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Com uma aparente retoma dos Mercados nos USA e Europa..nos por cá..PSI?

Iniciado por xubi2, Maio 30, 2008, 22:33

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psimoes

Boa cronologia...

Esperemos que essa tenha sido a parte cronológica negativa.
A segunda parte seria a partir de 6 de Outubro e era tudo no verde... sempre a subir!... lol

Boa noite!
Bons negócios!

xubi2

China diz que rápida expansão é sua contribuição para o mundo


PEQUIM (Reuters) - Manter um crescimento "bastante rápido" é a maior contribuição da China para ajudar a economia mundial a superar a crise financeira, disse neste sábado o Banco do Povo da China, o banco central do país.

Ao saudar a aprovação do plano de resgate de US$ 700 bilhões nos Estados Unidos, o Banco do Povo da China afirmou estar "plenamente confiante" que o país poderia manter crescimento econômico e estabilidade financeira.

O banco central, em um comunicado em seu website, assinalou que vai recorrer cada vez mais a uma política macroeconômica para apoiar o crescimento sólido e estável.

Para minimizar o impacto da crise financeira dos EUA, o banco central também disse que vai fortalecer sua "supervisão prudente" dos bancos, ao mesmo tempo em que pedirá a eles para intensificarem seu gerenciamento de riscos.

"Manter o ímpeto do crescimento econômico forte, estável e bastante rápido, e não ter grandes altos e baixos, esta é a maior contribuição da China para a economia mundial", afirmou o banco central. "Nós estamos completamente confiantes que temos condições e a habilidade para manter a estabilidade financeira e o desenvolvimento econômico da China, e fazer uma contribuição ao desenvolvimento estável da economia mundial", acrescentou a instituição.

A China cresceu 10,1 por cento no segundo trimestre, em relação ao mesmo período do ano passado, tornando-se um dos raros lugares em expansão na economia mundial, mas mesmo esse ritmo estava abaixo de seus 11,9 por cento de expansão em 2007.

xubi2

Fortes ganhos à última da hora




Depois de ser conhecido o relatório do emprego da economia norte-americana, e apesar de ter sido pior do que o esperado, os mercados reagiram de forma positiva...talvez pelo facto de o dado não ter feito senão confirmar que a Reserva Federal acabará por baixar, na sua próxima reunião, o preço do dinheiro em 50 pontos base, para os 1,50%. Por outro lado, o mercado permanece à espera de que a Câmara dos Representantes acabe por votar hoje a versão do "Plano de Resgate" para o sector financeiro aprovado pelo Senado (ainda que não está confirmado parece que poderá ser votado uma vez os mercados europeus tenham encerrado a negociação) e tudo aponta para que finalmente seja aprovado, daí as fortes subidas de última hora nos mercados. De entre os principais dados macroeconómicos que se publicarão na próxima semana destacamos os seguintes: decisão de taxas de juro do Banco do Japão (terça-feira) e do Banco de Inglaterra (quinta-feira), reunião do ECOFIN (terça-feira) e o Produto Interno Bruto do segundo trimestre para a Zona Euro (quarta-feira); e do outro lado do Atlântico, as vendas de casas em segunda-mão (quarta-feira) e a Balança Comercial de Agosto (sexta-feira). Tecnicamente poder-se-á dizer que dá a sensação de que as bolsas pretendem provar os níveis máximos nos quais chegaram a cotar no passado dia 20 de Setembro e, se os superarem, estarão a confirmar um novo impulso ascendente, e o que é mais importante, uma melhoria do aspecto técnico que nos fará ficar optimistas para o último trimestre do ano.

xubi2

Medo do efeito dominó da crise na Europa desata sangria financeira


O temor desencadeado pela grande operação de resgate do banco hipotecário alemão Hypo provocou o desabamento das bolsas de todo o mundo e acabou com a ilusão de que as grandes intervenções estatais podem conter rapidamente a crise financeira mundial.

"Todo mundo esperava que, depois da aprovação do pacote nos Estados Unidos e os resgates na Europa, as coisas se acalmariam, mas, na realidade, ainda há fortes temores quanto a um efeito dominó", explicou o analista da ING, Adrian van Tiggelen.

