Clubeinvest.com — Arquivo Histórico (1997-2011)
Esta é uma cápsula do tempo da comunidade financeira portuguesa. Login activo para membros.
Clubeinvest.com
Home Privado Fórum Acções Índices Metastock Portfolio Managers Publicações Blogs Contacto
 

Editar as notícias:

Novos ficheiros de actualização para Metastock e Bases de Dados disponíveis para milhares de acções e índices.

Menu principal

Com uma aparente retoma dos Mercados nos USA e Europa..nos por cá..PSI?

Iniciado por xubi2, Maio 30, 2008, 22:33

Tópico anterior - Tópico seguinte

xubi2

Comissão Europeia autoriza compra da Volkswagen pela Porsche

A Comissão Europeia anunciou hoje que autorizou, sem condições, a aquisição da Volkswagen pela Porsche, após concluir que a operação não acarreta um impacto negativo na concorrência da Zona Euro, avança o site do espanhol El Economista .

--------------------------------------------------------------------------------

Jornal de Negócios  Online
[email protected]


A Comissão Europeia anunciou hoje que autorizou, sem condições, a aquisição da Volkswagen pela Porsche, após concluir que a operação não acarreta um impacto negativo na concorrência da Zona Euro, avança o site do espanhol "El Economista".

A Porsche é a principal accionista da Volkswagen e, no passado mês de Junho, efectuou um acordo de compra de acções para adquirir uma participação suplementar de 4,92% do capital social e direitos de voto da empresa. Concluída esta operação, a Porsche obteria o controlo da Volkswagen.

A análise da Comissão Europeia frisou que enquanto a Volkswagen é especializada na fabriação de vários tipos de veículos de carácter mais utilitário, a Porsche desenvolve automóveis do segmento desportivo.

A Porsche continuará a deparar-se com "fortes e eficazes rivais que controlam importantes quotas de mercado", refere a Comissão Europeia, citada pelo órgão de comunicação social espanhol.



A entidade europeia analisou as possíveis consequências da concentração nos mercados de fabricação e venda de peças para automóveis bem como nos mercados de distribuição, tendo concluído que a operação não terá efeitos negativos nos mercados referidos.



Sera que era esta a noticia que faltava para dar mais um impulso ao dax? A final temos o dólar em grande escalada, petróleo já na casa do 1.25 US as praças Americanas a querer mostarar boa forma e a dar impulso as praças europeias... bear market já terá passado? Ou será melhor aguardar por um fecho acima da 6650 para obtermos a confirmação? Alguém pode fazer uma AT??? ;)

xubi2

Damos graças ao petróleo



Na semana passada advertimos para o facto de, tecnicamente, o conjunto dos índices europeus e norte-americanos estarem a superar a parte superior dos canais descendentes em que vinham a movimentar-se os mercados nos quase dois últimos meses. Desde então, poder-se-á dizer que estamos a assistir a uma forte retoma por parte dos mesmos, se bem que seja certo que a correcção prévia foi muito maior, pelo que de momento apenas podemos falar de uma pequena retoma. O referido movimento surgiu de par com uma forte correcção por parte do "ouro negro", que em pouco mais de uma semana corrigiu cerca de 15% desde que atingiu os máximos históricos acima dos 147 dólares por barril (são de salientar as advertências por parte da Lehman Brothers, que vaticina uma queda do petróleo até aos 90 dólares por barril). Por sua vez, a moeda única europeia está a acompanhar o movimento de depreciação do petróleo, com o dólar a ganhar terreno face ao euro, pelo que, pela primeira vez em muito tempo, parece que tudo está conjugado. A ver quanto tempo dura.

