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Impresa - (IPR.LS)

Iniciado por goncalonr, Janeiro 04, 2008, 12:05

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KANU

Será este um bom titulo para investir?

KANU

Ja investi, comprei hoje a 1.53Euros... Vamos lá ver se daqui a 2 mesitos isto sobe bastante, para compensar as minhas perdas do BCP...

tiagodandre

#62
(Tópico actualizado com novo gráfico em escala LOG....)
"Aprenda com os erros alheios. Não viverá o bastante para cometer todos os erros." (Martin Vanbee)

"Investir em conhecimento rende sempre os melhores juros." (Benjamin Franklin)

KANU

Hoje é a  Assembleia Geral anual da Impresa , no Hotel da
Lapa, às 11 horas...

KANU

Noticias:

ENTREVISTA-Versão integral entrevista a Ricardo Costa

LISBOA, 18 Abr (Reuters) - Esta é a versão integral da entrevista a Ricardo Costa, director-adjunto da SIC, da Impresa .

Seguem perguntas e respostas:

REUTERS: O início de 2008 tem sido claramente melhor do que o final de 2007 em termos de audiências. O que contribuiu para esta situação?

RICARDO COSTA: A nossa urgência era conseguir o segundo lugar, porque isso era fundamental num negócio em que há três players, era importante para o mercado e para nos podermos reposicionar, de forma a podermos apresentar uma grelha muito mais agressiva e competitiva na parte final deste ano e estarmos preparados para o que vai acontecer no mercado em 2009.

Este era o nosso calendário de urgência e as primeiras etapas estão a correr melhor do que estávamos à espera.

REUTERS: O objectivo anunciado para 2008 em termos de share de audiências é de 25 pct, um número que está próximo do que foi conseguido no final do ano passado e que foi insuficiente para garantir o segundo lugar à SIC. Mantém-se essa meta?

RICARDO COSTA: O objectivo mantém-se mas nós estamos acima neste momento, neste momento nós queremos mais e acho que temos todas as condições para ter uma quota de mercado superior a isso. A questão neste negócio é, mais do que a quota de mercado, temos de ter noção da rentabilidade que conseguimos. O ano de 2007 foi bom para a SIC em termos de resultados mas não foi bom em termos de ecrã. Ou seja, está a correr bem o projecto de repartição de receitas, de não estarmos dependentes da publicidade, só temos 60 pct vindas de publicidade clássica e o objectivo é em 2010 ficarmos 50-50, mas percebemos que estávamos a desfocar o fundamental, o ecrã. O maior perigo da SIC era do ponto de vista televisivo tornar-se irrelevante, mesmo que do ponto de vista do negócio estivesse bem. Há um esforço de ter mais audiência para se conseguir um reposicionamento da marca para estarmos preparados para um mercado que já é muito agressivo em 2008 e que será mais agressivo em 2009.

REUTERS: Esse esforço de aumentar o posicionamento da SIC em que se traduz em termos de custos?

RICARDO COSTA: Neste momento, o que estamos a fazer é exactamente com os mesmos custos da grelha do ano passado.A única diferença é na área de informação devido aos Jogos Olímpicos e ao Euro2008. Estamos a ter estes resultados com os mesmos custos do ano passado.

REUTERS: A grelha já está fechada até Setembro?

RICARDO COSTA: O que o Nuno Santos fez foi recolocar programas, um fine-tuning que permitiu um acréscimo de audiências, sabemos que a seguir vem um período mais complexo com o Euro2008, é natural, não somos nós quem tem os direitos de transmissão e quem tem os direitos tem a vida relativamente facilitada nesse período. Olhando para o ano e percebendo que temos ali (na altura do Euro) uma montanha dificil de passar, identificámos oportunidades e mesmo durante o Euro haverá anunciantes que não irão encontrar lugar na concorrência. A primeira grelha total do Nuno Santos será a de Setembro.

REUTERS: Como esteve o mercado publicitário neste primeiro trimestre de 2008?

RICARDO COSTA: A percepção no mercado em geral é de que o arranque do ano foi bom e agora nota-se uma quebra ligeira. Há um factor que condiciona os próximos meses que é o Euro, nós temos ideia de que o mercado pode subir um pouco este ano e nós podemos beneficiar com isso. O grande problema é a nível macroeconómico, saber como as coisas vão evoluir e como se vão reflectir no consumo e publicidade. Neste momento os sinais são positivos, a médio prazo não temos certeza.