O resgate do banco alemão Hypo Real Estate por 50 bilhões de euros (68 bilhões de dólares), a compra do banco belga-holandês Fortis pelo francês BNP Paribas e a aprovação do histórico resgate financeiro americano de 700 bilhões de dólares não conseguiram aliviar o crescente sentimento de pânico.

A decisão do governo da Alemanha de garantir os depósitos bancários de particulares aumenta a pressão sobre outros governos europeus para que a mesma coisa, depois dos passos da Irlanda e da Grécia.

Todas as principais bolsas européias fecharam em baixa nesta segunda-feira, depois das grandes perdas nos mercados asiáticos.

Na Europa, o índice Dax da Bolsa Frankfurt fechou em forte baixa de 7,07% a 5.387,01 pontos. O índice CAC 40 da Bolsa de Paris fechou com uma alarmante queda de 9,04%, seu maior retrocesso em uma sessão desde sua criação em 1988 devido aos temores de um agravamento da crise financeira.

Em Londres, o índice Footsie 100 da Bolsa de Londres fechou em forte baixa de 7,85% a 4.589,19 pontos, arrastado pela queda generalizada das bolsas mundiais.

As duas Bolsas de Moscou, Micex, cotada em rublos, e RTS, cotada em dólares, anunciaram nesta segunda-feira a suspensão de suas cotações após quedas superiores a 14% e 15%, respectivamente.

Os preços do barril do petróleo, que até há três meses eram cotados a quase 150 dólares, baixaram até os 85 dólares em Londres e 89 dólares em Nova York, seu menor nível desde fevereiro, por temor a uma queda da demanda de petróleo por causa da crise.

Os dirigentes da União Européia (UE) mantinham cotatos nesta segunda-feira para preparar uma declaração de apoio aos mercados financeiros, segundo fontes próximas ao governo italiano citadas pela imprensa nacional.

O chefe do governo espanhol, José Luis Rodríguez Zapatero, por sua vez, se reunirá na sexta-feira, em Paris, com o presidente francês, Nicolas Sarkozy, que ocupa a presidência semestral da União Européia, informou à AFP um porta-voz do governo.

A Espanha, quinta economia européia, não esconde seu mal-estar por não ter sido convidada para a cúpula dos líderes dos membros europeus do G8 - Alemanha, França, Itália e Grã-Bretanha - realizaram no sábado, em Paris, para debater a crise.

Depois de intensas negociações entre o ministério das Finanças alemão, o Bundesbank (banco central), bancos privados e reguladores de mercado, o banco Hypo Real Estate (HRE), o quarto da Alemanha, recebeu no domingo à noite uma capitalização adicional de 15 bilhões de euros que se somaram aos 35 bilhões obtridos na semana passada.

A Alemanha também ofereceu proteção ilimitada às contas bancárias pessoais, garantias que totalizariam 568 bilhões de euros. A garantia vai além e também inclui os depósitos a prazo, que alcançam no país 1,62 trilhão de euros (2,2 trilhões de dólares), segundo o Bundesbank.

O ministro espanhol da Economia, Pedro Solbes, disse que não exclui adotar a mesma medida.

O governo britânico também está considerando capitalizar os bancos em dificuldade com milhões de libras em troca de ações.

Depois de um fim de semana de intensas negociações, o BNP Paribas anunciou que tomará o controle das operações do banco Fortis na Bélgica e Luxemburgo, num acordo que converterá a Bélgica no maior acionista do banco francês.

O acordo deixa aos governos da Bélgica e Luxemburgo com participações reduzidas no Fortis, que foram nacionalizadas parcialmente uma semana antes, em troca de participações no BNP Paribas, que se converte assim no maior banco da Europa em termos de depósitos.

Os bancos centrais continuam injetando milhões nos mercados monetários interbancários, que sobrevivem graças a esta assistência das instituições estatais porque os bancos comerciais estão demasiado assustados para emprestar dinheiro entre si.

O Federal Reserve (Fed, banco central americano), por exemplo, anunciou nesta segunda que aumentará por etapas a linha de refinanciamento oferecida aos bancos a 300 bilhões de dólares para aumentar sua liquidez em outubro e novembro.