xubi2

   
Market Report BPI
 


Portugal PSI20 8664 (-1.51%) Teixeira Duarte 1.210 ( 3.41%) Sonae Indústria 2.940 (-6.96%)
O mercado nacional sofreu desvalorizações menores que a dos seus pares europeus, o que se deveu ao bom desempenho do BCP, da P. Telecom e de algumas small caps.
O BCP conseguiu contrariar a tendência negativa do sector bancário europeu. Ontem, na conferência com os analistas, o Presidente Executivo do BCP reiterou que não irá ser realizado um novo aumento de capital.
A Mota Engil anunciou que, através das suas participadas na Europa Central, obteve adjudicações superiores a EUR 80 mn. A Mota Engil informou igualmente que integra, com uma participação de 26%, um consórcio de empresas portuguesas (entre as quais figura a Teixeira Duarte) para a realização de uma empreitada no porto de La Guaira, na Venezuela. A Mota Engil perdeu 3.53% e a Teixeira Duarte subiu 3.41%.
A Sonae SGPS e a Sonae Indústria corrigiram, após as valorizações dos últimos dias.
A Galp voltou a figurar entre os piores performers do PSI20, o que é explicado pela fraqueza do seu sector, pela apresentação das projecções sobre a actividade do 1º semestre e pela redução do preço alvo para os EUR 14.00 por parte da Goldman Sachs, que manteve a recomendação de Neutral.


Europa Ibex 11675 (-2.18%) Dax 6441 (-1.46%) Cac 4347 (-1.38%)

Os mercados europeus encerraram em baixa, com diversos investidores a realizarem mais-valias. De facto, desde o dia 15 deste mês, os índices europeus subiram cerca de 8%, o que tornou os índices europeus vulneráveis a este tipo de movimentos.
O sector financeiro, que tem sido um dos motores da subida, encerrou em baixa, apesar de um início prometedor. O Credit Suisse reportou resultados trimestrais de 1220 mn CHF (francos suíços) superando as estimativas de 617 mn CHF dos analistas.
O sector automóvel foi um dos sectores em foco, em virtude dos resultados apresentados. Os lucros da Daimler trimestrais da Daimler foram de EUR. 1395 mn, face aos 1380 mn previstos pelos analistas. Todavia, a empresa reduziu as suas estimativas para os resultados de 2008, antevendo tempos mais difíceis, o que acabou por penalizar a acção.
A Renault encontra-se numa situação análoga. A empresa reportou um resultado operacional semestral de EUR. 865 mn, ligeiramente superior aos EUR. 840 mn previstos. Contudo, a Renault diminuiu as suas projecções para as vendas de automóveis em 2009 de 3.33 mn para 3 mn de viaturas.
Apesar da ligeira recuperação do petróleo em Londres e em Nova Iorque, os componentes do DJ Stoxx Oil/Gas mantiveram-se bastante pressionados.
No que concerne à situação macroeconómica, em Julho, o índice de expectativas económicas IFO registou uma quebra para os 97.5, menor que os 100.2 previstos. A queda do IFO espelha a deterioração do clima empresarial alemão.

Wall Street S&P 1273 (-0.68%) Nasdaq100 1830 (-0.82%) Dow Jones 11502 (-1.12%)

Tal como na Europa, nos EUA assistia-se a uma realização de mais-valias. Em termos de resultados, a 3M e a Amazon reportaram resultados superiores às estimativas, enquanto que a Ford reportou uma perda superior ao previsto. Os lucros da Dow Chemical ficaram aquém do previsto.
Em termos macroeconómicos, a venda de casas não novas caíram 2.60% em Junho. O preço médio das casas recuou 6% face ao ano anterior. 

   

xubi2

Poderão aliviar



A sessão de quinta-feira caracterizou-se precisamente pelo mau sabor de boca dos dados macro que foram dados a conhecer, tanto para a zona Euro como para a economia do outro lado do Atlântico. Assim, logo de manhã, soubemos que o índice de clima empresarial, elaborado pelo instituto alemão IFO, está este mês nos níveis mais baixos dos últimos três anos (com uma leitura de 97,5 pontos, quando se esperava que fosse de 100,1 pontos). Da economia norte-americana soubemos outro mau dado, o das vendas de casas em segunda mão, que desceram 2,6% em Junho, face a Maio, para 4,86 milhões (quando o mercado estimava uma queda de apenas 1%). Além disso, tecnicamente, depois da forte retoma que se iniciou na passada semana a nível mundial, poder-se-á dizer que o grosso dos mercados terá recuperado cerca de 38,2% do último impulso baixista, iniciado a partir dos máximos do passado mês de Maio, o que, conjugado com os maus dados macroeconómicos divulgados, poderá ser a "desculpa" perfeita para se observar pelo menos uma ligeira tomada de mais-valias.

