com activos relacionados com o "subprime".

A JPMorgan também tem sofrido perdas consideráveis. O terceiro maior banco dos EUA, revelou recentemente uma quebra de 34% nos seus lucros, anunciando, ao mesmo tempo, uma provisão de 2,3 mil milhões de dólares (1,58 mil milhões de euros).

Hoje, o Bank of America anunciou uma forte quebra de lucros, depois de ter amortizado o valor dos seus activos em 5,28 mil milhões (3,6 mil milhões de euros). O Wachovia, o quarto maior banco norte-americano, revelou perdas de 1,6 mil milhões de dólares associadas à unidade de banca de investimento e empresarial, em resultados da menor procura por activos relacionados com o mercado de crédito hipotecário.

No total, desde que estalou a crise do "subprime", os bancos norte-americanos acumulam perdas de 120 mil milhões de dólares, valor que continua a aumentar à medida que vão sendo reveladas as contas das instituições financeiras.


2008/01/22 - 13:04
Fonte: Canal de Negócios



Abrandamento dos EUA ameaça crescimento económico na Europa

Os ministros das Finanças da União Europeia (UE) estão preocupados com os impactos da crise financeira e do abrandamento dos Estados Unidos na economia europeia. Os membros do Ecofin admitem rever em baixa as previsões de crescimento para 2008.

"Há uma grande preocupação relativamente à actual crise financeira", disse o ministro das Finanças belga, Didier Reynders, hoje em Bruxelas. "Existe o risco de abrandamento económico na Europa", acrescentou o governante.

Já o ministro das Finanças do Luxemburgo, Jean-Claude Juncker, afirmou que as previsões económicas para a Europa vão ter que ser revistas em baixa.

"As previsões de Novembro poderão não ser alcançadas", confirmou o Comissário dos Assuntos Económicos, Joaquin Almunia.

No passado dia 13 de Janeiro, Juncker afirmou que as previsões económicas para 2008 na Zona Euro, deverão ser revistas em baixa para 1,8%, o que compara com a anterior estimativa de 2,2%.

"Temos que estar preocupados mas um pouco menos que os norte-americanos",disse Juncker, citado pela agência Bloomberg.

"A queda das bolsas reflecte uma correcção brutal dos mercados", afirmou a ministra da Economia e das Finanças francesa, Christine Lagarde.


2008/01/22 - 12:44
Fonte: Canal de Negócios



Wachovia regista lucros mas falha estimativas do mercado

O Wachovia, o quarto maior banco dos EUA, fechou o último trimestre com lucros de 51 milhões de dólares, um valor que representa uma quebra de 98% face ao período homólogo, reflectindo as perdas contabilizadas com o crédito malparado e activos relacionados com o mercado de crédito hipotecário.

Os resultados líquidos, anunciados hoje, compara com os 2,3 mil milhões de dólares de lucros obtidos no último trimestre do ano anterior. Excluindo custos de reestruturação, o Wachovia obteve resultados líquidos por acção de 8 cêntimos, substancialmente inferiores aos 33 cêntimos estimados pelos analistas consultados pela Bloomberg.

O banco norte-americano revelou perdas de 1,6 mil milhões de dólares associadas à unidade de banca de investimento e empresarial, em resultados da menor procura por activos relacionados com o mercado de crédito hipotecário. O valor destes activos foi amortizado em 600 milhões de dólares no quarto trimestre, depois de ter sido reduzido em 488 milhões nos três meses anteriores.


2008/01/22 - 12:43
Fonte: Canal de Negócios



Agora é ver o impacto e a capacidade de absorção dos mercados europeus...  :o

Cump, e cuidado com o $$$....
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tiagodandre

Ui..................................  :o  :o  :o

FED CORTA JUROS EM 75 PONTOS PARA ENFRENTAR CRISE

A Reserva Federal norte-americana anunciou hoje um corte surpresa de 75 pontos base, na sua taxa de juro, para 3,5%, de modo a contrariar os efeitos da crise. Foi a primeira vez desde 2001 que o banco central americano adoptou uma medida de emergência, que foi muito mais grave do que se esperava.