O aumento alcançará 600 bilhões de dólares em outubro e novembro de maneira que, no total, 900 billhões de dólares de créditos estejam potencialmente disponíveis antes do fim do ano, acrescenta o comunicado.

Apesar das enormes injeções de efetivo de emergência em curto prazo dos bancos centrais, o dinheiro não está circulando e as taxas de juros a curto prazo, principalmente a taxa LIBOR, dispararam.

psimoes

É impressionante a quantidade de dinheiro que é injectado no mercado para ele funcionar e o efeito é o de um placebo...

Se os bancos não emprestam entre eles é porque estão à espera para emprestar ao particular que "paga" mais pelo dinheiro ou é porque já estão tão enterrados que se querem proteger.
O particular não está interessado em endividar-se porque as notícias assustam.
Os bancos não têm garantias que o dinheiro que anda na rua vai ser pago e as respectivas garantias talvez já não cubram as dívidas... acaba por ser um sub-prime à medida da UE...

Isto tudo cria incertezas no mercado e precisa-se de mais dinheiro, ao qual todos os estados acedem...
Com tanto dinheiro no mercado, ele acaba por valer cada vez menos e as dívidas de todos nós vão aumentando cada vez mais!

Particularmente, como Portugal tem uma economia baseada no consumo, este cenário em cima rebenta completamente com a mesma!

Amanhã é outro dia!
Bons negócios!

xubi2

A volatilidade em máximos históricos




Quem diria que os investidores se iam acostumar às noticias que diariamente nos chegam sobre a quebra de entidades financeiras, tanto norte-americanas como da Zona Euro. O momento actual é de pânico absoluto e já sabem o que opinamos sobre quando o pessimismo é máximo, e ainda por cima estamos no mês de Outubro, curiosamente o mês dos fundos de mercado. Já quase parece que não são notícia todas as medidas que estão a ser tomadas pela grande maioria dos bancos centrais e, sobretudo, a Fed, pois é raro o dia em que não adopta medidas para tentar tranquilizar os mercados. E tendo em conta o sucedido está visto que, de momento, ninguém olha para as medidas e apenas o faz sobre as notícias negativas. Por outro lado, o índice VIX (que mede a volatilidade) voltou a marcar um novo máximo histórico, cerca já dos 53 pontos, e isso não é mais do que o reflexo do medo que se observa em todas as bolsas mundiais. Tecnicamente, será conveniente seguir de perto o Dow Jones visto que o nível entre os 9.700-9.857 pontos corresponde ao nível máximo de correcção proporcional do último grande ciclo altista e, por definição suporte, pelo que poderemos dizer que, ou retomamos agora com força ou nunca.

xubi2

Queria só deixar mais uma fonte de inspiracao! desta vez do BPI ???

O Departamento de Estudos Económicos e Financeiros do Banco BPI elaborou um comentário de mercado sobre a actual situação dos mercados financeiros.

O fim do crédito acessível e barato

O sistema financeiro nas economias desenvolvidas está em convulsão, terminando uma época caracterizada por baixas taxas de juro e reduzido prémio de risco de crédito. As carteiras de crédito dos bancos estão em processo de encolhimento, induzindo igual movimento no sector real da economia.
Assim, a volatilidade deverá continuar a dominar os mercados enquanto o sector financeiro não estabilizar e os activos arriscados continuarão a ser penalizados. A fuga para a qualidade deverá manter as taxas de juro de longo prazo da dívida pública em níveis baixos, condicionadas por perspectivas de fraco crescimento económico e abrandamento da inflação.

A publicação deste mês disponibiliza dois novos artigos de Opinião - «Anatomia de uma crise» e «Educação em Portugal: as principais ideias».

Relatorio completo:

xubi2

A Fed em acção



Pouco antes de Wall Street abrir as suas portas os mercados registaram um forte movimento altista depois de serem conhecidas as novas medidas por parte da Reserva Federal norte-americana, que anunciava que comprará papel comercial a três meses (dívida emitida por empresas no curto prazo), numa tentativa de revitalizar o mercado e, deste modo, injectar liquidez no mercado e recuperar a confiança neste tipo de activos. De qualquer forma, devemos continuar a ser cautelosos porque a volatilidade continua a cotar em níveis nunca vistos e ainda que este tipo de leitura seja típica de fundos de mercado não se poderá descartar algum susto adicional no muito curto prazo. Tecnicamente, não se começará a observar uma mudança significativa na tendência baixista de curto prazo enquanto os "gaps" descendentes da sessão de ontem sejam anulados, isto é, se fechem. E para isso será necessário ver o Dow Jones cotar acima dos 10.325 pontos, ao S&P500 acima dos 1.100 pontos e o tecnológico Nasdaq 100 acima dos 1.471 pontos.