xubi2

Sector financeiro arrasta as bolsas



A sessão de sexta-feira teve início com quedas generalizadas nos principais índices europeus, especialmente entre os bancos e seguradoras, já que no dia anterior Wall Street tinha encerrado com fortes descidas, essencialmente devido aos maus dados macroeconómicos (venda de casas em segunda mão nos Estados Unidos), resultados empresariais piores do que o esperado (Ford) e uma avaliação da Morgan Stanley para o Citigroup que fez o gigante financeiro cair cerca de 10%. A meio da sessão foram divulgados dois novos dados macro, relativos à venda de casas novas nos EUA e ao índice de confiança do consumidor elaborado pela Universidade de Michigan, e ambos foram melhores do que o esperado, o que suavizou um pouco os preços de fecho da semana. Como dado positivo, o preço do petróleo continua a descer (nas duas últimas semanas caiu 15%). Na Europa observamos uma clara diferenciação sectorial, ao passo que os bancos e seguradoras estão a perder terreno depois de duas semanas de retoma (e poderão continuar a descer no curto prazo) e outros sectores, como o elétrico, estão a revelar uma maior solidez. O que irá acontecer no médio e longo prazo continua a ser uma incógnita. 



xubi2

A retoma foi de férias


Com o aluvião de resultados empresariais que vão ser divulgados esta semana, parece que muitos investidores preferiram proceder à tomada de mais-valias da "ligeira retoma" a que assistimos nas últimas duas semanas, tendo as subidas estancado em torno do primeiro nível de correcção de Fibonacci, de 38,2%, nos principais índices bolsistas. Por outro lado, os nossos já conhecidos "amigos" Freddie e Fannie continuam a ser alvo das atenções: na passada sexta-feira, o Senado aprovou o plano de resgate para o sector hipotecário norte-americano, que inclui ajudas substanciais aos dois maiores credores hipotecários do país: Freddie Mac e Fannie Mae, o que teoricamente pode ser uma boa notícia para o sector financeiro, um dos mais prejudicados nos últimos meses. Quanto ao petróleo, continua a marcar mínimos decrescentes depois de duas semanas de correcção. Após uma paragem na retoma, é possível que observemos várias sessões de lateralidade, com diferenças sectoriais conforme reaja o mercado aos resultados empresariais. Poderemos também continuar a observar subidas, mas o escasso volume dos últimos dias não ajuda muito.




http://www9.warrants.commerzbank.com/cocoon/retail/Information/ExternalWithCookie.aspx?c=200879

xubi2

Sessão promissora



A sessão de ontem foi de ida e volta nos mercados, essencialmente devido ao facto de a Merrill Lynch anunciar (já à noite, hora de Lisboa) amortizações adicionais de 5.700 milhões de dólares e um aumento de capital no valor de 8.500 milhões de euros. No entanto, os dados macroeconómicos melhores do que o esperado - como o índice de confiança do consumidor em Julho e o índice Case Shiller dos preços das casas, que indica a evolução dos preços nas 20 cidades mais importantes dos Estados Unidos - fizeram com que o mercado invertesse, dando assim início, nos principais índices, a interessantes 'velas' que voltam a fazer-nos pensar numa continuação da retoma iniciada há duas semanas e que tão curta nos tinha parecido. Tecnicamente, a sessão foi muito interessante, já que o grosso dos mercados, depois de uma abertura claramente no vermelho, acabou por recuperar de forma mais do que evidente. De facto, poder-se-á dizer que foram todos preencher o 'gap' ascendente que deixaram no passado dia 17 de Julho, para então recuperarem com alguma verticalidade a partir desses níveis. Por outro lado, estamos a observar que a recuperação dos índices está a coincidir com um movimento de valorização do dólar face ao euro e com fortes quedas do petróleo, o que, em princípio, faz com que estejamos optimistas em relação às bolsas, pelo menos para o mais curto prazo.