Num comunicado surpresa, a reserva Federal anunciou um corte da sua taxa de juro de referência. Passou de 4,25% para 3,5%. Desde Setembro de 2001, na altura dos atentados terroristas, que a Fed não cortava os juros de surpresa.

Na altura também o Banco Central Europeu reduziu os juros em meio ponto percentual. Hoje já recusou comentar a medida da Fed, deixando a antever que esta medida não foi concertada.

No mercado já esta manhã circulava que a Fed poderia hoje cortar os juros de surpresa, de modo a acalmar os mercados, mas não se esperava uma descida tão intensa. Na reunião de 30 de Janeiro era esperado que a Fed descesse os juros em 50 pontos base.

"Enquanto os constrangimentos no curto prazo no financiamento dos bancos aliviaram ligeiramente, as condições nos mercados financeiros continuaram a deteriorar-se", refere o comunicado da Fed.

Ontem as bolsas europeias registaram a maior queda desde Setembro de 2001. Hoje as praças americanas preparavam-se para registar fortes quedas, dai a Fed ter decidido intervir.

Desde Setembro a Fed já cortou os juros em 1,75 pontos percentuais, colocando agora o preço do dinheiro abaixo do praticado na Zona Euro (os juros situam-se nos 4%).

A decisão de hoje deve-se, explica a Fed, ao enfraquecimento do outlook económico e ao crescimento dos riscos.

"As informações mais recentes apontam para um agravamento da situação no sector imobiliário", bem como no mercado de trabalho, explica a Fed, adiantando que "prevê um abrandamento na inflação" nos próximos trimestres.

Apesar de ter cortado os juros para 3,5%, a Fed dá a entender que pode cortar mais.

"Permanecem os riscos para uma revisão em baixa do crescimento", pelo que a Fed vai continuar a avaliar o desempenho dos mercados financeiros e da economia e agir em conformidade.

2008/01/22 - 13:45
Fonte: Canal de Negócios



Plano para estimular a economia deve ser apresentado "rapidamente"

O Secretario de Estado do Tesouro norte-americano, Henry Paulson, afirmou esta manhã que o Congresso dos Estados Unidos e a Casa Branca precisam de apresentar rapidamente um plano para estimular a economia.

"Precisamos de fazer algumas coisa agora", afirmou Paulson, esta manhã, em Washington. "De ve ser apresentado um plano com efeitos imediatos. Se perdemos isto, perdemos a oportunidade", acrescentou o governante, ainda antes de ser conhecido publicamente que a Reserva Federal norte-americana baixou a taxa de juro em 75 pontos base para os 3,5%.

"Continuo a ter confiança na força da economia mundial", disse Paulson. No entanto, o governante reiterou que o mercado imobiliário está a viver uma correcção muito "significativa".

Paulson cancelou a sua viagem ao Fórum Económico de Davos para ajudar na elaboração deste plano económico.

2008/01/22 - 13:46
Fonte: Canal de Negócios



Queda dos futuros indica que corte não é suficiente para revitalizar economia

Os futuros das principais praças norte-americanas estão a aliviar das perdas, na sequência da decisão da Reserva Federal de reduzir a sua taxa de juro de referência em 75 pontos base, de 4,25% para 3,5%. No entanto, a recuperação não está a ser tão pronunciada como seria de esperar, indicando que este corte parece não ser ainda suficiente para travar o abrandamento económico, o que deixa prever que as bolsas possam abrir em baixa.

Depois de estarem a cair mais de 5%, os futuros do Nasdaq e do Standard & Poor?s 500, que antecipam a tendência esperada para a sessão do dia, estão a recuperar das perdas, acusando neste momento descidas de 2,73% e 3,04%, respectivamente. A negociação das bolsas tem início às 14h30 horas de Lisboa.

Ontem os mercados norte-americanos estiveram encerrados devido ao feriado de comemoração do Martin Luther King Day. Na semana passada, registaram a pior queda semanal dos últimos cinco anos.