Broker_Invest

BCE pode baixar taxa "a qualquer momento", dizem analistas
Mercado acredita em corte de juros coordenado para travar a crise
A crescente turbulência nos mercados accionistas, que está espelhada nas quedas de mais de 6% nas principais bolsas da Europa, está a criar especulação em torno de um corte de juros coordenado entre os bancos centrais de todo o mundo. Há já bancos de investimento a afirmarem que o BCE pode baixar juros "a qualquer momento".

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Paulo  Moutinho
[email protected]


A crescente turbulência nos mercados accionistas, que está espelhada nas quedas de mais de 6% nas principais bolsas da Europa, está a criar especulação em torno de um corte de juros coordenado entre os bancos centrais de todo o mundo. Há já bancos de investimento a afirmarem que o BCE pode baixar juros "a qualquer momento".

"A turbulência nos mercados financeiros persiste, alimentando os rumores de que os principais bancos centrais poderão proceder a uma acção concertada e suavizar a política monetária agressivamente nas próximas horas", afirma Ricardo Barradas, analista do Millennium IB no "Comentário Diário" do banco de investimento.

O Royal Bank of Scotland, numa nota emitida esta manhã, citada pela Bloomberg, afirma que o Banco Central Europeu (BCE), que na semana passada deixou inalterada a taxa directora nos 4,25% mas deixou em aberto a possibilidade de um corte, poderá avançar "a qualquer momento" com uma redução do preço do dinheiro.

"A situação nos mercados de crédito continua a deteriorar-se apesar dos esforços das autoridades a nível global para injectar liquidez e propor novas medidas para impulsionar os empréstimos", afirma o economista Garth Claase. "Os argumentos a favor de aguardar para ver o impacto das medidas anunciadas já não são sustentáveis".

Neste sentido, o Royal Bank of Scotland considera que será inevitável um corte na taxa directora ainda antes da reunião de 6 de Novembro, do BCE. Amanhã, o Banco de Inglaterra vai anunciar a sua decisão sobre os juros. Vários responsáveis têm pedido uma redução na taxa. DeAnne Julius, antigo membro do banco central, considera que os juros devem cair em 1 ponto percentual.

Para DeAnne Julius "a situação deteriorou-se de tal forma que torna necessário um corte desta dimensão". A taxa está actualmente nos 5%. Um corte de 1 ponto percentual reduzirá o preço do dinheiro no Reino Unido para 4%. O Fortis prevê uma redução mais moderada, de 0,5 pontos percentuais.

Nos EUA a reunião mensal da Reserva Federal só terá lugar a 29 de Outubro, ou seja, dentro de três semanas. A taxa directora está já nos 2%, depois de uma série de cortes consecutivos, desde os 5,25%, em Setembro do ano passado. Cresce a expectativa de uma nova redução. O Citigroup afirmou, recentemente, que a taxa poderia cair para 1%, ou até menos.

O Barclays Capital (BarCap) estima que a Fed baixe as taxas de juro nos EUA em 0,5 pontos percentuais na reunião deste mês. Ontem, Ben Bernanke, presidente da Fed, afirmou que "à luz dos desenvolvimentos, a Fed vai precisar de considerar se a actual política permanece apropriada", deixando em aberto a possibilidade de um corte na taxa directora.

abraços e bons trades.
Não há mal que perdure e bem que dure sempre

xubi2

Dow Jones cai mais de 7% após novos ventos de pânico em Wall Street

NOVA YORK (AFP) — A Bolsa de Nova York registrou uma forte queda nesta quinta-feira, após uma onde de pânico no final da sessão que tomou conta dos investidores, preocupados com as perspectivas dos bancos e da General Motors: Dow Jones recuou 7,33% e Nasdaq, 5,47%.

