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Com uma aparente retoma dos Mercados nos USA e Europa..nos por cá..PSI?

Iniciado por xubi2, Maio 30, 2008, 22:33

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Broker_Invest

Nós para assistirmos a big rally nas bolsas europeias,  era o Sr. Trichet baixar a taxa de juro em 0.25% fazia com que o Euro ficasse mais fraco face ao dollar o que levaria para uma maior queda do Petróleo, é que ele hoje está subir devido ao facto do euro também estar.

Eu não acho nada justo é o facto da Euribor a 6M já estar nos 5.171% em que a taxa directora é de 4.25%, nós não temos culpa do medo dos bancos estarem a emprestar dinheiro uns aos outros, acho que é uma desculpa sem fundamento para cobrarem mais dinheiro a quem tem credito de habitação. Acho que aqui o Sr. Trichet devia tomar pulso sobre este roubo aos consumidores.

abraço.
Não há mal que perdure e bem que dure sempre

Beagle

Citação de: Broker_Invest em Setembro 04, 2008, 12:58(...) Eu não acho nada justo é o facto da Euribor a 6M já estar nos 5.171% em que a taxa directora é de 4.25%, nós não temos culpa do medo dos bancos estarem a emprestar dinheiro uns aos outros, acho que é uma desculpa sem fundamento para cobrarem mais dinheiro a quem tem credito de habitação. Acho que aqui o Sr. Trichet devia tomar pulso sobre este roubo aos consumidores.(...)

Boa dia Broker_Invest,

Partilho da mesma opinião, mas julgo que existindo uma entidade de supervisão nacional (o Banco de Portugal) não era o Sr. Trichet que devia intervir... mas como "dinheiro mais caro" para os portugueses significa também mais impostos para o Estado, não estou a ver o Dr. Vítor Constâncio, com este governo, a fazer mais do que periodicamente vir-nos dizer, de modo muito dissimulado e quase embaraçado por ter de o fazer, aquilo que já sabemos: que estamos aquém das metas definidas pelo Governo (em tudo).

Se o Banco de Portugal não fosse apenas uma entidade para "português ver" e com um Presidente muito bem remunerado, que poderia e deveria fazer bem mais que aquilo que tem feito, ou seja actuar em vez de falar (e mesmo isso, quando o faz, é de vez em quando e a medo), há muito tempo que teria intervido no sentido de evitar esta "cavalgada" dos bancos nas taxas de juro, muito para além dos 4,25% da taxa de referência fixada pelo BCE.

Pagamos a crise com os números "cor de rosa" que o Governo estipulou para nos iludir... pagamos a crise financeira com os bancos a tentarem recuperar o mais possível da situação complicada que esta crise do subprime provocou... enfim, somos sempre os mesmos a pagar.

Saudações.

bric

Citação de: Broker_Invest em Setembro 04, 2008, 12:58
Nós para assistirmos a big rally nas bolsas europeias,  era o Sr. Trichet baixar a taxa de juro em 0.25% fazia com que o Euro ficasse mais fraco face ao dollar o que levaria para uma maior queda do Petróleo, é que ele hoje está subir devido ao facto do euro também estar.

Eu não acho nada justo é o facto da Euribor a 6M já estar nos 5.171% em que a taxa directora é de 4.25%, nós não temos culpa do medo dos bancos estarem a emprestar dinheiro uns aos outros, acho que é uma desculpa sem fundamento para cobrarem mais dinheiro a quem tem credito de habitação. Acho que aqui o Sr. Trichet devia tomar pulso sobre este roubo aos consumidores.

abraço.


Isso é coisa que ele não vai fazer...
Possivelmente está a jogar na descida dos mercados  ;D
cumprimentos
bric

xubi2

Ola, hoje queria deixar aqui para analise e se calhar para alguns uma alternativa ao aos mercados bolsistas, gostaria de ouvir opiniões acerca do assunto!

Deixo aqui este quadro de propostas de aplicacoes a prazo e dando especial destaque a aplicação semanal proposta.
Afinal não é todas as semanas (7 dias) que se tem rentablidades de cerca de 2,90% por semana a esfregar manteiga...