sonic86

A queda do petróleo pode até animar um pouco as acções, o que acho estranho, é que da última vez que o barril esteve a 120 dolares o PSI-20 esteve entre 10500-11200 pontos em Maio e nos 9000 e tal pontos em Junho.
Logo o petróleo bem que pode ir até aos 70-80 dolars como dizem, mas não estou a ver as acções a recuperarem como "deviam". E pior que isso é que dúvido que petróleo depois desta queda vá ficar por esses valores, aliás penso que iremos ter nova grande súbida e ai quero ver o que acontece ao nosso PSI-20..
Cumprimentos e bons negócios

jgm

O petróleo até pode ir aos 100 usd mas o PSi 20 irá "penar" por estes valores muito tempo. Não vejo o psi20 a 10 000 pontos num curto prazo mas sim um psi20 entre 8000 e 9000 durante muito tempo podendo arriscar a dizer nos proximos 2 anos estaremos nestes valores pois as incertezas económicas são muitas. Não se esqueçam que temos eleições nos EUA só depois é que .... e ai veremos. Conjuguem todo isto e temos um tempo de 2 anos. BN para todos.

xubi2

Bolsas europeias caem mais de 1% a com valorização em alta




  As principais bolsas europeias encerraram a sessão em queda, eliminando os ganhos que registaram ao longo da semana, pressionadas pela valorização dos preços do petróleo, que se aproximaram dos 128 dólares por barril.

O índice pan-europeu Stoxx50, que engloba as 50 maiores empresas europeias, encerrou a sessão a perder 1% para os 2.852,56 pontos.

Entre as principais praças europeias o IBEX, em Espanha, foi o índice que mais desvalorizou ao perder 2,62% para os 11.569,50 pontos, seguido do CAC40 em França que caiu 1,78% para os 4.314,34 pontos.

Em Amesterdão, o AEX desvalorizou 1,36% para os 394,53 pontos, o DAX alemão encerrou a sessão nos 6.396,46 pontos ao perder 1,28% e o Footsie em Inglaterra caiu 1,06% para os 5.354,70 pontos.

A pressionar a negociação de hoje esteve a valorização dos preços do petróleo, que inverteram a tendência de queda registada durante a manhã e chegaram mesmo a valorizar mais de 3%, aproximando-se dos 128 dólares, impulsionados pelos receios de um conflito entre o Irão e Israel, o que poderia pôr em causa a produção petrolífera iraniana, a segunda maior da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP).

Com os receios de um conflito em mente, os investidores temem que o petróleo volte a valorizar, o que poderia agravar os resultados das empresas devido aos custos energéticos.

Este é mesmo o motivo de muitos dos resultados negativos que têm sido apresentado durante esta época em que as empresas estão a divulgar os seus números do segundo trimestre.

Só no dia de hoje foram conhecidos que os resultados da BMW e da British Airways foram penalizados, entre outros factores, pela subida dos preços da matéria-prima.

A Bayerische Motoren Werke (BMW), maior fabricante mundial de automóveis de luxo, apresentou lucros aquém das estimativas dos analistas para o segundo trimestre e já alterou a sua previsão para o resultado líquido deste ano. Em causa está a queda das vendas nos Estados Unidos, a desvalorização do dólar e o aumento de custos das matérias-primas e do petróleo.

A British Airways, que planeia uma fusão com a espanhola Iberia Lineas Aereas de España, anunciou uma queda de 90% dos seus lucros no primeiro trimestre fiscal, penalizada pela subida do combustível para preços recorde.

A BMW caiu 5,59% para os 27,34 euros depois de ter perdido quase 11%, levando a tendência a estender-se entre o sector automóvel na Europa, onde o a Rolls-Royce desvalorizou 3,28%, a Fiat perdeu 4,84% e a Renault caiu 3,59%.