Segundo números defintivos do fechamento, o Dow Jones Industrial Average (DJIA) perdeu 678,91 pontos, a 8.579,19 unidades.

É o sétimo pregão consecutivo que termina em baixa do índice vedete de Wall Street, que não fechava abaixo dos 9.000 pontos desde junho de 2003.

Os 30 valores que compõem o índice terminaram no vermelho.

Esta nova derrubada acontece exatamente um ano depois do DJIA ter alcançado seu recorde absoluto em sessão, 14.164,53 pontos, em 9 de outubro de 2007, tendo perdido desde então cerca de 40% de seu valor.

O índice Nasdaq, de alto componente tecnológico, cedeu 95,21 pontos, encerrando a 1.645,12 unidades, enquanto o índice ampliado Standard & Poor's 500 caiu 7,62% (75,02 pontos), a 909,92 unidades.

"É o pânico total, não existe outra palavra", comentou Gregori Volokhin, da Meeschaert New York.

Depois de abrir em alta e vacilar sobre que orientação tomar durante grande parte do pregão, os índices despencaram durante a última hora de operações.

Os valores financeiros - particularmente sob pressão depois do fim da proibição das vendas a descoberto - foram as primeiras vítimas, sobretudo dos três bancos que entram na composição do Dow Jones: a ação do Bank of America caiu 11,18%, a do Citigroup fechou a -10,21% e a do JPMorgan Chase, a -6,67%.

"As pessoas não vêem que outra coisa que não a nacionalização dos bancos pode acontecer", estimou Volokhin.

Outro valor atingido pela proibição das vendas a descoberto foi o da montadora General Motors (-31,11%, a 4,76 dólares). A agência de classificação Standard and Poor's (S&P) declarou-se "preocupada" com os "sérios" problemas financeiros que a companhia poderia enfrentar a partir do ano que vem, precipitando sua queda no fim da sessão.

Os papéis de sua concorrente Ford perderam 21,80%, terminando a 2,08 dólares, afetados também por comentários semelhantes por parte da S&P.

"As pessoas pensam que o Estado deve continuar salvando tudo o que pode, mas não se pode salvar tudo", constatou o analista da Meeschaert.

Os valores da energia foram arrastados pela queda dos preços do petróleo, que perdiam mais de quatro dólares o barril nas operações eletrônicas da noite desta quinta-feira em Nova York.

A ExxonMobil, maior capitalização do Dow Jones, perdeu 11,69%, a 68,00 dólares.

O mercado obrigatório caiu. O rendimento dos bônus do Tesouro a dez anos subiu a 3,834%, contra 3,715% na noite de quarta-feira, e o dos títulos a 30 anos a 4,120%, contra 4,063%.

Broker_Invest

#205
O Trichet veio anunciar ao mercado que VAI dar crédito ilimitado aos bancos, eles podem ter o dinheiro que necessitam para manter de pé as instituições bancárias, a meu ver existe uma forma de matar de vez este BIG BEAR!!! é baixar as taxas Juros à Bruta, 1% ou 1,5% vai deixar novamente os investidores atraídos pelos mercados e cada vez mais atraentes ao risco, isto porque o BCE vai garantir todo dinheiro disponível para banca e pode dar um GRANDE SINAL de Tranqualidade ao mercado.

Isto é a minha Opinião, vale o que vale.


Abraços e bons trades.

P.s Os mercados estão MEGA Oversold, A corda vai partir e podemos ter um verdadeiro PULL BACK.
Não há mal que perdure e bem que dure sempre

psimoes

Mas o BCE já baixou as taxas e a reacção dos bancos foi zero, a euribor bateu record!
O BCE dá crédito ilimitado aos bancos e a reacção foi zero no alívio da euribor e os bancos continuam a recorrer ao crédito.
Até agora os bancos já estão "a ganhar" com a diferença da taxa de referência vs taxa euribor. Se ainda se baixar mais a taxa de referência, os bancos ainda vão ganhar mais com a diferença entre taxas. Quem paga isto tudo acaba por serem as pessoas que têm os créditos indexados à euribor, ou seja todos nós, pois aos bancos interessa ter a euribor alta enquanto poderem recorrer a empréstimos ao BCE com taxas mais baixas... é correcto isto, ou estou a dizer alguma barbaridade?