Características DP BPI Net 5,5% DP BPI Net 6% DP BPI Net 7 Dias DP BPI Net
Taxa de Juro (TANB)(1)
/Prazo 5,5%
180 dias 6%
180 dias Euribor 7 Dias (2)
deduzida de 1,10%
7 dias 2,75% - 15 dias
3,00% - 30 dias
3,50% - 60 dias
3,75% - 90 dias
4,25% - 180 dias
4,50% - 365 dias (3)
Mínimo Constituição 5.000 EUR 50.000 EUR 250 EUR 250 EUR
Máximo Constituição 50.000 EUR 250.000 EUR 50.000 EUR 50.000 EUR
Renovação Renovação automática por um novo DP BPI Net a 180 dias à taxa em vigor no dia do vencimento. Renovação automática por um novo DP BPI Net a 180 dias à taxa em vigor no dia do vencimento. Renovação automática Sem renovação automática
Mobilização /
Penalizações Permite mobilização pelo valor total ou parcial, com perda de 100% de juros correspondentes à parte mobilizada (4) Permite mobilização pelo valor total.
Não existe qualquer penalização em caso de mobilização antecipada Permite apenas a mobilização pelo valor total, com perda de 100% de juros
Juros Creditados na Conta à Ordem no final do prazo
Reforços Não permite reforços
Outras Condições Disponível apenas para Clientes Particulares e aderentes ao BPI Net/BPI Directo
Período de Comercialização Oferta Promocional de 4 de Agosto a 5 de Setembro Oferta Permanente
Comissões Não tem



O BPI Net apresenta ainda o Depósito a Prazo BPI Net 6,5% + PPR que lhe permite rentabilizar o seu capital, investir na sua reforma e maximizar os benefícios fiscais através da subscrição/reforço de um PPR BPI à sua escolha.

DP BPI Net 6,5% Taxa de Juro (TANB)(1)

6,5%


Prazo

Até 15 de Dezembro de 2008


Mínimo Constituição

Este montante é definido em função da idade, a 1 de Janeiro de 2008, do Titular para o qual pretende constituir/ reforçar o PPR:  2.000 EUR, se a idade for inferior a 35 anos
1.750 EUR, se a idade estiver compreendida entre os 35 e os 50 anos
1.500 EUR, se a idade for superior a 50 anos



Máximo Constituição

10.000 EUR


Mobilização/Penalizações

Apenas permite mobilização antecipada total, com perda total de juros.

A mobilização antecipada implica o cancelamento da subscrição do PPR.


Renovação

No dia 15 de Dezembro, o montante definido para PPR, no momento da constituição, será automaticamente reaplicado num PPR BPI à sua escolha. O montante remanescente será automaticamente aplicado num novo DP BPI Net a 180 dias à taxa em vigor.

Caso a diferença entre o montante aplicado no DP e o montante a investir no PPR seja inferior a 250 Eur não haverá renovação automática, o montante em causa será creditado na conta à ordem do Cliente.


Juros

Creditados na Conta à Ordem no final do prazo (15 de Dezembro de 2008)


Reforços

Não permite reforços


+ PPR Titular do PPR

Nome do Titular pertencente ao NUC para o qual pretende constituir ou reforçar o PPR


Produtos PPR BPI

Produto que pretende subscrever ou reforçar (caso tenha em carteira).
Os produtos disponíveis são os seguintes (2):  BPI Reforma Acções
BPI Reforma Segura
BPI Reforma Investimento
BPI Reforma Aforro



Investimento mínimo no PPR a 15 de Dezembro

Este montante é definido em função da idade do Cliente a 1 de Janeiro de 2008:  2.000 EUR, se a idade for inferior a 35 anos;
1.750 EUR, se a idade estiver compreendida entre os 35 e os 50 anos;
1.500 EUR, se a idade for superior a 50 anos.

O montante investido no PPR não pode ultrapassar o montante de constituição do DP.

Não podem ser deduzidas à Colecta de IRS os valores aplicados em PPR pelos sujeitos passivos após a data da sua passagem à reforma (Lei nº 53-A/2006, de 29/12).



Outras Condições

Disponível apenas para Clientes Particulares e aderentes ao BPI Net/BPI Directo


Período de Comercialização

Oferta Promocional de 11 de Agosto a 12 de Setembro


Comissões

Não tem



(1) A base de cálculo para a taxa de juro em EUR é 360 dias. Taxas de juro arredondadas à milésima.
(2) Taxa revista semanalmente, no último dia da semana.
(3) Taxas de juro arredondadas à milésima, revistas quinzenalmente, no último dia da semana. As taxas publicadas estão em vigor de dia 1 a dia 14 de Setembro de 2008.
(4) Sobre o saldo não levantado são calculados juros desde o 1º dia, nas condições contratadas.



Deixo aqui o loguin para ser mais fácil o acesso e a percepção!

http://www.bancobpi.pt/pagina.asp?s=1&a=2&p=5&f=2610&opt=f


xubi2

Deixo aqui um documento com o sentimento económico actual com as previsoes  de Setembro para, taxas de juro, petróleo, mercados bolsistas Europeus e Americanos e data dos principais acontecimentos económicos para o mês corrente!