2008/01/22 - 13:48
Fonte: Canal de Negócios
"Aprenda com os erros alheios. Não viverá o bastante para cometer todos os erros." (Martin Vanbee)

"Investir em conhecimento rende sempre os melhores juros." (Benjamin Franklin)

goncalonr

Muito interessantes as notícias que aqui colocou, principalmente a 1ª. É que juntamente com esses CDS e a quebra de rating de muitas seguradoras, acresce o facto de até final do 1º semestre de 2008 se estime que as empresas americanas necessitem de qq coisa como 160 mil milhões de euros de refinanciamentos!!! A que taxa serão estes efectuados? Já não haverão estes CDS para ajudar, os spreads vão ser bastante superiores...

Juntem a tudo isto um subprime de cartões de crédito colateralizados, um crash nos produtos derivados e então sim poderemos ter o fim da crise...

tiagodandre

Relacionado com essa notícia (CDS) tem o tópico seguinte:

Bond insurers
/forumbolsa/index.php?topic=28097.0


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Corte da Fed não é suficiente para manter bolsas europeias em alta

As bolsa europeias voltaram a inverter a tendência de subida e seguem a cair mais de 1%. As praças reagiram em alta, assim que foi anunciado o corte de juros nos Estados Unidos, mas o mercado receia que esta medida possa não suficiente para evitar a recessão económica.

Assim que a Reserva Federal norte-americana anunciou o corte da taxa de juro em 75 pontos base, as praças europeias reagiram em alta. O Dow Jones Stoxx 600 chegou a ganhar mais de 1% e o AEX a subir 1,23%. No entanto, o mercado não acredita que esta medida baste para travar uma recessão nos Estados Unidos, salienta a Bloomberg.

Na sexta-feira passada, quando as principais praças dos EUA acumulavam a queda semanal mais acentuada dos últimos cinco anos, já era colocada a hipótese de a Fed reduzir os juros em 0,75 pontos percentuais.

"Os mercados agora vão ter que definir se isto é uma boa notícia, por a Fed nostrar que está preparada para agir de forma agressiva, ou se, pelo contrário, se trata de uma má notícia, pois poderá indicar que os decisores políticos estão realmente preocupados com a economia", comentou à Bloomberg um estratega da Henderson Global Investors, Tony Dolphin.

O Dow Jones Stoxx50 seguia a cair 1,22%, nos 3.100,08 pontos.

Em Madrid, o Ibex [ibex] cedia 1,29%, fixando-se em 12.462,80, ao passo que o DAX [dax] registava uma forte desvalorização de 2,23%, a estabelecer-se em 6.638,75 pontos.

Na praça londrina, o Footsie seguia a perder 0,61%, para 5.544,10 pontos, e em Paris o CAC-40 [cac] está nos 4.698,31 pontos, a quebrar 0,97%.

O AEX [aex] fixa-se em 420,33 pontos, com uma cedência de 0,50%.

2008/01/22 - 14:52
Fonte: Canal de Negócios



BCE e Banco de Inglaterra deverão seguir corte da Fed

O Banco Central Europeu (BCE) e o Banco de Inglaterra deverão ter que seguir a Reserva Federal dos EUA e cortar as taxas de juro devido à ameaça que uma recessão nos EUA poderá significar para o crescimento global, acreditam os analistas contactados pela agência Bloomberg.

Amit Kara, economista da UBS em Londres, estima quatro cortes nos juros do Banco de Inglaterra este ano, e dois cortes na taxa de juro da Zona Euro.

Hoje, a Fed cortou de emergência a taxa de juro de referência dos EUA, o que não fazia desde 2001, depois de a generalidade dos mercados bolsistas ter sido fortemente penalizada pelos receios de recessão nos EUA.

Este movimento teve um impacto imediato nas bolsas europeias, que reagiram em alta ao corte, enquanto as praças americanas continuam em queda, a recear que não seja suficiente para evitar o pior.

Ambas as autoridades monetárias recusaram falar sobre as suas intenções. Um membro do conselho de governadores do BCE, Juergen Stark, ao falar em Bruxelas, recusou comentar a decisão da Fed.