Entre as companhias aéreas, a British Airways acabou por inverter a queda de quase 6% e encerrou a sessão a ganhar mais de 1% para os 259 pence.


xubi2

Muitos dados e nenhuma clarificação

A última sessão da semana chegou cheia de dados relevantes sobre a economia do outro lado do Atlântico. Por um lado, foi dado a conhecer o relatório sobre o mercado laboral norte-americano, em que a taxa de desemprego aumentou duas décimas, para 5,7%, contra 5,6% esperados pelo consenso do mercado. Apesar disso, o dado relativo à criação de empregos não-agrícolas não foi tão negativo quanto o previsto (foram eliminados 51.000 postos de trabalho, contra 75.000 estimados pelo mercado). Além disso, as remunerações por hora de trabalho mantiveram-se estáveis (+0,3% face ao mês anterior e +3,4% face ao mesmo período do ano passado). Por outro lado, o índice do instituto norte-americano ISM, que mede a actividade industrial, fixou-se em 50 pontos no mês de Julho, acima dos 49 previstos. Recordamos que os níveis abaixo de 50 pontos indicam uma contracção no sector. Se a estes dados juntarmos o PIB, divulgado na quinta-feira, poder-se-á dizer que o 'feeling' para o conjunto é neutro, o que não nos dá grande ajuda para tentar adivinhar qual poderá ser o movimento seguinte por parte das bolsas, pelo menos no curto prazo. Por outro lado, será de prever que nas próximas sessões assistamos a uma retoma por parte do euro face ao dólar, assim como do petróleo, o que em princípio não cairá muito bem às bolsas. 



xubi2

Soros Successors Thiel, Howard Prove Global Bears Rule Markets

By Katherine Burton

Aug. 1 (Bloomberg) -- Hedge-fund managers following the path of George Soros, who made a fortune by exploiting financial turmoil, are beating their peers for the first time since 2003 on wagers the global economy won't improve anytime soon.

Clarium LP, the San Francisco-based hedge fund run by Peter Thiel, gained 47 percent this year as of July 25 on trades that paid off when stocks and the U.S. dollar fell, according to two of his investors. Alan Howard's Brevan Howard Fund Ltd. rose almost 18 percent, helped by holdings that profited as the Federal Reserve cut interest rates seven times since September to keep the U.S. out of a recession, according to monthly shareholder reports.

``Macro investors are torn between two views: We're in something like the 1970s or we're in something like the 1930s,'' said Christopher Watling, head of London-based research firm Longview Economics, referring to the two worst periods of economic pain in the last century.

Macro funds, which can trade everything from Apple Computer Inc. shares to zinc futures, returned 18.8 percent in the 12 months ended in June, five times the industry average and the most of any strategy, according to indexes compiled by New York- based Credit Suisse Tremont Index LLC. While two of their favorite trades -- betting financial stocks will fall and oil will rise -- turned unprofitable last month, the best-performing funds expect the bad news to continue.

Oil to Yen

Thiel, who founded Clarium in 2002 after helping sell online-payments service PayPal to EBay Inc. for $1.5 billion, has said oil prices could hit $200 a barrel by the end of the year. Yet the 40-year-old has unwound his position because of concerns that policy makers will do whatever is necessary to drive down the price to combat inflation, said the investors, who declined to be identified because the fund is private.

The Federal Reserve has taken the unprecedented steps this year of committing to pump $350 billion of cash and securities into the banking system and extending its emergency-lending programs to Wall Street firms.

Clarium, which oversees $7.4 billion, is positioned to profit from declines in U.S. stock prices and the dollar, particularly against the yen, the investors said. Thiel, who declined to comment, also expects 30-year Treasuries to rise as the U.S. moves closer to deflation, or an extended period of falling prices.

Howard, who founded his London-based firm in 2002 after leaving his job as head of proprietary interest-rate trading at Credit Suisse Group AG, correctly predicted that the difference between short-term and long-term interest rates in the U.S. would increase, as the Federal Reserve was forced to lower its benchmark rate by 2.25 percentage points to 2 percent to battle a slowing economy. He also made money on commodities and in emerging markets.

Macro Pioneer

Unlike Thiel, Howard, 44, is expecting stagflation, or economic stagnation coupled with an increase in prices, in the U.S., Europe and Japan, according to Brevan Howard's latest monthly shareholder report.

``The world continues to go through a period of adjustment from excess and the mispricing of risk,'' said Ian Plenderleith, chairman of London-based BH Macro Ltd., the publicly traded fund that invests in Brevan Howard's macro portfolio. ``I don't think that it would be remotely possible to say that this is coming to an end.''