Com a marca BPI!

xubi2

Enésima sexta-feira "negra"




Na sessão de sexta-feira, a chave esteve no relatório de emprego dos EUA, dado ao qual os mercados costuma dar muita importância, e no qual os investidores tinham depositado as suas últimas esperanças depois da péssima sessão de quinta-feira. Na quinta-feira, as palavras de Trichet, após a reunião mensal do Banco Central Europeu, somadas aos maus dados macroeconómicos dos EUA (os pedidos de subsídio de desemprego e o relatório da ADP foram piores do que o previsto) levaram as bolsas a descer em torno de 3%. Mas o relatório de emprego, na sexta-feira, também foi pior do que o esperado: por um lado, a criação de emprego nos EUA registou uma descida de 84.000 pessoas no mês de Agosto, quando o consenso do mercado estimava uma queda de 75.000. Mas, além disso, a taxa de desemprego aumentou para 6,1%, muito acima dos 5,7% que esperava o mercado. No plano empresarial, foi uma má sessão para o sector financeiro, mais uma vez, protagonizada pelo Goldman Sachs, que alterou a sua recomendação para a Merrill Lynch para "vender". Também a Lehman Brothers esteve em destaque, já que aumentam as dúvidas sobre se finalmente chegará a um acordo com o Korean Development Bank. Com estas últimas sessões, nas quais as principais bolsas internacionais perderam em média 6%, os índices voltam-se a afastar, mais uma vez, dos máximos de Julho e Agosto. Mas enquanto não se percam os mínimos de meados de Julho, o suporte mais consistente que observámos, podemos continuar a afirmar que o movimento continua a ser lateral.

djyar

Atenção aos Futuros das bolsas americanas!

Estão a arrancar em forte alta. O que pode significar para amanha?

Será um bom sinal? Ou...?

Djyar

Beagle

Citação de: djyar em Setembro 08, 2008, 00:59
Atenção aos Futuros das bolsas americanas!

Estão a arrancar em forte alta. O que pode significar para amanha?

Será um bom sinal? Ou...?

Djyar

Aqui fica o link para a notícia:

http://www.reuters.com/article/usMktRpt/idUSN0738000120080907

Saudações.

xubi2

Segunda temporada de Fannie e Freddie




Não houve outro remédio, e finalmente este fim-de-semana o governo dos Estados Unidos anunciou que assumiu o controlo da Fannie Mae e Freddie Mac, as já conhecidas sociedades hipotecárias do país, às quais destinará 100.000 milhões de dólares, respectivamente, para evitar um colapso no sistema financeiro, após a crise imobiliária. Este anúncio serviu para que os principais índices europeus chegassem a registar fortes ganhos, cerca de 4%. Mas, as subidas moderaram-se para 2,5%, em média, devido às palavras de alguns analistas que pediram precaução perante este anúncio, já que ainda que agora pareça que foi a melhor solução, pode ter consequências negativas no futuro. Do ponto de vista técnico, as subidas de hoje eram esperadas já que foi uma retoma lógica face às fortes quedas de quinta e sexta-feira. Entre ambas as sessões as bolsas perderam cerca de 6%, e o facto de que no final da sessão as subidas se tenham atenuado cerca de 1%, pode-se considerar uma tomada de mais-valias. A médio prazo, os mercados continuam laterais, e isto não mudará enquanto não se superem os máximos de Agosto, ou se percam os mínimos de meados de Julho.

xubi2

Sentimento de debilidade




As fortes subidas que provocou nas bolsas o resgate da Fannie Mae e Freddie Mac na sessão de segunda-feira serviram, inicialmente, para que se mantivessem os ganhos no sector financeiro. Mas perante novos alertas no sector imobiliário e financeiro dos Estados Unidos, as bolsas afundaram. Continuam a chegar dados macroeconómicos dos EUA piores do que o esperado (inventários de negócios grossistas e as vendas de casas usadas), o que piora ainda mais, se é possível, o sentimento de debilidade da economia norte-americana. No plano empresarial, a cotação da Lehman Brothers afundou devido à notícia de que não chegou a um acordo com o Korea Development Bank e não encontra saída para os seus activos financeiros. Nem sequer a queda do petróleo contribuiu para recuperar as compras nos mercados. Durante algum tempo, a queda do preço do crude interpretava-se nos mercados como algo muito positivo, já que embaratecia os custos da grande maioria das empresas. Agora parece que se interpreta de forma oposta, já que parece que as quedas são provocadas por uma causa muito negativa: a procura global da matéria-prima desceu muito bruscamente, devido à recessão económica. Do ponto de vista técnico, apesar do aspecto ser mau, a tendência continua a ser lateral, e à espera de novos sinais, não observamos nenhuma mudança de tendência nem para a alta nem para a baixa.

xubi2

 Deixo aqui as próximas decisões que ditarão a curto prazo o rumo desta incerteza que o mercado atravessa!