2008/01/22 - 16:01
Fonte: Canal de Negócios
"Aprenda com os erros alheios. Não viverá o bastante para cometer todos os erros." (Martin Vanbee)

"Investir em conhecimento rende sempre os melhores juros." (Benjamin Franklin)

DUARTINI

Vai tdo baixar a taxa de juro, é o que sabemos. Então os investidores e bancos vão refugiar-se tdos no ouro, é isso? Agradecia que me respondessem.
http://strapon.pt    http://sersexy.net

tiagodandre

Risco de recessão preocupa gestores mundiais

A confiança dos presidentes executivos mundiais quanto às perspectivas de crescimento dos seus negócios está em queda e o receio de uma recessão global emerge como a maior ameaça ao crescimento. Estas são conclusões de um inquérito que acaba de ser apresentado no Fórum Económico Mundial, em Davos, na Suíça.

O estudo foi realizado com base em entrevistas a 1.115 CEO em 50 países, agora divulgadas na 11ª edição do "Global CEO Survey 2008" da PricewaterhouseCoopers (PwC). E, pela primeira vez em cinco anos, a confiança dos gestores de topo inquiridos está, também ela, em recessão.

Em comparação com os dados do inquérito anterior, o possível enfraquecimento da economia é o único factor de risco que sobre na preocupação dos CEO. A percentagem de responsáveis que revelam estar "muito confiantes" quanto ao crescimento do volume de negócios nos próximos 12 meses caiu dois pontos percentuais, para 50%. "Ainda assim, os 1.150 CEO inquiridos demonstram quase o dobro da confiança face a 2003", salienta a PwC.

A queda global na confiança é mais evidente nos Estados Unidos da América e, em seguida, na Europa. No extremo oposto, a confiança no ambiente económico surge mais sólida na Índia e na China. "A crise no crédito e o abrandamento das economias ocidentais criou uma clara divisão nos níveis de confiança dos CEO em todo o mundo", salienta Samuel DiPiazza, CEO global da PwC.

As perspectivas de crescimento do negócio a curto-prazo assentam assim numa maior penetração nos mercados actuais ou no desenvolvimento de novos produtos em detrimento de movimentos de fusão ou aquisição ou de expansão geográfica.


2008/01/22 - 18:01
Fonte: Canal de Negócios
"Aprenda com os erros alheios. Não viverá o bastante para cometer todos os erros." (Martin Vanbee)

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tiagodandre

Recession worries roil Wall Street
http://money.cnn.com/2008/01/22/markets/markets_0945/index.htm

Stocks cut some losses after a miserable start to the day, but declines remain. Global markets plunge. Emergency interest rate cut fails to soothe investors.



Wall Street bets on more Fed cuts  :o  ??? (tá tudo louco?)
http://money.cnn.com/2008/01/22/news/economy/fed_lookahead/index.htm

The market still expects the Fed to cut rates again next week but some economists say not so fast.


High gas prices: Recession-proof (a ver vamos...)
http://money.cnn.com/2008/01/21/news/economy/gas_prices_recession/index.htm

Americans may see falling stock markets and employment rates, but worldwide demand and OPEC should keep the heat on oil and gas prices.
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tiagodandre

Epá...não resisti em deixar mais estas duas: Com destaque para o Berardo!!!  ;D  ;D


"Calma, só se perde dinheiro quando se vende" LLLOOOLLLL
Joe Berardo, EMPRESÁRIO E INVESTIDOR

Está preocupado com estas quedas nas bolsas?

Eu já ando nisto há muito tempo, já passei por quedas deste tipo nas bolsas mundiais umas dez vezes. Por isso, não estou muito preocupado. Mas é claro que não é bom para os mercados internacionais, nem para os pequenos, nem para os grandes investidores.

O que aconselha os investidores a fazer?

As pessoas têm de ter calma, só se perde dinheiro na bolsa no momento em que se vende. Quem não tiver calma agora pode perder muito. Até porque ainda não se percebeu muito bem para onde é que vai a economia mundial. Mas parece-me que as bases da economia ainda estão bem.