Paradoxalmente, não vejo outra tentativa de solução que não seja essa mesma, a baixa da taxa de juros pelo BCE e esperar que os bancos se lembrem de começar a emprestar dinheiro.

Cumps.
Bons negócios!

wamaral

A dúvida é benéfica para os bancos, pode sempre ficar a ideia no ar 'e se eles estiverem para falir?' e enquanto isso toca a facturar à conta dos juros.
O pior é se estiverem mesmo a precisar do guito(que na maior parte dos casos duvido), mas mau será se eu estiver enganado e por isso não se poder divulgar mais bancos intoxicados.

psimoes

Neste momento os que estiverem a precisar de dinheiro, mandam um estafeta buscar dinheiro ao BCE!

Os que não estão a precisar de dinheiro mandam 2 estafetas!

Cada banco está a trabalhar virado para dentro da instituição e não está a trabalhar tendo em linha de conta o mercado. Estão todos a fechar-se em si mesmos e a prepararem-se para um tempo de canibalismo mercantil/financeiro onde quem tem nota em terra de pobre é rei!
Bons negócios!

Broker_Invest

Citação de: Broker_Invest em Outubro 10, 2008, 01:15
O Trichet veio anunciar ao mercado que VAI dar crédito ilimitado aos bancos, eles podem ter o dinheiro que necessitam para manter de pé as instituições bancárias, a meu ver existe uma forma de matar de vez este BIG BEAR!!! é baixar as taxas Juros à Bruta, 1% ou 1,5% vai deixar novamente os investidores atraídos pelos mercados e cada vez mais atraentes ao risco, isto porque o BCE vai garantir todo dinheiro disponível para banca e pode dar um GRANDE SINAL de Tranqualidade ao mercado.

Isto é a minha Opinião, vale o que vale.


Abraços e bons trades.

P.s Os mercados estão MEGA Oversold, A corda vai partir e podemos ter um verdadeiro PULL BACK.

Como vêem não sou o único a ver como se Mata o BEAR de vez. Baixando drasticamente os Juros.

Fonte : BIG

Professor que antecipou a crise pede novo corte de juros para evitar depressão
(10-10-2008 - 09:58)

Nouriel Roubini, professor da Universidade de Nova Iorque que antecipou em 2006 uma crise financeira global, apela a uma nova redução das taxas de juro por parte dos maiores bancos centrais mundiais. O preço do dinheiro deveria baixar em mais 1,5 pontos percentuais para evitar uma depressão.

Na quarta-feira, os maiores bancos centrais (BCE, Fed, Banco de Inglaterra, Suécia, Suíça e Canadá) anunciaram um corte surpresa nas respectivas taxas de juro de referência, na ordem dos 0,5 pontos percentuais. Seguiu-se depois uma outra acção coordenada, mas a oriente.

A reacção dos mercados foi, no imediato, positiva. Mas rapidamente emergiu o pessimismo e o as quedas nas bolsas acentuaram-se. Hoje, os mercados mundiais estão a viver um dos piores dias das últimas décadas, observando-se quedas na ordem dos 6% e 7%. Ontem, os EUA deram o mote. O Dow Jones afundou e quebrou em baixa os 9.000 pontos.

Para pôr termo a estas quedas e evitar uma depressão, Roubini propõe que os bancos centrais voltem a intervir com um novo corte nas taxas de juro, apontando para uma quebra de 1,5 pontos percentuais. Uma descida desta dimensão colocaria a taxa dos EUA em zero. Na Zona Euro o preço do dinheiro cairia para 2,25%.

Além disso, o professor, citado pela Bloomberg, revela outros passos necessários para devolver a estabilidade. A garantia temporária de todos os depósitos, liquidez ilimitada para as instituições financeiras e benefícios fiscais seriam vitais, defende Nouriel Roubini.

"Neste momento, o risco de um 'crash' iminente - como a queda de mais de 20% num só dia nas bolsas dos EUA em 1987 – não pode ser afastado", afirmou Roubini. "O sistema financeiro está a colapsar , o pânico e a falta de confiança está a aumentar e os investidores perderam totalmente a fé na capacidade das autoridades para controlar a quebra", conclui.
Não há mal que perdure e bem que dure sempre