Quinta Feira 11/09/2008   


EUA Balança comercial dos EUA, em Julho: Estimativas: 58 mil milhões de dólares. Anterior: 56,8 mil milhões de dólares.  13:30

EUA Índice de preços na importação, em Agosto, nos EUA: Estimativas: -1,5%. Anterior: 1,7%.  13:30

EUA Novos pedidos de subsídio de desemprego nos EUA, para a semana anterior: Estimativas: 438 mil. Anterior: 444 mil.  13:30

INE Divulga actividade turística em Julho.  11:00



Sexta Feira 12/09/2008   


EUA Índice de confiança da Universidade de Michigan, nos EUA, para Setembro: Estimativas: 64 Anterior: 63.  15:00

EUA Índice de preços no produtor nos EUA, em Agosto: Estimativas: -0,5%. Anterior: 1,2%.  13:30

EUA Índice PPI excluindo alimentação e energia nos EUA, em Agosto: Estimativas: 10,2%. Anterior: 9,8%.  13:30

INE Divulga Índice de Preços no Consumidor, em Agosto.  10:00

Eurostat Divulga números sobre o emprego na Zona Euro, no segundo trimestre. 

xubi2

Lehman Brothers, outro que cai


O protagonista da sessão de quarta-feira voltou a ser, pela segunda vez consecutiva, o banco de investimento americano Lehman Brothers. Depois de ter anunciado na terça-feira que não chegou a acordo com o Korean Development Bank, o que o levou a afundar em bolsa, ontem registou um "rally" de ida e volta na sua cotação. Anunciou que iria apresentar os seus resultados e antes de o fazer os títulos chegaram a disparar cerca de 30%, para pouco depois inverterem a tendência e posteriormente voltarem para terreno positivo. Os seus resultados não convenceram por completo, pois no terceiro trimestre registou prejuízos de 3.900 milhões de dólares, o que representa perdas por acção de 5,92 dólares, muito acima dos 3,45 dólares por acção que esperava o consenso do mercado. Estes números levaram a todo o sector financeiro mundial, mais uma vez, a registar fortes perdas. Pelo menos, na sessão de ontem não foram revelados dados macroeconómicos relevantes, pois tal como está a economia mundial actualmente teriam sido seguramente negativos. O outro protagonista da jornada foi o petróleo, já que a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) decidiu cortar a sua quota de produção de petróleo em 520.000 barris diários, o que em teoria deveria ter feito com que subisse o preço do barril. Contudo, este caiu, aparentemente, devido a declarações de um funcionário da Arábia Saudita, membro da OPEP, que declarou que este se poderia negar a baixar a produção. Dito isto, do ponto de vista técnico, os índices aproxima-se cada vez mais do suporte que representam os mínimos de Julho, o suporte mais importante actualmente, que se se perder, poderá levar ao abandono da lateralidade na qual estamos imersos há mais de dois meses, e voltar a registar uma forte correcção.



xubi2

O furacão Lehman Brothers arrasta tudo o que com ele se cruza



Continua sem se resolver o problema do banco de investimento americano Lehman Brothers, que se encontra numa situação crítica, perante a dificuldade de obter liquidez vendendo algum dos seus activos. Na sexta-feira, o título afundou em bolsa pelo quinto dia consecutivo, arrastando consigo outras empresas do sector financeiro como a AIG, a Merrill Lynch, a Washington Mutual e todo o sector em geral. Neste contexto, alguns analistas continuam a sugerir prudência porque "as bolsas estão sujeitas a um forte stress". Também não ajuda muito que os dados macroeconómicos provenientes dos EUA, não apenas sejam piores que os anteriores, como também sejam piores do que o estimado pelo consenso de mercado, que já descontava uma pioria dos mesmos. Na sexta-feira, era a vez das vendas a retalho, que caíram 0,3% devido à descida da gasolina, o que compara com o aumento de 0,4% que esperava o mercado. Com estes dados, na última sessão da semana, a tomada de mais-valias em Wall Street estava justificada. Convém destacar a recuperação do euro face ao dólar, ainda que talvez se trate apenas de uma correcção técnica depois de dois meses de fortes quedas em que a moeda única depreciou cerca de 15% face à divisa americana. Os dados conhecidos na Zona Euro também mostram uma situação económica muito delicada, tal como do outro lado do Atlântico: o emprego da Zona Euro cresceu menos nos últimos dois anos, aumentando 0,2% durante o segundo trimestre, enquanto o valor anual desceu de 1,6% para 1,2%. Do ponto de vista técnico, na última sessão a maioria dos índices europeus viveu uma jornada de retoma depois de todas as perdas que tinham acumulado nas sessões anteriores, pelo que continuamos dentro do mesmo movimento lateral/lateral-baixista, no qual os índices se encontram imersos há mais de dois meses. Estaremos atentos à semana que agora começa porque conheceremos dados importantes que poderão afectar os mercados, como o Índice de Preços no Consumidor dos EUA, a decisão sobre a taxa de juro da Reserva Federal e, como todas as semanas, os pedidos de subsídio de desemprego. Há ainda que ter em conta a publicação de resultados de alguns bancos importantes, como a Goldman Sachs e a Morgan Stanley.