Mas como se explica esta reacção de pânico dos investidores a nível global?

A reacção é mais um problema de confiança que outra coisa. Há grandes fundos de investimento internacionais que têm decisões automáticas. Quando os preços descem abaixo de determinado nível, as ordens de venda saem automaticamente e provocam um efeito de "bola de neve". Vamos ter de sobreviver a isso. É preciso ter muito sangue-frio.

A recessão na economia dos Estados Unidos justifica o actual sentimento dos mercados?

A economia norte-americana ainda não está em recessão. O que está a provocar isto é mais a incerteza em relação às eleições presidenciais. Mas daqui a um mês, mais ou menos, haverá uma maior definição entre uma ou duas pessoas. Agora ainda são oito candidatos. Depois, vai perceber-se melhor quem poderá vir a ser o líder dos Estados Unidos. E a confiança dos investidores pode regressar aos mercados.

A crise do crédito hipotecário de alto risco nos EUA (subprime) não o preocupa?

Mais ou menos. O que aconteceu foi que os bancos deram empréstimos a quem não deviam dar. Mas acho que grande parte do efeito já foi descontado pelos maiores bancos. Há quem calcule esse impacto em mais de 500 mil milhões de dólares (345,7 mil milhões de euros). É muito dinheiro. Mas esses bancos também ganham muito.

Tenciona vender alguma das participações que tem na bolsa portuguesa, por causa destas quedas?

Não vejo no mercado português nenhuma instituição que me preocupe. A nossa economia tem aguentado bem. O importante é manter a confiança.

Com estas quedas, as empresas estão mais baratas. Parece-lhe uma boa altura para investir em alguma empresa em particular?

Há sempre boas oportunidades para investir. Com estas perdas, baixou o preço médio das cotações. Por isso, já há boas oportunidades.



Pânico global na bolsa lembra 11 de Setembro
PEDRO FERREIRA ESTEVES

As bolsas mundiais não caíam tanto e de forma tão global desde os atentados terroristas de 11 de Setembro nos EUA, que atingiram o "coração" financeiro de Nova Iorque em 2001. As quedas variaram entre os 3% e os 7,5% em todo o mundo, prolongando uma tendência de "fuga" ao risco que já vinha da semana passada, mas que ontem ganhou contornos de pânico. A novidade foi a globalização da crise económica norte-americana com os analistas a perceberem que nem os mercados emergentes escaparão a uma eventual recessão nos EUA. O que, a confirmar-se, retirará qualquer "porto de abrigo" ao investimento bolsista.

As perdas conjuntas sofridas ontem pelas três maiores bolsas da Europa - Alemanha, França e Reino Unido - totalizam 350 mil milhões de dólares (242 mil milhões de euros), uma vez e meia o produto interno bruto de Portugal. Um número que dá uma imagem da dimensão do medo que invadiu os mercados accionistas dos países desenvolvidos.

As quedas estenderam-se ao Brasil, Índia, Rússia e China, países que, até agora, têm sido menos penalizados pela crise de confiança nos mercados, perante as expectativas de continuarem a apresentar um crescimento económico sólido, apesar do abrandamento esperado para os EUA, Europa e Japão. "O que originou esta crise nos mercados - problemas no crédito hipotecário de alto risco nos EUA (subprime) - teve origem num país desenvolvido, ao contrário das crises anteriores, que começaram nos países emergentes", explicou ao DN, Carlos Bastardo, director de private banking do BPN e um dos mais antigos especialistas da Bolsa de Lisboa. "Antes, os EUA importaram as crises, agora estão a exportá-la", refere.

A lógica dos investidores é simples: os países emergentes estão a crescer com base nas exportações para os mercados desenvolvidos. Se o consumo abranda nestes países, o forte crescimento económico da China ou Índia vai abrandar também. Isto justifica que os investidores já nem procurem refúgio nestes mercados. A "fuga" está a levar o dinheiro para o mercado monetário, o que explica a descida das Euribor e para a dívida pública - cujo preço tem vindo a subir desde o início do ano devido à forte procura, estando a caminho da maior subida mensal desde a crise de 1998.