Soros, who turns 78 this month, is the grandfather of macro investing, which seeks to profit from macroeconomic trends by trading currencies, bonds, stocks and commodities. The New York- based billionaire earned worldwide renown in 1992 for making $1 billion breaking the Bank of England's defense of the pound. He also profited from German reunification in 1990 and last year made 31 percent investing in India and China.

Tudor Jones

``Global macro is a good place to allocate assets if you are concerned about the health of the equity market,'' said Scott Baker, principal at Greenwich, Connecticut-based Cook Pine Capital LLC, which constructs hedge-fund portfolios for wealthy clients. ``They afford investors a good strategy in which to weather today's economic storms.''

Managers in the Soros mold who have developed into so- called multistrategy investors are also making money this year, though they aren't matching the returns of Brevan Howard and Clarium. These managers have a macro component to their firms, but also employ other strategies such as fundamental stock- picking.

The $11.1 billion Tudor BVI Global Fund Ltd., run by Paul Tudor Jones from Greenwich, Connecticut, climbed 4.2 percent this year through July 16. New York-based Louis Bacon's Moore Global Investment Fund rose about 2 percent in the same period.

Cost of Optimism

Bruce Kovner, who runs Caxton Associates LLC in New York, was up 3.44 percent as of July 22. Soros's Quantum Endowment Fund, which since 2000 has taken a more conservative investment approach, returned 5.5 percent in the first half of the year.

Officials for the funds declined to comment.

Managers who are the most optimistic about stocks have done the worst. London-based Lansdowne Macro Fund Ltd., overseen by Richard Davidson, has fallen almost 7 percent this year.

Barton Biggs's Traxis Fund LP tumbled 10 percent in the first half of the year, hurt by bets that U.S. shares would appreciate. As recently as May, Biggs, 75, said the U.S. economy will grow in the second half of 2008, the Standard & Poor's 500 Index may climb to a record and commodity prices will retreat as much as 30 percent.

Companies aren't expressing ``gloom and doom,'' and the economy is ``not as bad as you would believe from listening to the press and some of the Wall Street commentators,'' the New York-based Biggs said in a May 5 interview on Bloomberg Television.

Since then, Biggs has modified his view, saying the economy will neither grow nor tumble into recession, according to investors. He predicts the S&P 500 may rise to 1340 or 1350, though the market may retreat again after that.

The benchmark index closed yesterday at 1267.38, down 1 percent in July and 14 percent for the year.

To contact the reporter on this story: Katherine Burton in New York at [email protected]

xubi2


Irão ignora prazo para responder a propostas sobre nuclear

CETmundo

O Irão ignorou o prazo dado pelos países ocidentais para responder às últimas propostas sobre o nuclear.

O presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad afirmou, durante um encontro com o homólogo sírio, que não vai fazer qualquer cedência sobre a matéria.

Bachar Al-Assad, que está em Teerão para uma visita de dois dias, reafirmou o seu apoio ao regime aliado.

É a terceira vez que o chefe de Estado da Síria se desloca ao Irão desde que Mahmud Ahmadinejad assumiu a presidência, em 2005.

Há poucas semanas e durante uma visita a França, Bachar Al-Assad mostrou-se disposto a usar as boas relações com Teerão para tentar contribuir para a solução da crise sobre o nuclear iraniano.

No dia 19 de Julho, as potências ocidentais deram duas semanas ao regime de Ahmadinejad para responder à oferta dos cinco membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU e da Alemanha.

Moscovo opunha-se no entanto a um ultimato e o Irão rejeitou a imposição de qualquer prazo.