REUTERS: Mas não há margem para subidas de preço de publicidade?

RICARDO COSTA: Não sei se os preços de tabela de publicidade vão subir muito, mas não quer dizer que as receitas sofram. Por tudo o que se passa e o que se vai passar em 2009 com o alargamento do mercado, é importante não estar muito dependente da publicidade. Por outro lado, as marcas começam a procurar parcerias e ligações a programas que não passam pela publicidade tradicional. Não sei se haverá uma subida de preços, tenho muitas dúvidas, mas também não penso que as receitas vão diminuir, penso que a publicidade vai aparecer de maneiras tão convencionais, cada vez mais.

REUTERS: Quais são os objectivos da SIC em termos de mix de receitas?

RICARDO COSTA: O nosso objectivo, da SIC, é que em 2010 o grupo dependa da publicidade em 50 pct, e que outros 50 pct venham de receitas de outras áreas, que têm a ver com os canais temáticos, com a internacionalização (só em Angola temos 150 mil assinantes), estamos bem defendidos nas áreas de newbusiness, soft-sponsoring, mesmo na área de produção estamos a dar passos e vamos tentar ter uma máquina de produção que nos permita colocar no ar um produto competitivo. Na área de online teremos de apostar muito pelas margens de crescimento anuais.

REUTERS: Quais os planos de internacionalizaçãos da SIC?

RICARDO COSTA: Não divulgamos esses planos porque nessas áreas, há negociações muito complexas e as coisas por vezes demoram muito tempo. A entrada da SIC Notícias nos EUA, por exemplo, demorou anos a fazer-se. Em Angola foi mais rápido. As coisas passam sempre por onde há portugueses, passam sobretudo pelo Brasil, onde já temos a SIC Internacional e estamos a tentar que entre a SIC Noticias, e estamos também a tentar explorar a publicidade nesses sítios.

REUTERS: Mas os principais mercados para a internacionalização da SIC já estão cobertos?

Estão, mas não estava a questão da publicidade, que faz toda a diferença, deixa de ser só um negócio de subscrição e passa a se de subscrição e publicidade. Faz toda a diferença, embora em alguns casos, como em Angola, as perspectivas são de aumento de subscritores, que já tem crescido a um ritmo impressionante. Não estávamos à espera deste sucesso em Angola.

REUTERS: Há interesse de lançar novos canais temáticos da SIC?

RICARDO COSTA: O nosso interesse é estar em todas as plataformas, e estamos, e que essas plataformas se desenvolvam, pensamos que a agressividade com o que o Meo se lançou pode ser benéfica, pode expandir o número de assinantes e isso é bom para o mercado. Estamos desde sempre disponíveis a lançar outros canais e já tivemos várias sugestões e propostas, agora depende do que se vai passar. Somos sócios da Zon na SIC Notícias, existe um acordo global para os vários canais que está a ser renegociado.

REUTERS: E esse acordo terá de ser renegociado até quando?

RICARDO COSTA: O prazo do acordo termina em Março de 2010, temos tempo e temos as condições para um bom acordo para todas as partes, nesta altura todas as hipoteses estão em cima da mesa.

REUTERS: O que vai mudar no próximo ano, com o novo canal de informação da TVI e com o quinto canal na TDT?

RICARDO COSTA: Não temos medo da concorrência. Acho é que há pouco cuidado em pensar como as coisas avançam, nós sempre achámos que três canais de notícias era um absurdo. Dois está provado que o mercado aguenta, embora eu ache que a RTP-N do ponto de vista financeiro não é um canal viável. Em Inglaterra havia três canais de notícias, um (a ITN) fechou. Nos EUA há três canais de notícias grandes em todo o país, e um deles, a MSNBC, já foi referida pelo dono como um dos piores negócios. Tenho a maior das dúvidas que o mercado português sustente três canais de informação, veremos. Não tenho dúvidas que será uma aposta agressiva da TVI, mas acho que o mercado claramente não precisava de outro canal de informação, duvido que algum estudo da Zon tenha defendido isso. Trata-se de dar aos operadores as mesmas vantagens, mas acho que mais valia diversificar. Mas a SIC Notícias está pronta para aguentar o embate da TVI24 da mesma forma que aguentou a entrada da RTP-N.