Exagero emocional

As fortíssimas desvalorizações de ontem nas bolsas de todo o mundo foram vistas pelos especialistas como uma reacção a factores racionais, mas de fortes características emocionais.

"As acções, aos actuais níveis, parecem estar atractivas para voltar a investir. O problema é que ninguém quer dar o primeiro passo, porque está toda a gente a vender em força", sublinhou um operador de mercado.

Os próximos dias vão ser decisivos para perceber a amplitude da actual crise. Hoje, as bolsas dos EUA regressam à actividade, depois de terem estado ontem fechadas devido a feriado. No final do mês, a Reserva Federal norte-americana deverá cortar as taxas de juro em 50 pontos base. Até lá, serão publicados mais resultados anuais pelas multinacionais. Se a crise do subprime for mais grave do que se sabe agora, esses números traduzirão essa gravidade.
"Aprenda com os erros alheios. Não viverá o bastante para cometer todos os erros." (Martin Vanbee)

"Investir em conhecimento rende sempre os melhores juros." (Benjamin Franklin)

tiagodandre

Economistas acreditam que a Fed vai continuar a reduzir os juros


A Reserva Federal (Fed) dos EUA acredita que a inflação está contida o suficiente para permitir que Bernanke reduza ainda mais e mais rapidamente os juros, de forma a impedir que os EUA entrem em recessão, consideram economistas consultados pela Bloomberg.

"Agora, eles [Fed] são livres de actuar de forma agressiva", afirmou Mark Gertler, um professor da New York University, acrescentando que "eles querem evitar o pânico nos activos. Não querem que as quedas interrompam o crédito".


Corte dos juros assinala mudança dramática na preocupação da Fed da inflação para o crescimento

A redução de emergência dos juros por parte da Fed, efectuada ontem, assinala uma mudança dramática dos responsáveis pela política monetária das preocupações com a inflação para com as preocupações com o crescimento. Ela indicia que eles [Fed] vêem agora um risco de que as baixas avaliações das casas e das acções prejudiquem o crescimento, explicam os economistas.

A queda nos preços do petróleo, a diminuição da inflação, a subida do desemprego e o abrandamento da produção nas fábricas, foram fortes argumentos para a Fed descer os juros mais cedo do que o esperado.


Consenso aponta para maior redução nos juros desde 1990

Quanto aos próximos tempos, o Barclays Capital também estima que a Reserva Federal norte-americana volte a reduzir as taxas de juro na reunião agendada para dia 30 deste mês, desta vez em 0,5 pontos percentuais.

A taxa de referência nos EUA poderá assim descer até aos 3%, depois de ontem ter sido reduzida de 4,25% para 3,5%. No entanto, se as bolsas continuarem em queda, a Fed poderá reduzir a taxa directora em mais 75 pontos base na próxima semana:o  :o

"Vemos a decisão de hoje como uma resposta aos recentes movimentos dos mercados accionistas, pelo que os movimentos de mercado deverão ser o factor mais preponderante na determinação daquilo que a Fed irá decidir na próxima semana", refere a nota do banco de investimento.

Também o Credit Suisse prevê que no dia de 30 de Janeiro, Ben Bernake, anuncie um novo corte de juros, de 50 pontos base.

Os futuros sugerem que a Fed vai efectuar mais um corte em 50 pontos base no dia 30 de Janeiro. A acontecer, esse corte ? cuja previsão é partilhada também por analistas da Goldman Sachs e do Barclays - seria o maior desde que a Fed começou a usar a taxa de juro como a sua ferramenta principal da política monetária, em 1990.