Em Bruxelas, vários diplomatas europeus disseram-se dispostos a esperar mais alguns dias por uma resposta do regime dos Ayatollahs.


by:Euronews

xubi2

Portugal PSI20 8290 (-1.12%) J. Martins 5.260 ( 1.34%) Sonae Indústria 2.470 (-4.26%)

A bolsa portuguesa arrancou a semana em baixa, num dia marcado por uma fraca liquidez. Tal como nos passados anos, a negociação em bolsa no mercado nacional diminui significativamente durante o mês de Agosto, já que muitos investidores optam por este período do ano para gozarem férias.
A Portugal Telecom, o BCP e a Galp prejudicaram a performance do mercado nacional, com perdas superiores a 1%.
A Galp fechou nos 11.310 euros, tendo registado uma perda superior à do índice Dow Jones Stoxx Oil and Gas, enquanto que os bancos espelharam o mau comportamento do sector na Europa.
A Brisa foi protagonista de uma recuperação técnica, acabando por ser um dos líderes da sessão.
A Jerónimo Martins valorizou-se 1.34%, ao continuar a espelhar a preferência dos investidores por este título.
A EDP renováveis terminou nos 6.060 euros, perante a permanente falta de catalisadores capazes de impulsionar o preço destas acções.

Europa Ibex 11425 (-1.25%) Dax 6349 (-0.73%) Cac 4280 (-0.78%)

As bolsas europeias foram afectadas pelo comportamento não só da praça norte-americana, como também pela performance do sector bancário, na sequência da apresentação de resultados por parte do HSBC.
Os resultados relativos ao primeiro semestre do HSBC caíram 29%, um valor em linha com o esperado. Contudo, o maior banco europeu apresentou previsões de carácter mais conservador, pelo que as respectivas acções desceram 1.08%.
Ainda dentro deste sector, o belga Fortis foi penalizado pelo facto de ter informado que este contexto de dificuldades económicas deverá permanecer.
Relativamente ao petróleo, a tempestade Edouard no Golfo do México ameaça a produção desta matéria-prima, pelo que o seu preço subiu pelo segundo dia consecutivo. No entanto, este aumento não conseguiu proporcionar ganhos ao sector.
Por outro lado, a descida dos preços dos metais provocou uma queda nas empresas pertencentes ao sector mineiro, que desta forma acabou por encabeçar as perdas do Dow Jones Stoxx 600.

Wall Street S&P 1249 (-0.88%) Nasdaq100 1816 (-0.56%) Dow Jones 11294 (-0.28%)

A bolsa norte-americana transaccionava em baixa, pressionada pelos dados económicos revelados e pelo sector financeiro, influenciado pelos números apresentados pelo europeu HSBC.
Na frente macroeconómica, o poder de compra dos consumidores nos EUA durante o mês de Junho caiu pela primeira vez desde Fevereiro, com o programa de incentivos fiscais dado por Washington a ser prejudicado pela elevada inflação (a maior dos últimos 27 anos).
Assim, o consumo das famílias aumentou 0.60%, face às estimativas de 0.50%, enquanto que o rendimento das famílias subiu 0.10%, contra a quebra de 0.10% previsto.


   
Tambem o anexo com as previsoes semanais do bpi

Os mercados accionistas encerraram a semana com variações modestas.

- As reuniões do BCE e da Reserva Federal serão os principais eventos da semana.

- Nas próximas semanas é natural que se assista a uma diminuição da liquidez.

xubi2

À espera da Fed



Os mercados continuam numa situação algo complexa, pois depois de uma forte retoma desde meados de Julho, vimos como em apenas três sessões perderam grande parte da retoma que registaram desde o passado 16 de Julho. No momento actual, poder-se-á dizer que, no conjunto, todos estão na parte intermédia de intervalo lateral estreito, a meio caminho entre o suporte e a resistência, o que dificulta qualquer estratégia para o muito curto prazo. Tecnicamente, dá a sensação de que, pelo menos, os mercados deverão construir uma nova retoma que os leve acima dos máximos da semana passada antes de voltar a corrigir (se fosse esse o caso, que não tem que por que ser). A nível macroeconómico, do outro lado do Atlântico, foram divulgadas as encomendas à indústria, relativas ao mês de Junho, que subiram 1,7% quando se previa um aumento de 0,7%. De qualquer forma, os mercados aguardam as declarações do comunicado da Reserva Federal relativamente à actual situação da economia, já que, em princípio, não se esperam decisões importantes da reunião. Ainda que com estas coisas nunca se sabe...