xubi2

Segunda Feira 15/09/2008   


EUA Produção Industrial em Agosto [anterior: 0,2% ; estimativa: -0,3%] 14:15h

Zona Euro Custos do trabalho no segundo trimestre [anterior: 3,3% ; estimativa: 3,5%] 10:00h



Terça Feira 16/09/2008   


Reserva Federal Anúncio da decisão sobre a taxa de juro de referência dos EUA [anterior: 2,00% ; estimativa: 2,00%] 19:15h

EUA Índice de Preços no Consumidor em Agosto [anterior: 5,6% ; estimativa: 5,5%] 13:30h

Alemanha Índice Zew, que mede a confiança dos investidores alemães, em Setembro [anterior: -55,5 pontos ; estimativa: - 52,8 pontos]  10:00h

Zona Euro Índice de Preços no Consumidor em Agosto [anterior: 3,8% ; estimativa: 3,8%] 10:00h

Goldman Sachs Divulga resultados do terceiro trimestre do ano.  00:00h



Quarta Feira 17/09/2008   


EUA Construção de casas em Agosto [anterior: 965 mil ; estimativa:950 mil] 13:30h

EUA Licenças de construção em Agosto [anterior: 937 mil ; estimativa: 925 mil] 13:30h

Zona Euro Balança Comercial em Julho [anterior: -0,1 mil milhões de euros ; estimativa: - 3,8 mil milhões de euros] 10:00h

Inditex Divulga resultados do primeiro semestre do ano. 00:00h

INE Divulga Síntese Económica de Conjuntura em Agosto.  00:00h

Morgan Stanley Divulga resultados do terceiro trimestre do ano. 00:00h



Quinta Feira 18/09/2008   


EUA Indicadores económicos avançados em Agosto [anterior: -0,7% ; estimativa: -0,2%] 15:00h

EUA Pedidos de subsídio de desemprego na semana passada [anterior: 445 mil ; estimativa: 440 mil] 13:30h



Sexta Feira 19/09/2008   


Alemanha Preços no Produtor em Agosto [anterior: 2,0% ; estimativa: -0,5%] 07:00h

Banco de Portugal Divulgação dos Indicadores de Conjuntura 00:00h




xubi2

Muitas dúvidas e demasiado medo




Os mercados começaram a semana com fortíssimas quedas como consequência da confirmação do colapso da Lehman Brothers e dos problemas financeiros que está a atravessar a seguradora AIG. A nível sectorial, e em todo o mundo (à excepção dos principais mercados asiáticos que estiveram encerrados por motivo de feriado) os títulos que mais caíram, como era lógico, foram os do sector financeiro com quedas próximas dos 5%. Por outro lado, é curioso que enquanto alguns dos mercados europeus atingiram novos mínimos anuais, os índices do outro lado do Atlântico estejam sensivelmente acima dos mesmos "com tudo o que está a acontecer". Se, finalmente, os principais índices norte-americanos perderem os suportes-chave, os 1.200 pontos do S&P500 e os 10.825 pontos do Dow Jones, teríamos que ser especialmente cautelosos com os mercados visto que poderão registar um novo percurso baixista. De qualquer forma, mais uma vez, fica demonstrado que apesar de o "grosso" da crise se ter originado e se estar a acentuar do outro lado do Atlântico, estes mercados estão a comportar-se muito melhor percentualmente do que os europeus e muitos dos asiáticos, muito provavelmente como consequência do bom comportamento que nos últimos meses está a registar o dólar face ao euro. Este desempenho da moeda americana tem-se verificado contra todas as explicações, já que apesar da falta de confiança no sector financeiro norte-americano, a sua divisa não o está a reflectir, ao estar a registar uma forte retoma nos últimos tempos.