2008/01/23 - 12:08
Fonte: Canal de Negócios
"Aprenda com os erros alheios. Não viverá o bastante para cometer todos os erros." (Martin Vanbee)

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tiagodandre

Stocks Fluctuate, Giving Up Early Gains
Friday January 25, 12:25 pm ET
By Tim Paradis, AP Business Writer


NEW YORK (AP) -- Stocks fluctuated Friday, giving up early gains as investors appeared to take a break from the run-up in stocks this week.
Investors' early burst of enthusiasm, which sent each of the major indexes up more than 1 percent, came after upbeat profit reports from big names like Microsoft Corp. and reports of a possible buyout of a trouble bond insurer.


But rumors of financial troubles among hedge funds appeared to unnerve the market Friday. The notion that a hedge fund could face trouble rekindled concerns that the recent stumbles in the financial sector may not be entirely on the mend; reports of fund problems have contributed to the market's declines over the past few months.

The concerns about further turmoil in the financial sector dampened the market's enthusiasm over Microsoft's bright forecast and earnings that outpaced expectations. The results for a time had appeared to strengthen a notion emerging in recent days that perhaps Wall Street had been too pessimistic in its reading of the economy.

"There are a number of names of hedge funds being bandied about as possibly being in trouble," said Tom di Galoma, head of Treasurys trading at Jefferies & Co. It is impossible to discern whether the stories have any basis in fact, he said.

The day's volatility wasn't surprising, particularly as investors readied for the weekend and following two days of gains that heading into Friday's session left the Dow Jones industrial average up by more than 275 points, or 2.3 percent, for the week.

Scott Fullman, director of investment strategy for I. A. Englander & Co., noted the market has had a lot to consider in recent days and a retrenchment or move sideways on a Friday wasn't unexpected.

"The market is extremely sensitive to any news that's out there. A year ago, it brushed off a lot of stuff. Now, it's just the opposite, and we're seeing reactions nearly immediately when things come out," he said.

Fullman added that oil's climb back above $90 a barrel probably has some traders concerned.

"People may be looking to take some profits off the table in this volatile market. And there's a lot of activity that's coming up next week," Fullman said.

President Bush is scheduled to deliver his State of the Union address Monday. Meanwhile, the Federal Reserve is expected to hold its first regularly scheduled meeting of the year on Tuesday and Wednesday, and then the Labor Department plans to weigh in on the state of the job market on Friday.

Wall Street still found room for optimism in part because of reports from U.K. newspapers that billionaire Wilbur Ross was in talks to acquire bond insurer Ambac Financial Group Inc. Financial woes at many U.S. bond insurers have in recent weeks caused headaches for investors worldwide who have worried that the credit crisis could worsen should one of the companies buckle under an inability to draw new business.

Word of Ross' interest follows comments this week by New York State regulators saying they would consider lending support to shore up the struggling bond insurance industry. While uncertainty surrounds what role regulators might play, the comments helped reassure Wall Street and made room for stocks to rally in recent days.

The dollar was mixed against other major currencies, while gold prices rose.

Light, sweet crude oil rose $1.37 to $90.78 per barrel on the New York Mercantile Exchange.

The stock market's move follow comments from former Fed Chairman Alan Greenspan who told the Financial Times he isn't certain the U.S. will tip into recession even though the economy might not be growing.

Corporate news appeared to offer investors mixed readings on the economy.

...


http://biz.yahoo.com/ap/080125/wall_street.html


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tiagodandre

#12
Markets: Why There's Some Weakness Today
Posted By:Bob Pisani


If you're wondering why we are experiencing some mid-morning weakness, it shouldn't come as a big surprise.

First, the Dow has rallied almost 900 points in 3 days--time for a rest, already.

Two, China has now become the new lead story of "Sunday night selloffs" so lightening up a bit into the weekend is not shocking anyone.

Three, options traders tell me there has been a spate of short selling in financials this morning, which again should not be surprising--I mean, did you think the shorts would give up this easily?

Finally, there is the usual "XYZ hedge fund/bank is in trouble" rumors floating around, with weakness in some European banks. These rumors are usually dismissed as the usual tricksters improving their positions, but given what happened with SocGen this week these rumors are having a little more impact than they usually do.