REUTERS: E no caso do quinto canal?

RICARDO COSTA: Aí estamos a falar de uma questão diferente, estamos a falar de um quinto canal que penso que irá aparecer no cabo antes de aparecer na TDT, acho que o negócio se for só montado pelo lado da TDT não faz sentido. Qualquer que seja o operador que o ganhe, terá a tendência de o colocar no cabo antes de estar a emitir na TDT. As dificuldades estão do lado do canal. (...) Sabemos que quem aparece de novo vai crescendo, o challenger terá dificuldades mas também algumas vantages.

REUTERS: Um impacto óbvio do novo canal é o aumento do espaço publicitário

RICARDO COSTA: O canal generalista aumentará a oferta da publicidade free-to-air em 40 pct, passará dos actuais 30 minutos para 42 minutos. Quando há um aumento desta ordem, a tendência é que baixem os custos de publicidade. Nós aí temos de nos defender com audiências, temos de ser competitivos e imaginativos com a publicidade e explorar outro tipo de receitas. A SIC nos últimos anos fez muito bem esse esforço.

REUTERS: Para contrabalançar este aumento há quem defenda que se deverá reduzir o espaço publicitário na RTP...

RICARDO COSTA: Nós defendemos que sim. Achamos que a RTP recebe dinheiro a mais e tem fontes de receitas a mais. O Governo diz sempre que não pode acabar com a publicidade porque esta está alocada ao serviço de dívidas. Não é verdade, a dívida tem é de ser paga, para o sindicato bancário é indiferente de onde vem o dinheiro que pague a dívida. O que achamos é que, seguramente, dentro de dois anos o poder político estará a discutir a questão da publicidade na RTP, porque vai perceber que num mercado em que entra um quinto operador a questão dos minutos de publicidade na RTP passa a ser relevante.

(Por Ruben Bicho; Editado por Sérgio Gonçalves)

---Lisboa Editorial, 351-21-3509206, [email protected]; Reuters Messaging : ruben.bicho.reuters.com@reuters.net

KANU

esta a disparar, ja chegou aos 1.64.

KANU

12 May 2008 17:03 - Impresa diz investe 677 mil euros para reforçar posição AEIOU

Impresa diz investe 677 mil euros para reforçar posição AEIOU

LISBOA, 12 Mai (Reuters) - A Impresa reforçou a posição no portal de internet AEIOU, para 65 pct do capital face aos 50,1 pct que detinha anteriormente, num investimento de 667 mil euros, anunciou a Impresa.

Este reforço de posição, feito através da Media Zoom -- controlada pela Impresa -- já estava previsto desde Novembro de 2006, afirma a Impresa em comunicado.

"A Media Zoom comprou uma posição accionista adicional de 14,897 pct da AEIOU-Investimentos Multimédia, conforme estabelecido no acordo celebrado em 8 Novembro de 2006, passando a deter 65 pct do seu capital", refere a nota.

A Impresa fechou estável nos 1,51 euros, com 278.822 acções transaccionadas.

(Por Ruben Bicho; Editado por Sérgio Gonçalves)

tiagodandre

Uma acção para continuar a acompanhar...hoje antes do leilão de fecho, continuava com uma boa valorização diária...

boneco....
"Aprenda com os erros alheios. Não viverá o bastante para cometer todos os erros." (Martin Vanbee)

"Investir em conhecimento rende sempre os melhores juros." (Benjamin Franklin)

KANU

Potencial de subida superior a 56%
BPI revê em alta preço-alvo da Impresa para 2,50 euros
A casa de investimento BPI reviu em alta o preço-alvo para as acções da Impresa de 2,10 euros para 2,50 euros. A revisão surge para reflectir o aumento das audiências por parte da estação de televisão SIC e a aquisição da Edimpresa.
Sara Antunes
[email protected]


A casa de investimento BPI reviu em alta o preço-alvo para as acções da Impresa de 2,10 euros para 2,50 euros. A revisão surge para reflectir o aumento das audiências por parte da estação de televisão SIC e a aquisição da Edimpresa.