....... ;)

http://www.cnbc.com/id/22841906
"Aprenda com os erros alheios. Não viverá o bastante para cometer todos os erros." (Martin Vanbee)

"Investir em conhecimento rende sempre os melhores juros." (Benjamin Franklin)

berrio

CitaçãoFinally, there is the usual "XYZ hedge fund/bank is in trouble" rumors floating around, with weakness in some European banks. These rumors are usually dismissed as the usual tricksters improving their positions, but given what happened with SocGen this week these rumors are having a little more impact than they usually do.

Por acaso também ouvi falar desse rumor de um hedge fund a implodir, o que não seria nada de admirar dados dos Ranges diários de quases todos os activos, e em especial a altissima correlacção que se verificou entre os vários mercados esta semana. Um exemplo: quase em sincronia, o S&P subia o ouro ia atrás, o S&P descia o ouro vinha atrás... o que não é normal, "penso eu de que"...  :o

Mas quanto a "implosões"/fundos/correcções, só queria fazer uma nota dumas peças que passei o dia a juntar - Societé Generale.

Parece que uma fonte do banco revelou o tamanho aproximado das posições do "nick leeson" françês... qualquer coisa como 73 $Bln USD  :o :o :o

Fora o "mas como raio é que um trader abre uma posição dessas num banco civilizado" - continuo a achar que a história está mal contada - o facto é que segunda feira era FERIADO nos EUA! CBOT e CME fechadas, e menor volume/open interest nos vários futuros. O Volume médio do dia foi 250 Bln USD... Agora imaginem que alguém "despeja" 73 e uns trocos Bln USD - sim, são 30% do volume do dia - no mercado assim do nada... que é que têm? Um sell-off'zito talvez  ::)

A SG abriu a semana com uma posição desconhecida até então, a desfazer dinheiro do banco, com a Asia a abrir a semana a cavar um buraco e a Fimat/New Edge decidiu desfazer-se daquilo como se fosse um "stop"... se alguém descobrisse que eles tinham aquela posição, o mundo inteiro estaria a fazer trading contra a SG!

Lembram-se de Agosto? Os fundos da Bear Stearns implodiram, os fundos do BNP Paribas congelaram, o mercado deu um mortal encarpado e uma serie de hedge funds foi apanhada no meio, e forçada a margin calls. Não sei porque mas acho que despejar 73 Bln USD de posiçoes longas num mercado já de si nervoso é capaz de ter um efeito semelhante  :-\ :-\

Se é fundo ou não? Não sei, nem me atrevo a arriscar... mas que isto parece um campo de minas e alguém perdeu o mapa, isso parece! E para a semana é Fed na terça feira, Jobs na sexta (monthly data)...  :-X :-X
Abraços,
Guilherme Diaz-Bérrio
"Os economistas passam metade do tempo a fazer previsões. A outra metade passam-na a explicar por que se enganaram"
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tiagodandre

A ser verdade é um escândalo!!...já 5 ou 7 era quanto mais 73!!!! E na posição dele!!! :o  :o

O facto de ter coincidido com a quedra dos 4.000 com forte volume, também ajudou à festa!!!...era os stops todos as disparar!!!

E como a malta já tem azia com as segundas e terças...("Bem deve ser um crash!!!....SELL, SELL, SELL, SELL,...)

Agora a sério, considero que tenha sido um sell-off técnico! Vamos ver se o Fed muda de opinião sobre o corte na próxima semana, agora que já foi avisado! LOL

Isto é sempre assim,...cada um diz o que lhe convém...uns querem que desça outros querem "alongar" as suas posições!!! Nestes últimos dias tem sido só bitaites!!



Bulls throw in the towel
http://money.cnn.com/2008/01/25/markets/markets_afternoon/index.htm?postversion=2008012516


...The market action this week suggests that the stock market is trying to find a floor to bounce off of. However, that process can be volatile for a bit before stocks start moving higher again.

"The market touched what might have been an intermediate-term bottom earlier this week and it may may retouch it over the next five or 10 trading days," said John Merrill, chief investment officer at Tanglewood Capital Partners....


cump.

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