O analista Tiago Veiga Anjos estabeleceu o novo preço-alvo para a Impresa em 2,50 euros, 19% do que o "target" anterior. A recomendação foi mantida em "comprar".

O novo preço-alvo representa um potencial de valorização de 56,25% face ao valor de fecho das acções na sessão de hoje (1,60 euros).

A Impresa anunciou na semana passada a compra da participação de 50% na editora Edimpresa. O negócio, que coloca pela primeira vez nas mãos de Francisco Pinto Balsemão o controlo absoluto desta "subholding" da Impresa, implicou um investimento de 26,5 milhões de euros.

Esta aquisição em conjunto com a recuperação das audiências da estação de televisão SIC deverão conseguir anular a queda do mercado publicitário, segundo uma nota de análise divulgada pelo BPI.

"Revimos as nossas estimativas para reflectir a aquisição da Edimpressa e da Office Share".

Além das aquisições conta também para a subida do "target" "uma revisão em alta da quota de audiências da SIC em 2008 de 24% para 25,5%" e "a consolidação total da TDN".

A casa de investimento reviu ainda em baixa as perspectivas relativas ao mercado publicitário nacional, muito devido à revisão em baixa das estimativas de crescimento económico realizada na semana passada pelo Governo.

O ajuste das estimativas de resultados para a Impresa após a apresentação dos lucros do primeiro trimestre também pesaram na nova avaliação da empresa liderada por Pinto Balsemão.

"Aumentámos as nossas estimativas de EBITDA numa média de 14% para o período 2008-2011 (incluindo a consolidação total da Edimpresa)", revela o BPI na nota de análise.

AnaLucescu

Que lindo price target que nos enviou o BPI.

Vamos ver como reage a IPR na sessão de amanhã.
Penso que vai subir em força.

Take Care
Ana Lucescu
noi sîntem unul

KANU

Era bom que assim fosse... Mas não estou a ver jeito...

tiagodandre

Entalada entre EMAs...este poderá ser o mês de teste à LTD...um fecho acima dos 1,68€ poderá dar novo animo à Impresa.

Zona de Resistência: 1,75€<->1,68€

Zona de Suporte: 1,50€<->1,46€

Atenção à LTD...


Fica o boneco...
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Buysantander

A BSME anuncia que adquiriu hoj em bolsa 125000 acções do capital da Impresa.

Motivo da compra:
-Forte subida do preço dos morangos, o que vai implicar um menor consumo e traz associado um efeito de substituição em que o consumidor vai preferir bananas chiquitita proveniente do Equador

No entanto poderá dar-se o caso de os morangos se tratarem de um Bem de Giffen em que o aumento do preço faz aumentar a sua procura. O que pode levar a uma situação complexa em que o rendimento auferido pelas familias não é suficiente para consumir bananas chiquitas e morangos a um preço elevado.
A situação pode tornar-se ainda mais complexa no caso consideramos uma diminuição da população, pelo que não é possivel saber se as receitas do grupo impresa vão aumentar ou diminuir.
Sendo assim a teoria microeconómica é posta de parte e concluímos que as acções da Impresa vão subir porque a BSME está a comprar. ;)

tiagodandre

Nota: Update do Gráfico.

Após o período de lateralização que se arrasta desde Fevereiro, a Impresa voltou a tocar na sua LTD...

O resto permanece idêntico ao meu último post...

Cump.

PS: Segue o boneco...
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"Investir em conhecimento rende sempre os melhores juros." (Benjamin Franklin)

Buysantander

A procura por bananas do Equador voltou a subir com o indice Bananex a registar hoje a maior subida dos ultimos 3 meses a subir mais de 8% o que está obviamente a reflectir no preço das acções da Impresa que não vão subir para sempre como o mercado faz parecer, mas quem tivesse comprado quando a BSME comprou já estaria a ganhar 16% o que pelos tempos que correm não é mau.

A próxima vez que forem ao supermercado não se esqueçam de ver como está o Morango espanhol pois segundo alguns jornalistas da nossa praça estima-se que possa influenciar a cotação da Impresa.
No caso de haver novos bloqueios de camionistas é provável que as bananas e frutos pereciveis possam registar uma quebra nas vendas o que poderá fazer com que o Jornal expresso venda mais, pois as bananas embrulhadas em papel de jornal podem durar mais tempo.

Por isso é melhor ir com calma...